sábado, agosto 8, 2026

Autor: Redação

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Anec reduz projeção de exportação de soja em setembro



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) reduziu ligeiramente sua projeção de exportações de soja do Brasil em setembro, em relatório publicado nesta terça-feira (24). A nova estimativa indica embarques de 5,821 milhões de toneladas no mês, ante expectativa anterior de 5,828 milhões de toneladas.

O volume ainda é maior do que o registrado em setembro do ano passado, de 5,547 milhões de toneladas. Já em relação ao farelo de soja, a Anec projetou embarque de 1,971 milhão de toneladas no nono mês deste ano, em linha com o volume do ano passado.

Exportações de milho

Em relação ao milho, a associação disse que o Brasil deve embarcar neste mês um volume de 6,686 milhões de toneladas. No relatório anterior, a projeção era de embarque entre 6,469 milhões e 6,800 milhões de toneladas. Já em comparação com setembro de 2023, a nova estimativa ficou abaixo das cerca de 9 milhões de toneladas exportadas.

Entre os dias 15 e 21 de setembro, o Brasil embarcou 1,210 milhão de toneladas de soja e 272.563 toneladas de farelo de soja, disse a Anec. As exportações de milho somaram 1,245 milhão de toneladas no período.

Para a semana de 22 a 28 de setembro, a entidade prevê que o volume de exportações de soja fique em 1,242 milhão de toneladas e o de farelo suba para 424.373 toneladas. Os embarques de milho também devem subir, para 1,731 milhão de toneladas.



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Copom aponta para alta de 0,5 pp em novembro



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca que a ata do Copom reforçou um tom hawkish, no sentido de mais juros, apontando para uma alta de 0,5 pp na reunião de novembro.

Impulsionados pela China, os mercados locais tiveram um dia positivo, com juros e dólar em queda e bolsa em alta.

Para hoje, olho no IPCA-15 de setembro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Estresse térmico e proliferação de pragas afetam safras de verão na Itália


De acordo com o boletim de monitoramento de colheitas JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, as safras de verão na Europa sofreram uma combinação de estresse térmico e proliferação de pragas e doenças, o que impactou negativamente o potencial de rendimento, especialmente no norte da Itália.

Durante agosto, três ondas de calor atingiram o norte da Europa, com temperaturas ultrapassando os 30°C, sendo que a primeira onda, em meados do mês, chegou a registrar máximas de 38°C no Vale do Pó, na Itália central. Esses eventos de calor intenso, embora concentrados, foram acompanhados de precipitação dentro da média, mas distribuída em eventos pontuais e intensos. Em setembro, o calor persistiu no início, mas as temperaturas se normalizaram na segunda semana, enquanto chuvas intensas continuaram, com registros locais de até 90 mm em regiões como a Lombardia.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

No norte da Itália, o calor no início de agosto acelerou o crescimento do milho, mas o estresse térmico por volta de 15 de agosto prejudicou a floração e o enchimento dos grãos. A soja, por ter florescido mais tarde, não foi tão afetada pelas altas temperaturas. No entanto, as condições quentes e úmidas favoreceram a disseminação de pragas e doenças, especialmente nas plantações de beterraba.

Enquanto a colheita das safras de verão, como o milho verde, começou no final de agosto e se estenderá até setembro, o atraso de 15 a 30 dias em relação ao habitual também afetou o rendimento. No centro da Itália, a colheita de girassol terminou por volta de 15 de agosto, com a fase de enchimento dos grãos comprometida pelas temperaturas elevadas.

As previsões de rendimento foram revisadas para baixo, abaixo da média, para beterraba, milho verde e girassol, enquanto permanecem estáveis para o milho em grão. Em contraste, as perspectivas para a soja foram revisadas para cima, com um rendimento previsto acima da média.





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AgroNewsPolítica & Agro

Calor e chuvas intensas desafiam agricultura na Áustria e Eslováquia


Colheitas de verão na Europa sofrem com condições climáticas extremas





Foto: Nadia Borges

Em seu boletim de monitoramento de colheitas de setembro, o JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, revela que um agosto seco e quente, combinado com um déficit hídrico no solo na Áustria e na Eslováquia, resultou em uma revisão negativa das expectativas de rendimento para as safras de verão.

Durante o período analisado, os três países enfrentaram uma onda de calor intensa, que se estendeu da segunda quinzena de agosto até o início de setembro. As temperaturas médias registradas foram as mais altas da história para esse intervalo. A falta de chuvas na Áustria e na Eslováquia no final de agosto e início de setembro acentuou o déficit de umidade do solo, que já havia sido relatado em boletins anteriores. Na Eslováquia, o déficit hídrico superou o dobro da média histórica.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

No final do período, chuvas torrenciais atingiram os três países, dificultando a quantificação de seus impactos imediatos. Essas precipitações desafiadoras afetaram o amadurecimento e a colheita das safras de verão, além de complicar a semeadura das safras de inverno.

As condições secas e quentes em agosto provocaram uma dessecação prematura das colheitas, o que pode comprometer a maturidade e a qualidade necessárias para a colheita. Na Eslováquia, a colheita de girassóis foi antecipada em algumas regiões, encurtando a estação de cultivo em um mês e resultando em rendimentos abaixo da média.

A colheita das safras de verão teve início em todos os três países, mas as recentes chuvas e a inundação dos campos apresentam desafios adicionais à conclusão bem-sucedida das colheitas nas áreas afetadas. As previsões de rendimento para as colheitas de verão permanecem próximas das tendências históricas, mas foram revisadas para baixo em relação aos girassóis e milho em grão na Áustria e Eslováquia, assim como em relação à soja na Áustria.





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veja a previsão desta quarta



A primavera já tem mostrado as caras nas cinco regiões brasileiras. Tempo seco e com pancadas de chuva ocasionais marcam grandes áreas do país.

Acompanhe a previsão da Climatempo para esta quarta-feira (24):

Sul

Nesta quarta-feira, a chuva mais pesada segue concentrada sobre o Rio Grande do Sul, enquanto Paraná e Santa Catarina têm tempo firme, mas encoberto.

Sudeste

Os ventos do oceano em direção ao continente formam nuvens carregadas sobre o Espírito Santo, mas sem previsão de altos acumulados. Nas demais áreas, o dia será quente e com predomínio de tempo seco.

Centro-Oeste

Pancadas de chuva ocorrem pontualmente no norte e oeste de Mato Grosso. Nas demais regiões, o dia segue com predomínio de sol e bem quente. À tarde, a umidade cai para índices inferiores a 20%.

Nordeste

A chuva passageira segue marcando presença no fim do dia no litoral do Nordeste. No interior, tempo seco e nada de chuva.

Norte

Tempo quente e úmido no Amazonas, Acre, Roraima, norte do Tocantins e Pará. Nessas áreas, pancadas de chuva são previstas durante à tarde. Nas demais áreas, o sol predomina durante todo o dia.



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AgroNewsPolítica & Agro

clima favorece alta do milho em Campinas


Pressão de alta mantém preço do milho com expectativa de estoques baixos





Foto: Pixabay

Em Campinas (SP), o término da colheita da segunda safra de milho não foi suficiente para aliviar a pressão de alta sobre os preços do grão. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o valor da saca de 60 quilos atingiu R$ 60,85 em 30 de agosto, registrando um aumento de 2,4% nos últimos 15 dias e de 4,7% no acumulado dos últimos 30 dias.

De acordo com a Análise conjuntural do mercado de agosto de 2024, DDG & WDG – Relatório Mensal Scot Consultoria, o cenário climático favorável tem incentivado os vendedores a reter a oferta, enquanto a demanda no mercado doméstico permanece aquecida, sustentando as cotações. A expectativa de que os estoques finais de milho sejam os menores das últimas seis safras também contribui para a manutenção dos preços elevados, especialmente diante do risco climático que ainda persiste.

Com essas condições, o mercado deve continuar pressionado no curto prazo, reforçando a tendência de valorização do milho, que já vem sendo observada nas últimas semanas.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de farelo de soja apresenta quedas em diversas regiões, exceto em Minas Gerais


Preços caem em três praças e sobem em Minas Gerais na segunda quinzena de agosto





Foto: Divulgação

De acordo com a Análise conjuntural do mercado de agosto de 2024, DDG & WDG – Relatório Mensal Scot Consultoria, na segunda quinzena de agosto, os preços do farelo de soja no Brasil variaram entre estabilidade e alta. Apesar disso, ao longo do mês, os valores recuaram em três das quatro praças acompanhadas. Em São Paulo, o preço médio do farelo de soja caiu 1,6% tanto na comparação mensal quanto na quinzenal, sendo negociado a R$ 2.134,58 por tonelada.

Em Minas Gerais, o cenário foi oposto, com um aumento de 0,8% na comparação mensal e de 1,1% na quinzenal, resultando em um preço médio de R$ 2.264,29 por tonelada. Em Goiás, o farelo de soja apresentou queda de 2,3% e 0,9% nos comparativos mensal e quinzenal, com a cotação fixada em R$ 2.023,00 por tonelada.

No estado de Mato Grosso, os preços também registraram uma diminuição de 1,2% na comparação mensal, embora tenham subido 0,9% na quinzenal, com o farelo sendo negociado a R$ 1.944,22 por tonelada. Essa dinâmica ressalta a volatilidade do mercado de farelo de soja no Brasil, com variações significativas entre as diferentes regiões.





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Monitoramento aponta alta nos preços de frutas como abacaxi e laranja


De acordo com o Balanço Semanal de Preços das Frutas da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), a Secretaria de Agricultura, juntamente com suas vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, está realizando um monitoramento detalhado dos preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, localizado em Contagem, com o objetivo de avaliar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais. A análise, que considera os preços médios praticados na unidade Grande BH entre os dias 9 e 20 de setembro de 2024, permite identificar a oferta e a demanda, bem como os possíveis impactos no abastecimento.

O levantamento abrange as dez frutas mais comercializadas no CeasaMinas: abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva. O abacaxi pérola graúdo, proveniente da Paraíba, teve um aumento de 14,3% na primeira semana, passando de R$ 70,00 para R$ 75,00 a dúzia, antes de sofrer uma nova alta de 14,3%, encerrando a segunda semana a R$ 80,00 a dúzia, conforme os dados do monitoramento.

A banana prata apresentou quedas, começando a R$ 5,50/kg e terminando a R$ 4,00/kg na segunda semana, o que representa uma redução de 21,1%. O preço da laranja pêra, por outro lado, registrou alta, fechando em R$ 5,50/kg após aumentos sucessivos de 5,6% e 5,3%. O limão tahiti extra permaneceu estável na primeira semana, mas subiu 10% na segunda, atingindo R$ 5,50/kg.

Enquanto isso, o preço da manga tommy caiu acentuadamente, passando de R$ 5,00/kg para R$ 3,61/kg, e a melancia graúda registrou uma leve queda de -3,2%, fechando a R$ 2,00/kg. O relatório ainda destacou que o preço da uva Itália apresentou uma leve variação, iniciando a R$ 11,25/kg, antes de retornar a esse valor após uma leve queda inicial.

O monitoramento revela que apenas o coco verde e a maçã gala mantiveram estabilidade nos preços. Fatores climáticos, como a escassez de chuvas e a alta temperatura, têm influenciado as variações, especialmente em frutas cítricas e de exportação. A análise dos dados obtidos é essencial para entender o comportamento do mercado de hortaliças e frutas em Minas Gerais, especialmente em um cenário de variação significativa nos preços.





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Preços da arroba do boi devem seguir em alta, diz analista



O mercado físico do boi gordo segue apresentando preços mais altos. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios volta a sugerir pela continuidade deste movimento no curto prazo.

O cenário ainda é reflexo da posição das escalas de abate, que seguem encurtadas em grande parte do país.

“Os preços têm subido de maneira generalizada, com exceção do Rio Grande do Sul, em que o quadro é de oferta um pouco maior, fazendo com que as indústrias se deparem com escalas de abate mais confortáveis”, assinalou.

Preço médio da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 269,43

Mercado atacadista brasileiro

O mercado atacadista volta a se deparar com preços firmes para a carne bovina, e o viés ainda é de alta dos preços no decorrer da primeira quinzena de outubro, considerando a entrada dos salários como motivador para a reposição entre atacado e varejo.

Por outro lado, a carne bovina tende a perder competitividade para as proteínas concorrentes, em especial para a carne de frango.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 19,90, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15.



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Preços oscila no mercado de hortaliças em Minas Gerais


De acordo com o Balanço Semanal de Preços de horticultura da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), Secretaria de Agricultura, em parceria com suas vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, está realizando um monitoramento dos preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, localizado em Contagem. O objetivo é avaliar o abastecimento alimentar no estado. A análise, que considera os preços praticados na unidade Grande BH entre 9 e 20 de setembro de 2024, permitirá identificar as dinâmicas de oferta e demanda, além dos possíveis impactos no abastecimento. O balanço é atualizado e publicado semanalmente.

Neste monitoramento, foram levantadas as dez hortaliças mais comercializadas em volume: abóbora moranga, abobrinha italiana, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate. O preço da abóbora moranga, que iniciou o período a R$ 3,66/kg, fechou a R$ 2,72/kg, resultando em uma variação média de -25,7%. A abobrinha italiana, que começou a R$ 1,11/kg, registrou uma alta de 33% na média semanal, fechando a R$ 1,48/kg.

O alho brasileiro manteve-se estável, enquanto a batata viu seu preço cair de R$ 4,40/kg para R$ 4,00/kg, apresentando uma variação de -9,1%. A cebola, que iniciou o período a R$ 3,00/kg, encerrou a segunda semana a R$ 2,50/kg, com uma queda média de 11,1%. O chuchu variou, fechando a R$ 2,36/kg após registrar uma alta de 57,1% na segunda semana, conforme os dados do monitoramento.

O preço do pimentão verde caiu de R$ 3,33 para R$ 2,22/kg na primeira semana, mas subiu para R$ 2,77/kg na segunda, resultando em uma variação de 6,9%. O tomate longa vida, que iniciou a R$ 3,25/kg e chegou a R$ 1,10/kg na primeira semana, viu uma recuperação de preço, encerrando a segunda semana a R$ 1,25/kg, com uma variação média de 6,8%.

As estratégias de precificação para o mercado de hortaliças e frutas podem ser influenciadas por fatores como custos, concorrência, oferta e demanda, todos afetados por condições climáticas. A comparação dos preços médios das hortaliças entre 9 a 13 de setembro e 16 a 20 de setembro de 2024 revelou estabilidade nos preços do alho e da cenoura, enquanto a abobrinha italiana, chuchu, quiabo e tomate apresentaram elevações. As cotações da abóbora moranga, batata, cebola e pimentão, no entanto, mostraram tendência de queda.

A análise aponta que a diminuição da oferta de produtos como tomate, chuchu, abobrinha italiana e quiabo se deve a condições climáticas desfavoráveis. A aceleração da maturação da batata, influenciada pelo calor, e a pressão nos preços da cebola, decorrente do alto volume ofertado e da menor qualidade devido às altas temperaturas, também foram destacadas.





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