segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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Declaração Ministerial do G20 Agro tem aprovação unânime



A Declaração Ministerial, que visa dar um novo rumo para a produção agropecuária e a pesca sustentável no mundo, foi aprovada por unanimidade entre os 23 países que compõem o G20.

O anuncio foi feito nesta sexta-feira (13) ao vivo das reuniões ministeriais do G20 Agro, que ocorreram nesta semana em Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso.

Vista como um desafio para a diplomacia brasileira – uma vez que requer consenso entre todos os países do G20 – a Declaração Ministerial possui a força de um acordo internacional.

O documento conta com quatro prioridades fundamentais:

  • Promover múltiplas formas de produção sustentável na agropecuária;
  • Garantir um comércio internacional mais justo, livre de distorções, como subsídios que prejudicam o Brasil e outros países;
  • Oferecer apoio à agricultura familiar, quilombolas, populações indígenas e comunidades tradicionais; e
  • Regularizar e regulamentar o setor de pescados e aquicultura.

Conforme o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, as discussões do G20 Agro realizadas em Mato Grosso foram fundamentais, uma vez que após cinco anos, onde todos os grupos se dedicaram, conseguiu-se fazer uma declaração e não “simplesmente cartas resumindo os trabalhos do G20”.

“Desta vez, superados os desafios de divergências, conseguimos uma declaração, que certamente dará um novo rumo para a agropecuária e pesca sustentável do mundo”, disse o ministro ao final das reuniões do G20 Agro.

Implementação das medidas

O ministro salientou ainda que a Declaração é uma condicionante em que todos os participantes se comprometem na implementação das medidas expostas no documento e que “será fundamental para a finalização do G20, em novembro, pelos líderes mundiais”.

Foram realizadas quatro rodadas de reuniões do Grupo de Trabalho Agricultura, nos meses de fevereiro, abril, maio e junho, finalizando agora em setembro com os encontros em Mato Grosso.

A etapa final, frisa o Ministério da Agricultura, registrou o maior número de adesões de ministros desde a criação do Grupo de Trabalho, em 2011. Ao todo, 23 ministros e autoridades ministeriais e um total de 43 delegações participantes, incluindo os países membros e dos blocos integrantes do G20, convidados e organismos internacionais, participaram.



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Na espera de chuvas, área da Coopavel (PR) ainda não iniciou o plantio da soja



O produtor da soja ainda não deu início ao plantio do grão na área da Cooperativa Coopavel, que atua no oeste e sudoeste do Paraná. Isso se deve ao tempo seco na região, que se estendeu de agosto a setembro.

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A expectativa é que a região tenha chuvas neste sábado (14) e domingo (15). O vazio sanitário no município se encerrou no dia 31 de agosto e, por isso, há expectativa de que a semeadura comece após a aparição da precipitação.

Em 2024, espera-se que o cultivo da soja atinja 411 mil hectares, em comparação com 405 mil hectares em 2023.



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boas práticas para o produtor com o fim do vazio sanitário



Em alguns estados do Brasil, o vazio sanitário chega ao fim no próximo dia 15 de setembro. Com o objetivo de compartilhar dicas e informações referentes às boas práticas de plantio com o produtor da soja, o último episódio do Soja Brasil convidou Tiago Maique, Gerente de Produtos Soja na Bayer Brasil, para um bate-papo sobre como o produtor pode alcançar o sucesso no início da semeadura.

Maique explica a importância do produtor se atentar às previsões climáticas. Também é fundamental seguir as recomendações da empresa fornecedora de sementes, considerando a melhor população e época para o plantio, realizando a semeadura em solo limpo.

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Ele detalha que todo o investimento inicial, incluindo a adubação adequada, sementes de qualidade, herbicidas, manejo apropriado, controle e dessecação, favorece o plantio em solo limpo, reduzindo a competição com plantas daninhas e garantindo um investimento de qualidade e maior segurança.

Durante a conversa, ele destaca a importância da plataforma Intacta 2X Tend, desenvolvida pela Bayer Brasil. Com experiência em inovação, a tecnologia combina três proteínas para proteger a soja contra as principais lagartas, oferecendo uma proteção eficaz para a semeadura.

Confira o bate-papo completo:

Assista aos episódios completos do Soja Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de carne bovina no Brasil deve crescer 10% em 2024


No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado




Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter
Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter – Foto: Pixabay

De acordo com o Global Beef Quarterly Q3 2024 divulgado pelo Rabobank, o mercado global de carne bovina apresentou resultados acima das expectativas no primeiro semestre deste ano. O Brasil teve um desempenho excepcional, registrando produção e exportações recordes no segundo trimestre. A China também se destacou com um volume recorde de importações, enquanto os Estados Unidos viram a produção de carne bovina crescer além do esperado. Na Europa, os preços permaneceram altos, refletindo a forte demanda pelo produto.

No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado, e em julho o país alcançou o maior volume da história, com 266.000 toneladas exportadas. Esse aumento foi impulsionado por dois fatores principais: a queda nos preços do gado vivo, que atingiram seu menor valor em junho, e a significativa desvalorização do real frente ao dólar entre junho e julho. Esses elementos ajudaram a tornar a carne bovina brasileira ainda mais competitiva no mercado internacional.

A China continua sendo o principal destino das exportações brasileiras, respondendo por 44% do total exportado nos primeiros sete meses de 2024. A forte demanda chinesa, somada à redução nos custos de bezerros e ração, deve garantir uma oferta elevada de carne bovina no segundo semestre. Esse cenário otimista deve manter o Brasil em destaque no mercado global.

Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter até o fim do ano. Além disso, a produção brasileira de carne bovina deve alcançar um novo recorde em 2024, com um aumento de 10% em relação ao ano anterior, consolidando o Brasil como um dos maiores exportadores globais de carne bovina.





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Tempo: cenário crítico para o produtor da soja até outubro



O produtor da soja deve enfrentar um cenário crítico nos próximos dias em relação ao clima, visto que a baixa umidade do solo se estende nas principais regiões produtoras do grão. Para os próximos cinco dias, a previsão é de chuva volumosa em Santa Catarina e no sul do Paraná, com acumulados que podem passar de 100 mm. No Brasil central, também está prevista uma chuva considerável.

Entre os dias 19 e 23 de setembro, o tempo não sofre grandes mudanças. No Centro-Sul do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e interior de São Paulo, a precipitação trará alívio para os focos de incêndio. No entanto, chuvas com alto volume devem retornar ao Centro-Oeste e Sudeste apenas na segunda quinzena de outubro.

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Tempo em Sapezal (MT)

Na região de Sapezal, as temperaturas permanecem elevadas até o fim de setembro, com máximas previstas de até 39°C. Em relação à precipitação, a chuva será fraca no final do mês e início de outubro, com um período mais seco.

Em Sapezal, as temperaturas permanecerão elevadas até o final do mês, com máximas previstas de até 39°C. Em relação à precipitação, a chuva será fraca no final de setembro e início de outubro, com um período mais seco logo em seguida. A precipitação, no entanto, não será suficiente para o bom início da semeadura da soja.



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Clima e segurança alimentar são destaques em Fórum Agro no PR



As questões climáticas e seus desdobramentos para o agronegócio estão entre os temas do Fórum de Agronegócio que acontece no dia 16 de setembro no Pavilhão Internacional – Parque Ney Braga Eventos, em Londrina, Paraná.

O Fórum é um evento anual promovido pela Sociedade Rural do Paraná, que se destaca por reunir, em um único lugar, a cadeia produtiva do setor, envolvendo instituições acadêmicas e de pesquisa, governo, entidades e associações.

Em sua 5ª edição, com o tema “Resiliência: Conexão Agronegócio e Natureza” o encontro traz para o centro das discussões a relação entre o agronegócio e a natureza, onde ambos dependem um do outro para prosperar e se adaptar.

O principal objetivo é fomentar a integração de ideias e discutir soluções para os desafios enfrentados pelo setor, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e competitivo da agricultura e pecuária no Brasil.

Os eventos climáticos serão foco da segunda mesa-redonda, com o objetivo de destacar as práticas de mitigação adotadas pelo agro e apresentar formas de preparar o produtor rural na prevenção dos impactos climáticos no setor agrícola.

As discussões incluirão também a segurança alimentar, a partir da responsabilidade dos diferentes atores da cadeia no processo de assegurar que os alimentos cheguem com qualidade e de forma segura e eficiente ao consumidor final.

O evento, planejado anualmente para 350 pessoas, entre produtores rurais, empresários, cooperativas, instituições de ensino e pesquisa e agroindústrias, tem o objetivo macro de avançar na discussão do setor agro como uma cadeia integrada, que possui diferentes vozes e atuações, mas com o objetivo comum de produzir de forma sustentável. 

A 5ª edição do Fórum tem uma programação de peso com representantes de empresas como a Climatempo, líder em serviços de meteorologia no Brasil e  Bayer, organização global com competências centrais nas áreas de saúde, agricultura e tecnologia.

“Acreditamos que o tema não poderia ser mais assertivo analisando o contexto que vivemos e estamos com grandes expectativas para as contribuições dos palestrantes que reuniremos nesta edição. A partir do diferencial do Fórum em unir representantes de toda a cadeia produtiva do agro, estudamos e buscamos nomes que se complementarão em uma análise 360 do tema. Nosso objetivo é proporcionar discussões fundamentadas e apresentar soluções práticas que atendam às necessidades do setor”, destaca o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Marcelo Janene El-Kadre.

O Fórum conta com a parceria de mídia do Canal Rural.

Serviço

Fórum do Agronegócio 2024

Data: 16 de setembro

Horário: 9h (Receptivo)

Local: Pavilhão Internacional – Parque Ney Braga Eventos (Avenida Tiradentes, 6275)



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chuvas no Sul e temperaturas altas no resto do Brasil



Saiba como o clima irá se comportar no Brasil neste final de semana:

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Sábado (14)

Sul

A chuva continua no leste, litoral, nordeste e nas serras gaúchas, e se espalha mais sobre Santa Catarina e parte do centro-oeste e leste do Paraná. Só não chove no extremo norte paranaense. A entrada de ar frio também diminui as temperaturas na região.

Sudeste

Sábado com bastante vento em algumas áreas do leste e sul de São Paulo. O estado terá muito calor, com temperaturas ainda altas na capital. Não há previsão de chuva nas demais áreas da região. No litoral do Rio de Janeiro, são esperadas algumas rajadas de vento moderadas a fortes.

Centro-Oeste

As áreas de instabilidade associadas à passagem de uma frente fria no Sul aumentam a condição de chuva no extremo sul de Mato Grosso do Sul, com queda nas temperaturas. Há chance de chuva rápida e isolada no sudoeste de Mato Grosso. A metade norte de Mato Grosso do Sul e as demais áreas do Centro-Oeste terão um sábado de calor e baixa umidade do ar, sem chuva.

Nordeste

Sol e chuva passageira, que pode ter moderada intensidade na costa leste da região. As temperaturas continuam altas, mantendo o tempo abafado. Não há previsão de chuva nas demais áreas, com tempo firme e seco, principalmente no interior nordestino.

Norte

A previsão é de chuva forte no norte do Amazonas e em Roraima, com pancadas que podem ocorrer a qualquer momento do dia em forma de temporais localizados. A chance de chuva aumenta no sul de Rondônia. O tempo continua firme e seco no Acre, no Amapá e no Tocantins, com baixa umidade do ar.

Domingo (15)

Sul

A chuva continua no leste, litoral, nordeste e nas serras gaúchas, e se espalha mais sobre Santa Catarina e parte do centro-oeste e leste do Paraná. Só não chove no extremo norte paranaense. A entrada de ar frio também diminui as temperaturas na região.

Sudeste

O deslocamento de uma frente fria provoca chuva no Vale do Ribeira, oeste, litoral e leste de São Paulo, com aumento da condição de chuva moderada na região metropolitana de São Paulo e temperaturas mais baixas. O sol aparece nas demais áreas. No sul do Rio de Janeiro, pode chover entre a tarde e à noite. O tempo permanece firme em Minas Gerais e no Espírito Santo.

Centro-Oeste

Dia instável com chuva moderada a forte no centro-sul de Mato Grosso do Sul e temperaturas mais baixas, especialmente em Ponta Porã e Três Lagoas. Nas demais áreas da região, as temperaturas continuam altas. A entrada de um pouco de umidade pode provocar chuva irregular e leve no sudeste de Mato Grosso.

Nordeste

Há condições de chuva moderada na costa leste do Nordeste. Será um dia de sol e pancadas de chuva isoladas em Salvador e no litoral sul da Bahia. O tempo se mantém firme e seco nas demais áreas, com umidade em níveis de alerta no sul do Maranhão e do Piauí.

Norte

A condição de chuva aumenta no Acre, no centro-norte de Rondônia e no centro-oeste do Amazonas, com pancadas de chuva, risco de raios e algumas trovoadas. O tempo continua firme, com sol e baixa umidade do ar, no sul do Pará e no Tocantins.



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carne amplia competitividade frente a concorrentes



Levantamentos do Cepea mostram que a carne de frango vem ampliando a sua competitividade frente às suína e bovina, visto que tem se valorizado em menor intensidade em relação às concorrentes.

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Segundo pesquisadores do Cepea, a oferta limitada explica os aumentos das carnes suína e de boi, enquanto o cenário altista da proteína de frango se deve, sobretudo, ao maior poder de compra da população no início de setembro e ao consequente incremento da procura.

Logo, para atender a esta demanda firme, o setor atacadista tem se mostrado ativo nas compras, no intuito de refazer estoques de produtos de origem avícola, conforme explicam pesquisadores do Cepea.



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Chicago chega ao intervalo em alta por dados do USDA e externo favorável


A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo da soja chega ao intervalo com preços mais altos para o grão e farelo. Já o óleo, chega às cotações mais baixas. O mercado permanece recebendo suporte do relatório do mês de setembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estimou a safra do país e os estoques abaixo do esperado.

O cenário externo favorável, também influencia positivamente. O dólar cai frente a seus pares, enquanto o petróleo sobe em Nova York e as bolsas da Europa avançam.

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USDA

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

O USDA indicou que a safra norte-americana da soja deverá ficar em 4,586 bilhões de bushels em 2024/25, equivalente a 124,8 milhões de toneladas. O número ficou abaixo da expectativa do mercado de 4,609 bilhões ou 125,4 milhões de toneladas. Em agosto, a estimativa era de 4,589 bilhões de bushels ou 124,9 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão projetados em 550 milhões de bushels ou 14,97 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 578 milhões de bushels ou 15,73 milhões de toneladas. Em agosto, os estoques estavam estimados em 560 milhões de bushels ou 15,24 milhões de toneladas.

Os contratos com vencimento em novembro de 2024 tinham preço de US$ 10,18 1/2 por bushel, avanço de 7,75 centavos de dólar por bushel ou 0,76%. A posição janeiro de 2025 era cotada a US$ 10,36 3/4 por bushel, ganho de 7,25 centavos de dólar por bushel ou 0,70%.

No farelo, dezembro de 2024 tinha preço de US$ 325,80 por tonelada, elevação de US$ 2,60 por tonelada ou 0,80%. Já a posição dezembro de 2024 do óleo era cotada a 39,65 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,14 centavo de dólar por libra-peso ou 0,35%.



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É cedo para falar em risco de inflação de alimentos por atraso no plantio



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, minimizou eventuais riscos de inflação de alimentos em virtude de o plantio da safra de soja 2024/25 não ter sido iniciado ainda. “Estamos ainda dentro do período hábil de plantio, saindo do vazio sanitário. Não há nenhum atraso e o período de chuva está dentro do calendário ideal, com previsão de chuvas em outubro”, disse o ministro nesta quinta-feira (12), em coletiva de imprensa nos bastidores das reuniões ministeriais do grupo de trabalho de Agricultura do G20 Brasil.

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Segundo o ministro, até o momento não há prejuízos decorrentes do cultivo não iniciado da soja. “Há um alarde sendo construído. Ainda é extemporâneo dizer que há algum risco de inflação de alimentos por conta desse período, porque não tem atraso ainda”, acrescentou o ministro.

Segundo ele, deve haver preocupação se o país entrar em outubro e novembro sem chuvas regulares. “As previsões meteorológicas são de chuvas boas em outubro e novembro, com chuvas até em abundância em fevereiro e março, o que indica que devemos ter uma safra regular”, observou Favaro.

De acordo com o ministro, a pasta avalia no momento pressão inflacionária apenas originária do arroz. “O arroz carece de uma política específica para a expansão da sua produção e lançaremos medidas de estímulo aos produtores cultivarem arroz em outras regiões. Não vejo neste momento, além do arroz, alguma pressão inflacionária que possa vir dos grãos”, avaliou.



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