segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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filme contará a história do empresário e ex-presidente dos EUA



O trailer do aguardado filme The Apprentice, que conta a história da ascensão de Donald Trump, foi lançado. Dirigido por Ali Abbasi e estrelado por Sebastian Stan no papel de Trump, o longa retrata o início da carreira do empresário e sua relação com Roy Cohn, advogado e influente figura da direita, interpretado por Jeremy Strong.

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Descrito como “um mergulho nos bastidores do império americano“, o filme explora a vida de Trump nos anos 1970, período em que ele trabalhou de perto com Cohn, famoso por seu papel durante a era McCarthy. Cohn, que se tornou uma figura central na vida de Trump, ganhou notoriedade ao participar do julgamento de espionagem de Julius e Ethel Rosenberg.

The Apprentice também conta com Maria Bakalova no papel de Ivana Trump e Martin Donovan como Fred Trump Sr. O filme estreou no Festival de Cannes em maio e tem lançamento nos cinemas dos Estados Unidos previsto para 11 de outubro, a tempo de disputar prêmios importantes.

Apesar de ameaças legais por parte da equipe de Trump, que se opôs a algumas cenas do filme, The Apprentice segue com seu cronograma de estreia. A produção inclui uma polêmica cena sobre a vida pessoal de Trump, o que gerou críticas de seus apoiadores.

Além disso, o filme enfrentou desafios quando o bilionário Dan Snyder, um dos financiadores originais, tentou bloquear seu lançamento após a estreia em Cannes. No entanto, o produtor James Shani, da Rich Spirit, adquiriu o projeto e garantiu sua continuidade.

Com uma combinação de atuações poderosas e uma narrativa politicamente carregada, The Apprentice já está gerando grande expectativa. O filme aborda as ambições de Trump, sua relação com Cohn e os primeiros passos que levariam à sua futura carreira política.



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AgroNewsPolítica & Agro

a união gaúcha que brinda o mês farroupilha


O Food Hall Dado Bier, em parceria com a indústria de erva-mate Baldo, anuncia uma novidade para o mês de setembro: uma cerveja Dado Bier especial com erva-mate. A colab entre as duas marcas genuinamente gaúchas visa homenagear o Mês Farroupilha, celebrando as tradições com uma proposta inovadora que une a cultura do chimarrão e a produção artesanal de cerveja. 

Neste sábado, dia 14 de setembro, a partir das 10h, será iniciada a produção da nova cerveja na microcervejaria localizada no segundo andar do Bourbon Shopping, dentro do Food Hall Dado Bier. Oportunidade para o público acompanhar de perto todo o processo de criação da bebida.

A Receita e o processo 
A base escolhida para a cerveja é uma Belgian Blonde Ale, famosa por sua complexidade de notas frutadas e condimentadas, características que se harmonizam perfeitamente com a erva-mate Baldo, conhecida pelas suas propriedades únicas. É encorpada, intensa e dourada, resultado de um processo que vem sendo aprimorado desde 1920 e que traz um equilíbrio ideal entre o frescor das ervas verdes brasileiras e a intensidade da erva repousada ao padrão uruguaio.

Segundo Thiago Martini, mestre cervejeiro da Dado Bier, o processo de fabricação envolve a utilização da erva-mate tanto na fase quente, durante a fervura, quanto na fase fria, durante a maturação. “Vamos buscar trazer o sabor característico da erva-mate, mas sem deixar a cerveja pesada. A ideia não é simular um chimarrão, mas sim evocar a memória e as características dessa planta tão importante para o povo gaúcho”, afirma Martini.

Diferente da já conhecida Ilex, cerveja sazonal que a Dado Bier produziu no passado também com erva-mate, essa nova criação promete trazer uma abordagem inédita. A Belgian Blonde Ale será clara, com teor alcoólico moderado (cerca de 5%) e corpo médio, ideal para equilibrar o amargor suave da erva-mate. O baixo índice de amargor (IBU) também foi pensado para não competir com as notas sutis da planta.

Uma homenagem à história 
Além de ser uma celebração ao 20 de setembro, a data máxima dos gaúchos, a cerveja também presta homenagem à Dado Bier Ilex, a primeira cerveja no mundo a usar erva-mate em sua composição. Lançada em 2006, a Ilex utilizava a Ilex paraguariensis (erva-mate), lúpulos, água mineral e uma combinação de maltes importados. 

Embora essa cerveja já não faça parte do portfólio da Dado Bier, a nova produção colaborativa com a Baldo – maior exportadora de erva-mate do Brasil cuja matriz se localiza em Encantado – busca resgatar a memória dessa inovação, trazendo um toque moderno e diferente. Além de Encantado, a Baldo administra unidades em Canoinhas-SC, São Mateus do Sul-PR, onde opera a fabricação da linha Chá Mate, Prudentópolis-PR e Palmeira de Goiás-GO. São mais de 500 colaboradores diretos. A organização ainda tem o comando acionário da renomada marca Canárias, no Uruguai, um dos maiores mercados da Baldo. Buscando agregar o portfólio da marca, a empresa centenária fundada em 1920 também atua no desenvolvimento de uma linha de chás derivados da erva-mate, que podem ser consumidos quentes ou gelados, puros ou com saborizantes.

“Estamos muito orgulhosos por essa colab com uma marca consagrada como a Dado Bier. Para a Baldo, qualidade é um valor inegociável. Somos uma marca que desde 1920 prima por excelência em processos do início ao fim da produção de erva mate pura folha. Todos os nossos produtos são pensados para uma experiência de sabor memorável, desde o chimarrão até os chás e produtos de food service. Temos verdadeira obsessão com isso. Portanto, esse novo conceito da cerveja Dado Bier com a erva mate Baldo é também uma comprovação e reconhecimento de nossa qualidade e das possibilidades que nosso produto oferece”, destacou o diretor da Baldo, Leandro Gheno.





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‘Vamos garantir que o produtor volte a produzir’, afirma Fávaro sobre crédito para áreas incendiadas



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou um programa de crédito exclusivo para ajudar os produtores rurais afetados pelos incêndios que têm devastado várias regiões do Brasil. Em entrevista exclusiva durante o G20 da Agropecuária, realizado na Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, Fávaro informou que o governo federal vai destinar R$ 6,5 bilhões para apoiar a recuperação dessas áreas.

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O programa, que faz parte da linha de crédito Renova Agro, oferece condições facilitadas, como dois anos de carência e 10 anos para pagamento, com juros de 7% ao ano. O objetivo é financiar a recuperação de áreas degradadas pelo fogo, como pastagens e lavouras, devolvendo a produtividade às regiões afetadas.

Segundo o ministro, a destruição causada pelos incêndios, muitos deles criminosos, exigiu uma resposta rápida do governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou a equipe do Ministério da Agricultura para elaborar um plano de apoio aos produtores que perderam suas áreas e maquinários. Fávaro enfatizou a importância de dar suporte aos agricultores e garantir que o impacto na produção de alimentos e combustíveis seja o menor possível.

“Esses incêndios afetam diretamente a capacidade de produção do país, e nossa prioridade é garantir que os produtores tenham acesso ao crédito necessário para recuperar suas áreas e voltar a produzir”, afirmou Fávaro.

Regras do programa

Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, explicou que o crédito será concedido mediante a apresentação de um laudo técnico comprovando os danos causados pelo incêndio, além de imagens de satélite que evidenciem o impacto antes e depois do fogo. O laudo também precisa ser acompanhado de um termo circunstanciado, que exime o agricultor de responsabilidade criminal pelo ocorrido.

“A recuperação das áreas atingidas é o foco do programa, e os recursos podem ser usados para recuperar pastagens, lavouras e áreas degradadas. O valor máximo financiado é de até R$ 5 milhões por ano”, detalhou Campos.

A linha de crédito está disponível para todos os produtores afetados, que poderão solicitar o financiamento por meio de instituições bancárias que operam no Sistema Nacional de Crédito Rural, incluindo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Rapidez na liberação dos recursos

O secretário adjunto do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz de Araújo, destacou a agilidade com que o governo pretende liberar os recursos. “A linha de crédito já está em operação dentro do Plano Safra, e parte do orçamento será alocado para essa finalidade específica, garantindo que os produtores possam retomar suas atividades o mais rápido possível.”

Com esse apoio financeiro, o governo busca minimizar os impactos negativos na produção nacional, garantindo a recuperação das áreas atingidas pelos incêndios e a continuidade da produção de alimentos e combustíveis no país.



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Canal Rural transmite ao vivo lançamento da 9º Expoagro Cotricampo



O Canal Rural transmite hoje, 13 de setembro, a partir das 19 horas, pela TV e o seu canal no YouTube @CanalruralBr o lançamento da 9º Expoagro Cotricampo, a exposição-feira agropecuária que acontece no Noroeste do Rio Grande do Sul, uma das regiões mais produtivas do estado.

No evento serão apresentadas as novidades da exposição, que acontece de 19 a 22 de fevereiro de 2025, com o tema: “O Mundo agro ao seu alcance”. Na edição de 2025 a Cotricampo, cooperativa organizadora da exposição, tem a expectativa de superar o faturamento de R$ 370 milhões registrado em 2024.

Além de oportunidade de negócios, a Expoagro Cotricampo promove fóruns de debates com foco nos temas de maior relevância para os agricultores e pecuaristas, profissionais envolvidos e a população em geral. Já está confirmada, por exemplo, a realização de uma nova edição do Fórum Soja Brasil, dentro da programação do evento em fevereiro.

“A informação que circula nos fóruns de debates, nas reuniões e discussões que realizamos dentro da Expoagro são muito importantes balizadores para que o homem do campo possa estar cada vez mais informado sobre o seu negócio”, destaca Gelson Bridi, presidente da Cotricampo.

Mais de 300 expositores também se unem a todo esse sistema montado durante o evento, no Parque de Exposições em Campo Novo, município do Noroeste gaúcho, onde também está localizada a sede da Cotricampo. O público de mais de 40 mil visitantes esperados para a feira vai encontrar um espaço maior para visitação em 2025, uma das novidades da edição.

Com a presença do Canal Rural, durante a Expointer 2024, realizada em Esteio (RS), em agosto, a Cotricampo reuniu a cadeia produtiva do agro para um pré-lançamento da Expoagro 2025. O lançamento oficial, que acontece hoje, será realizado na Afucampo, a Associação dos Funcionários da Cotricampo, em Campo Novo.

COTRICAMPO – Fundada em 1967 por um grupo de produtores que buscavam novas soluções para os desafios da produção agrícola a Cooperativa Cotricampo opera hoje com agricultura e pecuária. A cooperativa também possui um dos moinhos de trigo mais modernos do país, que este ano deu início a um processo de robotização da operação.

Serviço – A partir das 19 horas de hoje, 13/set, você acompanha o evento de lançamento da Expoagro 2025 pela TV ou pelo YouTube do Canal Rural acessando o link:

youtube.com/CANALRURALBR



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Incêndio de grandes proporções atinge instalações do Inpe



De acordo com informações divulgadas pelo g1, um incêndio de grandes proporções atingiu a cidade de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, na noite desta quinta-feira (12), causando danos às instalações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Inpe, que é responsável pelo desenvolvimento de pesquisas nas áreas espacial e ambiental, além de monitorar queimadas no país, teve parte de sua unidade afetada pelas chamas.

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O incêndio, que começou nas proximidades do quilômetro 40 da rodovia Presidente Dutra, foi controlado por brigadistas do próprio Inpe e da Defesa Civil por volta das 22h30. Pelo menos três caminhões-pipa foram utilizados para conter o fogo. Embora o incêndio tenha sido contido, equipes permanecem monitorando a área nesta sexta-feira (13) para evitar reignição.

Segundo a Defesa Civil, a área total atingida pelo incêndio foi de aproximadamente 150 hectares, o equivalente a 210 campos de futebol. Além das instalações do Inpe, a estrada municipal da Bocaina e a rodovia dos Tropeiros (SP-068) também foram afetadas. A rodovia chegou a ser interditada, mas foi liberada após o controle do fogo.

Ainda não há informações sobre a extensão dos danos às instalações do Inpe em Cachoeira Paulista. As autoridades locais seguem em alerta, e equipes de brigadistas continuarão trabalhando na área atingida ao longo do dia para garantir que novos focos de incêndio não surjam.



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Mudanças climáticas agravam insegurança alimentar, diz pesquisadora


A relação direta entre a fome e as mudanças climáticas foi debatida por pesquisadores que se reuniram na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) nesta semana, no 6º Encontro Nacional de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, que termina nesta sexta-feira (13). Coordenadora do evento e professora do Instituto de Nutrição Josué de Castro, da UERJ, Rosana Salles da Costa explica que a insegurança hídrica, por exemplo, pode ser uma consequência das mudanças climáticas que também reduz o acesso à alimentação saudável.

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A segurança alimentar se relaciona a diversas questões. Podemos colocar como uma delas as mudanças climáticas com, por exemplo, o prejuízo no acesso à água em quantidade e qualidade”, explicou à Agência Brasil. “Estamos debatendo no país a questão da segurança hídrica, que, com as mudanças climáticas e as queimadas que estão acontecendo, acaba prejudicando várias áreas de plantio de alimentos produzidos para o consumo nacional”.

A professora ressalta também ser importante observar o aumento do preço dos alimentos, resultado de uma sequência de acontecimentos que dificultam o acesso à alimentação. “Uma vez que você prejudica o plantio e o cultivo de alimentos destinados ao consumo da nossa população, infelizmente, o preço também é afetado. A partir daí, temos que pensar em políticas públicas e em como reverter os efeitos das mudanças climáticas, porque elas estão presentes e temos que pensar agora em como vamos enfrentar as dificuldades relacionadas à segurança alimentar, articulando com os Governos Federal, Estaduais e Municipais medidas de redução da fome e promoção da alimentação saudável.”

Realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), o encontro trouxe como tema “Pesquisa e políticas públicas em soberania e segurança alimentar e nutricional no enfrentamento das desigualdades, da fome e das mudanças climáticas”, reunindo pesquisadores nacionais e internacionais, alunos de graduação e de pós-graduação para debaterem as influências das mudanças climáticas no acesso à alimentação adequada pela população.

Segurança alimentar

Rosana Salles da Costa esclarece que segurança alimentar se relaciona ao acesso à alimentação adequada para todas as pessoas de uma família, refletindo o direito humano à alimentação adequada. Por outro lado, a insegurança alimentar se faz presente quando uma das questões relacionadas à alimentação, seja em quantidade ou qualidade, não é garantida. No Brasil, a insegurança alimentar é avaliada a partir da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). “Os níveis de insegurança alimentar são três: insegurança alimentar leve, moderada e grave. A insegurança alimentar grave reflete a fome na nossa população, ou seja, famílias que passam o dia todo sem comer ou que fazem uma única refeição ao dia”.

No país, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, referentes ao último trimestre de 2023, 10,8% dos lares comandados por mulheres convivem com a insegurança alimentar moderada ou grave. Considerando os lares chefiados por homens, essa porcentagem passa para 7,8%, revelando uma diferença de três pontos percentuais. Com relação à cor ou raça, 74,6% dos domicílios que enfrentam a insegurança alimentar grave são chefiados por pessoas pretas e pardas.

Infelizmente, temos o grupo classicamente mais afetado que são os lares chefiados por mulheres, especialmente as mulheres negras”, analisa a professora. “Esse também é um tema de debate de alguns dos painéis e de vários trabalhos do 6º EPISSAN. O encontro não debate apenas resultados, mas também é muito propositivo. Os pesquisadores presentes analisam e fazem propostas de políticas que, principalmente para os lares chefiadas por mulheres negras, são urgentes”, complementa.

Encontro

Além dos debates realizados, foram apresentados durante o evento dados preliminares sobre pesquisas conduzidas no país pela Rede Penssan e com apoio do App VIGISAN, aplicativo desenvolvido pela própria instituição para auxiliar na abordagem aos pesquisados que compõem, muitas vezes, grupos sociais vulnerabilizados. No encontro, também foi apresentada a plataforma FomeS, elaborada com financiamento do Ministério da Saúde (MS) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A ferramenta agrega dados nacionais sobre mudança climática, insegurança alimentar, insegurança hídrica, saúde e estado nutricional de crianças.

O encontro contou com patrocínio do Ministério da Saúde (MS), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia promete soja mais resistente à seca


Evento ocorreu nesta quarta-feira (11)




Foto: Abiove

Uma nova solução tecnológica voltada para o combate ao estresse hídrico em lavouras de soja foi apresentada em Porto Alegre nesta quarta-feira (11), durante o evento “Elicit Talks”. A inovação busca melhorar a eficiência no uso da água pelas plantas, o que pode resultar em maior produtividade em cenários de mudanças climáticas. Especialistas discutiram os desafios do agro e como tecnologias emergentes podem ser fundamentais para enfrentar condições extremas de clima.

Novo produto aumenta resistência da soja ao estresse hídrico

Durante um evento em Porto Alegre, foi apresentada uma tecnologia inovadora desenvolvida para aumentar a resiliência das lavouras de soja em condições de estresse hídrico. O novo produto, fruto de três anos de pesquisas, visa melhorar a produtividade em culturas afetadas pelas mudanças climáticas, proporcionando soluções sustentáveis para o agro.

Solução agrícola promete enfrentar desafios climáticos na soja

Especialistas discutiram em Porto Alegre novas tecnologias que ajudam a mitigar os impactos das mudanças climáticas nas lavouras de soja. A inovação mais recente, uma tecnologia que aumenta a resistência das plantas à seca, foi destaque como um fator-chave para o futuro da produção agrícola sustentável.

Inovação agrícola oferece esperança para produtores diante de clima extremo

Com foco na sustentabilidade e resiliência das lavouras de soja, foi lançada uma nova tecnologia que melhora o aproveitamento de água pelas plantas, visando aumentar a produtividade em meio às condições climáticas adversas.





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veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, analisa os dados dos EUA, indicando que a inflação está em linha com um possível corte de 25 pontos nos juros pelo Fed. No Brasil, o real se valorizou, mas os DIs subiram devido à percepção fiscal. Apesar de uma atividade econômica mais forte, a bolsa caiu influenciada por fatores internos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil teve 11,39 milhões de hectares atingidos pelo fogo


De janeiro a agosto de 2024 os incêndios no Brasil já atingiram 11,39 milhões de hectares do território do país, segundo dados do Monitor do Fogo Mapbiomas, divulgados nesta quinta-feira (12). Desse total, 5,65 milhões de hectares foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o que equivale a 49% do total deste ano.

Nesses oito primeiros meses do ano, o fogo se alastrou principalmente em áreas de vegetação nativa, que representam 70% do que foi queimado. As áreas campestres foram as que os incêndios mais afetaram, representando 24,7% do total. Formações savânicas, florestais e campos alagados também foram fortemente atingidos, representando 17,9%, 16,4% e 9,5% respectivamente. Pastagens representaram 21,1% de toda a área atingida.

Para o período, os estados do Mato Grosso, Roraima e Pará foram os que mais atingidos, respondendo por mais da metade, 52%, da área alcançada pelo fogo. São três estados da Amazônia, bioma mais atingido até agosto de 2024. O fogo consumiu 5,4 milhões de hectares do bioma nesses oito meses.

O Pantanal, até agosto de 2024 queimou 1,22 milhão de hectares, um crescimento de 249% nas áreas alcançadas por incêndios, em comparação à média dos cinco anos anteriores. A Mata Atlântica teve 615 mil hectares atingidos pelo fogo, enquanto que na Caatinga os incêndios afetaram 51 mil hectares. Já os Pampas tiveram apenas 2,7 mil hectares no período de oito meses.

Agosto
Na comparação entre agosto de 2023 e de 2024, os incêndios afetaram 3,3 milhões de hectares a mais este ano, registrando um crescimento de 149%. De acordo com a instituição, foi o pior agosto da série do Monitor de Fogo, iniciada em 2019.

Os estados do Mato Grosso, Pará e Mato Grosso do Sul foram os mais atingidos no mês. Chama a atenção o crescimento de 2.510% sobre a média de agosto de incêndios no estado de São Paulo, em relação a média dos últimos seis anos. Foram 370,4 mil hectares queimados este ano, 356 mil hectares a mais do que nos meses de agosto de anos anteriores.

“Grande parte dos incêndios observados em São Paulo tiveram início em áreas agrícolas, principalmente nas plantações de cana-de-açúcar, que foram as áreas mais afetadas do estado”, destaca a pesquisadora Natália Crusco.

Os biomas Cerrado e Amazônia, foram os que mais queimaram, representando respectivamente 43% e 35% e de toda a área antiqueimada no Brasil no período.

De acordo com a coordenadora técnica do Monitor do Fogo, Vera Arruda, o aumento das queimadas no Cerrado foi alarmante em agosto “O bioma, que é extremamente vulnerável durante a estiagem, viu a maior extensão de queimadas nos últimos seis anos, refletindo a baixa qualidade do ar nas cidades.”





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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em agosto


A inflação desacelerou para todas as classes de renda em agosto na comparação com julho deste ano. Para as famílias de renda muito baixa, ela recuou de 0,09% para -0,19% no mês passado. Para as famílias de renda alta, que registraram aumento de 0,80% em julho, o resultado de agosto ficou em 0,13%. Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Todas as classes de renda apresentaram desaceleração da inflação acumulada em 12 meses. As famílias de renda muito baixa tiveram a menor inflação acumulada no período (3,72%), enquanto a faixa de renda alta anotou o percentual mais elevado (4,97%).

Os grupos alimentos e bebidas e habitação foram os principais pontos que influenciaram a queda inflacionária para praticamente todos os segmentos de renda. As deflações registradas em setores importantes – cereais (-1,3%), tubérculos (-16,3%), hortaliças (-4,5%), aves e ovos (-0,59%), leites e derivados (-0,05%) e panificados (-0,11%) – provocaram um forte alívio inflacionário, especialmente para as famílias de menor poder aquisitivo, visto que a parcela proporcionalmente maior do seu orçamento é gasta com a compra desses bens.

Energia elétrica
Em relação à habitação, a queda de 2,8% nos preços de energia elétrica – refletindo o retorno da bandeira tarifária verde e das reduções tarifárias em algumas capitais – contribuiu para diminuir a inflação em agosto.

No caso das famílias de renda alta, mesmo com a deflação dos alimentos, da energia e a queda de 4,9% nos preços de passagens aéreas, o reajuste de 0,76% das mensalidades escolares fez com que o grupo educação exercesse forte contribuição para a inflação dessa classe.

O aumento dos planos de saúde (0,61%), dos serviços médicos e dentários (0,72%) e das despesas pessoais (0,25%) também ajuda a explicar esse quadro de pressão inflacionária nos segmentos de renda mais elevada, em agosto.

“A desaceleração da inflação corrente em relação ao registrado em agosto do ano passado é explicada, em grande parte, pela melhora no desempenho dos grupos habitação e saúde e cuidados pessoais. No primeiro caso, a alta no preço da energia elétrica em 2023 (4,6%) ficou bem acima da queda apontada em 2024 (2,8%). Já para o grupo saúde e cuidados pessoais, o alívio inflacionário em agosto deste ano veio da deflação de 0,18% dos artigos de higiene, que contrasta com os reajustes de 0,81%, em agosto de 2023”, diz o Ipea.





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