segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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Arrozeiros reforçam orientação de manutenção do mercado interno de arroz


Momento é da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização


Foto: Paulo Rossi/Divulgação

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), emitiu nota, assinada pelo presidente da entidade, Alexandre Velho, traçando uma avaliação momentânea do ano de 2024. Segundo a federação, este vem sendo um ano desafiador para a Federarroz, arrozeiros, agricultores e povo gaúcho pois, além de todos os desafios climáticos que felizmente passaram, persistem os estruturais e políticos que ainda perduram, alongando insegurança e corroendo a esperança da retomada.

Conforme o comunicado, em meio a tragédia geral, resolvendo infortúnios particulares, desprendendo-se à ações solidárias, inquieta e nervosa para colaborar e atenuar o sofrimento do vizinho mais necessitado, a diretoria da Federarroz foi ao centro do Governo Federal para desfazer intenção de importação de arroz que fatalmente traria consigo mais insegurança aos arrozeiros. “Foram selados acordos, baseados especialmente no caráter e honra de cada partícipe das várias reuniões”, observa a nota.

A entidade salienta que, agora, momento em que Cepea/Esalq ruma para indicativo de R$120,00, no último terço da temporada comercial, é momento da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização e manter o mercado plenamente abastecido. “Nós arrozeiros decidimos produzir alimento “in natura” mais consumido pelo ser humano. Assim, precisamos demonstrar toda a nobreza do ofício dessa profissão”, destaca a nota.





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USDA eleva safra de soja e diminui a de milho


De acordo com o Relatório de Oferta e Demanda dos Produtos Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado em setembro de 2024, as perspectivas para os mercados de soja e milho apresentam ligeiras variações em comparação ao relatório anterior de agosto. Para a soja, a produção nos Estados Unidos foi revisada de 124,9 milhões de toneladas para 124,81 milhões de toneladas, mantendo-se praticamente estável. A produtividade também se manteve em 59,63 sacas por hectare, enquanto os estoques finais foram reduzidos de 15,24 milhões para 14,97 milhões de toneladas. As exportações e o esmagamento permanecem inalterados, com 50,35 milhões de toneladas exportadas e 66 milhões de toneladas destinadas à indústria .

Em relação ao Brasil, o relatório manteve a projeção de produção de soja em 169 milhões de toneladas para ambos os meses, mas houve um leve aumento nos estoques finais, que subiram de 33,87 milhões para 33,92 milhões de toneladas. As exportações seguem estimadas em 105 milhões de toneladas. Na Argentina, a produção também não sofreu alterações, permanecendo em 51 milhões de toneladas, mas os estoques finais foram revisados para cima, passando de 28,75 milhões para 29,25 milhões de toneladas. As exportações argentinas de soja permanecem estáveis em 4,5 milhões de toneladas. No mercado global, a produção de soja foi revisada de 428,73 milhões para 429,20 milhões de toneladas, com os estoques finais ajustados para 134,58 milhões de toneladas, um leve aumento em relação aos 134,3 milhões estimados em agosto.

Para o milho, a produção nos EUA foi ajustada para 385,73 milhões de toneladas em setembro, uma leve alta em relação aos 384,74 milhões de agosto. A produtividade aumentou de 191,53 para 192,06 sacas por hectare. No entanto, os estoques finais tiveram uma leve redução, caindo de 52,67 milhões para 52,26 milhões de toneladas. A área plantada e a área colhida permanecem inalteradas em 36,71 milhões de hectares e 33,47 milhões de hectares, respectivamente, e as exportações foram mantidas em 58,42 milhões de toneladas. No Brasil, as projeções para a produção de milho e exportações seguem estáveis, com 127 milhões de toneladas e 49 milhões de toneladas, respectivamente.

No panorama mundial, a produção de milho foi levemente ajustada para baixo, passando de 1,21982 bilhão para 1,21857 bilhão de toneladas, com os estoques finais reduzidos de 310,17 milhões para 308,35 milhões de toneladas, refletindo ajustes nos principais mercados exportadores e consumidores.
 





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Precisamos debater as queimadas ao invés de culpar setor produtivo, diz coordenador da FGV Agro


Em entrevista à CNN, o coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, defendeu a necessidade de um debate técnico e pragmático sobre as queimadas no Brasil, “em vez de culpar o setor produtivo”.

Bastos argumentou que é crucial trazer dados concretos para endereçar adequadamente os problemas ambientais.

Ele destacou a presença de parlamentares comprometidos em trazer questões técnicas para o debate, afastando-se de discussões ideológicas.

“Precisamos trazer realmente dados para que os problemas possam ser devidamente endereçados”, afirmou o coordenador.

Responsabilidades compartilhadas

O especialista enfatizou a importância de distinguir entre as responsabilidades do setor produtivo e aquelas que competem ao poder Executivo e Judiciário.

Segundo Bastos, é fundamental considerar as áreas sem posse definida ou titularidade, onde não se pode atribuir responsabilidade direta ao setor produtivo.

Ele também mencionou os esforços do governo anterior em captar recursos internacionais para combater as queimadas no Pantanal.

Ele ressaltou que as mudanças climáticas têm contribuído para o acúmulo excessivo de matéria seca em algumas regiões, aumentando o risco de incêndios.

Equilíbrio ambiental

O coordenador da FGV Agro lembrou a importância do “Banco Pantaneiro”, uma prática tradicional que ajudava a manter o equilíbrio no ecossistema do Pantanal.

“Muitas vezes é exatamente em função desse problema das mudanças climáticas acaba tendo-se realmente um excedente de acúmulo de matéria seca”, explicou.

Bastos concluiu reiterando a necessidade de um debate técnico aprofundado para desenvolver ações adequadas no combate às queimadas e outros problemas ambientais.

Ele argumentou que essa abordagem é mais produtiva do que simplesmente atribuir toda a responsabilidade ao setor produtivo.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Com baixa no Mato Grosso, exportações de soja sofrem queda de 28%


Exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas




Foto: Leonardo Gottems

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas em agosto de 2024, representando uma queda de 28,51% em comparação ao mês anterior e de 4,11% em relação ao mesmo período de 2023. Apesar da redução, o volume exportado foi o segundo maior registrado para o mês de agosto, impulsionado principalmente pelos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.

Mato Grosso, tradicionalmente um dos maiores exportadores, participou com apenas 6,79% dos envios brasileiros em agosto, registrando sua menor participação histórica para o período. Essa retração se deve à menor disponibilidade de soja no estado e à queda dos preços. O valor médio da tonelada exportada fechou em US$ 436,12, uma queda de 13,19% em relação a agosto de 2023 e de 1,50% em comparação a julho de 2024.

Historicamente, há uma redução nas exportações de soja no segundo semestre. O Imea projeta que Mato Grosso encerrará 2024 com 25,87 milhões de toneladas exportadas, uma queda de 8,70% em relação à safra anterior (22/23).





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Parlamentares reagem ao veto à prorrogação de dívidas rurais


Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada”



Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa "equivocada"
Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” – Foto: Agencia Brasil

De acordo com informações da Frente Parlamentar da Agropecuária, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o Projeto de Lei 397/2024, que permitia a prorrogação do pagamento de financiamentos de crédito rural em municípios e no Distrito Federal afetados por calamidades climáticas, como secas ou enchentes. A proposta, de autoria do senador Mecias de Jesus, previa a extensão do prazo de pagamento em até quatro anos, sem perdão de dívidas, para produtores de regiões atingidas.

Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” sobre possíveis prejuízos à arrecadação pública. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apoiou a medida, buscando beneficiar produtores afetados por desastres naturais. A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), relatora do projeto na Câmara dos Deputados, criticou o veto ao socorro aos produtores afetados por eventos climáticos, considerando a decisão um “desserviço” do governo. Ela destacou a dedicação dos produtores, que trabalham sob condições adversas, e lamentou que, quando eles precisam de ajuda, suas contribuições diárias sejam ignoradas.

A medida vetada, que suspendia os pagamentos de financiamentos rurais por até 48 meses, abrangia programas como Pronaf, Pronamp, Moderinfra e Inovagro, além de financiamentos pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Um regulamento específico seria elaborado para definir as normas dessa suspensão. A proposta beneficiaria produtores afetados pela tragédia no Rio Grande do Sul, assim como em outros estados e municípios do país que enfrentassem desastres climáticos.
 





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Fiscalização apreende mais de 640 mil litros de diesel e aplica multa de R$ 1,2 milhão



Fiscalização aquaviária realizada no município de Óbidos, no Baixo Amazonas, pela equipe de fiscais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) nesta quinta-feira (12) apreendeu 641.645 litros de diesel.

O combustível estava em uma embarcação que ia do Amazonas à cidade de Santarém, no oeste paraense. A mercadoria foi avaliada em R$ 2.829.745,56.

Segundo o coordenador da autarquia, Maycon Freitas, a embarcação transportava quatro balsas com o produto e, durante a checagem dos documentos, foi verificado inconsistência nos dados.

“Uma delas, carregada com 641.645 mil litros de diesel, estava acompanhada com um documento fiscal informando operação de circulação interna no estado do Amazonas, ou seja, havia a tentativa de internalização da mercadoria no estado do Pará com documentação que não correspondia à efetiva operação”.

Após constatação da irregularidade, a Sefa lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no montante de R$ 1.228.301,03, referente ao imposto e multa devidos.



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Cenário perfeito para a alta do boi gordo? Veja as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos nesta quinta-feira (12). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a situação das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país.

A demanda também está aquecida neste momento, com exportações bastante representativas na atual temporada.

“Soma-se a isso a alta taxa de ocupação na economia brasileira, motivando um melhor consumo de proteínas de origem animal. Com isso, a expectativa é alta para o último bimestre”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 257,27

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços acomodados no dia. O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta das cotações no curto prazo, em linha com o bom apelo ao consumo no decorrer da primeira quinzena do mês.

A carne bovina pode acabar perdendo competitividade em relação as proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, mais acessível.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo no interior paulista. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,75, por quilo no interior de São Paulo. A ponta de agulha permanece cotada a R$ 15,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,56%, sendo negociado a R$ 5,6171 para venda e a R$ 5,6151 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6147 e a máxima de R$ 5,6761.



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Brasil tem dia atípico e preços mistos da soja; vendedores seguem afastados



Nesta quinta-feira (12), o mercado brasileiro da soja apresentou uma movimentação atípica. A Bolsa de Chicago subiu e dólar recuou, entretanto, os preços no país mostraram variações mistas. Apesar dos prêmios desfavoráveis, o mercado interno enxergou ofertas agressivas, porém, pontuais. Enquanto isso, os vendedores continuam longe dos negócios.

Regionalmente, na região de Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 135,50 para R$ 135,00. Em Missões, a cotação baixou de R$ 134,50 para R$ 134,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço recuou de R$ 141,50 para R$ 141,00.

Já em Cascavel (PR), a saca avançou de R$ 133,00 para R$ 139,00, enquanto no Porto de Paranaguá (PR) o preço estabilizou em R$ 141,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca se manteve em R$ 132,00. Em Dourados (MS), o preço subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00. Em relação à cidade de Rio Verde (GO), a saca aumentou de R$ 128,00 para R$ 129,00.

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Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em alta após o relatório do USDA indicar safra e estoques menores do que o esperado nos EUA, além de boas exportações semanais.

A safra norte-americana de 2024/25 foi estimada em 4,586 bilhões de bushels (124,8 milhões de toneladas), abaixo da previsão de 4,609 bilhões. Os estoques finais foram projetados em 550 milhões de bushels (14,97 milhões de toneladas), também inferiores ao esperado.

Já a safra mundial foi ajustada para 429,2 milhões de toneladas, com estoques finais globais estimados em 134,6 milhões de toneladas. No Brasil, a produção foi mantida em 153 milhões de toneladas para 2023/24 e 169 milhões para 2024/25. Para a Argentina, a previsão foi reduzida para 48,1 milhões de toneladas em 2023/24, com 51 milhões para 2024/25.

As importações chinesas foram mantidas em 111,5 milhões de toneladas para 2023/24, com previsão de 109 milhões para a próxima temporada. As exportações líquidas de soja dos EUA chegaram a 1.474.000 toneladas na semana encerrada em 5 de setembro, com a China liderando as compras.

Os contratos futuros de soja para novembro subiram 10,25 centavos, a US$ 10,10 3/4 por bushel. Em janeiro, a alta foi de 10,50 centavos, a US$ 10,29 1/2 por bushel. O farelo de dezembro avançou US$ 3,20, a US$ 323,20 por tonelada, e o óleo de dezembro subiu 0,49 centavo, fechando a 39,79 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial caiu 0,56%, negociado a R$ 5,6171 para venda e a R$ 5,6151 para compra, variando entre R$ 5,6147 e R$ 5,6761 durante o dia.



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O fator clima e a análise no preço da soja



O fator clima, que antes sugeria uma leve tendência de queda nos preços da soja, agora está neutro. Isso ocorre devido ao equilíbrio entre os problemas climáticos no Brasil e as boas condições nos Estados Unidos. O Safras IA Score, ferramenta que analisa como o clima afeta os preços da soja, registrou uma mudança importante.

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A alteração afeta diretamente os preços da soja no curto prazo, tanto na Bolsa de Chicago quanto no mercado interno. De acordo com Luiz Fernando Gutierrez, consultor da Safras & Mercado, em breve, o clima norte-americano perderá relevância na formação dos preços. O clima sul-americano, especialmente no Brasil, passará a ter um papel central nos próximos meses.

Gutierrez explica que estamos em uma fase de transição entre o mercado climático dos EUA, que está no fim da colheita, e o mercado sul-americano, que está começando o plantio no Brasil. Isso deve aumentar a volatilidade nos preços, tanto em Chicago quanto no mercado interno. Embora os EUA ainda indiquem uma safra abundante, as incertezas sobre a nova safra no Brasil estão crescendo.



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Mato Grosso exporta 4,1 milhões de toneladas de milho


No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas




Foto: Divulgação

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de milho do Brasil totalizaram 6,06 milhões de toneladas em agosto de 2024, um aumento de 70,67% em comparação ao mês anterior, conforme informações da Secex. No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas, uma queda de 28,85% em relação ao mesmo período de 2023.

Mato Grosso, o principal produtor de milho do país, foi responsável por 70,35% das exportações brasileiras entre janeiro e agosto de 2024. Somente em agosto, o estado enviou ao exterior 4,1 milhões de toneladas, uma alta de 42,98% em relação ao mês anterior. Embora o volume exportado seja significativo, ele representa uma queda de 24,93% em relação à última safra e 5,10% abaixo da média dos últimos cinco anos.

Apesar dessa retração, as exportações devem se aquecer ao longo do segundo semestre de 2024, impulsionadas pela maior oferta de milho no mercado interno com a chegada da nova safra.





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