domingo, agosto 9, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Banco analisa mercado de fertilizantes: Confira


No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados




O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços
O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços – Foto: Canva

Segundo o relatório do Rabobank, o mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços, resultando em volatilidade devido a diversos fatores, como a interrupção na produção egípcia e as incertezas em relação à demanda da Índia. A produção no Egito foi afetada por problemas de fornecimento de gás, elevando o preço da Ureia de $290 USD/t em maio para $363 USD/t. Além disso, os preços do gás natural na Europa também aumentaram, impactando o custo de produção, mas a demanda fraca em regiões como a Europa e o Brasil pode segurar o avanço dos preços. No Brasil, os produtores, após garantir os fertilizantes para a safra de soja, ainda precisam definir suas estratégias para o milho safrinha.

No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados, pressionados pela oferta reduzida. A China, um dos principais exportadores, cortou suas exportações desde 2023 para atender à demanda interna, enquanto os Estados Unidos e o Marrocos ajustam suas estratégias no mercado, com o Marrocos aumentando as exportações de MAP+DAP. Apesar do retorno parcial da China ao mercado, a oferta global de fosfato continua abaixo da média, mantendo os preços altos e limitando a demanda.

Já no mercado de potássio, a oferta abundante tem empurrado os preços para níveis próximos ao piso. Entre janeiro e agosto de 2024, os preços caíram 13%, ficando nos mesmos patamares de 2020-2021. A renegociação de contratos pela Índia e China, com preços 12% menores, também impactou o mercado brasileiro, que comprou potássio abaixo de $300/t. Embora as importações tenham sido elevadas no primeiro semestre, a demanda futura não deve manter o ritmo, o que pode forçar a redução de produção pelas empresas.
 





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Plantio da soja em Minas Gerais: o que o produtor precisa saber?


Atualmente, o plantio da soja em Minas Gerais requer atenção redobrada. Com o fim do vazio sanitário no próximo dia 30, os produtores estão se preparando para iniciar o plantio do grão a partir de outubro. No entanto, a umidade do solo está em níveis baixos e as condições climáticas estão diferentes do habitual.

De acordo com Fábio Meirelles, presidente da Aprosoja-MG, é fundamental que os produtores estejam prontos e não deixem nada para a última hora, especialmente diante das incertezas climáticas. O monitoramento constante das condições meteorológicas se torna essencial para minimizar riscos e garantir um plantio bem-sucedido.

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Momento de incertezas

Foto: Pedro Silvestre

O presidente destaca que o impacto do dólar nos custos dos insumos permanece elevado. Os altos preços de fertilizantes e defensivos dificultam a aquisição necessária, e as áreas afetadas por queimadas perderam cobertura vegetal, exigindo cuidado extra no manejo.

“É um momento crítico para testar a germinação e o vigor das sementes, fatores essenciais para garantir um plantio de qualidade. A temperatura também deve ser considerada, uma vez que Minas Gerais possui uma diversidade de climas que pode afetar o desempenho das culturas”, comenta Meirelles.

Diante de preços baixos e a possibilidade de não expandir áreas, os produtores devem refletir sobre suas escolhas de plantio e planejar suas segundas safras com cautela. A busca por informações precisas e atualizadas é vital para garantir a produtividade e viabilidade econômica da safra.

“A situação exige um acompanhamento cuidadoso e decisões estratégicas para enfrentar os desafios que estão por vir. Cada escolha feita agora poderá impactar diretamente a produtividade e a sustentabilidade da safra”, conclui o presidente.



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Governo autoriza uso da Força Nacional no Paraná e em Roraima



O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) nos estados do Paraná e em Roraima. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (20).

No Paraná, os agentes apoiarão ações contra organizações criminosas e crimes transnacionais nas regiões fronteiriças e de costa marítima.

Já em Roraima, a Força Nacional de Segurança Pública agirá por 90 dias na Terra Indígena Pirititi, que ocupa cerca de 43 mil hectares no município de Rorainópolis, em apoio à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e em conjunto com os órgãos de segurança pública do estado.

A quantidade de agentes ainda não foi definida. Segundo as portarias publicadas, ela será determinada a partir do planejamento definido pela Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).



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Clima seco eleva preços da laranja


Preços de comercialização da laranja e da lima ácida tahiti continuam subindo





Foto: Canva

A escassez de chuvas nas principais regiões produtoras de citros no Brasil tem gerado preocupação entre os produtores. A oferta de frutas, especialmente a de laranja, tem se tornado mais restrita, enquanto a demanda segue em alta devido às temperaturas elevadas, o que tem pressionado o mercado.

Segundo dados informados pelo Cepea, a situação também afeta a produção de lima ácida tahiti, com a seca prejudicando tanto a oferta quanto a qualidade das frutas. Exportadores consultados indicam que alguns barracões de exportação de tahiti já interromperam suas operações, uma vez que o produto brasileiro não tem atendido aos rígidos padrões exigidos pelo mercado internacional.

Nesse cenário, o levantamento do Cepea aponta que os preços de comercialização da laranja e da lima ácida tahiti continuam subindo no mercado in natura.





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dados do IBGE evidenciam impactos de enchentes no RS sobre setor



Entre o encerramento de abril e ao longo de maio, o Rio Grande do Sul (terceiro maior produtor de carne de frango do Brasil) foi assolado por enchentes que afetaram o setor produtivo de algumas regiões, sobretudo as da parte central do estado. 

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Um levantamento do Cepea mostrou que, além de danos nas instalações, o sistema logístico foi prejudicado, em decorrência das estradas interditadas e de pontes destruídas. Com a logística limitada, o escoamento da produção e o recebimento de importantes insumos para a cadeia de avicultura de corte foram impossibilitados.

E, neste mês, dados de abate divulgados pelo IBGE e analisados pelo Cepea evidenciam os impactos da tragédia.

Enquanto em abril o volume de frangos abatidos no Rio Grande do Sul somou 66,4 milhões de cabeças, em maio, caiu para 53,1 milhões cabeças, expressiva queda de 20% frente ao mês anterior e o menor volume em 12 anos.



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‘É preciso unificar o discurso do agro’, diz presidente da Faesp



Durante 16º Congresso de Marketing do Agro, realizado nesta quinta-feira (19) em São Paulo, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, afirmou que é preciso que todos os segmentos do setor agropecuário unifiquem o discurso para informar tanto os produtores, quanto as populações urbanas.

A avaliação da entidade é de que, apesar de ser o grande motor da economia nacional, o setor agropecuário continua sendo vítima de informações falsas.

Segundo Meirelles, o congresso realizado pela Associação Brasiliera de Marketing Rural e Agro (ABMRA) é um passo importante na construção de uma unidade nos discursos do agro que possa chegar a todos.

Participante do evento, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues afirmou que o país tem capacidade para liderar a produção mundial de alimentos. Já o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara falou a importância de chegar com a mensagem em todas as plataformas.

“Temos muita dificuldade em falar com os jovens, de usar as redes sociais. Estamos investindo bastante em comunicação para que as pessoas tenham informação precisa, real. A construção dessa unidade da comunicação depende do nosso trabalho”, afirmou Carrara.

Os jornalistas Bruno Paulinho, do Espírito Santo, e Divino Onaldo, de Goiás, receberam o primeiro Prêmio ABMRA de Jornalismo, com reportagens sobro o projeto Marca Agro do Brasil. O presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), Ricardo Nicodemos, reforçou a necessidade de dar voz aos verdadeiros representantes do setor agropecuário, para tornar o agro uma identidade nacional.

“Apenas unificando os discursos de todos os setores, que envolve entre outros os produtores rurais, agroindústrias, jornalistas, agências de publicidade, vamos conseguir construir a real imagem do agro. Somos um sucesso a nível econômico, com cerca de 27% da força de trabalho nacional, quase 25% do PIB do Brasil, respondendo por 50% do superávit da balança comercial e levando produtos de qualidade para a mesa do brasileiro, mas nos falta passar esses dados para a população de forma clara, para que ela entenda a importância do setor agropecuário no dia a dia de cada um de nós”, disse o presidente da Faesp.



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Marina Silva diz que produtores têm ‘prejuízo enorme’ com incêndios



A ministra do Meio Ambiente e da Mudança Climática, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira (19), que os produtores rurais brasileiros estão tendo um “prejuízo enorme” com os incêndios que se espalharam pelo país. A declaração foi dada em reunião no Palácio do Planalto com governadores e outros ministros sobre o combate aos incêndios.

“Os proprietários estão tendo um prejuízo enorme. Esse é um período em que a garapa da cana-de-açúcar, como a gente chama, está altamente densa, a temperatura faz com que essa garapa fique caramelizada e constitua prejuízo para o produtor”, declarou a ministra.

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Marina ressaltou que o estado de São Paulo é o que mais tem estrutura para combater incêndios, mas, mesmo assim, precisou pedir ajuda ao governo federal. “Na conversa que tive com o governador Tarcísio (de Freitas), ele me dizia: a sensação que tenho é como se estivéssemos colocando uma gota d’água”, contou.

A ministra defendeu o aumento da pena para quem provoca queimadas, assunto que está em debate entre o Palácio do Planalto e o Congresso.

“Se alguém chegar e colocar fogo dentro da nossa casa, isso tem um nome, é crime hediondo. Agora, alguém toca fogo no seu canavial, na sua fazenda e tem uma pena de dois a seis anos no máximo. É um debate profícuo”, disse Marina.

Durante a reunião, da qual também participaram os ministros Rui Costa (Casa Civil), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Marina apresentou dados sobre os incêndios no país, mas disse que os números ainda serão atualizados.

Neste ano, até 15 de setembro, houve 690 incêndios em todo o território nacional, segundo a ministra. Desse total, afirmou, 298 foram extintos, cerca de 179 estão controlados, 108 estão sendo combatidos e 106 não contam com nenhuma forma de combate, devido a situações de difícil acesso.

“Temos 58% do nosso território em situação de seca e cerca de um terço do nosso território em situação de seca severa. A proibição que foi feita pelos governadores dos estados do uso do fogo é fundamental e foi fundamental. Nesse momento, todo e qualquer uso do fogo se constitui numa ação criminosa, já que está proibido em todo o território nacional. O prejuízo para o meio ambiente, para a saúde, patrimônio público e privado é imensurável”, declarou Marina.

Padilha, por sua vez, agradeceu o esforço feito pelos governadores para combater os incêndios e exaltou a união entre os governos estaduais e federal. “Toda vez que a gente agiu de forma conjunta, integrada, lá no Estado, o impacto foi ainda mais positivo, mais efetivo”, disse o ministro da SRI.



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Sistemas alimentares podem capturar emissões e avançar no combate à fome, diz CEO da JBS



Os sistemas alimentares – que abrangem da produção a campo até a chegada ao consumidor – podem contribuir, de forma determinante, para o enfrentamento dos dois maiores desafios da humanidade: mudanças climáticas e segurança alimentar. Esse foi o ponto enfatizado pelo CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, nesta quinta-feira (19), em painel sobre como desbloquear o potencial Brasil-Estados Unidos em energias renováveis em evento realizado na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

O Brazil-US Climate Impact Summit 2024 promoveu discussões sobre os desafios e caminhos diante das alterações no clima, com foco especial na transição energética como solução principal.

“Para as transformações que precisam ser feitas, são necessários recursos, mais especificamente entre US$ 300 bilhões e US$ 350 bilhões anuais até 2030”, declarou o executivo, que é líder da Força-Tarefa de Sistemas Alimentares e Agricultura Sustentáveis do B20, braço empresarial do G20, grupo que congrega as 20 maiores economias do mundo.

Segundo Tomazoni, é essencial priorizar corretamente e colocar o pequeno produtor no centro da estratégia. “Hoje, menos de 4% dos investimentos para mitigar as mudanças climáticas vão para a área da agricultura”, disse, mencionando o dado do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Ifad), da ONU.

O executivo lembrou que o policy paper “Sustainable food systems and agriculture” (sistemas alimentares e agricultura sustentáveis) – resultado do trabalho de 139 pessoas de diversos países e elos da cadeia produtiva – traz três diretrizes essenciais a serem integradas na proposta de pauta do setor privado para a Cúpula de Líderes do G20, agendada para novembro, no Rio de Janeiro:

  • aumentar a produtividade no campo,
  • melhorar o acesso ao crédito por parte de produtores rurais e
  • fortalecer o sistema de comércio multilateral.

Ao lado do CEO global da JBS, participaram do painel “Desbloqueando o potencial Brasil-EUA em energias renováveis” Barry Glickman, presidente da divisão de Tecnologias e Soluções Sustentáveis da Honeywell; Paula Kovarsky Rotta, vice-presidente das áreas de Estratégia da Raízen; Luisa Palácios, pesquisadora sênior do Centro de Política Global de Energia da Universidade de Columbia; e Abrão Neto, CEO da Amcham Brasil. A mediação foi de Francisco Goes, chefe da sucursal do Valor Econômico no Rio de Janeiro.



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Política de Incentivo à cocoicultura de qualidade


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 14.975 que institui a Política de Incentivo à cocoicultura de qualidade. A publicação foi feita no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (19).

A política tem como objetivo aumentar a produtividade, competitividade e sustentabilidade da cocoicultura brasileira, por meio da ampliação da produção e processamento de coco no Brasil; do estímulo ao consumo doméstico e às exportações de coco e seus derivados; da redução de perdas e desperdícios ao longo da cadeia produtiva; e do apoio à produção orgânica de coco e seus derivados.

Além disso, visa promover a articulação com outras políticas públicas federais, otimizando e coordenando recursos e esforços para o desenvolvimento da cocoicultura. Também inclui o desenvolvimento de programas de treinamento e aperfeiçoamento da mão de obra empregada na cadeia produtiva; a ampliação das políticas de financiamento e seguro de crédito e renda para a cocoicultura; a melhoria da infraestrutura produtiva e de escoamento da produção; o apoio à pesquisa e assistência técnica; e o fortalecimento da competitividade da cocoicultura nacional, entre outros.

De acordo com a publicação, os recursos para o fomento da Política de Incentivo virão por meio de dotações orçamentárias da União, operações de crédito internas e externas firmadas com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, além de saldos de exercícios anteriores.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil produziu mais de 1 milhão de frutos de Coco-da-baía em 2023, com o valor de produção de mais de R$ 1.6 milhões. Os principais estados produtores são: Ceará, Pará, Bahia, Pernambuco e Espírito Santo.

No primeiro semestre deste ano, o Brasil exportou mais de US$ 672 mil em cocos, totalizando aproximadamente 675 toneladas, o que representa um aumento superior a 95% em valor e volume em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa (SCRI). Em 2023, o mercado brasileiro comercializou cerca de US$ 831 mil e 876 toneladas para mais de 60 países. Os Estados Unidos (US$ 140 mil), a Espanha (US$ 119 mil) e a Argentina (US$ 69 mil) foram os principais destinos das exportações de coco brasileiro neste ano.

A cocoicultura é uma cadeia produtiva de grande relevância para o Brasil, principalmente para a região Nordeste, conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).





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Canadá abre mercado para farelo de mandioca, macadâmia e erva-mate do Brasil



O Brasil poderá exportar farelo de mandioca, flor seca de cravo-da-índia, fruto seco de macadâmia, erva-mate e polpa cítrica desidratada ao Canadá, informaram os Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores, em nota conjunta.

O aval para as exportações, sem necessidade de certificação fitossanitária, foi recebido nesta quinta-feira (19) pelo governo brasileiro.

Os ministérios destacaram que neste ano o Canadá já havia autorizado a importação de feno para alimentação animal, fibra de coco, gelatina e colágeno de origem suína, e mastigáveis de origem aviária, caprina e bovina, além de grãos secos de destilaria (DDG ou DDGS) do Brasil.

De acordo com dados da balança comercial, o Brasil exportou US$ 604 milhões em produtos agropecuários para o Canadá de janeiro a julho deste ano.

No ano, o país acumula 117 aberturas de mercado para produtos da agropecuária brasileira.



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