sábado, agosto 8, 2026

Autor: Redação

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Chuvas em breve nas regiões produtoras da soja? Confira a previsão do tempo


Os atrasos no plantio da soja continuam a ser um desafio para os produtores, principalmente devido à baixa umidade do solo, que persiste mesmo com o retorno das chuvas em algumas regiões.

Na região Norte, há registro de trovoadas no final da tarde, com uma leve melhoria no Noroeste de Mato Grosso. Em Minas Gerais, também se esperam precipitações, mas ainda não são suficientes para iniciar a semeadura.

De 3 a 7 de outubro, o cenário deve permanecer semelhante. Embora as chuvas estejam previstas para a região Sul, a umidade do solo continua muito baixa, sem a necessária reposição hídrica.

No final da primeira quinzena, há expectativa de uma melhor distribuição das chuvas, especialmente no Centro-Oeste, Tocantins e Rondônia, o que poderá ajudar na umidade do solo.

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Previsão do Tempo em Cristalina (GO)

Foto: Canal Rural

Entre os dias 8 e 12 de outubro, é esperado um bom volume de chuvas que auxiliará na reposição hídrica. Contudo, após esse período, a seca deve retornar, com novas chuvas previstas apenas no final do mês, somando cerca de 30 mm. A expectativa é de que as chuvas continuem em novembro na região de Goiás.

Clima em Brasnorte (MT)

Em Brasnorte, MT, as chuvas estão previstas para os próximos dias até a primeira quinzena de outubro, trazendo alívio para os produtores.

Região de Ponta Grossa (PR)

A região de Ponta Grossa terá um clima mais seco, com chuvas retornando a partir do dia 8 de outubro, totalizando cerca de 130 mm. A situação requer cautela na região Centro-Oeste, onde as precipitações devem ser modestas, variando entre 30 a 40 mm. Com essas chuvas, o plantio pode prosseguir, pois a temperatura deve diminuir gradativamente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorável aumenta expectativa da produção de soja no Paraná


Paraná avança no plantio de soja





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, na última semana, as condições climáticas foram propícias para o avanço do plantio das culturas de verão no Paraná, com destaque para a soja, principal cultura agrícola do estado. Segundo dados recentes, dos 5,8 milhões de hectares previstos para o plantio nesta safra, 600 mil hectares já foram semeados, representando 10% do total.

A produção estimada de soja para esta temporada é de 22,4 milhões de toneladas, o que, se confirmado, representará um aumento de 21% em relação à safra anterior. A expansão se dá pelo bom clima, que favoreceu o desenvolvimento inicial das lavouras e elevou as expectativas para o ciclo atual.

O Sul do Paraná é a principal região produtora de soja, com previsão de plantio em 1,67 milhão de hectares, o que equivale a 28,7% da área total do estado destinada à cultura. Em seguida, a região Norte ocupa a segunda posição, com previsão de 1,48 milhão de hectares plantados, correspondendo a 25,4% da área total.





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Morte de brigadistas em incêndio florestal é investigada pela Polícia Civil



A Polícia Civil do Piauí investiga a morte de dois brigadistas municipais, que foram cercados pelo fogo na localidade de Santa Maria, zona rural de Uruçuí, no interior do Piauí, durante combate a um incêndio florestal na última segunda-feira (23).

José Almir Portugal, de 51 anos, morreu ainda no local e Edinelson Maciel, de 30 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo o G1, José Almir atuava como brigadista há oito anos e chefiava uma equipe de cinco brigadistas que tentavam controlar o incêndio.

Em nota de pesar, o Corpo de Bombeiros, se solidarizou com as famílias e disse que as vítimas eram “homens comprometidos que dedicaram suas vidas a um ofício de extremo perigo, assim como os bombeiros militares”.

A nota diz ainda que o trabalho dos brigadistas ao redor de todo o Piauí é indispensável no enfrentamento às queimadas e combates a incêndios florestais no geral.

Os Bombeiros atuam em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (SEMARH).

Especialistas seguem monitorando os focos de incêndio no interior do estado, bem como treinando novos brigadistas em diversas regiões.

De acordo com o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até o dia 26 de setembro, 2.928 focos de incêndio foram registrados no Piauí.

Nesta quarta-feira (25), no estado de São Paulo, um brigadista morreu e outro ficou ferido quando combatiam um incêndio em uma área de canavial na Estrada Municipal de Corumbataí.

Investigação

A Polícia Civil informou que iniciou as investigações relativas a situação que vitimou dois brigadistas e que agentes estiveram em campo.

Além disso, a perícia já foi ao local do ocorrido para realizar as primeiras análises após requisição da autoridade policial.

De acordo com a Polícia Civil, ainda não é possível apontar as causas do incêndio e se a origem do fogo teria sido criminosa.

As investigações seguem em andamento com a coleta de mais elementos para subsidiar o inquérito policial.


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CNA faz 12 recomendações aos produtores impactados por incêndios



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) publicou, nesta quinta-feira (26), comunicado técnico com instruções aos produtores rurais afetados por incêndios.

A nota inicia afirmando que a agricultura moderna não se utiliza de queimadas e promove o combate, de forma incisiva, dos focos por conta dos efeitos colaterais aos sistemas produtivos, à biodiversidade e à saúde humana.

Isso porque o fogo “gera perda da fertilidade e da produtividade das culturas agrícolas, pois reduz a quantidade de matéria orgânica no solo, elimina microrganismos, perde minerais, diminui a capacidade de infiltração e retenção da água e intensifica o processo de erosão e desertificação”.

Assim, o comunicado da CNA enfatiza que os produtores rurais são os maiores prejudicados com os incêndios, visto que, na maioria dos casos, a destruição acontece em áreas de produção ou de conservação florestal, atingindo benfeitorias, maquinários, culturas e rebanhos.

Recomendações aos produtores

Por conta desses impactos, a entidade estabeleceu 12 recomendações aos produtores impactados por incêndios divididos em ações preventivas, medidas a serem tomadas durante os incêndios e iniciativas pós-incêndios. Veja:

Ações preventivas

1. Construir/reestabelecer os aceiros no entorno dos limites da propriedade, particularmente nas áreas com maior acúmulo de matéria seca;

2. Documentar ferramentas, maquinários e equipamentos disponíveis para o combate aos incêndios;

3. Documentar a altura das pastagens e eventuais focos de incêndios na paisagem;

4. Observar as legislações do seu estado quanto à permissão do uso do fogo.

    Durante o incêndio

    5. Mantenha a calma e garanta a segurança: priorize a segurança de pessoas e animais evacue todos que possam estar em risco. Não tente combater grandes incêndios sozinho. Acione o Corpo de Bombeiros ligando para o número de emergência (193) e relate a situação.

    6. Informe o órgão ambiental local: registre boletim de ocorrência (BO). Após a comunicação às autoridades, vá até uma delegacia para registrar um BO formal, o que pode ser importante em eventuais investigações.

    7. Colabore com as equipes de combate ao incêndio: facilite o acesso à propriedade e garanta que as equipes de combate ao incêndio consigam chegar rapidamente ao local. Quando da presença, se possível, disponibilize recursos como água, tratores ou qualquer equipamento que possa ajudar no controle do fogo.

8. Reúna documentação e provas: registre o incêndio com imagens e vídeos que possam mostrar a origem e extensão do fogo. Identifique pessoas que possam testemunhar sobre o ocorrido, especialmente se o fogo começou em área externa e se alastrou para sua propriedade.

Pós-incêndio

9. Avaliação dos danos:

    • Contrate um especialista: caso haja danos significativos, considere contratar profissional gabaritado para fazer um laudo da área afetada, o que pode ser útil em processos de recuperação ambiental.
    • Relatório detalhado: prepare um documento que descreva o impacto ambiental, incluindo fauna, flora e bens materiais danificados.

    10. Informe os vizinhos:

    • Comunique as propriedades vizinhas: se o incêndio se alastrou ou colocou outras áreas em risco, mantenha os vizinhos informados. Isso pode evitar conflitos futuros e também ajuda a compartilhar responsabilidades.

    11. Acompanhe as investigações

    • Colabore com os órgãos públicos: forneça todas as informações solicitadas por órgãos como Ibama, Secretaria do Meio Ambiente, Polícia Ambiental, entre outros.
    • Mantenha cópias de todas as comunicações: guarde e organize toda a documentação relacionada ao incidente, incluindo e-mails, ofícios e relatórios.

    12. Evite problemas jurídicos:

    • Documente todo o processo: desde a comunicação inicial do incêndio até a recuperação da área, mantenha registros detalhados. Isso demonstrará que você agiu de forma responsável e poderá ajudar em defesas legais, caso sejam necessárias.
    • Solicite vistoria final: ao concluir a recuperação, solicite uma vistoria ao órgão ambiental competente para obter a validação de que a área foi devidamente restaurada.



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Produtores rurais de MS discutem soluções emergenciais em meio à crise no agronegócio



Produtores rurais de Mato Grosso do Sul se reuniram nesta quinta-feira (27) para discutir soluções emergenciais diante da crise que atinge o agronegócio no estado. O aumento nos custos de produção, o endividamento dos produtores e as dificuldades no acesso ao crédito foram os principais temas abordados no encontro. O diretor executivo da MS Integração, Roney Pedroso, foi quem trouxe os detalhes da reunião.

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De acordo com Roney, a situação financeira dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul se agravou nos últimos três anos devido a fatores climáticos, como a seca, e aos elevados custos de produção. “A produção forrageira tem sofrido devido à falta de água, afetando diretamente a rentabilidade dos produtores. Além disso, os preços das commodities não têm sido suficientes para compensar os custos crescentes“, explicou Roney.

A apresentação feita durante a reunião destacou que a média de produtividade dos últimos três anos foi fortemente afetada. A região centro-sul do estado, que representa 60% a 85% da área plantada, sofreu perdas significativas. O cenário ficou ainda mais crítico com a defasagem dos preços das commodities, como soja e milho, e os altos custos de arrendamento, investimentos e juros.

Diante desse cenário, os produtores estão buscando a união entre sindicatos, associações como a Famasul e a Aprosoja, o governo estadual e a Assembleia Legislativa para encontrar soluções. “Estamos organizando o setor, envolvendo sindicatos, Famasul, Aprosoja e autoridades para buscar um caminho que possa contornar essa situação aqui no estado”, ressaltou Roney.

Durante o encontro, foram discutidas as consequências dessa crise para toda a economia do estado, pois o agronegócio é um dos principais setores produtivos de Mato Grosso do Sul. A redução na produção impacta negativamente os tributos arrecadados pelo estado, dificultando investimentos e afetando o comércio local.

Roney enfatizou que o estado vive um momento sério e que muitos produtores já estão deixando a atividade. “Hoje o agro de Mato Grosso do Sul pede socorro. Estamos tentando sensibilizar as autoridades para trazer apoio e ajudar a reverter esse cenário“, afirmou.



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perdas podem gerar prejuízo de R$ 1,3 bilhão no Paraná


De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a colheita de trigo no Paraná se aproxima de metade da área semeada, com projeção de 2,58 milhões de toneladas colhidas em uma área de 1,15 milhão de hectares. No entanto, as perdas médias no estado foram calculadas em 32%, devido à seca severa e geadas que impactaram as lavouras durante o inverno.

O volume total de trigo esperado inicialmente era de 3,8 milhões de toneladas, representando uma redução de 1,2 milhão de toneladas na estimativa atual. Essas perdas podem gerar um impacto financeiro de até R$ 1,3 bilhão aos triticultores paranaenses, montante que só pode ser parcialmente amenizado por contratos de seguro.

A cultura da cevada também foi prejudicada, com uma produção projetada em 291 mil toneladas, 14% abaixo do potencial estimado de 340 mil toneladas. No entanto, devido ao ciclo mais longo e à concentração das áreas no sul do estado, a cevada apresentou uma melhor resposta às condições climáticas adversas, em comparação ao trigo.

A aveia, por sua vez, deve registrar perdas de 26%. Contudo, a possibilidade de colheita em áreas alternativas pode levar à reavaliação desse número. Mesmo assim, as perdas são significativas, especialmente para uma cultura conhecida por sua rusticidade.

No que diz respeito ao milho, o plantio da primeira safra de 2024/25 já atingiu 60% dos 257 mil hectares previstos. A produção esperada é de 2,6 milhões de toneladas, com as principais regiões produtoras, Ponta Grossa e Guarapuava, já com 85% e 70% das áreas plantadas, respectivamente.





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Como enfrentar os desafios climáticos e garantir o sucesso da lavoura da soja?


O sucesso da lavoura da soja depende, em grande parte, das condições climáticas, que influenciam a produtividade e a qualidade dos grãos. Cada fase do desenvolvimento do grão requer condições específicas que podem impactar diretamente os resultados da safra.

José Renato Farias, pesquisador da Embrapa, destaca que os dois fatores mais relevantes são a temperatura e a disponibilidade de chuvas. Ele observa que, atualmente, várias regiões do país enfrentam a seca, o que afeta a umidade do solo e a quantidade de água disponível.

Ele comenta que é fundamental discutir as implicações climáticas para a safra, especialmente com a previsão de um fenômeno La Niña. A combinação de temperaturas elevadas e a falta de chuvas pode trazer desafios inesperados, tornando o planejamento estratégico ainda mais essencial.

Conforme dados da Embrapa Soja, a soja se desenvolve melhor em temperaturas entre 20°C e 30°C, sendo a temperatura ideal em torno de 30°C. Quando o solo cai abaixo de 20°C, a semeadura deve ser evitada, pois isso compromete a germinação e a emergência das plantas. A faixa ideal para o plantio é entre 20°C e 30°C, com 25°C favorecendo uma emergência rápida e uniforme.

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Em direção ao sucesso da lavoura

sojasoja
Foto: Pedro Silvestre

Para assegurar o sucesso da lavoura, Farias recomenda o uso de sementes de alta qualidade, com bom poder germinativo e vigor. ”Sementes saudáveis garantem um melhor estabelecimento da lavoura, aumentando as chances de uma colheita produtiva. Além disso, é importante realizar o plantio em condições adequadas, assegurando umidade no solo e profundidade correta”, explica.

Semeaduras em condições de seca e calor podem comprometer o estabelecimento das lavouras, tornando as sementes vulneráveis a pragas e doenças. A melhor estratégia é aguardar condições climáticas favoráveis para a semeadura. Utilizar sementes de boa qualidade e semear de forma adequada garante um desenvolvimento saudável das plantas, preparadas para enfrentar futuros estresses.

Outra estratégia para mitigar os impactos da seca e calor é escalonar a época de semeadura, sempre dentro da janela especificada pelo Zoneamento Agrícola para Redução de Riscos (Zarc), e/ou utilizar cultivares de ciclos diferentes. Se ocorrer um período de estresse climático, nem toda a área será afetada da mesma maneira.

O escalonamento das datas de semeadura é crucial. Recomenda-se usar diferentes cultivares em áreas distintas, como uma cultivar de 100 dias em um talhão e outra de 110 dias em outro, variando as datas de semeadura. Essa prática pode ser eficaz para reduzir os riscos de deficiências hídricas ou altas temperaturas, garantindo alguma produção mesmo em situações adversas.

Semear a mesma cultivar na mesma data pode expor toda a região a riscos climáticos, resultando em perdas significativas. Em situações de estresse hídrico ou temperaturas excessivas, a saúde das plantas pode ser comprometida. Portanto, implementar esses cuidados simples durante o planejamento e instalação das lavouras pode fazer toda a diferença.

O clima é um dos fatores mais desafiadores na produção agrícola, e sua imprevisibilidade transforma as adversidades climáticas no principal risco para os agricultores. Compreender essas dinâmicas e adotar estratégias adequadas são passos cruciais. Com atenção às condições climáticas e práticas de manejo eficientes, é possível minimizar riscos e maximizar o sucesso da lavoura da soja, garantindo não apenas produtividade, mas também sustentabilidade a longo prazo.



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Cuidados e perspectivas para a safra 2024/25 da soja


Nas regiões produtoras da soja do Brasil, é preciso ter cautela. Atualmente, os produtores monitoram o mercado em preparação para a safra 2024/25. No sul do Piauí, o gerente de um grupo de fazendas, João Victor Brugnera, destaca que os preços da soja recuaram em relação à última safra, gerando preocupações. Embora alguns custos estejam travados, muitos insumos já foram adquiridos, com parte do pagamento prevista para o próximo ciclo.

Na safra 2023/24, a produtividade média nas fazendas gerenciadas por Brugnera foi de 67 sacas por hectare, e há um esforço para repetir ou superar esse resultado no próximo ciclo. O cenário de oferta para o próximo ano traz desafios, tornando essencial que os agricultores adotem uma abordagem cautelosa e estratégica.

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Estratégias para redução de custos

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Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Um ponto importante é a necessidade de medidas que possam ser adotadas pelos produtores ao longo dos anos para diminuir custos. “Se você trabalhar o solo adequadamente, conseguirá uma rentabilidade média que ajuda a sobreviver nesse mercado desafiador”, explica uma especialista em mercado, Ana Paula Lod.

Cenário global da soja

Foto: Canal Rural

A analista também aponta que, do ponto de vista mundial, a produção da soja deve superar o consumo, resultando em preços pressionados. A combinação de uma produção robusta e incertezas na demanda, especialmente em relação à economia da China, contribui para essa situação.

Além disso, a baixa do dólar tem impactado o valor da soja no Brasil. Um dos fatores que evita uma desvalorização maior do grão é a demanda aquecida por seus derivados, como o óleo da soja, utilizado na fabricação de óleo de cozinha e biodiesel.

Comercialização e tendências

Foto: Canal Rural

Para a safra 2023/24 e até a 2024/25, a comercialização antecipada tem sido mais lenta em comparação com anos anteriores. Esse movimento é reflexo de um cenário de preços mais pressionados, que limita as expectativas de venda.

Os produtores, portanto, precisam se adaptar a esse novo cenário, mantendo a cautela e buscando estratégias para garantir a rentabilidade em um mercado cada vez mais desafiador.

Confira a reportagem completa:



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AgroNewsPolítica & Agro

Floricultura paranaense movimenta R$ 249,6 milhões em 2024


Paraná registra crescimento no setor de floricultura





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a floricultura no Paraná alcançou um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 249,6 milhões em 2024. Os gramados e as plantas perenes ornamentais foram os maiores responsáveis por esse resultado, contribuindo com 72,1% do total gerado pelo setor no estado.

As flores ornamentais, como orquídeas, crisântemos e roseiras, também tiveram uma importante participação na floricultura paranaense, representando 20,9% do VBP do segmento, com a produção complementada por outras 27 espécies florais.

As orquídeas, em especial, destacaram-se em 2023, com uma produção de 549 mil unidades, gerando um VBP de R$ 24,3 milhões. A maior parte dessa produção se concentrou na região de Toledo, responsável por 43,9% do valor total, com 241 mil plantas produzidas, equivalentes a R$ 10,7 milhões. A região de União da Vitória aparece logo em seguida, contribuindo com 37,2% da produção de orquídeas. Juntas, essas duas regiões representam 81,1% do total estadual de produção de orquídeas.





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Canal Rural está disponível na Samsung TV Plus para 19 milhões de TVs conectadas



Produtores rurais e amantes do agronegócio agora têm mais uma forma de acompanhar as notícias e atualizações do setor. O Canal Rural está disponível na Samsung TV Plus, um serviço de vídeo presente em 19 milhões de TVs conectadas da marca no Brasil. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (27), durante o programa Mercado & Companhia.

Segundo a diretora de conteúdo e programação do Canal Rural, Jaqueline Silva, a parceria facilita o acesso do público à programação do canal. “Qualquer pessoa que tenha a TV Samsung Plus pode assistir ao Canal Rural ao vivo e ficar por dentro das informações sobre os próximos passos que o produtor rural está dando para produzir com sustentabilidade“, explicou.

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O Canal Rural é o único canal de TV dedicado ao agro disponível na Samsung TV Plus e é reconhecido como uma referência no mercado. Ele se destaca por ser uma fonte segura para decisões dos produtores rurais, além de aproximar o setor de toda a sociedade.

Para o presidente do Canal Rural, Júlio Cargnino, essa parceria amplia o alcance do conteúdo voltado para o campo. “É uma tecnologia que está crescendo muito, por ter qualidade, ser gratuita e muito acessível. Queremos conectar os dois mundos, do campo e da cidade, para que o Canal Rural seja uma janela que mostra o interior do Brasil para toda a sociedade“, afirmou.

O canal está disponível no dial 2084 da Samsung TV Plus, e a sintonização é bastante simples. Basta acessar o aplicativo Samsung TV Plus, selecionar a opção ‘Guia’, depois ‘Locais’ e, por fim, escolher o número 2084. Em poucos passos, o público pode conferir os principais conteúdos do universo agro e relaxar enquanto se mantém informado sobre o setor que impulsiona a economia nacional.



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