sábado, abril 4, 2026

Autor: Redação

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confira filmes que se passam no campo para assistir no Halloween



O Halloween está chegando e uma forma de tornar a data ainda mais assustadora é assistir a filmes de terror ambientados no campo. Do clássico ao moderno, o ambiente rural é sempre um ótimo cenário para histórias arrepiantes, já que nas florestas escuras, no silêncio de fazendas isoladas e em lugares onde ninguém pode te ouvir, o medo ganha força.

Nesta lista você pode conferir títulos para deixar o dia 31 mais horripilante. Prepare a pipoca e confira:

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

Vamos dar o “play” em um verdadeiro clássico: O Massacre da Serra Elétrica (1974). O filme marcou gerações, especialmente com sua icônica cena final, que você só vai entender a intensidade dela assistindo ao longa.

A história começa quando Sally Hardesty e seu irmão ouvem no rádio notícias sobre vandalismo em um cemitério no Texas. Movidos pela curiosidade, eles vão até o local com os amigos para verificar se o túmulo do avô de Sally foi profanado.

No caminho de volta, no entanto, algo estranho acontece. Ao desviarem pelo caminho da antiga fazenda de seus parentes, os jovens descobrem que uma família de canibais habita uma aterrorizante residência vizinha. Entre eles, o mais insano é Leatherface, que veste uma máscara feita de pele humana e usa uma serra elétrica para atacar suas vítimas, deixando o terror absoluto por onde passa.

O Ataque dos Tomates Assassino (1978)

Olhar os preços do tomate no mercado não é a única forma de levar um susto. O filme de 1978 é um ícone do cinema, que de tão tosco e nonsense, se tornou um clássico do gênero trash, que traz como base o baixo orçamento e os roteiros absurdos. 

No filme, uma mulher é encontrada sem vida na cozinha de sua casa. As coisas começam a ficar estranhas quando a polícia descobre que a substância vermelha encontrada na cena do crime não é sangue, mas sim suco de tomate. 

Como bom filme trash, nada precisa de explicação ou contexto. Então não se sabe o que levou os tomates a crescerem de maneira desproporcional e nem o que os levou a assassinar pessoas. 

Apesar do baixo orçamento, é justamente essa autossátira que dá ao filme um ar cômico. Não foi usada computação gráfica, então os tomates gigantes apenas aparecem sem um rosto medonho ou falas apavorantes e avançam em cima das pessoas. 

Assim, O Ataque dos Tomates Assassinos é um clássico irreverente que, apesar de flertar com o gênero do terror, se apresenta de forma leve e garante boas gargalhadas.

Colheita Maldita – Children Of The Corn (1984)

Baseado no livro de Stephen King, o filme Colheita Maldita acompanha um casal que, ao cruzar uma isolada cidade no interior de Nebraska, Estados Unidos, descobre uma comunidade de crianças fanáticas religiosas que assassinaram todos os adultos do local.

Lideradas por um jovem profeta, essas crianças acreditam que qualquer pessoa com mais de 18 anos deve ser sacrificada a uma entidade demoníaca que habita os milharais. Presos na cidade e cercados pelo terror, os protagonistas precisam lutar para sobreviver e escapar do culto macabro antes que se tornem os próximos alvos.

Olhos Famintos (2001)

Na volta para casa durante as férias, Trish Jenner e seu irmão Darry Jenner são ultrapassados por um velho caminhão em alta velocidade que aparenta ter um psicopata no volante. Quilômetros adiante, os irmãos avistam o velho automóvel ao lado de uma igreja abandonada, o motorista aparenta jogar algo na tubulação de esgoto. Assustados, eles aceleram, mas acabam sendo perseguidos pelo caminhão.

Num ato impulsivo, Darry joga o carro para fora da estrada, a fim de despistar o velho caminhão. Passado o susto ele decide voltar à velha igreja e investigar o que há na tubulação de esgoto, mas acaba mais uma vez sendo perseguido por uma criatura perversa que está a procura de alguma coisa que ninguém faz ideia.

A Bruxa (2015)

Se você busca um filme de terror nada convencional, sem todos aqueles sustos e gritos na tela, este título é pra você. O longa, que dividiu opiniões na época de lançamento, se passa na década de 1630, na Nova Inglaterra. O casal William e Katherine vive com suas cinco crianças em uma comunidade extremamente religiosa, até serem expulsos por seguir uma fé considerada diferente pelas autoridades.

O verdadeiro horror começa quando o bebê recém-nascido desaparece. O questionamento que fica é: foi um lobo? Ou uma bruxa na floresta? À medida que buscam respostas, cada membro da família é confrontado com seus medos mais profundos e seu lado mais sombrio, revelando segredos e tensões que ameaçam destruir a família por dentro.

Invocação do Mal (2013)

A saga do ”Invocaverso” começa a ser escrita com este longa, de 2013. A história acompanha a família Perron, que se muda na década de 1970 para uma fazenda em Rhode Island e começa a vivenciar eventos assustadores. Roger e Carolyn, junto com suas cinco filhas, passam a ser atormentados por espíritos malignos, que transformam completamente suas vidas. É nesse momento que os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren entram em cena, tentando, finalmente, pôr fim ao pesadelo.

Campo do Medo – In The Tall Grass (2019)

Baseado no livro de Stephen King e seu filho, Joe Hill, Campo do Medo acompanha os irmãos, Becky (Laysla de Oliveira) e Cal (Avery Whitted), que, ao ouvirem o pedido de socorro de um garoto vindo de um campo de capim, decidem entrar para ajudá-lo. No entanto, rapidamente percebem que o local tem algo sinistro, o tempo e o espaço parecem se distorcer, e sair dali se torna impossível. Conforme o terror psicológico aumenta, os personagens enfrentam forças misteriosas e descobrem que o campo esconde um poder maligno que consome quem nele entra.

Cemitério Maldito (2019)

O remake do clássico de Stephen King é uma ótima pedida para quem quer passar a sexta-feira grudado na telinha. Imagine trocar a vida agitada da cidade por uma casa isolada no campo, longe de todos que você conhece. Louis Creed se muda para uma casa de campo com a esposa Rachel, os filhos Ellie e Gage, e o gato Church.

Ao lado da residência, há uma rodovia perigosa, onde vários animais da região acabam atropelados. Nas redondezas, um cemitério de animais guarda um segredo macabro, pois tudo o que é enterrado ali volta à vida, mas da forma errada.

Após a morte de Church, Louis decide enterrá-lo no cemitério para poupar sua filha do sofrimento. O gato retorna, mas de forma sombria e agressiva. Mais adiante, quando Ellie morre, Louis faz de tudo para se livrar do luto e recorre novamente ao cemitério. Feliz pelo retorno de sua filha, Ellie, no entanto, retorna trazendo consequências sombrias, fora de controle. Até onde você iria para proteger seus filhos?

X (2021)

Em X – A Marca da Morte, acompanhamos Maxine, em 1979, uma jovem envolvida na indústria do cinema adulto, sonhando em deixar essa vida para trás e alcançar fama no cinema convencional. Durante mais uma filmagem da produtora em que Maxine faz parte, o cenário é uma fazenda encantadora, com pastos extensos e um lago de beleza impressionante.

O problema, no entanto, são os anfitriões, que não são nada amigáveis. O que parecia um simples set de filmagem rapidamente se transforma em um banho de sangue. A protagonista, então, precisa lutar para sobreviver, enquanto vê seus amigos ‘caírem’ diante dos anfitriões idosos e de um pet aterrorizante.

Pearl (2022)

Pearl faz parte da trilogia de X e apresenta uma narrativa que mistura tensão e viagem no tempo. Acompanhamos a história de Pearl que, presa em uma fazenda isolada, precisa cuidar de seu pai doente sob a vigilante e rigorosa supervisão da mãe. À medida que a jovem se vê confrontada com suas próprias frustrações e desejos, o glamour e a liberdade das vidas que observa nos filmes despertam nela tentações perigosas.

Entre repressões e impulsos, Pearl revela gradualmente seu lado mais obscuro e psicopata, mostrando-se capaz de atos sangrentos e impiedosos para alcançar o que deseja, sem qualquer limite moral.



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Fundecitrus Podcast – Podridão peduncular: uma ameaça aos pomares de citros



O 66º episódio do Fundecitrus Podcast traz orientações


Foto: Fundecitrus

O 66º episódio do Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a podridão peduncular, causada pelos fungos Bot, doença que tem avançado nos pomares e preocupa citricultores. A conversa é com o pesquisador do Fundecitrus Geraldo Silva Junior e o pós-doutorando Thiago Carraro, que abordam as causas do aumento dos casos, a relação da doença com o estresse das plantas — seja por períodos prolongados de calor e seca ou pela infecção por greening — e as principais estratégias de manejo.

O 66º episódio do Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a podridão peduncular, causada pelos fungos Bot, doença que tem avançado nos pomares e preocupa citricultores. A conversa é com o pesquisador do Fundecitrus Geraldo Silva Junior e o pós-doutorando Thiago Carraro, que abordam as causas do aumento dos casos, a relação da doença com o estresse das plantas — seja por períodos prolongados de calor e seca ou pela infecção por greening — e as principais estratégias de manejo.





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Carne, soja, café, China e Venezuela podem estar na pauta de Lula e Trump na Malásia



Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump devem se encontrar neste domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia, durante a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). O encontro pode marcar o início de um degelo nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos após meses de atrito por causa do tarifaço.

A reunião é cercada de expectativa, especialmente entre setores ligados ao agronegócio brasileiro, que acompanham de perto a possibilidade de revisão da tarifa de 50% imposta por Washington a alguns produtos no início de agosto. Com base em análises e no histórico de declarações de líderes dos dois países, o Canal Rural listou os principais temas que devem estar na pauta do encontro entre Lula e Trump.

Café

Após Trump declarar, em uma reunião online com Lula, que os americanos “sentem falta” do café brasileiro, aumentaram as apostas de que o produto possa ser tratado como exceção ao tarifaço. O Cecafé defende a isenção e aponta que o aumento do preço nos EUA reforça as chances de retomada de negociações sobre a suspensão das taxas.

Carne

A sobretaxa anunciada pelos EUA elevou os custos e contribuiu para o aumento do preço da carne bovina ao consumidor norte-americano. Como resposta, Trump ampliou as cotas de importação da proteína argentina, o que irritou pecuaristas locais. Para o Brasil, embora os embarques tenham sido redirecionados, especialmente para a China, a reabertura do mercado norte-americano é vista como vantajosa para frigoríficos e pecuaristas brasileiros.

Soja

O Brasil é hoje o principal concorrente dos Estados Unidos no mercado chinês de soja. Produtores americanos têm alertado o governo sobre o risco de perder espaço para o grão brasileiro na China, o que torna o tema um ponto sensível nas negociações comerciais entre Washington e Brasília.

Terras raras

As reservas brasileiras de minerais estratégicos, conhecidas como terras raras, têm despertado forte interesse internacional e aparecem como um dos principais trunfos de negociação do Brasil. Os EUA pressionam por maior acesso a esses recursos, considerados essenciais para cadeias tecnológicas, energéticas e de defesa — e estratégicos no embate comercial com a China. Pela relevância geopolítica, o tema deve integrar o cardápio de trocas políticas e econômicas entre os dois países.

Embraer

No campo industrial, o governo brasileiro deve usar propostas de investimento como argumento para aliviar as sobretaxas. Entre elas, está a ampliação de parcerias da Embraer com empresas americanas. Segundo reportagem do UOL, os negócios entre a fabricante brasileira e os EUA podem chegar a US$ 40 bilhões.

Brics e Venezuela

Além das pautas comerciais, Lula deve incluir na conversa temas geopolíticos. O presidente defende que o Brics adote posições conjuntas contra medidas unilaterais e reforce o uso de moedas locais nas transações internacionais, reduzindo a dependência do dólar. A crescente tensão entre EUA e Venezuela também deve entrar na pauta, com Lula reafirmando sua oposição a qualquer intervenção militar que desestabilize a região.



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Aveia gaúcha registra produtividade acima do esperado


A colheita da aveia-branca alcança 38% das lavouras gaúchas, com desempenho considerado positivo, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23). De acordo com o levantamento, “a qualidade dos grãos e o peso hectolitro estão satisfatórios, dentro do padrão industrial”.

A instituição informa que, embora tenham sido registrados casos pontuais de acamamento em lavouras de maturação avançada e danos localizados por granizo, esses eventos não impactaram de forma significativa a produtividade estadual. As condições climáticas recentes — com dias ensolarados, temperaturas amenas e boa umidade no solo — têm favorecido o desenvolvimento e o enchimento dos grãos.

A produtividade média estadual está estimada em 2.445 quilos por hectare, representando elevação de 8,48% em relação à projeção inicial. A área cultivada atinge 393.252 hectares. Em relação ao estado fitossanitário, “as lavouras apresentam adequado controle de doenças, com baixa incidência de fungos na fase final do ciclo”, conforme destaca a Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, as lavouras mostram bom desenvolvimento, beneficiadas pelo clima favorável. A colheita em São Gabriel está praticamente concluída, restando apenas 5% da área cultivada. Já na Campanha, o enchimento de grãos segue dentro do previsto, com início da colheita programado para meados de novembro.

Em Erechim, a cultura encontra-se na fase de formação de grãos, com produtividade média de 2.400 kg/ha. Em Frederico Westphalen, 60% das lavouras já foram colhidas, com média de 2.370 kg/ha. Para uniformizar a maturação, produtores aplicaram glufosinato de amônio. Houve registros isolados de acamamento e granizo.

Na região de Ijuí, 20% das áreas já foram colhidas, e a produtividade varia entre 2.600 e 2.900 kg/ha, dependendo do nível tecnológico aplicado. Em Santa Maria, metade das lavouras está em maturação fisiológica, com 15% colhidas e rendimento médio previsto de 2.161 kg/ha. Em Soledade, 15% das áreas foram colhidas e 50% estão em enchimento de grãos, com bons resultados nas lavouras conduzidas sob manejo adequado.

No mercado, o produto destinado à indústria alimentícia registra preço médio de R$ 57,70 por saca de 60 quilos na região de Ijuí e R$ 66,00 em Frederico Westphalen.





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Clima favorece milho, mas ritmo varia entre regiões


A semeadura do milho no Rio Grande do Sul alcançou 75% da área prevista, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23). A instituição informou que o avanço ocorre de forma desigual entre as regiões, em razão das diferentes condições de umidade e temperatura.

Nas principais áreas produtoras, o plantio está praticamente concluído, com lavouras em fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. De acordo com o boletim, “a boa disponibilidade hídrica e as temperaturas adequadas têm beneficiado a cultura, exceto em pontos isolados onde a falta de chuvas ou o excesso de umidade impuseram ajustes no calendário de plantio”. Atualmente, 8% das lavouras estão em crescimento vegetativo e 2% em floração, apresentando bom vigor e arquitetura das plantas.

Os trabalhos de adubação de cobertura e controle de plantas daninhas estão em andamento. Segundo a Emater/RS-Ascar, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) vem sendo aplicado em diversas regiões, com monitoramento constante da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) e vaquinha (Diabrotica speciosa). Intervenções químicas estão sendo realizadas apenas em áreas com maior incidência.

Para a safra 2025/2026, a projeção é de 785.030 hectares cultivados, com produtividade estimada em 7.376 kg/ha.

Na região administrativa de Bagé, a semeadura segue em ritmo moderado, com produtores aguardando o retorno das chuvas para prosseguir. Na Fronteira Oeste, em São Borja, a área estimada é de 22 mil hectares, e as lavouras implantadas em agosto já estão em floração. Em Itaqui e Maçambará, o excesso de umidade e as baixas temperaturas causaram desuniformidade de plantas e falhas na emergência, sem possibilidade de replantio.

Na região de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, ainda limitado por temperaturas baixas e geadas. O plantio está concluído em municípios do entorno de Vacaria, enquanto nos Aparados da Serra, como Cambará do Sul e São José dos Ausentes, a semeadura ocorrerá em novembro.

Em Erechim, o desenvolvimento vegetativo é considerado satisfatório, embora tenha havido redução nas doses de fertilizantes por limitações financeiras dos produtores. Em Frederico Westphalen, o crescimento das lavouras se recupera após um início lento, favorecido pela adubação nitrogenada. A região registra ocorrência significativa de cigarrinha e percevejo, exigindo controle químico e monitoramento contínuo.

Na região de Ijuí, 6% da área foi semeada, com lavouras em ótimas condições vegetativas, colmos vigorosos e folhas bem desenvolvidas. A aplicação de fungicidas ocorre nas áreas próximas ao pendoamento. Em Santa Rosa, a semeadura chega a 88%, com lavouras vigorosas e controle eficiente de pragas pelo MIP.

Já em Soledade, o plantio alcança 60%. As lavouras semeadas em agosto iniciam o florescimento, especialmente nas áreas de menor altitude. O desenvolvimento é considerado uniforme, sem registros significativos de pragas.





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Exportações de carne bovina batem recorde em setembro



China impulsiona recorde nas exportações de carne



Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de carne bovina atingiram um novo recorde em setembro, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com dados do Cepea, foram exportadas 348 mil toneladas no mês, o maior volume já registrado para o período na série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O boletim destaca que “no acumulado do ano, as exportações já estão mais de 15% acima do total registrado em 2024”.

O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda da China e de Hong Kong, que tiveram papel central no avanço das vendas externas. Segundo o Cepea, a preparação para o Ano Novo Chinês, celebrado em fevereiro, tem elevado as compras de carne brasileira nesses mercados.

O documento também aponta que as festas de fim de ano no Brasil devem estimular o consumo interno, o que pode sustentar os preços no último trimestre de 2025. “Com isso, a carne tende a ficar ainda menos acessível para o consumidor brasileiro”, alerta o boletim.





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Clima favorece lavouras de feijão da 1ª safra



Feijão mantém ritmo de plantio e bom potencial produtivo



Foto: Canva

A semeadura do feijão da primeira safra avança no Rio Grande do Sul, acompanhando as variações de clima e solo nas regiões produtoras. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (23) pela Emater/RS-Ascar, o plantio nas áreas de segundo cultivo está próximo da conclusão, enquanto no Sul do Estado o processo ocorre de forma escalonada. Nos Campos de Cima da Serra, a semeadura é tradicionalmente tardia e deve começar em dezembro, após a colheita das lavouras mais precoces.

Segundo o informativo, “a maior parte dos cultivos está em fase de desenvolvimento vegetativo, e nas lavouras mais adiantadas já se observa o início do florescimento”. As condições climáticas recentes, com temperaturas em elevação e precipitações regulares, têm favorecido o crescimento das plantas. O documento destaca ainda que o frio residual e as geadas ocasionaram leve encarquilhamento foliar em algumas áreas, “sem impacto relevante sobre o potencial produtivo”.

O manejo fitossanitário segue de forma preventiva, com monitoramento de insetos e início das aplicações fungicidas nas lavouras em transição para o estágio reprodutivo. Conforme o levantamento, “a qualidade do estande e o vigor vegetativo indicam bom potencial de produtividade até o momento”. A área projetada para a primeira safra é de 26,06 mil hectares, com produtividade média estimada em 1.770 kg/ha.

Na região de Erechim, o plantio ainda não foi concluído devido às chuvas e ao frio no início do período, e deve se concentrar nas áreas de resteva do trigo. Em Ijuí, 3% das áreas já estão em florescimento, e há registro de leve encarquilhamento das folhas em decorrência das baixas temperaturas. A região de Pelotas tem 32% da área semeada, com 98% das lavouras em fase vegetativa e 2% em florescimento.

Em Santa Maria, cerca de 75% da área foi implantada. As temperaturas mais baixas afetaram parte das lavouras em floração, mas sem prejuízos significativos. Já em Soledade, as temperaturas amenas, a boa luminosidade e as chuvas regulares favoreceram o desenvolvimento inicial da cultura. O manejo de cobertura nitrogenada e o uso preventivo de fungicidas seguem em andamento. Nas áreas de menor altitude, onde o plantio começou em agosto, as lavouras precoces já iniciaram o enchimento de grãos. A semeadura atinge 5% da área total prevista.





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Camomila fortalece economia rural no Paraná


Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado na quinta-feira (23) pelos analistas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a camomila mantém relevância econômica nos municípios paranaenses onde é cultivada. O levantamento destaca que, embora a cultura represente pequena participação na produção agropecuária total, ela tem papel expressivo nas localidades especializadas.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Paraná respondeu por 79,5% das 391 toneladas produzidas no país em 2017, segundo o último Censo Agropecuário. “O estado foi responsável por 311 toneladas, que geraram R$ 2,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP), o equivalente a 91,5% do total nacional”, indica o boletim.

Naquele período, o município de Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba, liderava o ranking nacional, com 11 estabelecimentos produtores e colheita de 55 toneladas, resultando em R$ 400 mil de VBP.

Os dados mais recentes do Deral mostram que, em 2024, a camomila cultivada em 2,3 mil hectares rendeu 1,1 mil toneladas e R$ 15 milhões em VBP. O Núcleo Regional de Curitiba concentrou 98,7% da produção estadual. “A planta é explorada em 16 dos 399 municípios do Paraná, sendo Mandirituba, São José dos Pinhais e Contenda os principais polos, somando 72,6% da produção”, detalha o documento.

A cultura é destinada tanto ao mercado interno quanto à exportação, classificada na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) 1211.90.90, que agrupa produtos medicinais sob a categoria “outros”. Segundo o boletim, as atividades de colheita, transporte e secagem da safra 2025 já foram concluídas, e a comercialização segue ao longo do ano, conforme a demanda industrial e de exportação.

O Deral ressalta que um dos principais desafios enfrentados pelos produtores é a dependência de intermediários, o que reduz a margem de lucro. “Grande parte dos agricultores é composta por pequenos produtores, que ainda não dispõem de estrutura própria de beneficiamento”, conclui o informe.

 





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Morango gaúcho tem boa safra e alta demanda


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (23) pela Emater/RS-Ascar, a safra de morango no Rio Grande do Sul mantém bom ritmo de produção e qualidade dos frutos, com variação de preços conforme a região e a demanda do mercado.

Na região administrativa de Caxias do Sul, as condições climáticas recentes, com dias de boa luminosidade e ampla variação térmica, têm favorecido o crescimento, a maturação dos frutos e a emissão de flores, especialmente nas cultivares de dias neutros Albion e San Andreas. Segundo o informativo, “as plantas apresentam adequada condição fitossanitária, apesar de alguns problemas pontuais com mofo-cinzento e oídio”. A Emater também destacou o “aumento no uso de bactérias Bacillus spp. para controle de doenças”. Nesta primavera, o preço do morango in natura varia entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por quilo, enquanto o congelado é comercializado em torno de R$ 12,00/kg.

Na região de Pelotas, o informativo aponta que o período é de pico de safra, com frutos de excelente qualidade e tamanho. O aumento da oferta tem levado os produtores a se organizar para manter os preços estáveis. Conforme a Emater, “as plantas estão em bom estado sanitário e apresentam desenvolvimento e produção adequados”. Os preços variam entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg em Capão do Leão e Morro Redondo; R$ 13,00 a R$ 30,00/kg em Rio Grande; R$ 12,00 a R$ 27,00/kg em Pelotas; e cerca de R$ 20,00/kg em Turuçu.

Já na região de Santa Rosa, o cenário é de redução na floração devido à instabilidade climática. A Emater relata “presença de doenças como oídio e antracnose, além de pragas como ácaros e tripes”. A variação climática também tem afetado a polinização. “Com o florescimento de outras espécies nativas e cítricas, as abelhas diminuíram sua atividade nas plantas de morango, o que tem causado malformação de frutos”, informou o boletim.

O preço de venda de morangos selecionados na região está em torno de R$ 30,00/kg, enquanto os frutos menores, destinados à produção de sucos e geleias, são vendidos a R$ 18,00/kg. A demanda segue satisfatória, mas a entrada de frutas de outras regiões tem aumentado a concorrência. A Emater também apontou a falta de mão de obra para a toalete pós-colheita e a necessidade de variedades “mais resistentes e produtivas”. O informativo acrescenta que “o mercado de mudas importadas foi iniciado no período”, com destaque para as variedades de dias neutros Albion, San Andreas e Royal Royce.





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