sábado, julho 18, 2026

Autor: Redação

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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em cinco estados e preço cai em 13



O etanol foi mais competitivo em relação à gasolina em cinco estados na semana de 2 a 8 de março. Além disso, os preços médios do etanol hidratado caíram em 13 estados, subiram em 11 e ficaram estáveis em dois e no Distrito Federal. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Etanol x Gasolina

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 68,82% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes Estados: Acre (69,43%); Mato Grosso (66,98%); Mato Grosso do Sul (66,88%); Paraná (68,77%); e São Paulo (67,75%).

Preço do etanol

De acordo com a ANP, com dados compilados pelo AE-Taxas, nos postos pesquisados, o preço médio do etanol subiu 0,23% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,37 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média caiu 0,24% no período, em R$ 4,18 o litro. A maior alta porcentual na semana, de 4,67%, foi registrada em Mato Grosso, onde o litro passou a R$ 4,26. A maior queda no período, na Bahia, foi de 2,66%, para R$ 4,75.

Menor preço

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,25 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,12, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 5,52 o litro.



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Encontro discute estratégias de fomento ao Sistema Plantio Direto na agricultura



O Sistema Plantio Direto (SPD), como ferramenta na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, foi tema de evento ocorrido em Brasília (DF). Promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Federação Brasileira do Sistema de Plantio Direto, o encontro trouxe, a partir do Projeto SPD Agro+, políticas públicas, inovações científicas e práticas agrícolas sustentáveis que impulsionam a produtividade e reduzem os impactos ambientais da produção agropecuária no Brasil.

Plantio Direto

O Sistema de Plantio Direto (SPD) é uma técnica conservacionista que se baseia em não revolver o solo, manter a cobertura morta no solo, rotar as culturas, deixar resíduos de vegetais na superfície, depositar sementes e fertilizantes em sulcos estreitos. Trata-se de um método de cultivo que visa aumentar a produtividade agrícola enquanto conserva o solo, auxiliando na preservação ambiental.

No evento, gestores públicos, especialistas e representantes do setor agropecuário tiveram a oportunidade de discutir a importância da criação de mecanismos de fomento que venham possibilitar a adoção do SPD pelos produtores rurais. Prática que permite maior eficiência e sustentabilidade de toda a cadeia produtiva.

Temas como Restauração do Solo Segurança Alimentar e Mitigação das Mudanças Climáticas; Sistemas de plantio direto restaurando o carbono orgânico do solo e a sustentabilidade ambiental em biomas brasileiros; e Avanços, Desafios e Oportunidades de Sistemas de Produção com Baixa Emissão de Carbono.

Além disso, foram apresentados o Projeto SPD Agro+, os índices de qualidade de boas práticas agrícolas e os indicadores de saúde do solo no Cerrado e Mata Atlântica.

O secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Neto, destacou os desafios do Mapa em auxiliar o produtor rural na evolução para uma produção cada vez mais sustentável por meio da ciência e da inovação.

“Cada meta por nós apresentada vem acompanhada de um pacote de como fazer, dando ao produtores rurais condições de entender, decidir e implementar práticas mais sustentáveis, como o SPD, que é parte fundamental de um conjunto de tecnologias de produção que compõe o plano setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono (ABC+) da agropecuária brasileira”.

A presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá, destacou a importância do plantio direto para o desenvolvimento sustentável da agricultura tropical.

“Quando começamos a discutir o plano ABC, vimos no plantio direto a tecnologia que mais poderia ajudar na preservação do solo e com a rotação de culturas. Dados de monitoramento mostram que, nos últimos anos, já recuperamos 4.200 projetos utilizando o SPD, o que nos permite termos de duas a três safras na mesma área, contribuindo com a expansão da agricultura brasileira. Em 50 anos multiplicamos por cinco sua produtividade, mostrando a importância da ciência e da tecnologia para o avanço do setor”, completou.

“Estamos aqui, junto com o Ministério de Agricultura, para fazer uma entrega desse grande projeto, que foi iniciado há cerca de sete anos e cujo a semente nasceu na cabeça eminente do professor Dr. Rathalol, junto com o professor Juca, lá na Ohio State University, quando pensaram em mostrar o quanto o SPD poderia contribuir para mitigar os efeitos climáticos na nossa agricultura. E é uma alegria para nós, hoje, vemos que essa ideia se tornou base para uma verdadeira agricultura sustentável, com o Projeto SPD Agro+”, afirmou o presidente da Federação do Plantio Direto, Jonadan Ma.



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Soja tem desempenho variável devido à estiagem


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), indicou que a safra de soja segue com desempenho irregular, devido às chuvas que ocorreram de maneira desigual nas diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Enquanto algumas áreas registraram precipitações mais expressivas, o que resultou em uma recuperação parcial das lavouras, outras enfrentaram déficit hídrico, intensificando sintomas como enrolamento foliar e abortamento de estruturas reprodutivas, agravados por temperaturas elevadas.

Atualmente, 57% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos, e cerca de 20% das plantações estão em maturação. A colheita continua, mas de forma limitada, com apenas 3% da soja colhida, especialmente nas áreas mais afetadas pela estiagem, o que antecipou o final do ciclo e resultou em redução dos rendimentos.

O boletim ainda destacou que o potencial produtivo da soja segue variável, refletindo as diferenças nas precipitações entre janeiro e fevereiro, nas épocas de semeadura e nas condições do solo. A compactação do solo, a prática de monocultura e os baixos teores de matéria orgânica agravaram as perdas em áreas específicas.

Centro-Oeste do estado continua sendo a área mais afetada pela estiagem, com danos significativos. Em contrapartida, nas áreas a Leste, onde as chuvas foram mais regulares, o potencial produtivo permanece satisfatório e próximo ao esperado inicialmente.

Do ponto de vista fitossanitário, o Noroeste do estado apresenta altos níveis de tripes, com índices acima do limiar de dano econômico. Por outro lado, as populações de percevejos fitófagos e lagartas desfolhadoras seguem sob controle, dentro dos parâmetros do monitoramento integrado.

Ações de controle seguem, com aplicações noturnas de fungicidas e inseticidas, especialmente contra a ferrugem-asiática, priorizando a redução de perdas por volatilização.





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Terminal Portuário de São Luís é habilitado a exportar milho à China



O Terminal Portuário de São Luís (TPSL), operado pela VLI, foi habilitado para exportar milho ao mercado chinês informou a companhia de logística. “A demanda chinesa por milho brasileiro cresceu significativamente após 2022, quando a guerra na Ucrânia impactou o abastecimento de grãos na região. Diante disso, a China expandiu seus contratos comerciais e, a partir de 2023, implementou protocolos de exigências quarentenárias, incluindo critérios rigorosos relacionados a sementes e pragas de ocorrência no Brasil”, destacou.

Ainda conforme a VLI, com a habilitação, o Brasil reforça sua posição como parceiro estratégico da China no fornecimento de milho.

“No último ano, o Complexo Portuário de Santos também foi habilitado para a exportação da commodity. O Arco Norte, que não exportava grãos para o mercado chinês antes de 2023, alcançou um desempenho significativo: foram 3,6 milhões de toneladas de milho exportadas em 2023, e 2,2 milhões em 2024, mesmo com a retração do mercado global do cereal.”

No comunicado, a gerente de contas do segmento de Grãos da VLI, Vanessa Rocha, diz que a participação de market share do Arco Norte praticamente dobrou, passando de 23% em 2023 para 44% em 2024.

“Esse porcentual deve aumentar ainda mais em 2025, com a habilitação do TPSL”, afirmou. Além do milho, o terminal também tem habilitação para exportar soja ao país asiático.

Milho valorizado

Na semana passada, os preços do milho registravam altas expressivas na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). No encerramento de fevereiro, o Indicador Esalq/BM&FBovespa (base Campinas – SP) operava na casa dos R$ 87,00/saca de 60 kg.



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ouça os destaques econômicos do dia


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das novas tarifas dos EUA sobre o Canadá, que aumentaram a cautela nos mercados. O Ibovespa caiu 0,81%, pressionado pela queda nas commodities, enquanto o dólar recuou para R$ 5,81 com o alívio externo.

No Brasil, a produção industrial ficou estável em janeiro, reforçando a desaceleração da economia, mas com sinais positivos em bens de consumo e construção. O foco do dia está nos dados de inflação, com o IPCA e o CPI nos EUA no radar dos investidores.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Larva-alfinete ameaça a lavoura de feijão



Pragas do feijão: como controlar e minimizar os danos


Foto: Canva

O manejo de pragas no feijão é uma tarefa desafiadora para muitos agricultores, pois exige rapidez e precisão nas ações para minimizar danos à cultura. De acordo com a engenheira agrônoma Rayssa Fernanda dos Santos, em publicação no Blog da Aegro, o controle eficaz depende da identificação correta das pragas e da escolha das melhores estratégias de combate.

As pragas que atacam o feijão podem variar conforme a localização da lavoura, com destaque para a larva-alfinete (Diabrotica speciosa), uma das principais ameaças à cultura. A larva-alfinete ataca as raízes e sementes do feijão, e suas perfurações nas folhas cotiledonares podem comprometer a absorção de água e nutrientes, debilitando as plantas e prejudicando o crescimento.

Para minimizar a presença dessa e de outras pragas, Rayssa recomenda a utilização de sementes de qualidade, variedades resistentes e um bom tratamento das sementes. Além disso, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma prática essencial, pois integra várias abordagens, como o controle biológico, químico e cultural, proporcionando resultados mais eficazes e sustentáveis.





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veja a previsão de hoje



O outono já começa a dar as caras no país com as temperaturas em queda no Sul e em parte do Sudeste. Confira os destaques da previsão desta quarta-feira (12) nas cinco regiões do país:

Sul

Uma nova frente fria se desloca em alto mar pela costa do Rio Grande do Sul. Juntamente a isso, áreas de instabilidade que avançam do interior do continente provocam chuva entre o centro-norte gaúcho e o Paraná, com chances de temporais entre os territórios catarinense e parananse. Além disso, nova massa de ar polar se aproxima, contribuindo para a diminuição da temperatura, especialmente sobre a metade sul gaúcha.

Sudeste

O tempo segue instável e chove na forma de pancadas em grande parte de São Paulo, do Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, com risco de chuva moderada a forte a partir da tarde. Já no centro-norte mineiro o sol continua predominando ao longo do dia, assim como na metade sul do Espírito Santo e do norte do Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

Dia mais instável e com chuva a qualquer momento em Mato Grosso do Sul, aumentando o risco para temporais durante a tarde. Em Mato Grosso a mesma condição é prevista, enquanto em Goiás as pancadas ganham força durante a tarde. No leste goiano o predomínio é de sol e sem chuva. O tempo segue abafado em toda a Região.

Nordeste

O tempo segue instável e com chuva em toda a costa norte do Nordeste. O risco para temporais é maior no Maranhão e norte do Piauí e do Ceará. Na costa leste, a infiltração marítima favorece pancadas isoladas. No oeste da Bahia chove de forma isolada e na faixa central do estado o sol predomina. Tempo firme também sobre o sertão nordestino.

Norte

Dia de muitas nuvens e chuva a qualquer hora em todos os estados da Região. Chance de chuva forte e temporais em todas as capitais. Porém, o tempo segue abafado.



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35º Fórum Nacional da Soja avalia novo cenário geopolítico e de preços para o grão


O Fórum Nacional da Soja chegou a 35ª edição nesta terça-feira (11), durante a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS. O evento, que é um dos principais da agronegócio brasileiro, reuniu centenas de participantes para discutir as perspectivas para a cultura e para o mercado da soja, principalmente diante das frustrações climáticas no Sul do Brasil e das mudanças na geopolítica mundial.

Abrindo o evento, o presidente da Expodireto Cotrijal, Nei César Manica, ressaltou o impacto dessas questões na rentabilidade dos produtores, considerando que a soja é a principal cultura agrícola do estado e do país. “Com certeza esse debate vai enriquecer muito o setor, trazendo as dificuldades e as oportunidades que se apresentam neste mundo globalizado”, afirmou.

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro/RS), co-organizadora do evento junto com a Cotrijal, enfatizou a relevância do fórum e da Expodireto para o agronegócio gaúcho. “Nós temos muitos desafios e isso tem sido muito discutido aqui na feira. […] Nós precisamos de uma política pública favorável à agricultura do Rio Grande do Sul”, ressaltou Paulo Pires, presidente da entidade.

Caio Vianna, presidente da CCGL, apontou o Fórum da Soja como um espaço para encontrar soluções para os desafios atuais do setor. “Este fórum é um polo, um momento para convergir as ideias e encontrarmos caminhos”, destacou. Nesse sentido, o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, ressaltou o papel do cooperativismo na superação de adversidades. “Nós temos um novo momento econômico e nós só vamos conseguir nos estruturar através da informação, do conhecimento e, acima de tudo, da ação, para que nós possamos fazer a mudança. Eu tenho certeza de que o cooperativismo vai emergir cada vez mais forte e mais pujante em cima dessas dificuldades”, avaliou.

Mercado

A produção mundial de soja segue superando a demanda pelo grão, o que vem pressionando as cotações da commodity no mercado internacional. Apesar de outros fatores impactarem na formação de preço do grão no mercado brasileiro, a expectativa é de que as cotações se mantenham estáveis. “Os preços estão mais baixos e não existe uma perspectiva de mudança em termos de preços internacionais”, explica o sócio-diretor da Agroconsult, André Debastiani.

No Rio Grande do Sul, esse cenário é agravado pela frustração de safra em função da estiagem, que contrasta com os resultados positivos no restante do país. “A gente precisa de uma solução que parta do Estado, ajudando nas negociações, contribuindo para trazer taxas de juros mais atrativas para o produtor e com medidas estruturantes, seja o investimento em irrigação ou em solos, para que o produtor consiga passar por esse momento e, quiçá, nas próximas safras alcançar produtividades elevadas”, avalia o consultor.

Essas produtividades elevadas podem garantir maior tranquilidade aos produtores em momentos desfavoráveis de mercado. “O que a gente tem que pensar em termos de produtor é conseguir produzir mais, porque, sem dúvida alguma, é a melhor medida de garantia para o produtor passar por momentos difíceis como esse”, enfatiza Debastiani.

China

O principal parceiro comercial do Brasil, que recebe a maior parte da soja produzida pelo país, tem um papel importante na definição de preços e na economia brasileira. “A China tem cerca de 20% da população mundial e menos de 10% da terra arável do mundo. Então ela não tem terra para seus plantios e para alimentar o povo, ela é completamente dependente das importações e o Brasil é quem mais exporta para a China. Isso acaba gerando uma codependência, mais da metade de toda a soja exportada pelo Brasil vai para a China. Então é fundamental para quem trabalha com isso entender a China e os chineses”, ressalta o investidor Ricardo Geromel, palestrante do Fórum da Soja.

Considerando esses fatores, a expectativa é de que essa parceria se mantenha e até se intensifique ao longo dos próximos anos, com a China assumindo um papel cada vez maior na geopolítica mundial, que está em plena transformação. “Preparem-se para ver muito mais impacto econômico da China aqui no Brasil nos próximos anos”, afirma.





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Mosaic leva conceito conectado e tecnológico à Expodireto Cotrijal 2025


A Mosaic, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, estará presente na Expodireto Cotrijal 2025, que acontecerá de 10 a 14 de março em Não-me-toque (RS). Com uma presença cada vez mais centrada em iniciativas sustentáveis e inovadoras para o agronegócio, o foco é a tecnologia presente nos produtos, enfatizando o compromisso da empresa com o aumento da produtividade mesmo em condições adversas.

A Expodireto Cotrijal é um dos principais eventos de agronegócio do Brasil, reunindo representantes de cooperativas, produtores rurais, técnicos e especialistas. A feira proporciona uma oportunidade estratégica para a Mosaic apresentar seus produtos e soluções a todos os públicos participantes.

Produtos e soluções

A companhia marcará presença na Expodireto Cotrijal 2025, destacando seus produtos de alta performance como Performa Plus, MicroEssentials, Aspire e toda a linha Mosaic Biosciences. Em um cenário desafiador, com quebras de safra devido a questões climáticas, a empresa reafirma seu compromisso em apoiar os agricultores na superação desses obstáculos. “Nossos produtos são desenvolvidos para melhorar a eficiência das lavouras e contribuir para a sustentabilidade do setor agrícola, mesmo em condições extremas,” afirma Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic no Brasil. 

Durante o evento, o time de especialistas da Mosaic estará disponível para orientar produtores e visitantes sobre o impacto das mudanças climáticas na agricultura e como suas soluções tecnológicas podem ajudar a mitigar esses efeitos. A situação no Rio Grande do Sul, especialmente nas regiões oeste e sul do estado, onde a estiagem foi mais severa, destaca a importância de utilizar produtos com tecnologia avançada. “Locais que utilizaram adubação com tecnologia superior, como a linha Performa Plus, tiveram melhor desempenho em condições de estiagem, o que acaba se pagando a longo prazo,” afirma Monteiro. A Mosaic acredita que, com o uso adequado de seus produtos, os agricultores podem enfrentar os desafios climáticos de maneira mais eficaz e sustentável.

A multinacional também destacará a nutrição de pastagens com a linha MPasto, que incorpora tecnologia sustentável para aumentar a produtividade e rentabilidade na pecuária de corte e leiteira. As soluções dessa linha de fertilizantes proporcionam nutrição vegetal adequada, reduzindo a degradação das pastagens e restaurando a produtividade pecuária sem a necessidade de abrir novas áreas.

Fertilizantes em alta: IPCF se mantém estável com aumento de preço

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) de fevereiro de 2025 fechou em 1,1, praticamente estável em relação ao mês anterior (1,09). O aumento médio de 3% nos preços dos fertilizantes, impulsionado pela Ureia e Cloreto de potássio (KCl), contribuiu para esse resultado. As commodities também registraram um aumento médio de 2%, puxado pelo milho, que está em fase adiantada de plantio. O mercado de fertilizantes permanece aquecido, com o final do plantio do milho safrinha e o início dos preparativos para a próxima safra de verão, destacando-se a soja. A safra na América do Norte deve ter uma área de soja menor, o que pode equilibrar a oferta e demanda global.

Ecossistema Mosaic

O estande da Mosaic na Expodireto Cotrijal 2025 promete uma jornada imersiva pela história do agronegócio, com destaque para o Túnel Biosciences. Essa experiência utiliza tecnologias inovadoras para mostrar como as soluções da Mosaic podem aprimorar a eficiência das lavouras e contribuir para a sustentabilidade do setor agrícola. Além disso, o tótem da Fer permitirá que os visitantes interajam e se cadastrem de forma prática e divertida.  Outra atração será a Parede The Wall do NutriVantagens, onde os visitantes poderão jogar três bolinhas de uma vez e acumular pontos, tornando a visita ao estande ainda mais envolvente e educativa.





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BB estima R$ 2,4 bi em propostas na Expodireto Cotrijal


R$ 2,4 bilhões. Esse é o montante que o Banco do Brasil espera acolher em propostas durante a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, uma das principais feiras do agronegócio brasileiro e que será realizada entre os dias 10 e 14 de março em Não-Me-Toque (RS). O valor é mais de 9% superior ao realizado em 2024, o que reforça o otimismo do BB e a parceria com os produtores rurais, fomentando e desenvolvendo o agronegócio e a agricultura familiar brasileira.

O Banco do Brasil participa da Expodireto desde a primeira edição. O BB começou a se preparar ainda em janeiro, com a realização de 37 eventos pré-feira por toda a região nos quais a instituição apresentou as condições negociais e reforçou a proximidade com os clientes, um dos diferenciais do Banco junto ao agronegócio.

Ao longo dos cinco dias de Expodireto, mais de cem funcionários especializados estarão dedicados ao atendimento aos clientes e às ativações promocionais no estande permanente, inaugurado em 2024. O espaço alia a presença fixa na região, gerando proximidade com os produtores ao longo de todo o ano, com o uso de materiais recicláveis e reaproveitáveis, em linha com a atual campanha de sustentabilidade do BB e ao movimento “A gente se importa”. A estrutura conta com três salas de reunião, mesas de atendimento, auditório, café e espaços para assinatura de contratos.

Além disso, pela primeira vez, o Banco do Brasil levará para uma feira agro a Árvore BB. A Árvore é uma experiência imersiva, uma criação tecnológica que, por meio de inteligência artificial, acolhe sugestões em temas de sustentabilidade.

“A participação na Expodireto reforça o nosso compromisso com o agro gaúcho e nacional. Com um desembolso superior a R$ 162 bilhões nesta safra, seguimos ao lado da agricultura familiar, dos médio produtores, dos grandes produtores, cooperativas e agroindústrias em todas as etapas do ciclo produtivo”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar. “O BB oferece muito mais do que crédito: temos um portfólio completo de soluções financeiras, assessoria técnica e presença nas principais feiras e eventos do setor, como forma de agregar valor e impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo”.

Saiba mais sobre as ações promocionais do BB para a 25ª edição da Expodireto Cotrijal:

Sucessores

Roda de conversa com agricultores familiares que tem como objetivo inspirar a nova geração a dar continuidade ao legado de suas famílias no campo, valorizando a importância da sucessão planejada para a sustentabilidade dos negócios rurais.

Fala, produtor

Produtores rurais serão convidados para participar de uma conversa com especialistas do BB, como forma de capturar percepções e entender as necessidades regionais a fim de alinhar as estratégias, soluções e negócios do Banco para o setor.

Rolê que Rende

Outra ação do BB durante a Expodireto Cotrijal será o Rolê que Rende. Aderente com a estratégia de incentivar negócios com as gerações mais jovens, o Banco irá promover debates com o público universitário temas de interesse como investimentos, carreira, inovação e, principalmente, educação financeira. Essas ações têm ampliado o apoio ao futuro financeiro dos jovens e melhorado a interação com o Banco, promovendo a marca BB entre as novas gerações em seu cotidiano.

BB Seguros e BB Consórcios

A promoção Colheita de Prêmios está de volta, oferecendo mais chances de ganhar e incentivando a sustentabilidade. Entre 10/02 e 07/09, serão sorteadas seis motos elétricas e uma Rampage Big Horn 2.2 Diesel. Para participar, basta se cadastrar na página colheitadepremios.com.br e garantir um número da sorte. Clientes que adquirirem produtos elegíveis da BB Seguros ou BB Consórcios ganham 15 números da sorte. O sorteio será realizado pela Loteria Federal. A BB Consórcios também disponibilizou um grupo de Veículos Pesados com 30% de desconto na taxa de administração para o período da feira.

Broto

Os consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) divulgarão as facilidades e benefícios para os produtores rurais e para as empresas participantes, visando a promoção de negócios. O Broto apresentará, também, produtos e serviços disponíveis na plataforma, como linhas de crédito, cotações, seguros, consórcios e soluções em ASG (ambiental, social e governança). Durante o evento, produtores e empresas terão acesso ao Simulador de Financiamento e ao Formulário Simplificado de Registro de Intenção de Negócios, que tornam o envio de intenções de financiamento ágil e digital. Além disso, está disponível no Broto o pagamento de compras por meio de Cédula de Produto Rural (CPR). Para saber mais, acesse broto.com.br e siga o Broto nas redes sociais.





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