sábado, julho 25, 2026

Autor: Redação

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Milho volta a subir na B3: Veja o motivo


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho voltou a subir com dificuldade logística do mercado físico, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho da B3 voltou a se recuperar, visto que o mercado físico ainda tem dificuldade de acesso ao grão, neste momento que o produtor está atento a colheita da soja”, comenta.

“Apesar dos esforços de colheita da primeira safra e plantio do milho safrinha, o ritmo ainda está mais lento que o de 2024, principalmente em alguns estados chaves, onde a janela ideal de semeadura está se fechando. Após o fechamento da sessão desta segunda-feira, a Conab apontou que a colheita da 1ª safra está em 20,9% da área apta, ante 24,9% do ano anterior. O plantio do milho safrinha saltou para 53,6%, ante 59% do ano anterior. Apesar de atrasados, os trabalhos estão reduzindo semana a semana a diferença”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 84,82 apresentando alta de R$ 1,07 no dia, alta de R$ 4,08 na semana; maio/25 fechou a R$ 80,75, alta de R$ 3,80 no dia, alta e R$ 3,80 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,17, alta de R$ 0,40 no dia e alta de R$ 1,27 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em baixa com tarifas para México e Canadá de volta ao radar. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,57 % ou $ -2,75 cents/bushel a $ 479,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,55 % ou $ – 2,75 cents/bushel a $ 494,25”, comenta.

“O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. O milho fechou a sua terceira sessão em queda, com os Fundos de Investimentos desmontando lentamente as posições montadas desde agosto passado. A possibilidade de volta das tarifas de 25% para Canadá e México voltou ao radar depois que Trump afirmou na segunda-feira que as tarifas estão avançando no prazo, dentro do cronograma”, conclui.

 





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Declaração de ministro e Wall Street otimista agitam o mercado: ouça o Diário Econômico


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto dos dados de emprego e do cenário político no mercado. O CAGED surpreendeu com a criação de 137 mil vagas em janeiro, pressionando os juros e impulsionando o dólar para R$ 5,81.

Declarações do ministro Luiz Marinho contra a alta da Selic aumentaram a incerteza. O Ibovespa caiu 0,40%, encerrando nos 125 mil pontos. No exterior, Wall Street se mantém otimista com um possível acordo entre EUA e Ucrânia, enquanto tensões comerciais seguem no radar. Hoje, atenção para IGP-M, PIB dos EUA e reuniões do G20.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Bioinsumos já dominam 11,3% do mercado global


O mercado de bioinsumos no Brasil está em plena ascensão e deve ultrapassar R$ 9 bilhões até o final da década. De acordo com dados apresentados no 2º Workshop ANPII Bio de Inteligência de Mercado, realizado em Campinas (SP), o setor movimentou R$ 5,7 bilhões na última safra, com uma área tratada que atingiu 156 milhões de hectares.

Brasil se consolida como líder global

O Brasil já detém 11,3% do mercado mundial de bioinsumos e se destaca especialmente nos segmentos de bioinoculantes e biodefensivos, onde a participação nacional é de 12,6%, com projeção de atingir 16,4% até 2030. Esse crescimento reflete a forte adesão dos produtores às tecnologias biológicas, impulsionadas por benefícios como maior eficiência no manejo agrícola e sustentabilidade.

Apesar do avanço, o setor enfrentou desafios em 2024, como altos estoques de passagem, retração nas compras e dificuldades de crédito, o que limitou a rentabilidade dos produtores de grãos. Mesmo assim, o volume de vendas de bioinsumos cresceu 12,4% em relação a 2023, enquanto a área tratada aumentou 13,4%.

Inovações tecnológicas impulsionam adoção

O futuro dos bioinsumos está diretamente ligado à inovação. Entre as principais tecnologias que devem ganhar força nos próximos anos estão os inoculantes solubilizadores de nutrientes e os bioinseticidas. A expectativa das empresas associadas à ANPII Bio é que, em 2025, as vendas de inoculantes cresçam 12,4%, enquanto os biodefensivos terão uma alta ainda mais expressiva, de 20,4%.

“O setor segue otimista, mesmo diante dos desafios econômicos recentes. A adoção de bioinsumos continua crescendo e novas tecnologias devem ampliar ainda mais a participação no mercado”, explica Larissa Simon, Diretora de Operações da ANPII Bio.

Lei de Bioinsumos: Novo impulso para o setor

Outro fator que promete acelerar a expansão do mercado é a Lei de Bioinsumos, sancionada no final de 2024. O novo marco regulatório cria um ambiente mais favorável para a produção, comercialização e uso desses produtos, reduzindo burocracias e incentivando investimentos em inovação.

A ANPII Bio defende que a regulamentação da lei permita o registro de produtos multifuncionais, ou seja, bioinsumos que desempenham mais de uma função nas lavouras, tornando o manejo agrícola mais eficiente. Além disso, a entidade reforça a necessidade de linhas de financiamento com taxas de juros reduzidas para produtores que adotarem essas tecnologias.

Mercado estratégico para o agronegócio

Com a crescente demanda por soluções sustentáveis, os bioinsumos se consolidam como uma alternativa essencial para a redução do uso de defensivos químicos e a melhoria da produtividade agrícola. O evento da ANPII Bio reuniu cerca de 120 participantes, incluindo CEOs e diretores de mais de 30 empresas do setor, reforçando a importância do segmento para o futuro do agronegócio.

“O workshop se tornou um espaço estratégico para que as empresas se antecipem às tendências e desafios do mercado. O compartilhamento de informações e análises especializadas fortalece a competitividade do setor”, destaca Larissa Simon.

Com um crescimento anual médio de 14%, o Brasil se firma como protagonista global no uso de bioinsumos, ampliando sua relevância na busca por uma agricultura mais eficiente e sustentável.





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Frente fria no Sul e temporais por todo o Brasil; veja a previsão de hoje



Pancadas de chuva, calor e temporais. Confira a previsão do tempo para esta quinta-feira (27) nas cinco regiões brasileiras:

Sul

A frente fria avança em alto mar, na altura do Rio Grande do Sul, espalhando chuva pelo estado. Nas áreas de fronteira com o Uruguai, o céu fica mais nublado e há risco de temporais localizados. Entre Santa Catarina e o Paraná, as pancadas de chuva são isoladas, principalmente no período da tarde.

Sudeste

O dia começa com predomínio de sol em toda a região, mas, a partir da tarde, aumenta a chance para pancadas de chuva em São Paulo, no sul, no oeste e no Triângulo Mineiro, onde não se descarta chuva forte e alguns temporais isolados. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-leste mineiro, o tempo fica firme, com variação de nuvens.

Centro-Oeste

Alerta de temporais em Mato Grosso e em Goiás. Em Mato Grosso do Sul, a chuva inicia-se a partir da tarde, com chance de temporais localizados no norte do estado. Enquanto isso, nas demais regiões, chove isolado, mas com intensidade entre moderada a forte.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém as instabilidades sobre a costa norte, desde o Rio Grande do Norte até o Maranhão, com risco de temporais localizados. Na faixa leste, o transporte de umidade do oceano em direção ao continente favorece a ocorrência de chuva isolada, enquanto o sol aparece entre poucas nuvens no interior dos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas.

Norte

A ZCIT estimula a formação de nuvens carregadas entre o Pará e o Amapá, onde chove forte. Nas demais áreas da região, ocorrem pancadas associadas ao calor e à umidade, com maior chance de temporais em Rondônia, Amazonas, Pará e Tocantins.



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Confira como está o mercado do milho


A TF Agroeconômica destacou as movimentações do mercado de milho nas principais regiões produtoras do Brasil. No Rio Grande do Sul, os preços médios da indústria subiram R$ 1,00, enquanto as cotações para exportação recuaram no mesmo valor. As indústrias continuam adquirindo milho e pegando lotes “a fixar”, o que mantém os preços relativamente estáveis. 

As cotações variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00 em diferentes praças do estado, enquanto os armazenadores negociam entre R$ 71,00 e R$ 75,00 para entregas em fevereiro e março. A exportação indicou R$ 77,00 por saca, e os embarques em Rio Grande somaram 133.380 toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com previsão de atingir 750.000 toneladas. 

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, conforme dados da Conab. No mercado local, as cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, dependendo da região. No porto, os preços para entrega futura variam entre R$ 72,50 para agosto e R$ 73,50 para outubro, com pagamentos programados para setembro e novembro, respectivamente. 

No Paraná, a Conab revisou os dados da colheita da primeira safra, que também apresenta atraso. No mercado interno, o milho spot é negociado a R$ 70,00 por saca. No porto de Paranaguá, os preços da safrinha começam em R$ 72,70 para entrega em agosto e chegam a R$ 74,80 para novembro, com pagamentos entre setembro e dezembro.  

Já no Mato Grosso do Sul, o plantio da safrinha avançou para 24,2%, segundo a Aprosoja. No mercado físico, as cotações recuaram 1,52% em Campo Grande, para R$ 65,00, mas subiram em outras regiões, como Chapadão (R$ 69,00, alta de 7,81%) e Dourados e Maracaju (R$ 70,00, alta de 4,59%). Outras praças, como Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia, registraram preços a R$ 66,00.

    





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Mercado de trigo segue lento em SC e PR


A TF Agroeconômica destacou que a comercialização de trigo segue com desafios no Sul do Brasil. No Rio Grande do Sul, a menor moagem dos moinhos e a falta de caminhões – muitos deslocados para a colheita da soja no Centro-Oeste – têm atrasado entregas. As compras para fevereiro foram encerradas, mas ainda há um grande volume de trigo adquirido com retirada até 28/02 que não foi carregado. As negociações estão focadas na segunda quinzena de março e abril, com compradores oferecendo entre R$ 1.300,00 e R$ 1.350,00/t no interior, enquanto os vendedores pedem de R$ 1.350,00 a R$ 1.450,00/t. O estado já comercializou 75% do trigo produzido, um recorde histórico para essa época do ano.  

Em Santa Catarina, o mercado permanece lento devido à dificuldade na venda de farinhas, o que impede reajustes de preços. As ofertas FOB estão em R$ 1.400,00/t, enquanto moinhos catarinenses têm recebido trigo gaúcho a R$ 1.300,00/t FOB – ou cerca de R$ 1.600,00/t CIF no leste do estado. A demanda por farelo de trigo também caiu, pressionando os preços para R$ 1.100,00/t ensacado. Algumas cooperativas optam por segurar estoques, aguardando melhores preços. Os valores pagos aos triticultores mantiveram-se estáveis, exceto em Rio do Sul, onde houve alta para R$ 80,00/saca.  

No Paraná, a oferta de trigo caiu de 200 mil para apenas 40 mil toneladas, o que tem elevado os preços. Os vendedores pedem R$ 1.550,00/t FOB, enquanto o trigo branqueador é ofertado a R$ 1.700,00/t ou mais. Os compradores oferecem R$ 1.500,00/t, posto no Centro-Sul do estado, para entrega em março e pagamento em abril. Com o avanço da colheita de milho e soja, os produtores dão menos atenção ao trigo. Importações argentinas via rodoviária chegam ao Oeste paranaense por R$ 1.590,00/t. A média de preços na semana subiu 0,49% para R$ 73,24/saca, enquanto o custo de produção caiu levemente, elevando a margem de lucro do produtor para 6,64%.

 





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Mercado de grãos inicia o dia com soja em baixa


Segundo a TF Agroeconômica, a soja opera em baixa na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (26), cotada a US$ 1.028,50 por bushel (-2,75). A pressão vem do avanço da colheita no Brasil e das chuvas na Argentina, que melhoraram a perspectiva para as lavouras. No Brasil, o indicador Cepea registra alta de 1,01% no dia, chegando a R$ 132,19 por saca. O mercado aguarda o Fórum Anual do USDA, que pode projetar redução na área de soja nos EUA para 2025/26.  

“O mercado continua a sentir pressão devido às melhores condições ambientais na Argentina; devido ao avanço do plantio no Brasil; devido à possibilidade de que tarifas contra o México e o Canadá entrem em vigor na próxima semana e à chance de que o USDA projete um aumento na área destinada ao milho na nova safra dos EUA”, comenta.

O milho apresenta leve recuperação em Chicago, cotado a US$ 481,50 (+1,75), após três dias de queda. O avanço do plantio no Brasil e as boas condições na Argentina seguem pressionando os preços. Além disso, o mercado monitora a possível implementação de tarifas contra México e Canadá e a expectativa de aumento da área de milho nos EUA. No Brasil, o Cepea registra R$ 86,67 por saca (+2,14% no dia e +15,58% no mês).  

“Os preços do milho em Chicago flutuam ligeiramente após caírem nos três dias anteriores. O mercado continua a sentir pressão devido às melhores condições ambientais na Argentina”, completa.

O trigo tem alta em Chicago, cotado a US$ 575,75 (+3,0), impulsionado pela menor preocupação com as safras de inverno nos EUA e no Mar Negro após a onda de frio. O mercado também reage à proposta dos EUA para exploração de minerais estratégicos na Ucrânia, aceita por Zelensky. No Brasil, o trigo segue estável no RS (R$ 1.326,76) e tem leve alta no PR (R$ 1.476,74).

“O trigo está sendo negociado um pouco mais alto. Entre os fatores que influenciarão o mercado hoje estão a menor preocupação dos comerciantes sobre o destino das safras de inverno nos EUA e na região do Mar Negro”, conclui.

 





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Calor extremo impacta produção de ovos e eleva preços


Os ovos são uma das fontes de proteína mais acessíveis e completas, mas o calor intenso dos últimos meses tem causado impacto na produção, reduzindo a oferta e impulsionando os preços. As altas temperaturas comprometem a produtividade das aves, tornando essencial o uso de estratégias nutricionais para minimizar os efeitos do estresse térmico.

Produção em alta, mas oferta pressionada pelo calor

A avicultura de postura tem apresentado crescimento expressivo no Brasil. Dados do IBGE mostram que, entre janeiro e setembro de 2024, a produção chegou a 2,8 bilhões de dúzias de ovos, um aumento de 10,5% em comparação ao mesmo período de 2023. No entanto, o calor excessivo tem reduzido o rendimento das poedeiras, afetando a disponibilidade do produto no mercado.

Janeiro de 2025 registrou temperaturas recordes, frequentemente acima dos 30°C nas principais regiões produtoras. Quando a temperatura supera os 28°C, as aves sofrem estresse térmico, o que compromete a postura e impacta a oferta de ovos.

Preço dos ovos dispara no atacado

Segundo levantamento do Cepea/USP, até 14 de fevereiro, a caixa com 30 dúzias de ovos extra branco em Bastos (SP), um dos principais polos produtores do país, foi comercializada a R$ 194,16 no atacado. Esse valor representa um aumento de 36,5% em relação a janeiro e 17,4% a mais do que no mesmo período de 2024.

Nutrição como ferramenta para minimizar impactos do calor

Para reduzir os danos causados pelo calor extremo, especialistas recomendam ajustes na nutrição das aves, garantindo maior bem-estar e manutenção da produtividade. A inclusão de aditivos nutricionais pode fortalecer o metabolismo das poedeiras, auxiliando na resistência térmica.

Um estudo publicado em 2021 avaliou o efeito da combinação de dois aditivos da empresa Kemin – CLOSTAT®, um probiótico, e KemTRACE™ Cromo, um micro mineral orgânico – na produtividade das aves sob temperaturas elevadas. Os resultados indicaram que essas soluções ajudaram a preservar o bem-estar animal e a manter o desempenho produtivo.

“A mudança nos sistemas produtivos, impulsionada pela demanda do consumidor, levou à redução no uso de antibióticos. O CLOSTAT®, por exemplo, contribui para o equilíbrio da microbiota intestinal, favorecendo a saúde das aves e permitindo que expressem todo seu potencial produtivo”, afirma Gisele Neri, zootecnista e gerente de produtos da Kemin.

Além disso, o KemTRACE™ Cromo atua na conversão de energia e na redução dos hormônios do estresse, melhorando a eficiência alimentar e a produtividade das aves.

Dicas para escolher ovos de qualidade no supermercado

Embora não seja possível identificar visualmente se os ovos vieram de um sistema produtivo adequado, algumas características podem indicar um produto de qualidade:

Casca firme: ovos de aves bem nutridas tendem a ter cascas mais resistentes, evidenciando um bom aporte mineral.

Odor neutro: ovos frescos e de boa qualidade não devem apresentar cheiro forte ao serem quebrados.

Selo de certificação: produtos certificados passam por rigorosos controles de qualidade e sanidade.

Armazenamento adequado: ovos devem estar bem acondicionados, sem rachaduras ou sujeira na embalagem.

Verifique a validade: ovos mais frescos oferecem melhor qualidade nutricional e menor risco de contaminação.





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Vendas da indústria de máquinas e equipamentos sobem 19,5% em janeiro



A indústria de máquinas e equipamentos começou 2025 mantendo a trajetória de recuperação iniciada no segundo semestre do ano passado, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (26) pela Abimaq.

As vendas do setor, na soma de mercado interno e exportações, subiram 19,5% no comparativo com o mês passado com janeiro de 2024, chegando a R$ 20,5 bilhões em receita líquida.

Frente a dezembro, houve queda de 4,6% em janeiro, mas a variação negativa é explicada pela sazonalidade. Descontando os efeitos sazonais, o setor mostrou crescimento de 7,5% na margem – ou seja, de um mês para o outro.

Base de comparação fraca

A entidade pondera que o crescimento ante o mesmo mês do ano passado se deu sobre uma base de comparação fraca, uma vez que em janeiro de 2024 o setor registrou queda expressiva, de 21,3%, na comparação interanual.

Frente a janeiro de 2024, os investimentos em máquinas no Brasil, tanto nacionais quanto importadas, tiveram crescimento de 37,6% no mês passado, para R$ 33 bilhões. As compras de máquinas produzidas no Brasil, de R$ 15,6 bilhões, tiveram aumento de 32,3% em um ano, mas, ainda assim, os produtos nacionais representaram menos da metade do consumo total.

As importações, registradas em dólares, tiveram crescimento de 19,3%, para US$ 2,7 bilhões, o maior valor para o mês da série estatística histórica. Praticamente um terço das máquinas importadas no Brasil (36%) vem da China.

O balanço da Abimaq mostra que o maior volume de importação foi realizado pelo setor de infraestrutura e exploração de óleo e gás. Houve também aumento na aquisição de máquinas importadas pelas indústrias de bens de consumo.

Exportações de máquinas

As exportações de máquinas e equipamentos produzidos no Brasil, por sua vez, caíram 22,3% em janeiro, em relação ao primeiro mês do ano passado, somando US$ 818,32 milhões.

Conforme a Abimaq, o desempenho dos embarques preocupa por aprofundar a queda das vendas ao exterior iniciada em 2024. A baixa na quantidade exportada, de 23%, foi intensa, e é em parte explicada pelo encolhimento das vendas para Estados Unidos e México.

O balanço mostra ainda um aumento de 0,4%, na passagem de dezembro para janeiro, do número de pessoas empregadas pela indústria de máquinas e equipamentos. O setor encerrou o mês passado com 400,2 mil trabalhadores.



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ambiente de negócios sugere por retomada de altas, diz analista



O mercado físico do boi gordo apresenta predominante acomodação nos preços da arroba. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a oferta de fêmeas segue presente na Região Norte do país, com preços bastante atrativos se comparados ao do boi.

Segundo ele, os frigoríficos que operam apenas no mercado doméstico têm priorizado a compra de fêmeas e o mercado pode apresentar uma mudança de contexto na próxima semana.

“Isso porque além da entrada dos salários na economia, que motiva a reposição ao longo da cadeia produtiva, temos a incidência de um feriado prolongado que vai quebrar o ritmo das negociações e pode resultar no encurtamento das escalas de abate, aumentando a necessidade de aquisição de boiadas na retomada dos negócios”, considera.

  • São Paulo: R$ 313,17
  • Goiás: R$ 295,18
  • Minas Gerais: R$ 304,71
  • Mato Grosso do Sul: R$ 302,39
  • Mato Grosso: R$ 300,88

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados no decorrer da quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por algum otimismo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Importante mencionar que mesmo em um ambiente um pouco mais promissor, não há espaço para altas contundentes, em um momento em que a população está descapitalizada, priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos embutidos e de ovos”, frisou o analista.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80 por quilo. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo e o quarto dianteiro se mantém no patamar de R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,76%, sendo negociado a R$ 5,7965 para venda e a R$ 5,7945 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7342 e a máxima de R$ 5,8057.



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