segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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Lei define capital nacional da cevada e do malte



A Lei 14.956/24, que confere o título de Capital Nacional da Cevada e do Malte a Guarapuava (PR), foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira (5).

Sancionada sem vetos pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a norma originou-se do Projeto de Lei 2181/23, da Câmara dos Deputados.

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“Guarapuava se destaca, há mais de 13 anos, pela maior produtividade por hectare de cevada cervejeira do Brasil”, afirma o autor da proposta, deputado Marco Brasil (PP-PR).

De acordo com dados do IBGE, o Paraná é responsável por boa parcela da produção nacional de cevada, com o município de Guarapuava liderando essa estatística. Entre 2012 e 2021, o município respondeu, em média, por 20% do total da produção brasileira.

Marco Brasil acredita que a concessão do título de capital nacional ao município poderá ajudar a desenvolver toda a cadeia produtiva da cerveja, além de incentivar a criação de roteiros turísticos ligados ao setor cervejeiro.

Em 2017, uma lei estadual condeceu a Guarapuava o título de Capital Paranaense da Cevada e do Malte.



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falta de chuva preocupa; cotações têm novos aumentos



A falta de chuva nas principais regiões produtoras de soja no Brasil vem deixando agentes em alerta, visto que esse cenário pode atrasar o início da semeadura na temporada 2024/25.

Segundo pesquisas do Cepea, nesse cenário, vendedores restringem o volume ofertado no spot nacional, ao passo que consumidores domésticos e internacionais disputam a aquisição de novos lotes.

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Com a demanda superando a oferta, os prêmios de exportação e os preços domésticos da soja seguem em alta, também conforme levantamentos do Cepea.

A paridade de exportação indica, ainda, valores maiores para o próximo mês, o que reforça a resistência dos sojicultores em negociar grandes quantidades no curto prazo.



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Porto de Fortaleza pode ser alternativa para exportação do algodão do Matopiba


Uma comitiva da Associação Baiana dos Produtores de Algodão do Matopiba (Abapa), visitou na última semana, o Porto de Fortaleza (CE), com o objetivo de avaliar a infraestrutura do terminal para exportação como alternativa viável ao Porto de Santos.

De acordo com a Abapa, atualmente o porto santista, o maior da América Latina, é responsável por 90% da exportação de algodão brasileiro, incluindo o algodão da Bahia.

Também participaram da visita, o presidente da associação, Luiz Carlos Bergamaschi, acompanhado do conselheiro Celestino Zanella e do diretor executivo, Gustavo Prado.

“Estamos explorando alternativas para tornar o algodão baiano mais competitivo. E visitas como estas são importantes para que possamos conhecer o funcionamento e a estrutura dos portos disponíveis no Brasil, sempre em busca de rotas que possam garantir um tempo menor entre o embarque e a chegada do produto até destino final, e assim, garantir maior competitividade e mais valor ao nosso algodão,” explica Bergamaschi.

A comitiva foi recebida por representantes do Porto Pecém, da Tecer – Terminais Portuários do Ceará, e operadores como APM Terminals e Unilink.

Brasil bate recorde na produção de algodão com inovação tecnológica e parcerias estratégicasBrasil bate recorde na produção de algodão com inovação tecnológica e parcerias estratégicas
Foto: Divulgação

Durante a visita, foram apresentadas as instalações do Porto de Fortaleza, que possui uma capacidade de movimentação de cerca de 500 mil TEUs ou 6 milhões de toneladas em contêineres.

Além disso, o porto se destaca pela sua possibilidade de expansão, mesmo já movimentando uma variedade de produtos como carvão, ferro, aço, frutas, grãos e fibras.

Em paralelo, a Bahia tem ampliado suas opções logísticas. Em julho, foi inaugurada uma nova rota de exportação no Porto de Salvador para a Ásia, com o navio MSC Orion, que transporta cargas de algodão, soja, café e outros grãos diretamente para compradores asiáticos.


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AgroNewsPolítica & Agro

Sudeste Asiático: Avanço em Biocombustíveis Sustentáveis


Os números da produção de SAF na região estão em expansão



Os números da produção de SAF na região estão em expansão
Os números da produção de SAF na região estão em expansão – Foto: Nadia Borges

O Sudeste Asiático tem se consolidado como um polo crucial na produção de biocombustíveis sustentáveis, especialmente no setor de transportes. Os biocombustíveis que mais têm ganhado destaque na região são o bioquerosene de aviação (SAF) e o biocombustível marítimo (biobunker), que representam frentes promissoras no setor bioenergético.

De acordo com a S&P Global, a demanda por SAF (Sustainable Aviation Fuel) está projetada para crescer de forma significativa, atingindo seu pico até 2035. As iniciativas do mercado e as regulamentações serão determinantes para a penetração desse combustível até 2050. Recentemente, a National Research Foundation de Singapura lançou um programa de US$ 90 milhões voltado para a produção de SAF e outras fontes renováveis. Esse investimento tem o objetivo de apoiar as metas globais de utilização do SAF na aviação, que são de 3,24% até 2040 e 24,06% até 2050.

Os números da produção de SAF na região estão em expansão, destacando-se a Neste Singapore, a maior planta de produção de SAF do mundo. A empresa fez um investimento de US$ 1,4 bilhão em uma biorrefinaria inaugurada em 2019 e já firmou contratos com a Singapore Airlines e a Scoot. Outro grande avanço vem do Bangchak Group da Tailândia, que está desenvolvendo uma nova planta de SAF com capacidade para produzir 1 milhão de litros de biocombustível diariamente. O início da operação dessa planta está previsto para o segundo trimestre de 2025.

Esses desenvolvimentos destacam o papel crescente do Sudeste Asiático na transição para fontes de energia mais sustentáveis, contribuindo significativamente para o futuro da aviação e do transporte marítimo.
 





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Soja: clima e câmbio impactam o mercado interno


Nas últimas duas semanas, o mercado da soja em Chicago ganhou força. A alta nos preços foi impulsionada, principalmente, por fatores climáticos e pelo câmbio, que têm impacto direto no mercado interno. A previsão de clima seco em setembro, especialmente nas regiões centrais do Brasil, gera especulações, uma vez que o atraso das chuvas pode adiar o início do plantio.

A semeadura, que já deveria estar em andamento no Paraná, continua suspensa por falta de previsão de chuvas. Sem as condições climáticas adequadas, as máquinas permanecem paradas e os produtores demoram para entrar em campo, aumentando a incerteza no mercado e pressionando os preços para cima.

“Além do clima no Brasil, o cenário nos Estados Unidos também contribuiu para a alta. Embora a colheita norte-americana esteja prestes a começar, as lavouras pioraram levemente na última semana, ainda que não estejam em condições críticas”, afirma Luiz Fernando Gutierrez, consultor da Safras & Mercado.

Gutierrez destaca que o mercado, que já se encontrava sobrevendido, aproveitou esse momento de incerteza para ajustar os preços. Apesar da recuperação, ele alerta que o movimento ainda não é definitivo e que outros fatores podem influenciar a tendência dos próximos meses.

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Câmbio

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Foto: Pixabay/montagem

Outro fator importante foi o câmbio, que voltou a trabalhar em torno de R$ 5,70 ao longo de agosto, favorecendo o preço da soja no mercado interno. Além disso, os prêmios também se mantêm firmes, reflexo de uma oferta mais restrita no Brasil nesta temporada, especialmente nos últimos meses do ano.

“Esse recente movimento de alta deve ser aproveitado pelo produtor, especialmente para a nova safra. Se as chuvas chegarem no final de setembro ou início de outubro, a chance de uma safra recorde no Brasil e na Argentina é alta, o que pode elevar a produção global, aumentar os estoques e pressionar os preços para baixo”, comenta Luiz Fernando.

Tendência para 2025

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Foto: Guilherme Soares/Canal Rural BA

A tendência para o primeiro trimestre de 2025 é de preços mais baixos, caso uma safra robusta seja colhida na América do Sul. No curto prazo, pode haver movimentos especulativos, mas a perspectiva macroeconômica é mais negativa para os preços no longo prazo. Assim, o produtor deve ficar atento e aproveitar os momentos de alta no mercado atual.



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Mercado eleva para 2,68% projeção de expansão da economia em 2024


A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,46% para 2,68%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

A revisão de 0,22 ponto percentual para cima ocorre após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre do ano, que surpreendeu e subiu 1,4% em comparação ao primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.

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Para 2025, a expectativa para o PIB passou de 1,85% para 1,9. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro também projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.

A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,35 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.

Inflação

Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – em 2024 passou de 4,26% para 4,3%. Para 2025, a projeção da inflação ficou em 3,92%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em julho, puxado principalmente pelos preços da gasolina, passagens de avião e energia elétrica, a inflação do país foi 0,38%, após ter registrado 0,21% em junho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,5%, no limite superior da meta de inflação.

A inflação de agosto será divulgada amanhã (10) pelo IBGE.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante de um ambiente externo adverso e do aumento das incertezas econômicas, na última reunião, no fim de julho, o BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções que foi de agosto de 2023 a maio de 2024.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta nos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.

Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021. A próxima reunião do Copom está marcada para 17 e 18 de setembro deste ano.

Para o mercado financeiro, a Selic deve subir novamente e encerrar 2024 em 11,25% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



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Paraná deve enfrentar nova onda de calor e baixa umidade do ar



O estado do Paraná deve enfrentar, a partir desta semana, nova onda de calor, sobretudo na região dos Campos Gerais, no centro-sul do estado e na capital, Curitiba. O alerta foi feito na sexta-feira (6) pelo meteorologista do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), Lizandro Jacóbsen.

Segundo ele, já no fim de semana haveria gradativa elevação das temperaturas, “voltando a fazer bastante calor em grande parte das regiões paranaenses”, disse. “Só o litoral e a Serra do Mar seguem com temperatura amena.”

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Jacóbsen advertiu também que, nesta semana que se inicia, além das altas temperaturas, a onda de calor virá acompanhada de baixa umidade do ar, “abaixo dos 30% no período de maior aquecimento”.

“Outra ressalva é que a qualidade do ar volta a ficar ruim, pelo ingresso de material particulado das queimadas no Centro-Oeste e Norte do Brasil.” A média da umidade relativa do ar mínima para a semana pode ser inferior a 20% nas regiões norte e noroeste e menor do que 30% nas regiões central e sudoeste do Paraná, conforme a Simepar. Somente o litoral deve registrar umidade relativa mínima superior a 60% no período.

Na quarta-feira passada (4), o governo do Paraná já havia decretado situação de emergência em todo o estado por causa da estiagem que atinge vários municípios desde o mês passado.

“Somente em agosto, o Paraná registrou cerca de 20 mil focos de calor, aproximadamente seis vezes mais do que foi registrado em julho”, diz em nota o governo paranaense. Ainda conforme a nota, a situação deve persistir pelo menos até metade de setembro.



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Avicultura sem antibióticos: Estudo inovador


Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais



Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais
Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais – Foto: Canva

O uso de antibióticos promotores de crescimento (APCs) na produção animal está sendo cada vez mais limitado devido ao risco de desenvolvimento de resistência bacteriana, tanto em animais quanto em humanos. Seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde, muitos países já proibiram o uso desses antibióticos, incentivando práticas mais seguras. A médica-veterinária Maria Carolina Toth, da MCassab Nutrição e Saúde Animal, destaca que essa mudança está direcionando o mercado de proteínas animais para a busca de alternativas mais seguras e sustentáveis.

Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais, como demonstrado em estudo da Universidade Brasil em parceria com a MCassab Nutrição e Saúde Animal. Segundo o médico-veterinário Cleber Mansano, esses compostos têm propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas, além de efeitos imunomoduladores e digestivos. O estudo também destacou a capacidade dos óleos essenciais de reduzir o estresse térmico nas aves, uma preocupação constante na avicultura.

A pesquisa, realizada com 480 pintos, avaliou o ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar até os 42 dias de vida. Os resultados foram promissores, com as aves alimentadas com dietas contendo óleos essenciais apresentando um ganho de peso superior a 100 g em relação à dieta controle, mantendo a produtividade sem o uso de APCs. Isso reforça o potencial dos óleos essenciais como uma solução viável na transição para uma produção mais sustentável.

Para apoiar os produtores nessa adaptação, a MCassab oferece o Bioessence, um óleo essencial que melhora a saúde intestinal das aves e promove melhor desempenho zootécnico. A médica-veterinária Mariana Rosetti afirma que o produto é composto por um blend de ativos sinérgicos que aumenta a eficiência produtiva e reduz custos, oferecendo soluções de qualidade para o produtor.
 





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JBS investe R$ 70 milhões em produção de embalagens metálicas



A JBS fará um investimento de R$70 milhões na Zempack, sua unidade de embalagens metálicas, que resultará em um crescimento significativo na capacidade produtiva da empresa. Na unidade de Lins (SP), a produção de embalagens para alimentos luncheon meat (proteínas pré-cozidas) aumentará em 180% até novembro. Já em Guaiçara (SP), a fabricação de latas de aerossóis já ganhou um incremento de 25% neste ano.

Os investimentos são destinados à compra de maquinário para incrementar as linhas de produção das plantas da Zempack. A unidade de Lins receberá um aporte de mais de R$ 35 milhões até novembro, enquanto na de Guaiçara foram alocados mais de R$ 35 milhões nos últimos meses.

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As plantas detêm tecnologia de ponta e foco na indústria 4.0. Inaugurada em 2021, a unidade de Guaiçara possui equipamentos importados da Europa, que permitem acesso remoto para manutenção e reparos, além de impressora dupla, o que traz maior agilidade de litografia nas embalagens.

Na linha alimentícia, a embalagem metálica possui o benefício de manter as propriedades naturais do produto inalteradas, protegendo os alimentos por mais de dois anos, em condições adversas de clima, transporte e manuseio.

“Os aportes nas duas unidades serão fundamentais para o nosso crescimento, pois nos ajudam a ampliar a oferta de soluções para segmentos estratégicos, como o de embalagens de aerossol para inseticida, industrial, higiene e limpeza e cosméticos na unidade de Guaiçara, e de latas de luncheon meat, em Lins”,destaca Marcelo Jorcovix, diretor da Zempack.

O investimento responde à crescente demanda por embalagens no Brasil e no exterior, especialmente no mercado de aerossóis, onde o país já se posiciona como o quarto maior consumidor global, com 1,32 bilhão de unidades consumidas em 2022, segundo dados da Associação Brasileira de Aerossóis (ABAS).

Com a previsão de um crescimento expressivo para o mercado global de latas de aerossol nos próximos anos, saltando de 19 bilhões de unidades em 2024 para mais de 22 bilhões até 2029, segundo levantamento da empresa de pesquisa Mordor Intelligence, o foco da Zempack está em atender essa demanda crescente com soluções que unam inovação e eficiência.

Com o investimento, a Zempack ampliará em 20% o quadro de funcionários na unidade de Guaiçara, reforçando a posição da JBS como um dos maiores empregadores em Lins e região, onde já conta com mais de 8.500 colaboradores.

Produção sustentável

A sustentabilidade permeia, de ponta a ponta, os processos de produção da Zempack, que busca sempre as melhores práticas do mercado.

Toda a energia utilizada nas fábricas é proveniente da Biolins, unidade de produção de energia elétrica da JBS, localizada em Lins (SP), e que utiliza 100% de matéria-prima de fontes renováveis, como bagaço de cana e cavaco de reflorestamento.

Além disso, todo o ciclo de produção das embalagens de aço segue o sistema de logística reversa e 100% do material descartado no processo produtivo é destinado para a JBS Ambiental, que o reinsere no setor por meio de siderúrgicas.

Dessa forma, garante que o aço não-utilizado seja reaproveitado dentro da própria cadeia. Vale ainda destacar que todas as embalagens produzidas pela empresa são 100% recicláveis.



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Brasil se prepara para mais uma semana quente



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (10) em todas as regiões do Brasil:

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Sul

Condições de pancadas mais irregulares no litoral do Rio Grande do Sul e chuva fraca em Porto Alegre pela manhã. Todas as demais áreas do sul do país seguem ensolaradas, com temperaturas altas no norte gaúcho, em Santa Catarina e no Paraná. Centro-norte paranaense com umidade do ar em alerta.

Sudeste

Dia de sol, temperaturas bem altas e calor à tarde. Não há previsão de chuva, e as capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte continuam com umidade do ar baixa.

Centro-Oeste

Sem mudanças na condição de tempo. Terça-feira ensolarada, quase sem nuvens na região, com destaque para o tempo extremamente seco e o calor à tarde.

Nordeste

Chance de chuva passageira ainda na costa leste da região, mas com bastante sol ao longo do dia. O interior do nordeste continua com tempo firme e muito seco, com algumas rajadas de vento moderadas.

Norte

A chuva continua concentrada no noroeste e oeste do Amazonas e de maneira muito irregular no noroeste de Roraima e norte do Acre. Sol, muito calor, tempo firme e umidade baixa em Rondônia, Tocantins, centro-sul do Pará e extremo sul do Amazonas.



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