domingo, março 29, 2026

Autor: Redação

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Boi gordo tem preços firmes e indica tendência de alta em algumas praças



O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na maior parte do país. Em São Paulo, a arroba segue negociada em torno de R$ 321,94, de acordo com a analista da Datagro Pecuária, Beatriz Bianque, em análise ao Rural Notícias desta terça-feira (11).

Segundo ela, o cenário atual é de preços firmes, com algumas praças começando a sinalizar um viés de alta no curto prazo. Esse movimento está associado principalmente à redução da oferta de animais terminados a pasto em regiões que dependem da alimentação natural — um efeito típico do período de entressafra e transição das águas.

“Nas regiões onde a pecuária é mais atrelada ao pasto, as escalas de abate estão mais curtas, o que dá suporte aos preços”, explicou a analista.

Por outro lado, nos estados onde os confinamentos ainda estão ativos, a disponibilidade de animais para abate segue maior. A relação de troca entre boi gordo e milho continua favorável ao produtor, o que mantém ritmo de terminação e garante abastecimento às indústrias nessas áreas.

Mercado interno e exportações

No consumo doméstico, novembro começou com algum fôlego, mas sem repetir o ritmo de alta observado no mesmo período do ano passado. Ainda assim, o cenário é considerado positivo o suficiente para não pressionar quedas de preço.

No mercado externo, os embarques de carne bovina seguem aquecidos. Dados parciais da primeira semana do mês mostram desempenho muito favorável, segundo informações do governo federal.

Ao mesmo tempo, o setor monitora as negociações sanitárias com a China, que avalia eventuais salvaguardas, o que pode representar algum risco ao fluxo comercial. Beatriz destaca, porém, que os Estados Unidos surgem como uma oportunidade adicional para a indústria brasileira de proteína bovina, podendo compensar eventual desaceleração no país asiático.



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Canal Rural celebra 29 anos e reforça seu papel como voz do produtor rural



O Canal Rural completa 29 anos nesta terça-feira (11). Desde 1996, a emissora tem como missão conectar o campo à cidade, valorizar a atividade rural e dar voz a quem impulsiona o agronegócio brasileiro. São quase três décadas acompanhando as mudanças do agronegócio brasileiro, das primeiras safras recordes à consolidação da inovação tecnológica e das práticas sustentáveis no campo.

Criado com o propósito de levar informação de qualidade e fortalecer a imagem do produtor rural, o Canal Rural evoluiu junto com o público e com o próprio setor.

“O Canal Rural sempre teve um propósito, defender o produtor rural. As pessoas dizem que o Canal Rural não tem que ter lado, mas tem que ter lado sim. O nosso lado é o do produtor”, destacou o comentarista Miguel Daoud, que integra a equipe desde 2005.

Ao longo dos anos, a emissora acompanhou de perto a expansão do agronegócio nacional e a modernização das fazendas. “Lá no começo, os produtores anotavam o clima em cadernos.” lembrou Daoud.

Além de celebrar quase três décadas no ar, o aniversário reforça o papel do canal como ponte entre o campo e os centros urbanos, levando informação confiável, inovação e credibilidade para milhões de brasileiros.

Neste 11 de novembro, o Canal Rural celebra o passado, vive o presente e segue olhando para o futuro com o mesmo compromisso de sempre, ser a voz do produtor rural e o principal veículo de informação do agronegócio brasileiro.



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29 anos dando voz a quem sustenta o Brasil


O Canal Rural completa 29 anos de história e, com ele, o agronegócio brasileiro celebra um dos seus principais aliados. Desde o começo, o Canal entendeu algo que muitas vezes Brasília demora a enxergar: o campo precisa ser ouvido todos os dias. Não apenas quando há crise, safra recorde ou eleição. Precisa ser ouvido quando falta crédito, quando o clima virá, quando a sanidade animal e vegetal do país é ameaçada, quando o produtor familiar precisa de orientação.

Falo com propriedade porque estou nessa estrada como comentarista há pouco mais de duas décadas. Nesse período, vi o Canal Rural crescer, modernizar sua programação, entrar no digital, apostar em multiplataformas e, ao mesmo tempo, manter o que o tornou referência: dar espaço ao pequeno produtor. O agricultor familiar, o pecuarista do interior, o cooperado — todos sempre tiveram um lugar no Canal. E isso não é detalhe: é linha editorial.

A evolução do agro brasileiro foi impressionante. Máquinas conectadas, genética avançada, integração lavoura-pecuária, rastreabilidade, crédito estruturado. E o Canal caminhou junto. Um ponto decisivo dessa evolução foi a meteorologia agrícola. Hoje, em um cenário de extremos climáticos, com estiagens severas, chuvas fora de época e eventos cada vez mais frequentes, informação de clima virou insumo de produção. O Canal Rural entendeu isso cedo e passou a levar ao produtor previsões, análises e alertas que ajudam a mitigar perdas e a planejar melhor o calendário agrícola. Em muitos casos, é a diferença entre perder a lavoura e salvar parte da produção.

Mas houve outra frente em que o Canal foi, e continua sendo , fundamental: a defesa da preservação e da segurança sanitária do Brasil. Ao longo desses anos, o canal nunca tratou de forma leviana temas como febre aftosa, influenza aviária, PSA, ferrugem, pragas quarentenárias ou exigências de mercados internacionais. Pelo contrário: ajudou a informar o produtor sobre protocolos, vacinação, barreiras sanitárias, rastreabilidade e boas práticas. E fez isso porque sabe que a sanidade é patrimônio estratégico do agro brasileiro. É ela que garante mercados abertos, preços melhores e respeito lá fora. Sem sanidade, o Brasil perde competitividade. Sem comunicação sobre sanidade, o produtor fica exposto.

Em todo esse tempo, mantive meu trabalho com a mesma postura: me posicionar a favor do agro nas questões essenciais. Nem sempre foi confortável. Houve momentos em que fui questionado por representantes do governo, por setores que não compreendiam a realidade do campo ou que encaravam o agro apenas pela ótica fiscal ou ideológica. Mas sigo firme no propósito: defender quem produz, quem gera riqueza e quem alimenta o Brasil, porque esse é o lado certo.

O Canal Rural também escolheu esse lado. É mais que um veículo; é uma trincheira de informação. É o espaço em que o produtor é tratado como agente econômico estratégico, e não como figurante. É o lugar onde se explica ao país urbano que o agro moderno pode, e deve, produzir preservando, cumprindo regras ambientais e sanitárias, mas sem ser criminalizado.

Por isso, ao celebrar os 29 anos do Canal Rural, celebramos também um modelo de jornalismo que acompanha a tecnologia, dá previsões de clima, orienta sobre sanidade, fiscaliza políticas públicas e, ao mesmo tempo, mantém o pé no chão do produtor. Poucos veículos conseguiram fazer esse equilíbrio.

Nesses 29 anos, o Canal não apenas contou a história do agro brasileiro. Ajudou a escrevê-la. E é uma honra dizer: eu estava lá. É contínuo.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Chuva nos próximos dias pode chegar a 200 mm em algumas regiões do país, alerta Inmet



A semana será marcada por contrastes no clima entre as regiões brasileiras. No Norte, áreas de instabilidade se intensificam principalmente no oeste do Amazonas e nas áreas de fronteira com Rondônia, Pará e Mato Grosso. Nessas localidades, os volumes de chuva podem superar 150 mm, e, em pontos específicos, chegar a 200 mm ao longo dos próximos dias.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Por outro lado, no Amapá, no norte e leste do Tocantins e no norte e leste do Pará, a previsão é de acumulados baixos, próximos de 10 mm na semana, com possibilidade apenas de chuvas rápidas e isoladas. A umidade relativa permanece elevada em grande parte da região, acima de 50%, mas pode cair para 25% a 30% nessas áreas mais secas a partir de quarta-feira (12).

Quase todo o Nordeste segue sem previsão de chuva significativa durante a semana. A exceção é o sul e leste da Bahia, especialmente o Recôncavo Baiano e a Região Metropolitana de Salvador, onde são esperados episódios de chuva recorrente entre os dias 10 e 13. Os acumulados podem chegar a 50 mm por dia, totalizando entre 200 mm e 300 mm em algumas áreas.

No interior da região, especialmente na faixa que abrange Piauí, Ceará e Pernambuco, a umidade relativa deve cair para níveis muito baixos, abaixo de 20%, podendo atingir valores inferiores a 15%, o que aumenta o risco de queimadas e desconforto térmico.

Centro-Oeste terá chuvas intensas no Mato Grosso do Sul e pancadas isoladas em Goiás

No Centro-Oeste, as chuvas ganham intensidade ao longo da semana, principalmente no Mato Grosso do Sul, onde os volumes podem variar entre 100 mm e 200 mm entre quinta (13) e sexta-feira (14). Em Mato Grosso, a precipitação será mais bem distribuída, com alguns pontos recebendo acumulados mais expressivos. Já em Goiás, a chuva ocorre de forma isolada, principalmente no norte do estado.

No Distrito Federal, podem ocorrer pancadas rápidas, mas sem acumulações significativas. A umidade relativa deve se manter acima de 50%, caindo para 30% a 40% no DF e em Goiás ao final da semana, com a elevação das temperaturas.

No Sudeste, a semana começa com chance de chuva na metade sul de São Paulo e no noroeste de Minas Gerais até a madrugada de terça-feira (11). Após esse período, o tempo volta a ficar estável na maior parte da região, com retorno da chuva apenas na sexta-feira (14) no estado de São Paulo, quando um novo sistema provoca acumulados de 20 mm a 50 mm.

A umidade relativa deve cair em Minas Gerais a partir de quinta-feira, com índices entre 30% e 40%, enquanto nos demais estados permanece próxima de 50%.

Sul terá retorno das chuvas intensas a partir de quarta-feira

A Região Sul começa a semana sem precipitações significativas, mas o cenário muda a partir de quarta-feira (13), com a chegada de um novo sistema atmosférico que avança da América do Sul.

Os maiores acumulados devem se concentrar no oeste do Paraná e de Santa Catarina, onde a chuva pode ultrapassar 100 mm em um único dia.

A umidade relativa inicia a semana entre 40% e 50%, mas aumenta para cerca de 70% na segunda metade da semana com o retorno das chuvas.



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Mercado do boi gordo tem ajustes com escalas mais apertadas; confira preços da arroba e atacado



O mercado físico do boi gordo passou a conviver com um ambiente de maior normalidade, apesar de boatos sobre a China ainda circularem. Segundo a consultoria Safras & Mercado, não há posicionamento oficial das autoridades chinesas sobre amostras de carne contendo Fluazuron nem sobre investigação sobre o impacto das importações na produção local.

Com escalas de abate mais apertadas, frigoríficos passam a pagar mais pela arroba do boi gordo em determinados estados, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,17 (a prazo)
  • Goiás: R$ 319,82
  • Minas Gerais: R$ 312,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,16
  • Mato Grosso: R$ 307,84

Atacado

O mercado atacadista se manteve firme ao longo da terça-feira (11). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios indica possibilidade de alta nos preços no curto prazo, impulsionada pelo aumento do consumo no último bimestre, com impacto do décimo terceiro salário, criação de postos temporários de trabalho e as confraternizações típicas da época

  • Quarto traseiro: R$ 25,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 17,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,62%, negociado a R$ 5,2735 para venda e a R$ 5,2715 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2633 e a máxima de R$ 5,2983.



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Soja tem dia de preços estáveis e leves recuos; confira os dados de fechamento



O mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de baixa movimentação nesta terça-feira (11), com apenas lotes pontuais sendo negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor que ainda tem soja disponível prefere segurar, buscando preços maiores, enquanto o comprador só vai ao mercado por necessidade, o que mantém o spread alto em algumas praças.

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Segundo ele, a Bolsa de Chicago teve poucas variações, e o dólar recuou, contribuindo para um cenário de preços entre estáveis e mais fracos. “Nada de muito importante ocorreu hoje, o mercado está no aguardo do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previsto para sexta-feira”, observou Silveira.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo: caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa: caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Cascavel: subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis: manteve em R$ 125,00
  • Dourados: caiu de R$ 126,00 para R$ 125,50
  • Rio Verde: manteve em R$ 126,00
  • Paranaguá: caiu de R$ 140,50 para R$ 140,00
  • Rio Grande: manteve em R$ 140,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As primeiras posições recuaram e os vencimentos mais distantes subiram moderadamente.

Após duas sessões de bons ganhos, a ausência de compras efetivas de soja americana pelos chineses fez o mercado corrigir. Os agentes aguardam também pelo relatório de novembro do USDA, que será divulgado na sexta-feira, 14.

Mesmo com as sinalizações de que China e Estados Unidos estariam encaminhando negócios com soja na casa de 12 milhões, os sinais continuam sendo de desaquecimento do interesse dos asiáticos. As inspeções de exportação não indicaram a presença de compradores chineses.

Para completar, há reportes de que a China estaria comprando volumes consideráveis no Brasil. A COFCO Oils & Oilseeds, subsidiária da trader estatal chinesa COFCO, assinou contratos com ADM, Bunge, Cargill e Louis Dreyfus. Os acordos envolvem a compra de cerca de 20 milhões de toneladas de soja, óleo de soja, óleo de palma e outros produtos agrícolas do Brasil, no valor de mais de US$ 10 bilhões, segundo informações da Reuters.

O USDA deverá, no seu relatório de novembro, indicar corte na projeção de safra dos Estados Unidos em 2025/26. Analistas consultados indicam que o número para a safra americana deverá ficar em 4,265 bilhões de bushels, contra 4,301 bilhões previstos em setembro. Para os estoques de passagem, a previsão é de 292 milhões de bushels para 2025/26, contra 300 milhões projetados em setembro.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 123,4 milhões de toneladas. Em setembro, o número ficou em 123,6 milhões. Para 2025/26, a indicação do USDA deverá ser de 124,6 milhões de toneladas, contra 124 milhões projetados em setembro.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,24%, a US$ 11,27 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,38 por bushel, com retração de 1,25 centavo de dólar ou 0,10%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,10 ou 0,96%, a US$ 316,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,10 centavos de dólar, com ganho de 0,52 centavo ou 1,02%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,62%, sendo negociado a R$ 5,2735 para venda e R$ 5,2715 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2633 e a máxima de R$ 5,2983.



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Agro brasileiro mostra na COP30 que é parte da solução climática



O papel da agricultura nas soluções para as mudanças climáticas e na segurança alimentar mundial foi o tema central da abertura do Fórum Planeta Campo, realizado nesta terça-feira (11) em Belém, durante a Conferência das Partes (COP30). O evento, que ocorre em paralelo à conferência do clima, é promovido pelo Canal Rural e reúne lideranças do agronegócio, pesquisadores e autoridades para discutir o papel do setor no desenvolvimento sustentável.

Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, declarou que o agro deve ser encarado como parte da solução para os maiores desafios da humanidade: clima e alimentação. “Precisamos produzir mais, mas de forma sustentável. A agricultura pode e deve fazer as duas coisas ao mesmo tempo”, afirmou. Tomazoni coordenou uma força-tarefa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para desenvolver propostas que integrem produtividade e sustentabilidade.

Papel do agro na sustentabilidade

O executivo ressaltou a importância do aumento da produtividade agrícola, aliado a programas de apoio técnico e financeiro aos pequenos e médios produtores. “O Brasil tem tecnologia de ponta, mas precisamos levá-la a quem mais precisa”, disse. Tomazoni também mencionou iniciativas como os Escritórios Verdes, que orientam pecuaristas na regularização ambiental e no aumento da eficiência produtiva.

O CEO da JBS destacou o uso de blockchain para rastrear animais e garantir transparência na cadeia da carne. “Criamos uma plataforma que permite monitorar fornecedores indiretos. Já temos produtos 100% rastreados nos supermercados”, completou. Tomazoni enfatizou que resultados práticos são essenciais para mudar a percepção negativa do agro brasileiro no exterior.

Reconhecimento do agro como aliado

Jai Shroff, CEO global da UPL, também defendeu o reconhecimento do agro na agenda climática, afirmando que as práticas adotadas nas fazendas brasileiras estão entre as mais sustentáveis do mundo. “Os produtores brasileiros são frequentemente acusados injustamente. O que vejo aqui são tecnologias e práticas transformadoras”, disse.

Shroff ressaltou a necessidade de instrumentos econômicos que recompensem produtores que adotam sistemas de baixo carbono. Ele mencionou que pequenos agricultores em países emergentes ainda enfrentam vulnerabilidades extremas, dependendo de uma única safra. “Precisamos apoiar esses produtores”, finalizou, referindo-se ao programa SCO, que incentiva práticas de descarbonização.

Com informações de: planetacampo.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Polícia apreende 750 kg de queijo transportado sem refrigeração no MA



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta segunda-feira (10), em Balsas, no Maranhão, cerca de 750 quilos de queijo transportados sem nota fiscal em um veículo. Além dos laticínios, os agentes encontraram 116 celulares, 109 eletrônicos diversos, 45 cigarros eletrônicos, três canetas de medicação e uma caixa de som, todos sem documentação.

O caminhão não possuía sistema de refrigeração, requisito essencial para o transporte de laticínios. Os queijos eram levados sem controle de temperatura e sem as condições sanitárias adequadas exigidas para produtos perecíveis.

Diante da situação, foram identificados, em um primeiro momento, indícios dos crimes de descaminho, contrabando e transporte irregular de alimentos.

A equipe verificou ainda que o medicamento transportado era experimental, desenvolvido para o tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, e não está liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo, portanto, proibido de ser comercializado no Brasil.

Também foi identificado o transporte de cigarros eletrônicos e similares (vapes, e-cigs, pods), produtos cuja comercialização é vedada pela Anvisa.

O queijo apreendido foi encaminhado à Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA), enquanto as demais mercadorias foram entregues à Polícia Civil de Balsas (MA) para as providências cabíveis.



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‘Nós somos melhores, e eles sabem disso’, afirma Roberto Rodrigues sobre concorrência global



O primeiro painel do Fórum Planeta Campo, realizado nesta terça-feira (11) durante a COP30, teve como tema “Agro que alimenta e é solução climática – segurança alimentar e sustentabilidade ambiental”. O encontro reuniu lideranças do setor agropecuário, representantes de entidades e do governo para discutir o papel do agronegócio brasileiro na produção de alimentos e na preservação ambiental.

Participaram do debate Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura; Mauro de Nadal, deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da COP30 de Santa Catarina; Rodrigo Justos, conselheiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); e Luciana Furtado, coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil.

A importância do diálogo entre produção e preservação

O deputado Mauro de Nadal abriu o painel destacando a atuação de Santa Catarina nas discussões sobre sustentabilidade e produção responsável. Segundo ele, o estado buscou um formato diferenciado de preparação para a COP30, com foco no diálogo entre produção e preservação.

“Santa Catarina lançou um processo diferente por essa COP. Quando soubemos que o Brasil sediaria o evento, buscamos um novo modelo de discussão para mostrar que em SC quem produz também preserva. O conceito de meio ambiente já se tornou o dia a dia do produtor”, afirmou.

O parlamentar ressaltou que 38% do território catarinense é formado por mata nativa, o que demonstra o comprometimento dos produtores com a preservação. Ele também defendeu incentivos fiscais e de crédito para quem investe em práticas sustentáveis.

O papel do agronegócio nas mudanças climáticas

O conselheiro da CNA Rodrigo Justos trouxe uma visão histórica da participação do setor nas Conferências do Clima. Ele contou que acompanha as COPs desde 2009 e que, naquela época, havia resistência em incluir a agricultura nas discussões climáticas.

“Quando comecei a andar pelos pavilhões, lembro que me perguntaram o que o Brasil estava fazendo lá. Expliquei que era da CNA e ouvi: ‘Você chegou adiantado e errado, porque os agricultores desmatam’”, relembrou.

Justos destacou que essa percepção começou a mudar graças à atuação da Embrapa e de entidades que vêm mostrando o papel do agro na mitigação das mudanças climáticas e na segurança alimentar mundial. “O Brasil insistiu na necessidade de dar enfoque ao setor agrícola, alimento em qualidade e em quantidade. É por isso que essa precisa ser também a COP da agricultura”, afirmou.

O representante da CNA reforçou a importância da comunicação para corrigir distorções e combater campanhas negativas. “A população rural hoje é minoria, por isso é muito importante comunicar e chamar ao debate”, alertou.

Desafios e responsabilidades do brasil

O ex-ministro Roberto Rodrigues reforçou a necessidade de o Brasil mostrar ao mundo que o agronegócio não é responsável pelo desmatamento ilegal, e sim por práticas sustentáveis e inovadoras. Ele também abordou a questão da concorrência internacional e os ataques sofridos pelo país.

“Nós temos concorrentes europeus e americanos que não conseguem competir conosco. Nós somos melhores, e eles sabem disso. Então, o que fazem para nos destruir? Misturam o que é irregular no Brasil, como invasão de terras e garimpo ilegal, e colocam tudo na conta da agricultura”, afirmou.

Rodrigues destacou que o setor precisa reagir com dados e transparência, afirmando que produtores são aliados à sustentabilidade ambiental.

Encerrando o painel, Luciana Furtado, coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil, trouxe a perspectiva do comércio exterior e o papel estratégico do agro brasileiro nas soluções globais para o clima, a segurança alimentar e energética.

“A ApexBrasil trabalha com exportação e investimento no Brasil. Assim como todos que estão aqui, acreditamos que, diante dos dilemas globais, como mitigação das mudanças climáticas, segurança energética e alimentar, o agro é parte da resposta e da solução”, destacou.

Segundo ela, a agência atua em parceria com o Ministério da Agricultura (MAPA), o Ministério das Relações Exteriores e a CNA, promovendo o Brasil como fornecedor confiável de produtos agrícolas sustentáveis.

Com informações de: planetacampo.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como a soja encerrou a semana?


No estado do Rio Grande do Sul, o mercado opera em compasso de espera, segundo informações da TF Agroeconômica. “Em Não-Me-Toque, a saca de 60 kg foi cotada a R$ 121,00, com queda de -0,82%, refletindo o foco no campo e o baixo volume de novos negócios. Para pagamento em novembro, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 142,00/sc (+0,35%) semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 133,00/sc semanal em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10”, comenta.

Santa Catarina segue o compasso climático da Região Sul, sendo afetada pela mesma instabilidade que atinge Paraná e Rio Grande do Sul. “Na comercialização, o estado acompanha o comportamento do mercado paranaense, que apresentou estabilidade em praças como Ubiratã e Castro. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 139,31 (-0,65%)”, completa.

No Paraná, a robusta estrutura de armazenagem das cooperativas, como a Copagril, será determinante para equilibrar o escoamento e evitar gargalos no pico da safra, garantindo fluidez no fluxo entre o interior e o litoral. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 143,50 (+0,17%). Em Cascavel, o preço foi R$ 127,82 (-0,31%). Em Maringá, o preço foi de R$ 129,95 (+0,09%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 131,73 (-0,28%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,31 (-0,65%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

Enquanto isso, o Mato Grosso do Sul mantém um ritmo de plantio constante, favorecido pela umidade presente na porção leste do Centro-Oeste. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 124,75 (-0,41%), Campo Grande em R$ 124,75 (-0,41%), Maracaju em R$ 124,75 (-0,41%), Chapadão do Sul a R$ 120,27 (+0,72%), Sidrolândia a em R$ 124,75 (-0,41%)”, informa.

No mercado físico do Mato Grosso, as negociações permanecem lentas e com variações modestas. “Campo Verde: R$ 121,33 (-0,11%). Lucas do Rio Verde: R$ 120,00 (-0,46%), Nova Mutum: R$ 120,00 (-0,46%). Primavera do Leste: R$ 121,33 (-0,11%). Rondonópolis: R$ 121,33 (-0,11%). Sorriso: R$ 120,00 (-0,46%)”, conclui.

 





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