sábado, março 28, 2026

Autor: Redação

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Projeto tenta barrar uso do IOF para arrecadação rápida



O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas


O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas
O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas – Foto: Agencia Brasil

A definição de regras mais claras para tributos que impactam o crédito e os investimentos voltou ao centro do debate econômico. Uma proposta apresentada na Câmara busca limitar mudanças frequentes e reforçar a previsibilidade no uso de um imposto que afeta diretamente diversos setores produtivos.

O deputado Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, protocolou projeto que estabelece critérios para alterações nas alíquotas do IOF. A iniciativa surge como reação ao uso recente do tributo pelo governo federal com finalidade arrecadatória, afastando-se da função regulatória original.

O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas, com o objetivo de evitar impactos sobre contratos em andamento e sobre a precificação de ativos. A medida também busca dar maior segurança a investidores e setores como agronegócio, infraestrutura e mercado imobiliário, que dependem de crédito e planejamento de longo prazo.

Segundo o parlamentar, o uso recorrente do IOF como instrumento de ajuste fiscal de curto prazo compromete o ambiente de negócios. Ele avalia que alterações frequentes geram insegurança jurídica e afastam investimentos.

A proposta também prevê isenção do imposto sobre instrumentos financeiros utilizados no financiamento produtivo, como LCA, CRA, CPR, CDCA, LCI e CRI, além de fundos ligados à infraestrutura, inovação e agroindústria.

O projeto foi apresentado após tentativas do governo, em 2025, de elevar o IOF por decreto para reforçar a arrecadação, medida que gerou reação no Congresso e no mercado e acabou parcialmente revertida. Nesse cenário, a iniciativa se soma à agenda da FPA por maior estabilidade regulatória e redução de custos de financiamento.

 





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“Mercado de insumos nunca esteve tão pressionado”



O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento


O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento
O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento – Foto: Divulgação

A pressão sobre o mercado global de fertilizantes já começa a impactar o planejamento da próxima safra brasileira, em meio a restrições simultâneas de oferta e incertezas geopolíticas. A avaliação é de Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso e do Instituto do Agronegócio.

O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento. A Rússia, responsável por praticamente todo o fornecimento de nitrato de amônio ao Brasil, suspendeu temporariamente os embarques. Ao mesmo tempo, a China interrompeu exportações de fosfatados e nitrogenados, sem previsão clara de retomada. Soma-se a isso o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de fertilizantes, afetada por tensões envolvendo o Irã.

Os reflexos já aparecem nos custos de produção. Insumos como MAP, DAP e cloreto de potássio acumulam altas ao longo de 2026, pressionando as margens de culturas como soja e milho. O Ministério da Agricultura classifica o momento como de elevado risco de desabastecimento, com estimativa de déficit entre 1 e 3 milhões de toneladas de fosfatados.

A preocupação se intensifica diante do calendário agrícola. A demanda do Hemisfério Norte entra em fase de pico, enquanto o Brasil mantém forte dependência externa, com cerca de 85% do consumo de fertilizantes vindo de importações. Esse desequilíbrio estrutural, aliado à instabilidade internacional, reforça a tendência de preços elevados no curto prazo.

Para a safra 2026/2027, o ambiente é de incerteza. Produtores, cooperativas e investidores enfrentam um mercado mais caro e volátil, com risco concreto de escassez. Nesse contexto, decisões antecipadas de compra e diversificação de fornecedores passam a ser determinantes não apenas para controlar custos, mas para garantir produtividade.

 





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Alta do diesel dispara alerta no campo



Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo


Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo
Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo – Foto: Canva

O aumento do custo do diesel em 2026 já provoca efeitos diretos nas operações agrícolas, pressionando margens e exigindo maior controle sobre os gastos no campo. Em um ambiente de instabilidade no mercado internacional de petróleo, produtores intensificam a busca por soluções que preservem a rentabilidade ao longo da safra.

Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo. Avaliações em campo indicam que máquinas com maior nível tecnológico conseguem reduzir significativamente o consumo por hora trabalhada, segundo Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produtos da Massey Ferguson. Considerando ciclos operacionais que podem alcançar cerca de 2.000 horas por safra, a economia pode ultrapassar 20 mil litros de diesel por equipamento, ampliando a área atendida com o mesmo volume de combustível .

A modernização da frota se consolida como uma estratégia técnica e econômica. Equipamentos com transmissões continuamente variáveis e motores mais eficientes apresentam menor consumo específico, além de melhorar o rendimento operacional e a previsibilidade dos custos. Outro efeito relevante é a redução do desgaste interno dos componentes, o que impacta positivamente a manutenção e a vida útil das máquinas .

Resultados de testes em diferentes culturas e sistemas produtivos reforçam esse cenário. Em operações de plantio, preparo de solo e subsolagem, o uso de tecnologias mais avançadas proporcionou reduções expressivas no consumo de combustível e ganhos de eficiência operacional. Em alguns casos, também houve diminuição no tempo de execução das atividades, antecipando etapas importantes do calendário agrícola .

“Isso significa que grandes propriedades conseguem finalizar suas janelas de operação com dias de antecedência, reduzindo o número de máquinas necessárias na lavoura, a necessidade de horas extras e, novamente, a exposição da frota ao consumo de diesel”, finaliza Zanetti.

 





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Demanda puxa soja, enquanto custos limitam ganhos



O contrato de maio subiu 0,17%


O contrato de maio subiu 0,17%
O contrato de maio subiu 0,17% – Foto: Nadia Borges

O mercado da soja apresentou leve recuperação nas cotações internacionais, impulsionado principalmente pelo desempenho dos subprodutos e pelo avanço da demanda externa. As informações são da TF Agroeconômica e indicam que os contratos em Chicago encerraram o dia em alta, com destaque para o óleo de soja, que liderou os ganhos diante da expectativa de mudanças nas regras de biocombustíveis nos Estados Unidos.

O contrato de maio subiu 0,17%, enquanto julho avançou 0,15%. Entre os derivados, o farelo registrou valorização após interrupção de uma sequência de quedas, sustentado por vendas relevantes reportadas pelo USDA. Já o óleo de soja teve alta mais expressiva, refletindo o ambiente de expectativa regulatória. As exportações semanais de soja em grão também superaram projeções, com forte presença chinesa nas compras.

No Brasil, o avanço da colheita e fatores logísticos seguem moldando o ritmo de comercialização. No Rio Grande do Sul, a colheita atinge 10% da área, ainda com grande variabilidade produtiva. O porto opera estável, enquanto o interior enfrenta negociações travadas devido ao custo elevado do frete, influenciado pelo diesel mais caro.

Em Santa Catarina, a demanda das agroindústrias mantém o mercado mais aquecido, garantindo liquidez e sustentação de preços mesmo diante da pressão externa. No Paraná, a colheita já alcança 82%, mas entraves fitossanitários com a China e custos logísticos elevados geram insatisfação entre produtores e dificultam o escoamento.

No Centro-Oeste, o Mato Grosso do Sul também chega a 82% de colheita, com tradings oferecendo prêmios para estimular vendas, enquanto produtores ainda retêm grande parte da produção. Já no Mato Grosso, o cenário é marcado por fretes elevados e forte demanda por transporte, ao mesmo tempo em que a indústria de biodiesel amplia sua atuação para absorver parte da oferta.


 





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Boletim de monitoramento da Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras


milho - bahia - conab
Foto: Agência Marca Studio Criativo

O mais recente Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que as lavouras de soja e milho segunda safra seguem com desenvolvimento acima da média na maior parte do Brasil, mesmo diante de um cenário climático marcado por contrastes.

De acordo com o levantamento, os índices de vegetação continuam apontando condições favoráveis nas principais regiões produtoras, refletindo o bom desempenho das lavouras até o momento. O resultado positivo ocorre apesar da distribuição irregular das chuvas ao longo de março.

No período entre os dias 1º e 21, os maiores volumes de precipitação foram registrados no Centro-Norte do país. Se por um lado o excesso de chuvas dificultou a colheita da soja em algumas áreas, por outro contribuiu para o desenvolvimento das culturas em campo, tanto da primeira quanto da segunda safra.

Na região Norte, o cenário foi predominantemente positivo, com chuvas bem distribuídas e níveis adequados de umidade no solo. Ainda assim, estados como Pará e Tocantins enfrentaram problemas pontuais durante a colheita da soja devido ao excesso de precipitações. Em Roraima, a ausência de chuvas seguiu dentro da normalidade para o período.

Já no Nordeste, as chuvas se concentraram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, beneficiando as lavouras. No entanto, a irregularidade das precipitações no semiárido e as altas temperaturas em parte da Bahia resultaram em restrição hídrica e atrasos na semeadura do milho e feijão segunda safra.

No Sul do país, o cenário foi mais desafiador. A irregularidade e o baixo volume de chuvas comprometeram o armazenamento hídrico do solo, afetando o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, no Centro-Oeste, principal polo produtor de grãos do país, as chuvas foram mais frequentes em Mato Grosso e Goiás. Apesar de atrasos pontuais na colheita da soja, as precipitações ajudaram no desenvolvimento das lavouras. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados na segunda semana do mês foram fundamentais para recuperar a umidade do solo em áreas que enfrentavam déficit hídrico.

No Sudeste, os volumes de chuva também favoreceram o campo, com registros mais expressivos em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ao longo da segunda semana, avançando posteriormente para outras áreas mineiras e o Espírito Santo.

O cenário traçado pela Conab reforça que, apesar dos desafios climáticos regionais, a safra 2025/26 mantém um quadro geral positivo, sustentado pelas boas condições de desenvolvimento das lavouras na maior parte do território nacional.

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Mercado de milho trava e preços ficam sem rumo


O mercado de milho apresentou comportamento misto ao longo do dia, refletindo um ambiente de incerteza tanto no cenário interno quanto externo. Segundo análise da TF Agroeconômica , os contratos na B3 oscilaram levemente, acompanhando a estabilidade observada no mercado internacional, mas ainda sem direção clara de preços.

Na bolsa brasileira, os vencimentos registraram pequenas variações, com o contrato de maio/26 cotado a R$ 72,05, julho/26 a R$ 71,05 e setembro/26 a R$ 71,50. A leve alta em Chicago e o comportamento do dólar deram algum suporte às cotações, mas o mercado físico travado segue limitando movimentos mais consistentes.

No Rio Grande do Sul, a colheita avança de forma irregular e o mercado permanece com baixa liquidez. As negociações são pontuais, com preços entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca. A colheita atinge 73% da área, com variações regionais importantes e produtividade impactada pela irregularidade das chuvas, incluindo perdas pontuais em algumas localidades.

Em Santa Catarina, o principal entrave continua sendo o desalinhamento entre compradores e vendedores. Enquanto produtores pedem cerca de R$ 75,00 por saca, a demanda se posiciona próxima de R$ 65,00, mantendo o mercado com pouca fluidez.

No Paraná, o cenário também é de negociações limitadas, com indicações próximas de R$ 70,00 por saca e demanda ao redor de R$ 60,00. O plantio da segunda safra alcança cerca de 90% da área, mas fora da janela ideal em muitos casos, elevando a cautela quanto ao potencial produtivo.

Já em Mato Grosso do Sul, os preços ensaiam recuperação após quedas recentes, com referências entre R$ 55,00 e R$ 57,00 por saca. O setor de bioenergia segue como importante fator de sustentação, embora o mercado ainda opere com baixa liquidez e compradores seletivos.

 





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Soja tem cotações mistas e negócios travados com oscilação em Chicago e no dólar; saiba mais


Reprodução Canal Rural/Soja Brasil

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com cotações mistas, refletindo a volatilidade na Bolsa de Chicago e no câmbio. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os melhores momentos de preços ocorreram pela manhã, acompanhando a alta em Chicago.

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Ao longo do dia, no entanto, o cenário mudou. A Bolsa passou a recuar, junto com o dólar, o que resultou em variações entre altas e baixas no mercado físico. Depois disso, o mercado travou. Os agentes seguem cautelosos e aguardam novos direcionadores, especialmente o relatório de intenção de plantio da nova safra dos Estados Unidos, previsto para o dia 31.

Na semana, houve algum avanço na comercialização, mas ainda em ritmo moderado, sem grande intensidade.

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): recuou de R$ 110,00 para R$ 109,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 113,00 para R$ 114,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 110,50 para R$ 111,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Chicago, praticamente zerando os ganhos da semana. O movimento foi de realização de lucros, com os agentes avaliando novas regras para a produção de biodiesel nos Estados Unidos e se posicionando antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos definiu metas mais altas para a mistura de biocombustíveis em 2026 e 2027, o que foi visto como positivo para a demanda agrícola. Ao mesmo tempo, a expectativa é de aumento na área plantada com soja no país, impulsionada pelos altos custos dos fertilizantes, que podem reduzir a área destinada ao milho.

O relatório de intenção de plantio será divulgado na terça-feira, às 13h. A expectativa do mercado é de uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões do ano passado.

Também será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com previsão de 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, acima do volume registrado no mesmo período do ano anterior.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 11,59 1/4 por bushel, com queda de 1,23%. A posição julho encerrou a US$ 11,75 1/4, com recuo de 1,19%.

Entre os subprodutos, o farelo caiu 2,11%, para US$ 315,30 por tonelada, enquanto o óleo recuou 0,89%, para 67,41 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,2382 para venda. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,2174 e R$ 5,2789. Na semana, acumulou desvalorização de 1,38%.

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Boi gordo: preços da carne sobem no atacado com baixa disponibilidade


boi gordo pecuária
Foto: Agência IBGE Notícias

O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando algumas negociações acima da referência média. O movimento de alta no mercado físico está alicerçado em dois vetores básicos, são eles a oferta ainda anêmica em meio à boa condição dos pastos. Essa variável faz com que a indústria frigorífica encontre muitas dificuldades na composição de suas escalas de abate, que hoje está posicionada entre cinco e sete dias úteis na
média nacional.

O segundo alicerce do atual movimento de alta está associado ao forte ritmo de embarques. A demanda chinesa permanece aquecida, tanto importadores da China quanto os exportadores brasileiros aceleram a alta visando preencher o maior volume possível da cota.

Vale destacar que a exportação extracota conta com tarifas adicionais de 55%, totalizando 67% de tarifa, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

  • Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 358,25, na modalidade a prazo
  • Em Goiás, a indicação média foi de R$ 340,32 para a arroba do boi gordo
  • Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 344,71
  • Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 348,75
  • Em Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 353,45

Atacado

O mercado atacadista apresenta alta consistente em seus preços durante a sexta-feira (27). Este movimento está centrado na baixa disponibilidade de produto, que mantém preços em patamares muito elevados, mesmo em um momento de perda de competividade se comparado as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango. Mais uma vez a variável oferta se mostra mais impactante que a variável demanda, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 27,50, por quilo, alta de R$ 0,20. Quarto dianteiro foi
cotado a R$ 21,80, por quilo, alta de R$ 0,80. Ponta de agulha foi precificada a R$ 20,00, por
quilo, alta de R$ 0,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,2382 para venda e a R$ 5,2362 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2174 e a máxima de R$ 5,2789. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,38%.

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Fávaro é exonerado do cargo de ministro para votar no relatório da CPMI do INSS


Foto: Mapa

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, foi exonerado do cargo nesta sexta-feira (27). O decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Com a saída, Fávaro retorna ao Senado em um momento considerado crucial para o governo federal: a votação do relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Rural (INSS).

A suplente Margareth Buzetti, que ocupava a vaga no colegiado, afirmou que a exoneração seria uma estratégia do Palácio do Planalto para garantir o voto de Fávaro. “O governo deve estar com muito medo do relatório”, declarou.

Segundo a senadora, ela votaria a favor dos indiciamentos propostos pelo relator, o deputado Alfredo Gaspar. Entre os nomes citados está Fábio Luís Lula da Silva.

Margareth afirmou ainda que deixa a função “de cabeça erguida” e defendeu a apuração dos fatos independentemente de governos. Ela criticou possíveis desvios de recursos públicos, destacando o impacto direto sobre aposentados e a população.

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Mapa cria grupo de trabalho para fortalecer sustentabilidade da carne bovina


Pecuária
Foto: reprodução/Planeta Campo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) criou um grupo de trabalho com o objetivo de avançar na sustentabilidade da cadeia da carne bovina no Brasil. A iniciativa pretende ampliar o controle da produção, melhorar a gestão das informações e tornar o sistema mais confiável.

A proposta é ampliar o controle e a eficiência de toda a cadeia produtiva da carne bovina, alinhando sustentabilidade e competitividade.

O grupo reúne representantes de diferentes áreas do ministério, além de instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Federação dos Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Entre as principais ações previstas estão a definição de critérios e prazos para a rastreabilidade do rebanho, a harmonização de políticas públicas e o fortalecimento do diálogo entre governo, produtores e agentes do mercado.

O desenvolvimento de soluções que incentivem práticas mais sustentáveis também está entre as prioridades, assim como o fortalecimento da cadeia da carne bovina e a ampliação do acesso a mercados.

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