domingo, agosto 9, 2026

Autor: Redação

News

dificuldade na aquisição de animais pelos frigoríficos mexe com o mercado


O mercado físico brasileiro do boi gordo voltou a registrar alta em seus preços durante a sexta-feira (20).

Segundo o consultor de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o cenário traçado apresentou poucas mudanças, com grande dificuldade para as indústrias avançarem em suas escalas de abate.

Já passaram a ser relatados pelos frigoríficos um aumento da capacidade ociosa diante da maior dificuldade na aquisição de boiadas.

“Os fatores de demanda ainda respaldam a continuidade do movimento de alta no curto prazo, considerando as exportações, que seguem muito agressivas, da mesma maneira que a demanda interna também conta com bons elementos de consumo, a exemplo da atual taxa de ocupação da economia brasileira”, comenta.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 267,95

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista se deparou com preços acomodados ao longo da sexta-feira. Iglesias indica que a perspectiva ainda é de menor espaço para reajustes no decorrer da segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

A carne bovina tende a perder competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango.

Quarto traseiro permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,78%, sendo negociado a R$ 5,5198 para venda e a R$ 5,5178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4193 e a máxima de R$ 5,5239. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



Source link

News

Veja como as cotações da soja encerraram a semana


O mercado brasileiro de soja registrou melhora na comercialização nesta sexta-feira (20). Os lotes negociados, no entanto, foram pouco expressivos.

Os preços subiram, acompanhando o dólar, mas os produtores seguem segurando a soja disponível:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131 para R$ 132
  • Região das Missões: aumentou de R$ 130 para R$ 131
  • Porto de Rio Grande: avançou de R$ 137 para R$ 138
  • Cascavel (PR): valorizou de R$ 132,50 para R$ 135
  • Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 138 para R$ 139
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 129 para R$ 131
  • Dourados (MS): foi de R$ 126 para R$ 127
  • Rio Verde (GO): valorizou de R$ 128 para R$ 129

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em baixa, em mais uma sessão marcada pela volatilidade e com preços quase inalterados. Com a baixa, a posição novembro reduziu o ganho semanal para 0,6%.

O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. A preocupação com o atraso no plantio no Brasil limitou as perdas, assim como sinais de demanda pela soja norte-americana.

Mas no médio prazo, o cenário fundamental segue negativo, com a entrada da maior safra dos Estados Unidos no mercado. Além disso, mesmo sem chuva, os prognósticos de uma produção cheia no Brasil seguem estabelecidos.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 121.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.

Importações chinesas

China importação sojaChina importação soja
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

As importações de soja da China nos Estados Unidos aumentaram 70% em agosto em comparação ao ano anterior, mostraram dados da alfândega nesta sexta-feira, à medida que os compradores aproveitaram os preços baixos.

As vendas dos Estados Unidos, seu segundo maior fornecedor, ganharam ritmo desde abril, embora o volume ainda permaneça muito menor do que o do maior produtor, o Brasil.

A China importou 202.383 toneladas de oleaginosa dos EUA no mês passado, em comparação com 119.105 toneladas no ano anterior. As importações do Brasil aumentaram 12%, totalizando 10,24 milhões de toneladas.

A produção brasileira de soja em 2024/25 deverá totalizar 171,78 milhões de toneladas, com elevação de 12,8% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 152,3 milhões de toneladas.

A estimativa foi divulgada por Safras & Mercado. Em julho, data da divulgação da intenção de plantio de Safras, a projeção era de 171,54 milhões de toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,07%, a US$ 10,13 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,31 1/4 por bushel, com perda de 0,75 centavo ou 0,07%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,20 ou 0,06% a US$ 321,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,93 centavos de dólar, com alta de 0,62 centavo ou 1,53%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,78%, sendo negociado a R$ 5,5198 para venda e a R$ 5,5178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4193 e a máxima de R$ 5,5239. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



Source link

News

Prevenir e combater queimadas são desafios para toda sociedade



No Brasil que em 2024 arde em chamas, prevenir e combater queimadas no Cerrado, são desafios para Corpo de Bombeiros e brigadistas voluntários, que arriscam a vida em difíceis operações e para toda sociedade. O primeiro episódio da série especial, ‘Cerrado Sem Fogo’, mostra como é feito esse trabalho.

De acordo com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 68.635 focos de queimadas no país em agosto, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados mais 28.056 focos de incêndio, uma das piores marcas desde 2007, quando atingiu mais 91.085 focos.

Em todo o Cerrado, bioma que ocupa cerca de 25% do território nacional, foram mais 18.620 focos.

Nos estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), de janeiro até 13 de setembro de 2024, foram 30.683 focos.segundo dados do Programa Queimadas do Inpe.

Um trabalho difícil para os combatentes que neste episódio detalham como são as ocorrências de incêndios florestais no Cerrado brasileiro.

Participaram deste episódio o Major Rocha, comandante da Base Floresta Oeste, de Barreiras (BA), o produtor rural, Jarbas Bergamaschi, que recentemente atuou no combate de um incêndio em uma de suas propriedades, da coordenadora do Bahia Sem Fogo, Daniela Fernandes e do gerente de sustentabilidade da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Assista ao episódio:

O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães.


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link

News

Mulheres do campo e produção de ovelhas são destaques do Cooperativismo em Notícia



O encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina e a família Packer, no quadro gente que faz o agronegócio, serão os destaques da semana do programa Cooperativismo em Notícia:

Com a presença de quase 1.300 convidadas, o 19º encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina, mostrou, mais uma vez, a força desse segmento que se tornou fundamental para o desenvolvimento do setor.

Hoje, elas representam perto de 45% de todo o universo de associados, totalizando 1,5 milhão de cooperadas. Esse movimento, que começou entre as décadas de 1960 e 1970, só chegou a esse estágio porque as cooperativas, na base, fazem um trabalho extraordinário.

No calendário deste ano, palestras, shows e muita emoção. A Leila Ferreira, escritora, veio falar sobre a “arte de ser leve”. Já a Kareemi, jornalista, se propôs a uma reflexão mais ampla sobre o poder dos ciclos femininos.

Gente que faz o agronegócio

O quadro gente que fez e gente que faz o agronegócio, cujo seu maior propósito é dar visibilidade ao homem e à mulher do campo, e, claro, aos seus conceitos de produção, se tornou referência na televisão catarinense.

Ao longo de todos esses anos, centenas de bons exemplos foram espalhados. Porque o foco é mostrar quem faz a diferença no dia a dia das propriedades. E a nossa missão da semana será com a família Packer, de Pouso Redondo. Nos 84 hectares de área, eles produzem sementes de arroz, gado de corte e ovelhas.

No caso das ovelhas, isso nos remete a uns 15 anos mais ou menos. Agora, uma cultura profissional, com orientação técnica especializada, veio de uns quatro anos para cá. A raça Sulfok foi a que melhor se adaptou à região. É excelente produtora de carne magra e pode atingir até 80 quilos.

Um animal rústico que suporta bem o clima úmido. Hoje, o rebanho da dona Tânia, possui 59 animais: 42 matrizes, 15 borregos e dois reprodutores.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados as 8h30, com reprises as terças- feiras às 13h30.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo continua travado


De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul continua travado, com uma notável falta de demanda. Os compradores aguardam por uma queda nos preços, enquanto os vendedores esperam uma recuperação do mercado. 

Moinhos da região, especialmente os que trabalham com trigos de qualidade mediana, relataram uma baixa na moagem durante o mês de agosto, o que prolongou a necessidade de novos estoques para setembro. Atualmente, os vendedores estão pedindo R$ 1.250,00 FOB para trigos com PH mínimo de 77 e qualidade panificável, mas os moinhos não estão dispostos a pagar esse valor. Além disso, o trigo argentino está sendo oferecido a US$ 310,00 sobre rodas no porto de Rio Grande.

Em Santa Catarina, a situação é similar, com os moinhos aguardando a chegada das novas safras do Paraná, Rio Grande do Sul e a produção local para reabastecimento. A baixa demanda por farinha tem mantido a moagem em níveis menores neste mês de outubro. No mercado, os preços da saca de trigo tiveram variações: em Campos Novos permaneceram em R$ 75,00, enquanto em Chapecó subiram para R$ 68,00 (+3,03%), em Pinhalzinho para R$ 72,00 (+2,86%), e em Mafra e Concórdia registraram alta de 3,03%, com os preços subindo para R$ 68,00 e R$ 67,00, respectivamente.

No Paraná, os preços do trigo da nova safra praticamente se mantêm iguais aos da safra anterior. Segundo um corretor local, metade das lavouras nos Campos Gerais foi afetada pelas geadas, especialmente na crista das espigas, onde a umidade agravou o problema. Com isso, os moinhos paranaenses estão trabalhando quase exclusivamente com trigo importado e gaúcho, com preços em torno de R$ 1.400,00 FOB, acrescidos de ICMS e frete. Para o trigo da nova safra, os vendedores pedem valores entre R$ 1.530,00 e R$ 1.550,00 FOB.
 





Source link

News

Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal são alvo de operação da PF



Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal, que causou prejuízo de R$ 220 milhões, são alvo da Operação Prometeu, deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (20).

Segundo as investigações, neste ano, mais de 6,4 mil hectares foram queimados para a criação de gado na região de Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Os agentes cumprem sete mandados de busca e apreensão no estado.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de provocar incêndio em mata ou floresta, desmatar e explorar economicamente área de domínio público, falsidade ideológica, grilagem de terras e associação criminosa.

De acordo com a PF, a área queimada tem sido repetidamente foco desse tipo de crime ambiental e também de grilagem, inclusive, com a realização de fraudes junto a órgãos governamentais.

Segundo a Polícia Federal, “a ocupação irregular da área vem sendo utilizada para exploração econômica por meio da pecuária”.

As buscas apontam a existência de pelo menos 2,1 mil cabeças de gado na área pertencente à União, mas a estimativa é de criação de mais de 7,2 mil animais no período investigado.



Source link

News

veja como ficam as chuvas e as temperaturas


A primavera de 2024 começa oficialmente neste domingo (22), às 9h44 e vai até 21 de dezembro, às 6h21. Conforme os meteorologistas da Climatempo, a estação marca um ponto de virada no clima do Brasil, representando o retorno das chuvas em várias regiões, após longo período de seca, e também o aumento natural das temperaturas.

Chuvas na primavera

Para as regiões Norte e Nordeste, e a porção norte do Centro-Oeste, a tendência é de que as chuvas continuem abaixo da média histórica. Isso se deve à influência contínua de massas de ar quentes e de fenômenos regionais como o verão amazônico, que mantêm o clima mais seco nessas áreas.

No entanto, há boas notícias para as regiões Sudeste e parte do Centro-Oeste. Os modelos climáticos indicam que essas áreas terão chuvas mais frequentes e acima da média para a estação. A previsão é que o retorno das frentes frias e a atuação de cavados (áreas alongadas de baixa pressão) favoreçam a formação de sistemas de instabilidade que trarão um alívio para a seca prolongada.

Uma das previsões mais aguardadas é a possível formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) em dezembro, um fenômeno que, quando ativo, provoca chuvas intensas e persistentes em grandes partes do Brasil, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste. Isso poderá ser um ponto de alívio para regiões que sofrem com a estiagem desde o outono.

Por outro lado, o Rio Grande do Sul deve permanecer em alerta, pois a previsão é de que as chuvas fiquem abaixo da média durante a primavera. A principal explicação para essa tendência é a condição do Oceano Pacífico, que está mais frio do que o habitual, um fator que historicamente impacta negativamente o volume de chuvas no estado.

O alívio para a poluição do ar e os focos de incêndio começará, segundo as previsões, na primeira quinzena de outubro. Nesse período, a faixa que se estende do oeste de Rondônia ao oeste de Mato Grosso do Sul verá o retorno das chuvas, que irão se intensificar nas semanas seguintes.

De forma geral, a maioria das áreas centrais e parte da faixa norte do Brasil deverá experimentar um retorno mais regular das chuvas na segunda quinzena de outubro, o que trará um alívio significativo para os incêndios e para a qualidade do ar.

A primavera, com suas características típicas de chuvas mais frequentes, deverá limpar o cenário de fumaça, ajudando a reduzir os impactos negativos que o Brasil enfrentou nos últimos meses.

Temperatura

No Norte, a chamada “estação do verão amazônico” continua até novembro, estendendo o período de calor extremo nessa região. Durante o verão amazônico, a combinação de dias mais longos, maior incidência de radiação solar e umidade em declínio resulta em temperaturas consistentemente acima da média. Cidades no Amazonas, Pará e Acre poderão registrar temperaturas elevadas durante toda a primavera.

No Nordeste, as temperaturas permencem em elevação no Piauí, no Maranhão e em parte da Bahia. Esse período é tradicionalmente seco e quente, o que acentua ainda mais o cenário de altas temperaturas.

Já no Centro-Oeste, a porção norte, incluindo o norte de Mato Grosso e Goiás, também será impactada por massas de ar quente, elevando as temperaturas além do esperado.

Em contraste, a faixa centro-sul do Brasil, que inclui São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, deverá registrar temperaturas mais dentro da normalidade, com pequenas variações acima da média. Isso se deve ao retorno mais consistente das chuvas, que ajudarão a equilibrar o calor.

A primavera é tradicionalmente associada ao retorno das chuvas no Brasil, mas a distribuição dessas pancadas será desigual no país.



Source link

News

Chuva e ventos de até 70 km/h marcam o fim de semana; saiba onde na previsão do tempo



Neste sábado (21) e domingo (22), o Brasil terá variações significativas nas condições climáticas. A região Sul enfrentará pancadas de chuva, enquanto o Nordeste e o Centro-Oeste permanecerão sob calor intenso e tempo firme.

Confira a previsão detalhada para cada região ao longo do fim de semana, de acordo com a Climatempo.

Sábado (21)

Sul

Pancadas de chuva atingem o Paraná, com risco de temporais no leste e norte do estado. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí também terá chuvas.

No Rio Grande do Sul, o tempo permanece firme com temperaturas em elevação.

Sudeste

O centro-sul, litoral e leste de São Paulo, além do sul do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, terão pancadas de moderada a forte intensidade.

O tempo ficará firme apenas no extremo norte paulista, Triângulo Mineiro e noroeste de Minas Gerais, com calor durante a tarde.

O Espírito Santo permanece sem chuvas e com temperaturas elevadas.

Centro-Oeste

No centro-sul de Mato Grosso do Sul, haverá pancadas de chuva, mas com aberturas de sol. O tempo abafado predomina.

Já em Goiás e no Distrito Federal, o ar permanece seco e quente. Mato Grosso também terá tempo firme e calor intenso.

Nordeste

Nada de chuvas na região. O dia será de sol, poucas nuvens e calor, com rajadas de vento de 40 a 50 km/h em grande parte da área, chegando a 70 km/h na costa norte.

Norte

A região terá pancadas de chuva no centro-norte de Rondônia, Acre e noroeste do Amazonas.

O tempo será firme e quente em Roraima, Amapá, Pará e Tocantins.

Domingo (22)

Sul

O tempo continua instável, com chuvas intercaladas por períodos de sol em grande parte da região, incluindo as capitais.

Sudeste

Chuvas isoladas no sudoeste e sul de São Paulo, parte do sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. O sol predomina com períodos de melhora.

Na capital paulista e em Vitória, o tempo permanecerá firme.

Centro-Oeste

Há chances de chuvas pontuais no sul de Mato Grosso do Sul, enquanto o restante da região seguirá com sol, calor e ar seco.

Nordeste

O tempo firme e quente predominará em toda a região, com rajadas de vento de até 70 km/h no litoral do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.

Norte

Chuvas continuarão no noroeste do Amazonas, sul do Acre e centro-sul de Rondônia.

No restante da região, o tempo permanece firme e quente.


Linha fina:
Neste fim de semana, o Sul do Brasil terá pancadas de chuva, enquanto o Nordeste e o Centro-Oeste enfrentarão temperaturas elevadas e ventos fortes.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Banco analisa mercado de fertilizantes: Confira


No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados




O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços
O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços – Foto: Canva

Segundo o relatório do Rabobank, o mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços, resultando em volatilidade devido a diversos fatores, como a interrupção na produção egípcia e as incertezas em relação à demanda da Índia. A produção no Egito foi afetada por problemas de fornecimento de gás, elevando o preço da Ureia de $290 USD/t em maio para $363 USD/t. Além disso, os preços do gás natural na Europa também aumentaram, impactando o custo de produção, mas a demanda fraca em regiões como a Europa e o Brasil pode segurar o avanço dos preços. No Brasil, os produtores, após garantir os fertilizantes para a safra de soja, ainda precisam definir suas estratégias para o milho safrinha.

No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados, pressionados pela oferta reduzida. A China, um dos principais exportadores, cortou suas exportações desde 2023 para atender à demanda interna, enquanto os Estados Unidos e o Marrocos ajustam suas estratégias no mercado, com o Marrocos aumentando as exportações de MAP+DAP. Apesar do retorno parcial da China ao mercado, a oferta global de fosfato continua abaixo da média, mantendo os preços altos e limitando a demanda.

Já no mercado de potássio, a oferta abundante tem empurrado os preços para níveis próximos ao piso. Entre janeiro e agosto de 2024, os preços caíram 13%, ficando nos mesmos patamares de 2020-2021. A renegociação de contratos pela Índia e China, com preços 12% menores, também impactou o mercado brasileiro, que comprou potássio abaixo de $300/t. Embora as importações tenham sido elevadas no primeiro semestre, a demanda futura não deve manter o ritmo, o que pode forçar a redução de produção pelas empresas.
 





Source link