sexta-feira, agosto 7, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de milho: Alta nos prêmios


Segundo a TF Agroeconômica, o cenário de exportação de milho no Brasil segue com os compradores aumentando os prêmios, mas sem conseguir atrair os vendedores. Em Paranaguá, os prêmios de exportação de milho fecharam o dia com algumas variações. Para outubro, a compra registrou um aumento, subindo para 110 (+2), enquanto as ofertas de venda permanecem sem valor (sV), com base em Z4. 

Já para novembro, a compra subiu levemente para 115 (+1), mantendo as vendas também sem valor. Em dezembro, o prêmio de compra subiu mais significativamente, atingindo 118 (+2), ainda sem ofertas de venda disponíveis. Para janeiro de 2025, os vendedores pedem 135, mas não há compradores dispostos a pagar o valor (sC). Para os meses de julho e agosto de 2025, não há ofertas de venda (s/Vend), mas o prêmio de compra subiu para 60 (+5), com base U5.

Enquanto isso, no mercado chinês, as cotações do milho voltaram a fechar em alta. Para o contrato de novembro, houve um aumento de 54 CNY/t, enquanto para janeiro o avanço foi de 55 CNY/t. A cotação do amido de milho também subiu, com acréscimos de 52 CNY/t para novembro e 48 CNY/t para janeiro. Por outro lado, as cotações dos ovos registraram quedas, com uma redução de 17 CNY/500kg para o contrato de setembro e 7 CNY/500kg para o de outubro. As cotações do suíno, no entanto, mostraram forte alta, com um acréscimo de 180 CNY/t para setembro e 350 CNY/t para novembro.

No mercado argentino, o panorama foi de estabilidade, com ajustes positivos nos preços do milho. O cereal com entrega para outubro foi negociado a A$ 175 mil/t, registrando um aumento de A$ 2 mil/t em relação à semana anterior. Para novembro, o preço ajustou-se para A$ 176 mil/t, e em dezembro, subiu para A$ 177 mil/t, mantendo o mesmo ritmo de alta. No mercado futuro MATBA, os preços do milho para entrega em abril registraram leve alta, fechando a US$ 187,00 por tonelada, em comparação aos US$ 185,00 anteriormente. No mercado de Chicago, as cotações fecharam a US$ 167,22 por tonelada.





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News

Grupo do G20 debate soluções energéticas em Foz do Iguaçu



Com 40 anos de operação, Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional é protagonista quando o assunto é transição energética, e referência em produção de energia limpa e renovável. Estes são os temas principais que devem ser debatidos durante as reuniões preparatórias para o G20, quem acontecem em Foz do Iguaçu nesta semana.

Responsável por produzir  10% da energia consumida no Brasil e 88% do Paraguai, a usina já preservou mais de 100 mil hectares de mata atlântica. Só nos últimos 30 anos, estima-se que o local ajudou a recuperar cerca de 30% do bioma em áreas florestais do Paraná. O território de uma das maiores hidrelétricas do mundo abrange 434 municípios sendo 399 deles no Paraná e 35 municípios no Mato Grosso do Sul.

E para a produção agrícola dos municípios que cercam Itaipu, a usina é parceira quando o assunto é sustentabilidade. Enio Verri, diretor geral brasileiro da Itaipu, dá destaque a isso: “a unsina criou no ano passado uma política chamada “Itaipu mais que energia” e com investimentos bastante altos em políticas de sustentabilidade em nosso território”.

Os principais temas que serão debatidos nesta fase de reuniões ministeriais de transição energética do G20 são: a transição energética justa e inclusiva, as perspectivas de inovação de combustíveis sustentáveis e ainda como acelerar os processos de financiamento dessas mudanças estruturais.  

Rodrigo Meneguette, superintendente de energias renováveis da Itaipu Binacional, explica que a usina tem buscado sempre a inovação e que sempre é um desafio: “Muitas empresas não estão dispostas a correr este risco de assumir um projeto piloto, que por vezes não tem a viabilidade econômica num primeiro momento. Mas e aí? Se ninguém der este passo, quem dará? E a Itaipu, dado todo esse histórico de ações de meio ambiente, entende que é papel dela dentro do governo federal, dar estes primeiros passos com os projetos”.

O Parquetec da Itaipu por exemplo, conta com instituições científicas de tecnologia e inovação. Uma delas trabalha com o biogás, gerado a partir de dejetos das atividades agropecuárias, além de iniciativas para transformá-lo em petróleo sintético renovável e a geração de biometano, a partir de resíduos orgânicos da própria hidrelétrica.

“Tem o Cibiogás por exemplo, que a Itaipu ajudou a fundar e hoje caminha com suas próprias pernas”, ressalta a chefe do escritório de Brasília da Itaipu, Lígia Leite Soares.



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Dia começa com ação de frente fria que traz trovoadas e ventania



Comece o dia sabendo como será o clima em sua região com o boletim da parceria entre Canal Rural e Climatempo:

Sul

O avanço de uma frente fria combinada com a circulação de ventos em médios níveis da atmosfera forma nuvens carregadas nos três estados do Sul. A condição é para pancadas de chuva com trovoadas, ventanias e eventual queda de granizo. O tempo será estável apenas no extremo noroeste do Paraná.

Sudeste

Terça-feira com pancadas de chuva na região de Presidente Prudente e Vale do Ribeira, em São Paulo, por conta da aproximação de uma frente fria. No Espírito Santo e na Zona da Mata Mineira, dia de sol entre muitas nuvens. Nas demais regiões, dia ensolarado e com alerta de baixa umidade do ar.

Centro-Oeste

Instabilidades associadas ao calor e à alta umidade seguem atuando sobre o norte de Mato Grosso. As pancadas são isoladas, mas com moderada intensidade. Em Mato Grosso do Sul e em Goiás, não chove em nenhuma região e as temperaturas sobem rapidamente.

Nordeste

Pancadas de chuva isoladas marcam presença na costa leste da Região e no interior dos estados do Maranhão e Piauí, sem alertas. O dia será ensolarado, seco e quente nas demais áreas.

Norte

Previsão de pancadas de chuva irregulares, mas pontualmente fortes em todos os estados da Região. A sensação será de abafado, com as temperaturas passando facilmente os 35 graus.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho acompanha Chicago e sobe na B3


A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) acompanhou o mercado internacional e o milho fechou em alta na sexta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Bolsas internacionais apresentaram alguma resistência acima de níveis de US$ 4,10 o bushel, especialmente depois das chuvas que se apresentaram no delta esta semana, em plena colheita. No Brasil, produtores oferecerem resistência à venda, e pedidas sobem em praticamente todos os estados e regiões produtoras, o que garante mais alguma resistência à baixa na B3”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 68,64 apresentando alta de R$ 0,47 no dia, alta de R$ 0,78 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,19 alta de R$ 0,43 no dia, alta de R$ 0,90 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 71,86, alta de R$ 0,35 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou dia e semana em alta com clima nos Estados Unidos e no Brasil. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,15 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 418,00. A cotação para março25, fechou em alta de 0,93 % ou $ 4,00 cents/bushel a $ 435,00”, indica.

“O clima ainda está ditando o rumo das cotações do milho norte-americano. Nos EUA os operadores estão de olho nas chuvas sobre as lavouras maduras na parte central e sul do país. No Brasil, a falta de chuva na região central está atrasando o plantio da primeira safra de milho e de soja, o que pode prejudicar o plantio do milho safrinha, responsável pelo grande volume do cereal do país. A Comissão Europeia reduziu mais uma vez a perspectiva de colheita de milho e cevada”, conclui.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Maçã/Cepea: Preços estão subindo! – Notícias Agrícolas


Em agosto, as vendas de maçã tiveram uma melhora significativa nos grandes centros consumidores, do Sul e do Sudeste. De acordo com colaboradores do Hortifrúti/Cepea, o retorno às aulas foi o principal fator.

Assim, com a oferta controlada, o preço de algumas variedades e perfis registraram alta nas regiões classificadoras nesta semana (19 a 23/08). Na média das praças, a gala 165 Cat 1, por exemplo, foi negociada a R$ 134,33/cx de 18 kg, aumento de 6% em relação à semana anterior. Já a fuji 165 Cat 1 foi vendida a R$ 130,5/cx de 18 kg, crescimento de 5% no mesmo período.

Para a próxima semana, o preço pode se estabilizar devido ao fim de mês, que tende restringir o comércio.

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AgroNewsPolítica & Agro

Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul teve negócios pontuais ao Noroeste, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais ao noroeste, onde 1000 tons rodaram a R$ 63,50 no CIF indústria, entrega imediata”, comenta.

Vendedores mantém pedidas entre R$ 2,00 a R$ 3,00 acima e compradores recuam em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 65,00 no interior e R$ 67,00/68,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, completa.

No Paraná, a ferrovia puxa ritmo no norte e no oeste e compradores sobem indicações no interior. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 61,00 (+1,00); Cascavel a R$ 60,00 (+1,00); Campos Gerais R$ 69,00 (+2,00); Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 61,00. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Negócios na ferro oeste, onde segundo rumores 10000 tons rodaram a 62,00 a saca, com entrega imediata. No norte, agentes apontam bons volumes também na ferrovia”, indica.

No Mato Grosso do Sul não foram ouvidos negócios, praticamente. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior”, conclui.

 





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Grupo do G20 debate soluções energéticas em Foz do Iguaçu



Com 40 anos de operação, Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional é protagonista quando o assunto é transição energética, e referência em produção de energia limpa e renovável. Estes são os temas principais que devem ser debatidos durante as reuniões preparatórias para o G20, quem acontecem em Foz do Iguaçu nesta semana.

Responsável por produzir  10% da energia consumida no Brasil e 88% do Paraguai, a usina já preservou mais de 100 mil hectares de mata atlântica. Só nos últimos 30 anos, estima-se que o local ajudou a recuperar cerca de 30% do bioma em áreas florestais do Paraná. O território de uma das maiores hidrelétricas do mundo abrange 434 municípios sendo 399 deles no Paraná e 35 municípios no Mato Grosso do Sul.

E para a produção agrícola dos municípios que cercam Itaipu, a usina é parceira quando o assunto é sustentabilidade. Enio Verri, diretor geral brasileiro da Itaipu, dá destaque a isso: “a unsina criou no ano passado uma política chamada “Itaipu mais que energia” e com investimentos bastante altos em políticas de sustentabilidade em nosso território”.

Os principais temas que serão debatidos nesta fase de reuniões ministeriais de transição energética do G20 são: a transição energética justa e inclusiva, as perspectivas de inovação de combustíveis sustentáveis e ainda como acelerar os processos de financiamento dessas mudanças estruturais.  

Rodrigo Meneguette, superintendente de energias renováveis da Itaipu Binacional, explica que a usina tem buscado sempre a inovação e que sempre é um desafio: “Muitas empresas não estão dispostas a correr este risco de assumir um projeto piloto, que por vezes não tem a viabilidade econômica num primeiro momento. Mas e aí? Se ninguém der este passo, quem dará? E a Itaipu, dado todo esse histórico de ações de meio ambiente, entende que é papel dela dentro do governo federal, dar estes primeiros passos com os projetos”.

O Parquetec da Itaipu por exemplo, conta com instituições científicas de tecnologia e inovação. Uma delas trabalha com o biogás, gerado a partir de dejetos das atividades agropecuárias, além de iniciativas para transformá-lo em petróleo sintético renovável e a geração de biometano, a partir de resíduos orgânicos da própria hidrelétrica.

“Tem o Cibiogás por exemplo, que a Itaipu ajudou a fundar e hoje caminha com suas próprias pernas”, ressalta a chefe do escritório de Brasília da Itaipu, Lígia Leite Soares.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima seco e postura cautelosa de produtores elevam preço do milho


Produtores limitam a oferta no mercado spot, aguardando novas valorizações





Foto: Nadia Borges

Os preços do milho voltaram a subir em praticamente todas as regiões monitoradas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Segundo informações divulgadas pelo Cepea, a alta nas cotações é impulsionada principalmente pela retração dos vendedores, que têm priorizado os trabalhos no campo e estão atentos ao clima quente e seco em algumas das principais regiões produtoras da safra de verão.

Muitos produtores já concluíram a colheita da segunda safra 2023/24 e, após conseguirem armazenar boa parte da produção, agora limitam a oferta no mercado spot, aguardando novas valorizações. Enquanto isso, a demanda segue firme, com compradores aumentando suas intenções de aquisição, mas enfrentando os preços mais elevados pedidos pelos vendedores que estão ativos no mercado.

Ainda segundo os pesquisadores do Cepea, esse cenário tem resultado em um ritmo lento de negociações no mercado spot nacional, com ambos os lados aguardando melhores condições para fechar novos negócios. O clima e a postura cautelosa dos agentes do setor seguem como fatores determinantes na dinâmica de preços do milho.





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AgroNewsPolítica & Agro

Registro de queimadas em setembro é 30% maior que a média do mês


Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já colocam 2024 como um dos anos com maior quantidade de focos de queimada na última década. Setembro já contabilizou mais de 80 mil focos, cerca de 30% acima da média histórica, registrada desde 1998 pelo Inpe. Mesmo que a quantidade de focos não extrapole as médias históricas nos últimos três meses do ano, 2024 terá o maior número de focos desde 2010, quando o Brasil teve 319.383 registros.

Os dados indicam que essa média pode ser superada, pois o mês de setembro teve aumento de 311%, passando de 18 mil focos em 2023 para 75 mil em 2024.

Centro-Oeste puxa altas 

O levantamento do Inpe indica aumento consistente nos focos em todas as regiões do país, em relação a 2023, com destaque para o Centro-Oeste, que teve três unidades com mais aumentos neste ano: Mato Grosso do Sul, com 601% e 11.990 focos em 2024; o Distrito Federal, com 269%, ainda que com apenas 318 focos; e Mato Grosso, 217%, com 45 mil focos, tornando-se o estado com o maior número no país neste ano, ultrapassando o Pará. Os números em Mato Grosso são mais fortes em setembro, quando foi responsável até agora por 23,8% dos focos do país ou 19.439 registros. O Pará também teve grande quantidade de queimadas no mês: 17.297 focos, ou 21,2% de todos os registros.

Completam o ranking dos maiores aumentos dois estados do Sudeste, com números totais de queimadas menos representativos, porém com grande aumento: São Paulo e o Rio de Janeiro. O aumento para os paulistas foi de 428% em setembro, com 7855 focos ativos. No Rio, foi de 184%, ou 1074 focos.

Em São Paulo, grande parte dos focos esteve concentrada em setembro, quando o estado registrou 2.445 focos ativos, 3% das ocorrências em todo o território nacional. Nas últimas 48 horas, o estado registrou 65 focos ativos, de acordo com  o Inpe. A Defesa Civil estadual informou que quatro municípios registraram focos nesse domingo (29), entre eles Luiz Antônio, na região de Ribeirão Preto, onde o combate se concentra na Estação Ecológica do Jataí. Somente lá atuam 133 agentes, entre defesa civil, bombeiros, brigadistas e voluntários. São 42 veículos, entre caminhões pipa, tratores e camionetes 4×4. Usinas da região uniram-se à força-tarefa enviando brigadistas e veículos de apoio. Seis aeronaves, sendo quatro aviões e dois helicópteros, também foram mobilizados nessa frente. 

Desde o começo das medições, o país teve mais de 300 mil focos apenas em seis anos: 2002, 2003, 2004, 2005, 2007 e 2010. Neste ano de 2024 caminha para a volta dessa marca. Com seus 208 mil focos registrados, está atrás somente dos totais de 2020, com 222.797 focos, e 2015, com 216.778, considerando apenas os últimos dez anos.





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Brasil abre 20 novos mercados para produtos agropecuários em 6 países



O Brasil poderá exportar produtos agropecuários para 20 novos mercados em seis destinos, informou o ministro substituto e secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura (Mapa), Roberto Perosa, em redes sociais.

Peru, Coreia do Sul, Austrália, Reino Unido, Angola e México aceitaram novos produtos brasileiros que até então não importavam. As autorizações foram recebidas pelo governo brasileiro com o aceite dos protocolos sanitários nesta segunda-feira.

Para o Peru, o Brasil está autorizado a exportar erva-mate, farelo de mandioca, feno, flor seca de cravo da índia e fibra de coco.

Coreia do Sul e Angola, por sua vez, liberaram a entrada de farelo de mandioca, polpa cítrica desidratada e feno do Brasil, assim como Reino Unido que, além dos produtos anteriores, deu aval para erva-mate brasileira.

Já o México abriu seu mercado para farelo de mandioca, erva-mate e polpa cítrica desidratada brasileiros.

No ano, o País acumula 147 aberturas de mercado para produtos agropecuários.



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