terça-feira, agosto 11, 2026

Autor: Redação

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Colheita de milho atinge 21% de área cultivada e é a mais rápida da história, diz AgRural


A colheita da segunda safra de milho no centro-sul do Brasil alcançou 21% da área cultivada até a última quinta-feira (13), disse a AgRural nesta segunda-feira (17), apontando que o índice é o mais alto para esta época do ano desde 2013, quando a consultoria iniciou levantamentos semanais de colheita para a safrinha.

A colheita avançou 11 pontos percentuais em relação aos 10% registrados na semana passada. Há um ano, o percentual para esta época era de 5%.

O tempo mais quente e seco da semana passada acelerou a perda de umidade dos grãos, dando impulso aos trabalhos.

Que já vinham bem embalados devido ao plantio antecipado e ao encurtamento do ciclo das lavouras em algumas áreas, disse a AgRural.



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FPA critica adiamento do Plano Safra: “desorganização e ineficiência“ | Blogs


A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) fez duras críticas à decisão do governo de adiar o anúncio do Plano Safra. O evento estava previsto para esta quarta-feira (26). O Palácio do Planalto, no entanto, decidiu remarcar a agenda para a próxima terça-feira (3).

“Os produtores rurais ficarão descobertos durante a primeira semana de vigência do plano, ou seja, todos os problemas que estiverem na proposta inicial ainda precisarão ser corrigidos, o que leva mais tempo ainda para a chegada do crédito aos produtor. Uma desorganização e ineficiência diante das crises enfrentadas pelo setor e da sanha arrecadatória estampada pela real atuação do governo federal”, disse a FPA em nota enviada à CNN.

No fim da semana passada, o governo já havia decidido cancelar o evento de lançamento do plano 2024/2025 em Rondonópolis, no Mato Grosso. A mudança de planos, segundo apurou a CNN, se deu por receio de “reações negativas”.

A nova edição do Plano Safra deve superar R$ 510 bilhões. Se o valor se confirmar, será o maior já destinado ao programa.

Mesmo assim, representantes do agro têm feito questão de demonstrar aumento no incômodo do setor. Tanto pelo fracassado episódio do leilão para importação de arroz, quanto pela medida provisória que muda regras de dedução do PIS/Cofins para compensar a desoneração da folha de pagamento.

Na ocasião, a medida também recebeu fortes críticas das confederações do agro, indústria, comércio e transportes.



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Lula afirma que sem-terra não faz invasões de terra há muito tempo


Em entrevista à Rádio Princesa de Feira de Santana, na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que “faz tempo que sem-terra não invade terra nesse país”.

O chefe do Executivo afirmou que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fez uma opção de se transformar em pequenos produtores altamente produtivos, inclusive se tornando o maior produtor de arroz orgânico da América Latina.

Declaração sobre ocupações de terras

Lula citou uma fala recente do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que disse que o agronegócio não deveria temer ocupações do MST, pois quem está “tomando terra deles hoje são os bancos que compram o título da dívida agrária deles”.

Segundo o presidente, os bancos que detêm os títulos de dívida dos produtores rurais “vão em cima e recebem ou tomam a terra”. Ele reforçou que “faz muito tempo que os sem-terras fizeram uma opção de se transformar em pequenos produtores altamente produtivos”.

Produção de alimentos saudáveis

Lula destacou que o MST tem o objetivo de “colocar alimento saudável na mesa do povo trabalhador”, além de ser o maior produtor de arroz orgânico da América Latina. Essa declaração ocorre em meio a discussões sobre a reforma agrária e o papel dos movimentos sociais no campo.



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Especialista alerta sobre risco de taxação de fundos agro e imobiliário


O diretor de agronegócio da Suno, Octaciano Neto, falou ao CNN Prime Time nesta terça-feira (2) sobre os riscos de uma eventual taxação de fundos imobiliários e do Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro) pelo governo.

De acordo com Neto, esses fundos são instrumentos que atraem a poupança dos brasileiros para investir em setores essenciais como infraestrutura, agricultura e agronegócio.

Nos últimos anos, o governo vinha reduzindo as taxações sobre esses fundos, visando atrair capital privado diante da diminuição dos investimentos públicos.

No entanto, a atual gestão federal tem adotado medidas contrárias ao setor, como aumentar o número mínimo de cotistas e criar dificuldades na emissão de títulos.

Agora, a especulação de uma tributação sobre as receitas desses fundos vai na “contramão da atração do dinheiro privado”, afirma Neto.

Impacto na atração de investimentos

O especialista alerta que, caso essa tributação se concretize, os investidores provavelmente migrarão para aplicações mais seguras, mas que não geram desenvolvimento para o país, como títulos do Tesouro.

Isso pode “paralisar” uma indústria que hoje movimenta R$ 300 bilhões em patrimônio líquido e envolve 3 milhões de brasileiros.

Impacto no financiamento do agro

Questionado sobre o atraso na divulgação do Plano Safra, que também gera incertezas para os produtores, Neto afirmou que esse programa governamental já não é suficiente para atender à demanda de crédito do setor, que ultrapassa R$ 1 trilhão por ano.

Enquanto o Plano Safra fica abaixo de R$ 500 bilhões, concentrado no custeio de curto prazo, o mercado privado se torna cada vez mais essencial para financiar a atividade.

“O governo não consegue financiar 100% da agricultura brasileira com o Plano Safra e agora quer tributar os fundos, como o Fiagro, que vai dificultar a atração de investimento privado. Isso é horrível para o setor”, alertou Neto.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais



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Plano Safra não atende demanda do agronegócio brasileiro, diz especialista à CNN


Em entrevista ao CNN Prime Time, nesta terça-feira (2), o diretor de agronegócio da Suno, Octaciano Neto, afirmou que o Plano Safra anunciado pelo governo federal não é suficiente para atender as necessidades do setor agropecuário brasileiro.

Neto explicou que a necessidade de crédito dos produtores rurais ultrapassa R$ 1 trilhão por ano, enquanto o Plano Safra disponibiliza cerca de R$ 400 a R$ 500 bilhões, concentrados principalmente em recursos de curto prazo para custeio.

Dependência do mercado privado

“O Plano Safra já não dá conta da agricultura brasileira há muitos anos”, afirmou o especialista, destacando que o crescimento da demanda por crédito é mais rápido que o aumento dos valores disponíveis no programa oficial.

De acordo com Neto, o setor passou a depender cada vez mais do mercado privado, seja bancário ou de capitais, para financiar suas atividades. Ele estima que o Plano Safra atenda hoje cerca de 40% da demanda, contra 100% no passado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)



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Governo lança nesta quarta-feira Plano Safra 2024/25


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai lançar nesta quarta-feira (3) o Plano Safra 2024/25 para agricultura empresarial e familiar. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o Safra 2024/25 terá R$ 475,56 bilhões em recursos disponíveis para financiamentos de pequenos, médios e grandes produtores.

O valor é 9% maior que o ofertado na safra anterior, de R$ 435,8 bilhões. Do montante, R$ 400,585 bilhões serão destinados para a agricultura empresarial e R$ 74,98 bilhões para a agricultura familiar.

O lançamento será feito em duas etapas: de manhã, o pacote para a agricultura familiar, enquanto o Plano Safra 2024/25 empresarial será divulgado no período da tarde, no Palácio do Planalto. O presidente Lula afirmou que “há uma política de financiamento do governo extraordinária” para o agronegócio.

“Serão dois grandes programas de financiamento, juros subsidiados, para que as pessoas possam continuar trabalhando, porque eu acho que nós temos que levar em conta que o agronegócio hoje é responsável por grande parte da riqueza deste país, e é importante que continue assim”, disse o presidente.

Segundo divulgado, o custo com equalização de juros do Plano Safra terá um aumento de 23%, totalizando R$ 16,7 bilhões. Para a agricultura empresarial, o Tesouro Nacional destinará R$ 6,3 bilhões para equalização de juros, em comparação aos R$ 5,1 bilhões da safra atual.

Já para a agricultura familiar, o investimento será de R$ 10,4 bilhões, ante R$ 8,5 bilhões liberados no ano passado.

O governo federal deve também somar fontes de crédito rural para aplicação em Cédulas de Produto Rural (CPRs) no número geral do Plano Safra 24/25. Com isso, o valor total de recursos disponibilizados aos produtores no período de julho de 2024 até o fim de junho de 2025 será de R$ 582 bilhões.

Briga por recursos

O planejamento inicial do ministério da Agricultura era atingir só com o Plano Safra 24/25 mais de R$ 500 bilhões, mas o montante teve que ser reduzido depois de alguns debates com a equipe econômica do governo.



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Plano Safra da Agricultura familiar será de R$ 76 bilhões | Blogs


O governo federal anuncia, nesta quarta-feira (3), que irá destinar R$ 76 bilhões ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o chamado Plano Safra da Agricultura Familiar, para 2024/2025.

No ano passado, foram destinados R$ 71,6 bilhões.

Esse dinheiro está inserido em ações de investimento e financiamento para pequenos produtores.

Somado com o crédito para os agricultores de médio e grande porte, o governo espera anunciar mais de R$ 500 bilhões, nesta quarta-feira.

O presidente Luiz Inácio Inácio Lula da Silva e o ministro de Desenvolvimento Agrário Paulo Teixeira participam do evento sobre o Plano Safra da Agricultura Familiar, nesta manhã, no Palácio do Planalto. À tarde, será a vez de Lula e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, divulgarem o pacote todo.

Além dos valores, o governo pretende anunciar diminuição de juros e estímulo à mecanização no campo.



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Débora Oliveira: Agronegócio teme prejuízos com alta do dólar diante do Plano Safra 2024/25


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesta quarta-feira (3) o Plano Safra 2024/25 para a agricultura empresarial e familiar, com R$ 475,56 bilhões em recursos disponíveis para financiamentos. Embora o valor represente um aumento de 9% em relação ao ano anterior, o agronegócio demonstra preocupação com a alta do dólar.

De acordo com Débora Oliveira, analista da CNN Brasil, o setor teme prejuízos financeiros devido ao impacto da valorização da moeda americana nos custos de produção.

Custo de insumos

Segundo o especialista Aledelara, da Pine Agronegócio, o setor ainda precisa comprar 45% dos fertilizantes e 70% dos defensivos para as safras de verão, a serem plantadas a partir de setembro. Com o dólar cotado a R$ 5,66 na quarta-feira, esses insumos ficam mais caros.

Além disso, caso o dólar despenque em janeiro de 2024, quando a safra atual começar a dar retorno, a margem de lucro pode ser reduzida devido aos altos custos iniciais de produção.

Necessidade de financiamento

O agronegócio depende de planos como o Plano Safra para subsidiar e financiar as safras antecipadamente. Porém, mesmo com os recursos anunciados, a alta do dólar pode tornar os valores insuficientes para as necessidades do setor.

Alguns produtores também criticam o discurso do governo, alegando que declarações contra o setor econômico contribuem para a valorização do dólar e impactam negativamente os custos de produção.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais



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