segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

News

Exportação de mel cresce 376% nos portos paranaenses



Os portos paranaenses exportaram 3.847 toneladas de mel entre os meses de janeiro a julho de 2024, representando um crescimento de 376% em comparação ao mesmo período do ano passado (808 toneladas). O aumento está muito acima da média nacional. Dados do governo federal disponibilizados no Comex/Stat mostraram um crescimento brasileiro de 26%, passando de 16.823 toneladas, em 2023, para 21.144 toneladas este ano.

“A apicultura é uma atividade extrativista sustentável, que beneficia a fauna e a flora, e pode gerar diversos produtos, entre eles o mel, que é o mais rentável, comentou o diretor-presidente, Luiz Fernando Garcia.

Após a pandemia, o consumo de mel nos Estados Unidos, principal destino do mel brasileiro e paranaense, junto com o Canadá, vem sendo retomado aos poucos. Por outro lado, o grande fornecedor da commodity no mundo, a China, está enfrentando problemas de adulteração, o que impacta na qualidade da carga. Por ser um produto nutricional e medicinal, o mel adulterado não serve para consumo.

“Agora outros países estão suprindo a demanda norte-americana, mas Ucrânia e Argentina estão enfrentando problemas de protocolos comerciais e sanitários do mel para exportação. Abriu-se uma janela para o Brasil exportar o produto e agora o País está se tornando referência como movimentador de mel natural e de qualidade”, explicou Giovani Ferreira, membro do Conselho de Administração da Portos do Paraná.

O Porto de Paranaguá é o segundo maior porto a movimentar mel para exportação no Brasil, perdendo apenas para o Porto do Rio de Janeiro. A commodity é exportada em tambores, que são despachados em contêineres dry.

Segundo a Secretaria estadual da Agricultura, no Paraná, assim como em todo território brasileiro, desenvolve-se a exploração econômica e racional da abelha do gênero Apis e espécie Apis mellifera.

PRODUÇÃO NO PARANÁ – A exportação de mel natural produzido no Paraná cresceu 113% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2023. Foram 2.191 toneladas em 2024, contra 1.026 toneladas de janeiro a junho do ano passado. O crescimento do volume também foi acompanhado pelo aumento na receita, com US$ 5,5 milhões nos primeiros seis meses deste ano, 77% a mais que os US$ 3,1 milhões de 2023.

O levantamento é do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O Paraná foi o quarto maior exportador de mel do País no período de janeiro a junho. O Piauí aparece em primeiro lugar, com US$ 14,4 milhões e 5.920 toneladas; Minas Gerais em segundo, com US$ 7,7 milhões e 2.918 toneladas vendidas ao Exterior; e Santa Catarina, na terceira posição, vendeu US$ 6,3 milhões e 2.522 toneladas. (Com informações de Portos do Paraná)

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural PR no WhatsApp.



Source link

News

balança comercial volta a ser positiva em agosto



Após três meses consecutivos de saldo negativo, a balança comercial do arroz voltou a ser positiva em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

No acumulado de 12 meses, porém, o déficit é de 185,4 mil toneladas, o maior desde out/21. De acordo com dados da Secex, compilados e analisados pelo Cepea, apesar da queda nas exportações em agosto/24, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, voltando a superar as importações.

Os preços de exportação e importação, por sua vez, subiram, mas o custo de importação (em R$/saca) atingiu a máxima nominal de toda série Secex.

O custo FOB (Free on Board) na origem do produto foi de US$ 478,36/t em agosto/24, ou de R$ 132,98/saca de 50 kg. Se deflacionado pelo IGP-DI, trata-se da média mais alta desde ago/15, quando atingiu R$ 134,03/sc de 50 kg.



Source link

News

exportações registram queda em agosto



As exportações brasileiras de tilápia (filés e produtos secundários) caíram em agosto, de acordo com levantamento do Cepea. O cenário interrompe o ritmo crescente que vinha sendo observado desde março.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Conforme dados da Secex analisados pelo Cepea, as vendas externas totalizaram 1,3 mil toneladas, quantidade 29,1% inferior à de julho e apenas 2% acima da do mesmo período do ano passado.

Quanto aos preços da tilápia, as cotações continuaram caindo em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, embora em menor intensidade frente aos dois meses anteriores. Segundo pesquisadores, a pressão vem da oferta elevada de peixe, somada à demanda enfraquecida, diferentemente do cenário observado em 2023.



Source link

News

Brasil deve embarcar até 5,514 milhões de toneladas da soja em setembro


Conforme o levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras da soja em grão deverão ficar em 5,514 milhões de toneladas em setembro. No mesmo mês do último ano, as exportações ficaram em 5,546 milhões de toneladas. Em agosto, o país embarcou 7,994 milhões de toneladas.

Na semana encerrada no dia 7 de setembro de 2024, o Brasil embarcou 1,678 milhão de toneladas. Para o período entre 8 e 14 de setembro, a ANEC aponta a exportação de 1,561 milhão de toneladas.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Farelo da soja

embarque de soja para mercado externoembarque de soja para mercado externo
Foto: Fabio Scremin/APPA

Para o farelo da soja, a previsão de embarques é de 2,015 milhões de toneladas em setembro. Em 2023, o total exportado foi de 1,906 milhão de toneladas no mesmo período. Já em agosto, ficou em 1,986 milhão de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 293,778 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 619,152 mil toneladas.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Desempenho superior no cultivo de arroz


No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos



No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos
No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos – Foto: Pixabay

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de arroz 2023/24 no Brasil totalizou 10,75 milhões de toneladas, das quais 9,98 milhões foram cultivadas em áreas alagadas (irrigadas). O estado do Rio Grande do Sul destacou-se como o maior produtor, responsável por 7.162.674,9 toneladas, correspondendo a 70% da produção nacional. Santa Catarina e Tocantins vêm logo em seguida, com participações de 10% e 7%, respectivamente.

No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos que demandam um manejo especializado por parte dos produtores. Para ajudar a superar essas dificuldades, a Titan Pneus lançou no mercado o Super Arrozeiro 3, um pneu desenvolvido para otimizar o desempenho dos tratores em solos alagados. José Luiz Coelho, gerente de engenharia de campo da Titan, explica que o grande diferencial desse novo modelo está na banda de rodagem com centro aberto, barras extra profundas e linhas com alavanca, proporcionando excelente tração e penetração em terrenos instáveis, típicos do cultivo inundado.

Coelho também destacou que as novas linhas com alavanca impedem o acúmulo de resíduos nos pneus, reduzindo a patinação do trator, o que melhora significativamente a performance durante o manejo. Outro ponto de destaque é a tecnologia Orbitech, aplicada na construção dos pneus, que elimina emendas nos componentes, minimizando o risco de deslocamento, um problema recorrente no arroz irrigado. Segundo ele, a empresa investiu em pesquisas para aprimorar o composto dos pneus, garantindo maior durabilidade e resistência contra o desgaste precoce e rachaduras.

Os pneus da linha Super Arrozeiro 3, além de maior capacidade de carga e vida útil prolongada, são homologados como Equipamento Original (E.O.) nas principais montadoras de máquinas agrícolas do Brasil e da América Latina, o que os torna uma escolha segura e eficiente para os produtores de arroz.
 





Source link

News

exportações podem chegar a cerca de 6,5 milhões de t em setembro



Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projetam que o Brasil deverá exportar 6,469 milhões de toneladas de milho em setembro.

Em setembro do ano passado, o Brasil embarcou 9,425 milhões de toneladas de milho. Em agosto, os embarques do cereal somaram 6,429 milhões de toneladas. No acumulado de 2024, os embarques de milho atingem 23,531 milhões de toneladas.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

De acordo com a Anec, na semana entre 1 e 7 de setembro, foram registrados embarques do cereal de 1,322 milhão de toneladas. Entre 8 e 14 de setembro, os embarques estão projetados em 2,007 milhões de toneladas de milho.

Preços do milho seguem em alta, diz Cepea

Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os preços do milho seguem em alta no mercado doméstico. De acordo com pesquisadores do centro, essa valorização está relacionada ao aumento da demanda internacional e às preocupações com o clima nas principais regiões produtoras da safra de verão no Brasil.

Vendedores, atentos às recentes altas tanto no mercado externo quanto interno, estão limitando o volume ofertado, o que colabora para a sustentação dos preços.

A procura internacional pelo milho brasileiro tem crescido, impulsionada pela maior paridade de exportação, aponta o levantamento. Além disso, compradores internos estão retomando negociações, buscando recompor estoques e/ou se antecipar a possíveis novas valorizações nos próximos dias.



Source link

News

Fundecitrus reduz estimativa de produção no cinturão de SP e MG



O Fundecitrus revisou para baixo a estimativa para a safra de laranja 2024/25 no cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais. O volume esperado é de 215,78 milhões de caixas de 40,8 quilos, redução de 16,6 milhões de caixas, 7% a menos do esperado em maio.

“A redução se deve ao menor tamanho dos frutos, por causa do clima quente e seco. As condições climáticas previstas em maio para os primeiros quatro meses da safra foram ainda piores, com volume de chuvas 31% inferior ao esperado”, justificou o Fundecitrus, em nota.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

“Além disso, as temperaturas elevadas durante o outono e o inverno intensificaram a evapotranspiração, agravando a severidade da seca. As temperaturas mais altas também aceleraram a maturação dos frutos, levando a um ritmo de colheita mais rápido”, acrescentou.

Conforme o Fundecitrus, em meados de agosto, cerca de 45% da safra estava colhida, ante aproximadamente 30% na média histórica. Na nota, o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres, disse que a próxima atualização de safra vai trazer dados mais precisos sobre a quarta florada.

“O volume da quarta florada é muito mais expressivo nesta safra do que nas anteriores. Nas próximas semanas, vamos fazer um levantamento de campo para apurar o índice de pegamento e tamanho desses frutos”, contou.

Ainda conforme o Fundecitrus, como o tamanho médio dos frutos diminuiu de 169 gramas para 155 gramas, agora são necessários 264 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, 23 laranjas a mais do que o projetado em maio. A taxa de queda de frutos está reestimada em 17,10%, índice inferior ao projetado em maio, que era de 18,50%.



Source link

News

temperaturas passam dos 40 °C com fumaça e baixa umidade



Saiba como o clima irá se comportar em todas as regiões nesta quinta-feira (12):

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Sul

A frente fria continua se deslocando sobre o estado do Rio Grande do Sul, provocando chuvas em todo o território. As pancadas podem ocorrer com forte intensidade e há risco de temporais. As demais áreas do estado, assim como Santa Catarina e Paraná, apresentam predomínio de sol. As temperaturas permanecem elevadas, especialmente entre os estados catarinense e paranaense.

Sudeste

A massa de ar seco continua favorecendo temperaturas altas e baixa umidade relativa do ar durante a tarde. O sol aparece entre poucas nuvens, mas o céu pode ficar encoberto pela fumaça das queimadas, principalmente em São Paulo. O risco de incêndios permanece elevado, principalmente no interior da região. No extremo nordeste de Minas Gerais, pode chover de forma fraca e isolada.

Centro-Oeste

A massa de ar seco e quente segue atuando sobre o Brasil central. O sol predomina, mas, em alguns momentos, o céu pode ficar encoberto pela grande quantidade de fumaça das queimadas. As temperaturas continuam elevadas nos três estados da região. Em algumas cidades de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, os termômetros ultrapassam os 40 °C. Atenção para a baixa umidade do ar durante as horas de maior aquecimento.

Nordeste

O tempo firme predomina, com sol e baixa umidade do ar no interior da região. Na costa leste, podem ocorrer algumas pancadas de chuva isoladas. As temperaturas se mantêm elevadas, especialmente no interior nordestino. No litoral do Maranhão, há possibilidade de chuva isolada no período da tarde.

Norte

Pancadas de chuva intercaladas com períodos de melhora no oeste, noroeste e norte do Amazonas, assim como no oeste de Roraima. No Amapá e litoral do Pará, as pancadas de chuva são mais isoladas. Nas demais áreas da região, o sol aparece entre poucas nuvens.



Source link

News

São Paulo prorroga até sábado alerta de risco elevado para incêndios


A Defesa Civil do estado de São Paulo prorrogou o alerta de risco elevado para incêndios até o próximo sábado (14). O litoral paulista esteve de fora dos últimos alertas e é a única região do estado sem grande risco para incêndios florestais. Os alertas estão vigentes desde o começo de setembro.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) estadual, as temperaturas podem chegar a 39 °C, e a umidade relativa do ar (URA), a 20% em algumas regiões. Os prejuízos à agricultura atingem principalmente as lavouras de cana no centro e no norte do estado. O aviso reafirma que, nos próximos dias, São Paulo será dominado por um clima seco e estável, e que, sem previsão de chuvas, haverá elevação gradual das temperaturas, que trarão uma sensação de calor e um ambiente abafado em todo o território paulista.

As temperaturas podem chegar aos 33 °C na região metropolitana da capital, no período mais quente do dia. No último final de semana, termômetros chegaram a marcar até 38 °C nas ruas, por volta das 13h. A umidade relativa do ar deve ficar abaixo dos 35%. Ao menos duas comunidades, uma em Osasco e outra ao sul da capital, registraram incêndios hoje, com confirmação de 13 moradias destruídas. Não houve vítimas.

Para as regiões de São José do Rio Preto e Araçatuba, as temperaturas devem ficar na casa dos 38 °C, com umidade relativa do ar abaixo dos 20%. Em Presidente Prudente e Marília, os termômetros podem registrar temperaturas máximas de 39 ºC, com URA abaixo dos 25%. Nas regiões de Campinas, Sorocaba, Araraquara e Bauru, temperaturas máximas de 34 °C com URA abaixo dos 25%. Em Franca, Barretos e Ribeirão Preto, onde se concentraram a maior parte dos focos de queimadas desde a segunda quinzena de agosto, as temperaturas máximas podem atingir os 36 °C, com umidade abaixo dos 25%. 

A Defesa Civil e a Secretaria de Saúde recomendam cuidados que incluem hidratação constante, o uso de soro nos olhos e nariz e de proteção dos raios solares, e desaconselham a prática de atividades físicas ao ar livre nos horários mais críticos do dia. Em regiões de queimadas, como proteção adicional, os dois órgãos sugerem o uso de máscaras do tipo N95, PFF2 ou P100, que podem reduzir a inalação de partículas, em ambientes externos. As recomendações são voltadas principalmente para os grupos de risco, como crianças com menos de 5 anos, gestantes, portadores de comorbidades e idosos.

Nesta terça-feira (10) o CGE contabiliza dez  focos de incêndio em todo o território paulista. Segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb)  um número elevado de estações apontou qualidade do ar classificada como “muito ruim” e “ruim”, em decorrência de altas concentrações de partículas inaláveis finas (poeira, fuligem e fumaça que ficam suspensas na atmosfera em função do seu pequeno tamanho). O órgão suspendeu temporariamente as autorizações de queima no estado para a despalha de cana, queima fitossanitária ou para manejo. As duas únicas exceções são para a implantação de aceiros que evitem a propagação do fogo e para casos de finalidade fitossanitária solicitados diretamente pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil amplia exportação de carne bovina para o Canadá


Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Canadá aprovou a atualização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para exportação de carnes frescas desossadas e produtos cárneos processados crus, derivados de bovinos brasileiros. A Agência Canadense de Inspeção Alimentar (CFIA) comunicou que, com a aprovação, estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Acre, Rondônia, além de municípios no Mato Grosso e Amazonas, agora poderão exportar esses produtos ao país norte-americano.

Esses estados e municípios são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livres de febre aftosa sem vacinação desde 2021, o que permitiu a habilitação de onze estabelecimentos para exportação. Santa Catarina, por sua vez, já é reconhecida pelo Canadá como livre de febre aftosa sem vacinação e possui um frigorífico autorizado a exportar.

A aprovação era aguardada pelo setor de proteína animal no Brasil. “A retomada deste mercado já era aguardada pelo setor, principalmente para esses estados, que desde a abertura do mercado canadense, em março de 2022, não estavam autorizados a exportar carne bovina crua em razão da não vacinação de seus rebanhos”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

No caso da carne bovina cozida, a exigência de vacinação foi retirada, permitindo que qualquer estabelecimento habilitado no Brasil possa exportar para o Canadá, independentemente do estado de origem. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Roberto Perosa, também comentou sobre o avanço: “Estamos junto da Embaixada do Brasil no Canadá buscando a retirada dessa exigência para a carne crua.”

Em 2023, o Brasil exportou mais de US$ 10,541 bilhões em carne bovina, equivalente a 2,28 milhões de toneladas. O Canadá importou US$ 39 milhões desse montante, registrando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.





Source link