segunda-feira, abril 13, 2026

Autor: Redação

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limitação imposta pela China abre espaço para protagonismo do Brasil



A China anunciou medidas de controle mais rígidas sobre a exportação de terras raras, que devem entrar em vigor a partir de 1º de dezembro. O movimento abre uma janela de oportunidade para o Brasil, que tem a segunda maior reserva deste tipo de material no mundo. Para Robson Costa, engenheiro ambiental e professor da Estácio, transformar o país em potencial geológico é um desafio complexo, mas plenamente viável.

“Esse processo depende de uma coordenação eficiente entre governo, setor produtivo e comunidade científica”, afirma. O especialista destaca que essa integração é essencial para superar desafios tecnológicos, estimular novos investimentos e garantir que o país mantenha internamente o maior valor agregado de seus recursos minerais.

O que são terras raras?

As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos presentes na natureza, usados em pequenas quantidades, mas indispensáveis para fabricar alguns produtos modernos. Entre eles, estão smartphones, baterias de carros elétricos, turbinas de energia eólica, telas de TV e equipamentos de defesa.

Na avaliação de Costa, porém, o nome “terras raras” pode gerar confusão. “O termo surgiu porque, no passado, esses elementos eram difíceis de isolar e foram inicialmente identificados em minerais escandinavos. Mas eles não são realmente raros na crosta terrestre”, explica.

Recuo chinês, potencial brasileiro

Dados de 2025 do U.S. Mineral Commodities Summaries mostram que o Brasil tem 23% das áreas conhecidas para a exploração de terras raras, ficando atrás apenas da China, que detém 49% do total. Assumir esse protagonismo, entretanto, requer que o Brasil deixe de atuar somente como exportador de matéria-prima. Hoje, a maior parte da produção brasileira não conta com processamento ou transformação local, perdendo grande parte do potencial de valor agregado.

Segundo Costa, é justamente nas etapas intermediárias e finais da cadeia produtiva em que o retorno é maior. “A etapa de separação dos elementos, por exemplo, pode agregar até 20 vezes mais valor do que a fase de concentração. Além disso, é essencial investir em pesquisa e em centros de inovação”, defende.

Neste sentido, o professor aponta que o Brasil tem uma oportunidade única de levar as riquezas geológicas a um próximo nível, já que a demanda por esses minerais deve crescer. “A busca global por alternativas à China abre espaço para o Brasil transformar sua riqueza mineral em desenvolvimento industrial e soberania tecnológica, além de contribuir com a geração de empregos”, conclui.



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Estudo da Embrapa aponta antecipação de puberdade sexual em novilhas com ajuste energético



Um estudo da Embrapa Cerrados, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), revelou um caminho promissor para o melhoramento genético e a rentabilidade da pecuária nacional. A pesquisa demonstrou que planos alimentares de alta densidade energética em curto prazo são eficazes para antecipar a puberdade sexual em novilhas, especialmente da raça Nelore.

O resultado foi um ganho financeiro de quase três vezes maior em relação à dieta convencional. Em entrevista ao Giro do Boi, o médico veterinário e pesquisador da Embrapa Cerrados, Carlos Frederico Martins, afirmou que a estratégia visa otimizar a reprodução em animais jovens, que ainda são imaturos.

Confira:

Estratégia nutricional e biotecnologia

O foco da pesquisa foi conciliar nutrição e biotecnologia para explorar ao máximo a fecundação in vitro (FIV). A suplementação de alta densidade energética foi aplicada em novilhas Nelore pré-púberes a partir dos seis meses e meio de idade, em um “tiro curto” de cerca de quatro meses.

A dieta calculou um ganho de peso estimado em 1 kg por dia para o grupo experimental, versus 650 gramas por dia para o grupo convencional. Essa estratégia nutricional rica em energia, composta por milho, farelo de soja e núcleo mineral, foi crucial para aumentar a deposição de gordura subcutânea, que tem forte correlação com a estimulação hormonal e a precocidade sexual.

Aumento na produção de embriões

A contribuição para o melhoramento genético é significativa, pois o método diminui o intervalo entre gerações e aumenta a pressão de seleção. A pesquisa comprovou um aumento de 21% na produção de embriões in vitro, resultando em 19 prenhezes a mais do que o grupo convencional. Essa diferença se traduz em um ganho financeiro quase três vezes superior, mostrando que a suplementação deve ser encarada como um investimento.

O estudo, já publicado e acessível no site da Embrapa Cerrados, também indica que a melatonina, um hormônio natural, pode potencializar os resultados, contribuindo para a melhoria da qualidade embrionária.

O próximo foco da pesquisa será a interação da nutrição com a criopreservação de embriões, com o objetivo de melhorar a congelabilidade do embrião, permitindo que o pecuarista possa utilizá-lo em momentos mais oportunos, especialmente durante o período seco, quando há escassez de receptoras adequadas.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Anec eleva projeção de exportações de soja brasileira em outubro



As exportações brasileiras de soja em grão devem alcançar 7,305 milhões de toneladas em outubro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

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Segundo informações divulgadas pela Safras & Mercado, no mesmo período do ano passado, o volume embarcado foi de 4,435 milhões de toneladas, enquanto em setembro deste ano as exportações somaram 6,973 milhões de toneladas.

Na semana encerrada em 11 de outubro, o Brasil embarcou 1,538 milhão de toneladas, e a previsão para o período de 12 a 18 de outubro é de 2,153 milhões de toneladas.

Farelo de soja

Para o farelo de soja, a expectativa de exportação em outubro é de 2,056 milhões de toneladas, abaixo dos 2,455 milhões de toneladas registrados no mesmo mês de 2024. Em setembro, os embarques somaram 1,962 milhão de toneladas.

Na última semana, as exportações de farelo foram de 266,768 mil toneladas, com previsão de 672,337 mil toneladas para a semana atual.



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Congresso das Mulheres do Agro destaca protagonismo feminino na pecuária e inovação



O protagonismo das mulheres do agronegócio volta ao centro das atenções com a realização da 10ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA 2025), que será realizado nos dias 22 e 23 de outubro, em São Paulo, no Transamerica Expo Center.

Reconhecido como o maior encontro feminino do setor na América Latina, o evento reunirá mais de 3.300 participantes em dois dias de debates, palestras e experiências sobre o futuro do campo.

Temática do evento

Com o tema “O agro nas vozes do mundo: a força feminina brasileira impulsionando o setor”, o CNMA 2025 destaca o papel da mulher nas cadeias produtivas, especialmente na pecuária, segmento em que a presença feminina cresce a cada ano, assumindo posições de liderança, gestão e sucessão familiar.

A programação inclui uma Arena Master e quatro Arenas do Conhecimento simultâneas, totalizando mais de 20 horas de conteúdo e 24 temas estratégicos voltados à inovação, sustentabilidade, tecnologia e gestão no campo.

Novidades e espaços de interação

Entre as novidades desta edição estão a Vila CNMA, que reunirá iniciativas voltadas ao empreendedorismo e à inovação, e a Casa Mulher do Agro, espaço de integração e fortalecimento das redes femininas que movem o agronegócio brasileiro.

Na pecuária, o congresso se consolida como um palco de inspiração para mulheres que lideram fazendas, cooperativas e empresas de genética e nutrição animal. São profissionais que unem técnica, sensibilidade e visão de futuro para impulsionar uma produção mais eficiente e sustentável.

Celebrando uma década de história, o CNMA reforça que o futuro do agro, e da pecuária, também é feminino. As inscrições estão abertas no site: https://www.mulheresdoagro.com.br/inscricao/

Com informações de: canaldocriador.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Produtividade da cana é 6,5% inferior à da safra passada



A produtividade média da cana-de-açúcar na região Centro-Sul registra queda de 6,5% nesta safra em comparação à temporada passada, aponta o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).

No acumulado de abril a setembro deste ano, foram alcançados, em média, 77,7 toneladas por hectare, 5,5 toneladas por hectare a menos que as 83,2 toneladas por hectare do ciclo anterior.

O rendimento médio em setembro foi similar ao registrado no mesmo mês da safra anterior (71,9 t/ha contra 70,4 t/ha).

Já a qualidade da cana-de-açúcar (ATR) apresentou retração de 0,8%, de 154 kg/tonelada (setembro de 2024) para 152,7 kg/tonelada (setembro deste ano).

Quanto ao ATR acumulado, está em 134 kg ATR/t, contra 136,8 kg ATR/t no ciclo anterior, apontam os dados do CTC.



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Brasil exporta mais feijão, mas mercado interno mantém estabilidade


As exportações brasileiras de feijão alcançaram níveis históricos em setembro de 2025, tanto no volume mensal quanto no acumulado de 12 meses. Segundo o Cepea, a liderança do Mato Grosso nesse mercado se consolida, impulsionada por variedades voltadas principalmente ao consumo internacional, o que mantém estável a oferta dos tipos mais consumidos no Brasil, como o feijão carioca e o preto.

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou 85,4 mil toneladas de feijões apenas em setembro — maior volume já registrado para um único mês. No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o total exportado soma 361,9 mil toneladas, ultrapassando o montante de todo o ano de 2024, que foi de 343,6 mil toneladas. No recorte de 12 meses, as exportações atingem 488,4 mil toneladas, outro recorde.

Variedades exportadas são diferentes das consumidas internamente

Segundo pesquisadores do Cepea, o avanço das exportações tem como base o aumento da demanda por variedades específicas de feijão, distintas daquelas com maior saída no mercado brasileiro. Isso explica por que o crescimento das exportações não pressiona os preços internos nem reduz a oferta dos tipos mais populares entre os consumidores nacionais.

Mercado interno recua com baixa liquidez e demanda

No mercado doméstico, o feijão carioca apresentou baixa liquidez na semana passada, com enfraquecimento dos preços. O Cepea aponta que a redução na demanda e a qualidade inferior dos lotes ofertados contribuíram para a pressão negativa sobre os valores praticados.

Já o feijão preto tipo 1, após uma forte valorização em setembro, teve leve ajuste negativo nos preços na última semana. A reposição de estoques foi mais lenta, e a demanda, mais estável, refletindo um cenário de moderação nos negócios.

Impacto e perspectivas 

A expectativa para os próximos meses é de manutenção da tendência positiva nas exportações, especialmente com o fortalecimento da presença brasileira em novos mercados, sem comprometer o abastecimento interno.

 





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FMI melhora previsão para crescimento da economia brasileira em 2025



O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima a projeção de crescimento do economia do Brasil em 2025, mas reduziu a expectativa para 2026. O ajuste reflete o impacto das novas tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, que afetam diretamente as exportações nacionais.

Segundo o relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO), divulgado nesta terça-feira (14), o FMI espera que a economia brasileira cresça 2,4% em 2025, alta de 0,1 ponto percentual em relação à previsão de julho. Para 2026, no entanto, o Fundo reduziu a estimativa de expansão para 1,9%, 0,2 ponto percentual abaixo da projeção anterior.

O FMI observa que a economia brasileira começa a dar sinais de moderação, diante de políticas monetárias e fiscais mais restritivas. Ainda assim, o país deve avançar em linha com o crescimento médio da América Latina e Caribe, projetado em 2,4% tanto para 2025 quanto para 2026. Em comparação, o grupo de mercados emergentes e em desenvolvimento deve registrar expansão de 4,2% e 4,0%, respectivamente.

Inflação e emprego

O Fundo também revisou para cima suas projeções para a inflação brasileira, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A expectativa é de que o indicador suba para 5,2% em 2025, frente a 4,4% no ano anterior, e desacelere para 4,0% em 2026.

De acordo com o FMI, a inflação permanece acima da meta do Banco Central devido às incertezas fiscais, mas a recente valorização do real pode ajudar a aliviar a pressão de preços no fim de 2025.

O relatório ainda prevê leve aumento no desemprego. A taxa deve passar de 6,9% em 2024 para 7,1% em 2025 e alcançar 7,3% em 2026, refletindo a desaceleração esperada da atividade econômica.

Com o novo cenário, o Brasil deve manter um ritmo de crescimento moderado, condicionado ao impacto das tarifas norte-americanas e à condução da política fiscal doméstica.



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Plantio de soja 25/26 atinge 11,1% da área no Brasil, aponta Conab



O plantio da safra 2025/26 de soja no Brasil alcançou 11,1% da área total prevista, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com dados até 11 de outubro.

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Na semana anterior, a semeadura estava em 8,2%. No mesmo período do ano passado, os trabalhos atingiram 9,1% da área. Apesar do avanço em relação a 2024, o ritmo atual segue abaixo da média dos últimos cinco anos para a data, que é de 16,9%.

Plantio de soja pelo Brasil

O estado do Paraná lidera os trabalhos, com 31% da área já semeada. No Centro-Oeste, o estado de Mato Grosso alcança 18,9% e o Mato Grosso do Sul chega a 14%, enquanto Goiás registra 2%. Em Minas Gerais, o avanço é de 2,7% e, em São Paulo, de 4%. A Bahia soma 4% e o Tocantins 2%. Já em Santa Catarina, o plantio atinge 2% da área estimada.



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Conab indica produção de 354,7 milhões de toneladas na safra 25/26



A primeira estimativa para a safra brasileira de grãos 2025/26 indica uma produção total de 354,71 milhões de toneladas, volume 0,8% superior ao obtido em 2024/25, quando foram colhidas 351,93 milhões de toneladas. É o que mostra o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (14).

A área plantada deve crescer 3,3% em relação ao ciclo anterior, sendo estimada em 84,4 milhões de hectares na temporada 2025/26.

Expectativa para soja e milho

Conforme a Conab, neste novo ciclo, há uma expectativa de crescimento de 3,6% na área semeada para soja se comparada com 2024/25, estimada em 49,1 milhões de hectares. Com isso, é estimada uma colheita de 177,6 milhões de toneladas na safra 2025/26 em comparação com a colheita de 171,5 milhões de toneladas da temporada anterior.

“As precipitações ocorridas em setembro nos estados do Centro-Sul do país permitiram o início do plantio com 11,1% da área já semeada, índice ligeiramente superior ao ocorrido até o mesmo momento do ciclo passado”, destacou a companhia.

Assim como a soja, é esperada uma maior área plantada para o milho em 2025/26, podendo atingir 22,7 milhões de hectares, com uma expectativa de produção de 138,6 milhões de toneladas somadas as três safras do grão. Apenas na primeira safra do cereal, a companhia prevê um incremento na área semeada em torno de 6,1%, com estimativa de colher 25,63 milhões de toneladas, crescimento de 2,8% em relação à safra passada, que foi de 24,94 milhões de toneladas.

Perspectivas para arroz, feijão e algodão

Para o arroz, entretanto, a primeira estimativa para o ciclo 2025/26 indica uma redução de 5,6% na área a ser semeada, projetada em 1,66 milhão de hectares, sendo que na área irrigada a queda está prevista em 3,7% e na de sequeiro a diminuição pode chegar a 12,5%. Com a menor área destinada à cultura, a produção de arroz pode alcançar 11,47 milhões de toneladas, queda de 10,1% ante 2024/25, quando foram produzidas 12,76 milhões de toneladas.

No caso do feijão, por ser uma cultura de ciclo curto, a tendência é que a safra 2025/26 mantenha-se próxima da estabilidade. Somada as três safras da leguminosa, a produção está estimada em 3 milhões de toneladas. A área da primeira safra do grão deverá ter redução de 7,5% em comparação com o primeiro ciclo da temporada 2024/25, totalizando uma previsão de plantio em 840,4 mil hectares.

Já a produção de algodão em pluma na safra 2025/26 está projetada em 4,03 milhões de t, queda de 1,1% ante a temporada anterior, que foi de 4,08 milhão de toneladas. A área de plantio com a cultura deve crescer 2,5%, para 2,14 milhões de hectares.

Culturas de inverno

Com cerca de 40% das lavouras de trigo colhidas, a previsão aponta para uma produção em 2025 de 7,7 milhões de toneladas, 2,4% abaixo da safra 2024. Principal produto dentre as culturas de inverno, a redução prevista para a colheita decorre, principalmente, da retração de 19,9% na área cultivada, motivada por condições menos favoráveis ao cultivo no momento de decisão da implantação da atual safra.



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JBS disponibiliza para pecuaristas ferramenta gratuita sobre análises socioambientais


Lançado há pouco mais de um ano, o ‘Cowbot’, ferramenta gratuita da JBS para consultas socioambientais de propriedades rurais, já ultrapassou a marca de 30 mil análises realizadas em todo o Brasil. O sistema, que funciona via WhatsApp, permite que produtores verifiquem rapidamente a conformidade de fazendas antes de negociações, reforçando a transparência e a sustentabilidade na cadeia da pecuária e de outras commodities agrícolas.

Com uma média de 92 consultas por dia útil, o Cowbot tem se consolidado como aliado dos pecuaristas na gestão socioambiental. De acordo com dados da companhia, três em cada quatro usuários voltam a usar a ferramenta, o que demonstra alto grau de confiança. O sistema já é utilizado em 20 estados, com destaque para Pará, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.

Consultas rápidas e gratuitas

O Cowbot funciona como um chat automatizado no WhatsApp, por meio do qual o usuário envia o número do Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou as coordenadas geográficas da propriedade. Em menos de um minuto, o sistema fornece uma análise socioambiental, verificando pontos como ausência de desmatamento, embargos ambientais e sobreposição com terras indígenas, quilombolas ou unidades de conservação.

Antes da criação da ferramenta, esse tipo de consulta costumava levar até três dias e dependia de intermediários, gerando custos adicionais para os produtores.

“O Cowbot democratiza o acesso a informações socioambientais, permitindo decisões mais seguras e conscientes, além de reduzir significativamente o risco de aquisição de animais de áreas irregulares”, afirma Fábio Dias, líder de Pecuária Sustentável da JBS.

O Cowbot é parte das iniciativas da companhia voltadas à rastreabilidade da cadeia produtiva e se conecta à Plataforma Pecuária Transparente (PPT), sistema também gratuito e protegido por tecnologia blockchain.

Por meio da PPT, produtores podem registrar transações entre fornecedores de gado, emitir declarações de origem e organizar dados da própria cadeia de fornecimento com segurança e confidencialidade.

A plataforma vem sendo aprimorada com novas funcionalidades, como busca de CAR por CPF ou CNPJ, múltiplos protocolos de avaliação socioambiental e melhorias na experiência do usuário.

Com essas ações, a JBS reforça seu compromisso com a transparência, sustentabilidade e rastreabilidade na pecuária brasileira, promovendo práticas que conciliam produção, preservação ambiental e desenvolvimento rural.



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