quarta-feira, março 11, 2026

Autor: Redação

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Monitoramento da cerca elétrica garante segurança do rebanho; saiba por quê


Monitor digital de cerca elétrica. Foto: Divulgação/Tru-Test Datamars
Monitor digital de cerca elétrica. Foto: Divulgação/Tru-Test Datamars

Na pecuária moderna, o monitoramento da cerca elétrica é essencial para evitar a perda de pasto ou gado, como destacou o médico-veterinário Ernesto Coser no programa Giro do Boi. Essa prática pode fazer a diferença no controle do rebanho, na redução da manutenção e na segurança das propriedades rurais.

Com tecnologias cada vez mais acessíveis, os pecuaristas podem antecipar problemas e garantir que o choque esteja funcionando continuamente. Coser explica que monitorar a voltagem da cerca elétrica evita surpresas desagradáveis, como a ausência de choque, que pode resultar em gado quebrando cercas e invadindo lavouras, comprometendo o manejo planejado e cronogramas de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF).

Confira:

Importância do monitoramento

O especialista sugere soluções simples, como instalar o eletrificador próximo às áreas de trabalho e fazer o perímetro da cerca “voltar ao ponto de origem”, o que facilita o acompanhamento. “Assim, o produtor não precisa ir até o fim da fazenda pra medir o choque”, afirma.

Com visores digitais, é possível verificar diariamente se a voltagem está adequada. Caso algo esteja errado, o controle remoto com indicador de falhas aponta onde está o problema, permitindo correções rápidas, sem a necessidade de idas constantes à sede da propriedade.

Inovações tecnológicas

A inovação vai além com eletrificadores que possuem Wi-Fi integrado a aplicativos de celular. Essas ferramentas otimizam o trabalho da equipe e evitam prejuízos silenciosos.

A leitura pontual e setorizada da voltagem, possibilitada por sistemas como o Fency Monitoring, permite que o produtor instale sensores ao longo da propriedade, criando uma rede inteligente que informa sobre a condição das cercas.

Esses dados ajudam o pecuarista a identificar tendências, reforçar pontos fracos e ajustar o sistema, aumentando a segurança e a eficiência no manejo do pasto. Com um sistema de monitoramento adequado, o produtor passa a confiar mais no choque, o que possibilita cercas mais leves, com menos fios e postes, resultando em economia e maior aproveitamento das áreas. “Quem domina a cerca elétrica tá proibido de perder pasto”, ressalta Coser.

Investir em potência e monitoramento é visto como uma estratégia para aumentar a produtividade com controle e tranquilidade, segundo o especialista.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Produtor ‘fora do jogo’: saiba os preços de soja em dia de negócios pontuais


O mercado brasileiro de soja teve um dia de negociações lentas, marcado por ofertas majoritariamente nominais e ausência de fechamento de negócios. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações seguem em processo de ajuste gradual para a safra 2026, sem estímulos que favoreçam a retomada das vendas.

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De acordo com o analista, nesta terça-feira (6), o produtor continua fora do mercado, já que os preços indicados a partir de fevereiro permanecem bem abaixo das pedidas. Ele destaca que não há movimentos favoráveis, apenas ajustes pontuais ao longo do dia, mantendo o mercado travado.

No ambiente externo, o dólar registrou queda, enquanto a soja negociada na Bolsa de Chicago perdeu força ao longo da tarde. Os prêmios tiveram apenas leve alta, sem impacto relevante sobre as cotações. No geral, o cenário segue de preços fracos, sem registro de movimentos consistentes.

Para as próximas semanas, a expectativa é de que a atenção do produtor se volte cada vez mais para o avanço da colheita, fator que tende a influenciar diretamente a dinâmica de comercialização no mercado físico.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 133,00 para R$ 128,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 113,00 para R$ 116,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$135,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 137,00

Contratos futuros de soja

No mercado internacional, os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado não sustentou os ganhos iniciais, mesmo diante de relatos de novas compras chinesas de soja norte-americana. A ampla oferta global, a queda do petróleo e a valorização do dólar frente a outras moedas pressionaram as cotações no final da sessão.

A Sinograin, estatal chinesa responsável pelos estoques estratégicos, adquiriu cerca de 600 mil toneladas de soja dos Estados Unidos, com embarques previstos entre março e maio. Além disso, exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 336 mil toneladas de soja à China para a temporada 2025/26.

No comércio exterior brasileiro, as exportações de soja em grão somaram US$ 1,498 bilhão em dezembro, considerando 22 dias úteis. O volume embarcado alcançou 3,383 milhões de toneladas, com preço médio de US$ 442,80 por tonelada.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em queda, refletindo ajustes no mercado financeiro e contribuindo para o cenário de pressão sobre as cotações da soja no mercado interno.

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Com tarifaço de Trump, exportações para EUA caem 6,6% em 2025


Brasil; exportação
Foto: divulgação/Mapa

Em um ano marcado pelo tarifaço do governo Donald Trump, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025, somando US$ 37,716 bilhões, ante US$ 40,368 bilhões registrados em 2024. Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

No sentido oposto, as importações de produtos norte-americanos cresceram 11,3% no ano passado, alcançando US$ 45,246 bilhões, contra US$ 40,652 bilhões no ano anterior.

Com a queda dos embarques e a alta das compras, o Brasil encerrou 2025 com déficit de US$ 7,530 bilhões na balança comercial com os Estados Unidos.

Efeitos do tarifaço

O resultado reflete os efeitos do tarifaço imposto pelo governo do presidente Donald Trump. Em novembro, o mandatário norte-americano anunciou a retirada da tarifa adicional de 40% aplicada a uma série de produtos brasileiros. Ainda assim, conforme cálculos do próprio Mdic, 22% das exportações do Brasil para os Estados Unidos, o equivalente a US$ 8,9 bilhões, continuam sujeitas às tarifas estabelecidas em julho.

Nesse grupo estão tanto produtos que pagam apenas a sobretaxa de 40% quanto aqueles que acumulam a tarifa extra com a taxa-base de 10%. Outros 15% das exportações, o equivalente a US$ 6,2 bilhões, seguem sujeitos apenas à tarifa de 10%.

Um total de 27%, cerca de US$ 10,9 bilhões, são atingidos pelas tarifas da Seção 232, que incidem sobre importações que os Estados Unidos consideram como ameaça à segurança nacional. Apenas 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estão livres de encargos adicionais.

Queda em dezembro

Mesmo após a retirada parcial das tarifas, as exportações brasileiras aos Estados Unidos caíram 7,2% em dezembro, totalizando US$ 3,449 bilhões, frente a US$ 3,717 bilhões no mesmo mês de 2024.

Foi a quinta queda consecutiva nas vendas ao mercado norte-americano desde a imposição da sobretaxa de 50% anunciada em julho pelo governo Trump.

As importações de produtos estadunidenses, por sua vez, recuaram 1,5% em dezembro na comparação anual.

Negociações em aberto

Lula, Donald Trump, EUA
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Em entrevista coletiva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a estratégia de negociação e diálogo com Washington.

Segundo ele, as conversas já resultaram na redução do número de produtos atingidos pelo tarifaço. “O trabalho de redução continua”, afirmou.

Alckmin também destacou que o governo busca melhorar as condições para os 22% da pauta exportadora ainda afetados pelas tarifas. Ele destacou as boas relações entre Lula e Trump.

“Em relação à questão comercial, o presidente Lula tem um bom relacionamento com o presidente Trump e pode avançar ainda mais. Podemos ter um ganha-ganha, tanto na questão tarifária, como não tarifária, em terras raras, datacenters. Podemos ter a aprovação da Redata [regime especial para centros de dados], que estimula investimentos. O Brasil tem energia abundante e renovável”, acrescentou Alckmin.

China e União Europeia

Enquanto as vendas aos Estados Unidos recuaram, o comércio brasileiro com outros parceiros avançou em 2025. As exportações para a China cresceram 6%, totalizando US$ 100,021 bilhões, ante US$ 94,372 bilhões em 2024.

Já as importações de produtos chineses subiram 11,5%, para US$ 70,930 bilhões, resultando em superávit de US$ 29,091 bilhões para o Brasil.

Já as exportações para a União Europeia aumentaram 3,2% no ano passado, somando US$ 49,810 bilhões. As importações do bloco cresceram 6,4%, para US$ 50,290 bilhões, o que gerou déficit de US$ 480 milhões.

Apenas em dezembro, mês marcado pelo adiamento da assinatura do acordo Mercosul–União Europeia, as exportações brasileiras ao bloco avançaram 39% na comparação com o mesmo mês de 2024.

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AgroNewsPolítica & Agro

Abertas inscrições para a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas


A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) abriu as inscrições para a 36ª Abertura Oficial da Colheita do arroz e Grãos em Terras Baixas, que será realizada de 24 a 26 de fevereiro, na Estação Terras Baixas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas de forma antecipada. O cadastro prévio permite acesso mais rápido ao evento e evita filas no credenciamento presencial, que será realizado por meio de leitura de QR Code.

Realizada em um cenário desafiador para a cadeia produtiva do arroz, a Abertura Oficial da Colheita mantém o papel de espaço para troca de informações, debate técnico e integração do setor. Ao longo de 35 edições anteriores, o evento acompanhou diferentes ciclos da atividade arrozeira, incluindo períodos de alta, estabilidade e retração da produção.

A expectativa da organização é receber cerca de 21 mil visitantes de diversas regiões do Brasil e do exterior. A programação prevê a participação de 230 expositores entre a Feira e o Roteiro Técnico, além de aproximadamente 50 Vitrines Tecnológicas voltadas a alternativas sustentáveis de rotação com o arroz, como soja, milho, sorgo e forrageiras.

O evento também contará com tecnologias direcionadas à eficiência no manejo da lavoura de arroz, com foco na aplicação prática no dia a dia de produtores, técnicos e equipes de campo. Estão previstas mais de 100 horas de conteúdo distribuídas entre o Auditório Frederico Costa, a Arena de Inovação, o Roteiro Técnico e os estandes da Embrapa e do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), entre outros espaços.

As Homenagens Pá do Arroz estão programadas para o dia 24 de fevereiro, às 18h30min. A cerimônia oficial de abertura da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas ocorrerá no encerramento do evento, no dia 26, às 16h30min.

A programação completa será divulgada em breve e estará disponível no site www.colheitadoarroz.com.br. Mais informações podem ser obtidas nos canais oficiais da Federarroz.

 





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Atualização de cadastro da palma de óleo deve ser realizada até 31 de janeiro


palma de óleo
Foto: divulgação/Adepará

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) informa aos produtores que, desde 1º de janeiro, é obrigatório o cadastro das unidades produtivas de palma de óleo no estado.

A atualização dos dados referentes à safra de dendê de 2026 deve ser realizada até 31 de janeiro de 2026 em todas as unidades da Adepará.

Para realizar a atualização do cadastro, o produtor deve comparecer a uma Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) ou a um escritório da agência no município onde a propriedade rural está localizada.

Documentos necessários

No atendimento, é necessário apresentar cópias dos seguintes documentos:

  • Pessoa Física: RG e CPF;
  • Pessoa Jurídica: CNPJ e Contrato Social;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • Comprovante de uso, posse ou propriedade da terra;
  • Número de telefone e e-mail válidos.

A atualização cadastral só será válida mediante a entrega das cópias completas dos documentos solicitados e a assinatura do produtor no formulário de atualização.

Não realização do cadastro

Produtores que não realizarem a atualização cadastral estarão impossibilitados de emitir a Guia de Trânsito Vegetal (GTV), o que significa que não poderão transitar com seus produtos até regularizarem a situação junto à Adepará. 

A medida visa garantir o controle da movimentação do dendê dentro do estado, assegurando que a cadeia produtiva continue operando dentro dos parâmetros legais e sanitários.

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Paraná tem mais de 80% das lavouras de soja em boas condições, aponta Deral


quebra safra paraná, chuvas
Lavouras de soja em Palotina e Terra Roxa receberam poucas chuvas e quebras podem chegar a 60%. Foto: Marco Bomm/TresBomm Agri

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou que a maior parte das lavouras de soja da primeira safra 2025/26 apresenta bom desempenho no estado.

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Classificações no estado

Segundo o departamento, o número de lavouras classificadas em boas condições é de 89%, enquanto 10% são consideradas regulares e apenas 1% se enquadra como ruim. A semeadura já foi concluída em 5,778 milhões de hectares, área praticamente estável em relação aos 5,770 milhões de hectares cultivados na safra 2024/25.

Quanto ao desenvolvimento das lavouras, 48% das áreas estão em frutificação, 34% em floração, 14% em crescimento vegetativo e 4% em maturação.

Em relação à semana anterior, os percentuais de condições das lavouras permaneciam os mesmos, com maior concentração das áreas em crescimento vegetativo, floração e frutificação.

Estimativa do Deral

RASC: Para a primeira safra de soja 2025/26 do estado, o Deral estima uma produção de 21,962 milhões de toneladas, volume cerca de 4% superior ao registrado na temporada 2024/25. A produtividade média projetada é de 3.802 quilos por hectare, acima dos 3.672 quilos observados no ciclo anterior.

Para a primeira safra de soja de 2025/26 no estado do Paraná, o Deral estima uma produção de 21,962 milhões de toneadas, volume cerca de 4% superior ao que já foi registrado na temporada anterior. A produtivida média é projetada em 3.

Para a primeira safra de soja 2025/26 no Paraná, o Deral estima uma produção de 21,962 milhões de toneladas, volume cerca de 4% superior ao registrado na temporada 2024/25. A produtividade média é projetada em 3.802 quilos por hectare, acima dos 3.672 quilos por hectare observados no ciclo anterior.

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Itália sinaliza apoio e acordo Mercosul-UE deve ser assinado nos próximos dias


Mercosul-UE, união europeia e mercosul, acordo
Foto: Camex

O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, costurado há 25 anos, parece estar mais próximo do que nunca de ser assinado. De acordo com a agência Reuters, a Comissão Europeia conquistou o apoio da Itália que, ao lado de França, Polônia e Hungria, se opunha ao tratado de livre comércio entre os blocos após pressão de entidades de agricultores.

Com a nova adesão, a Comissão, apoiada por países como Alemanha e Espanha, deve conseguir a ampla maioria dos 15 Estados-membros, que representam 65% da população da União Europeia, fator necessário para a efetivação, que pode acontecer já na próxima segunda-feira (12).

A assinatura estava prevista para 20 de dezembro do ano passado, em Foz do Iguaçu, durante a cúpula do Mercosul. Contudo, em conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, sinalizou que precisava de mais tempo para tratar com os produtores do país, preocupados que a entrada com redução de tarifas de commodities agropecuárias de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia afetasse a produção europeia.

Segundo a Reuters, o apoio italiano ao acordo veio após uma carta enviada pela Comissão Europeia nesta terça-feira (6) que propõe acelerar o apoio de 45 bilhões de euros aos agricultores. Giorgia descreveu a iniciativa como um “passo positivo e significativo”.

Já o ministro italiano da Agricultura, Francesco Lollobrigida, destacou que a União Europeia agora propõe aumentar em vez de reduzir os investimentos no setor agrícola do país no período de 2028 a 2034.

Assim, uma fonte da União Europeia ouvida pela agência de notícias disse que a Itália votaria a favor do acordo comercial com o Mercosul em uma reunião marcada para sexta-feira (9).

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Como dimensionar bebedouros para o gado? Especialista responde


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

Na edição desta semana do quadro Dicas do Scoton, do Giro do Boi, o zootecnista Maurício Scoton, apresentou orientações práticas para pecuaristas que desejam dimensionar corretamente o bebedouro ou pilheta dos piquetes.

A escolha da estrutura adequada é fundamental para garantir acesso à água de qualidade, sem desperdício de recursos.

Segundo Scoton, o dimensionamento deve considerar quantos litros de água os animais consomem por dia e, principalmente, qual é a vazão de água disponível no local. “Um animal de 450 kg consome cerca de 50 litros de água por dia. Se você tem 100 Unidades Animais (UA), isso dá aproximadamente 5.000 litros por dia”, explicou o especialista.

Confira:

Consumo e vazão de água

Cerca de 80% da água é consumida entre 10h e 16h, quando as temperaturas estão mais altas. Ou seja, nesse período, o gado pode consumir 4.000 litros. É esse dado que determina o tamanho do bebedouro.

“Você precisa calcular quanto de água chega ao bebedouro durante essas 6 horas. Se a vazão for de 100 litros/hora, serão 600 litros no total. Então, você precisa de um bebedouro com capacidade para pelo menos 3.400 litros para cobrir a demanda restante”, detalhou Scoton.

Além da capacidade do reservatório, é preciso considerar o espaço linear disponível para os animais beberem sem disputar espaço. “Garanta pelo menos 4 centímetros lineares por Unidade Animal no bebedouro. Isso evita brigas e perda de desempenho”, recomenda Scoton.

Localização e economia

Outro ponto importante é a localização do bebedouro no piquete. Estudos mostram que os bovinos preferem não andar mais de 200 metros até a água, o que influencia diretamente na distribuição do pastejo e, por consequência, no aproveitamento da pastagem.

Dimensionar corretamente o bebedouro evita gastos desnecessários com estruturas superdimensionadas e garante o bem-estar e a performance dos animais no confinamento ou na pastagem. “Essas contas simples podem economizar milhares de reais e ainda garantir que seu gado esteja bem hidratado”, concluiu Scoton.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Venezuela tem participação mínima no mercado mundial de petróleo, afirma especialista


Barril de petróleo
Foto: Freepik

A Venezuela tem hoje participação marginal no mercado internacional de petróleo, apesar de concentrar a maior reserva comprovada do mundo. Atualmente, o país responde por menos de 1% da oferta global da commodity, segundo especialistas do setor energético.

O recente ataque dos Estados Unidos à Venezuela provocou oscilações nos preços do petróleo, além de reflexos no dólar e no ouro. Para analistas, no entanto, a reação do mercado tem caráter mais especulativo do que fundamento em risco real de oferta.

De acordo com Alexandre Szklo, professor do Programa de Planejamento Energético da Coppe, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a produção venezuelana é insuficiente para influenciar de forma significativa o comércio global de petróleo. O impacto imediato, portanto, é considerado limitado.

Produção restrita e sanções

A baixa relevância da Venezuela no mercado mundial está ligada a dois fatores centrais. O primeiro são as sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos, que restringem exportações e investimentos no setor. O segundo envolve as características do petróleo venezuelano, classificado majoritariamente como pesado ou extrapesado.

Esse tipo de óleo exige refinarias específicas, com maior complexidade operacional. Hoje, essas unidades estão concentradas principalmente na região do Golfo do México e em áreas dos Estados Unidos. Como resultado, mesmo quando produzido, o petróleo venezuelano encontra limitações logísticas e comerciais.

Segundo Szklo, existe uma diferença clara entre o potencial geológico do país e sua capacidade efetiva de suprir o mercado. Grande parte das reservas permanece sem infraestrutura adequada para exploração, refino e escoamento.

Desafios estruturais do refino

Ter grandes reservas não significa acesso imediato à renda petrolífera. A cadeia do petróleo envolve planejamento, estudos técnicos, extração, refino, transporte e comercialização. Na Venezuela, gargalos em várias dessas etapas reduzem a competitividade do produto.

Além disso, nem todas as refinarias no mundo estão preparadas para processar óleos pesados. Isso restringe o alcance do petróleo venezuelano a mercados específicos, reduzindo sua influência nos preços globais no curto prazo.

Comércio paralelo e riscos logísticos

Outro ponto de atenção é o crescimento do comércio clandestino de petróleo, associado a países submetidos a sanções. Segundo o especialista, frotas conhecidas como “fantasmas” são usadas para contornar restrições comerciais, como ocorre com a Venezuela, o Irã e a Rússia.

Essas operações envolvem navios sem contratos tradicionais de seguro e registro, o que eleva custos e riscos ambientais. Estima-se que centenas de grandes petroleiros operem nessas condições, ampliando a insegurança no transporte do combustível.

Apesar das limitações atuais, Szklo avalia que, em um cenário de longo prazo, a produção venezuelana pode ganhar relevância, caso haja mudanças estruturais e geopolíticas.

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Anvisa proíbe venda de lote de chá de camomila após identificar larvas e insetos


Chá Lavi Tea camomila
Foto: divugação/Água da Serra

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (5), o recolhimento do lote 6802956 do chá de camomila Lavi Tea, além da suspensão da comercialização, distribuição, divulgação e consumo do produto.

De acordo com a agência, a decisão foi tomada após a empresa comunicar o recolhimento voluntário do lote, motivado pela identificação de irregularidades

De acordo com a Anvisa, o teste de identificação dos componentes do produto apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá.

O teste identificou materiais estranhos na composição, entre eles 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25 g do produto, enquanto o limite aceitável é de 90 fragmentos para a mesma quantidade, explicou a Anvisa em nota.

Outro lado

A Água da Serra informa que adotou, de forma voluntária e responsável, em outubro de 2025, as medidas de recolhimento do referido lote, conforme comunicado às autoridades sanitárias..

O recolhimento e a suspensão da comercialização do lote ocorreram de maneira preventiva, tratando-se de uma ocorrência pontual e restrita a um único lote, sem reflexos sobre os demais produtos da marca, que seguem atendendo regularmente aos padrões de qualidade e segurança exigidos.

A empresa esclarece, ainda, que a produção do item é realizada por parceiro terceirizado, o qual já foi formalmente comunicado para apuração técnica detalhada dos fatos e adoção das medidas corretivas cabíveis, com acompanhamento direto da empresa.

Por fim, reafirma seu compromisso permanente com a qualidade, a segurança de seus produtos e a atuação responsável e colaborativa junto aos órgãos reguladores, mantendo controles rigorosos e alinhados às melhores práticas do setor.

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