sexta-feira, agosto 7, 2026

Autor: Redação

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Plantio de soja da safra 2024/25 avança para 2,4%, diz Conab



O plantio de soja da safra 2024/25 no Brasil atingiu 2,4% da área total até o domingo (29) conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice representa um avanço em relação aos 0,2% da semana anterior, mas ainda está abaixo dos 4,1% registrados em igual período de 2023. Em Mato Grosso, o plantio da soja chegou a 2,6%, enquanto no Paraná atingiu 10%.

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No caso do milho primeira safra, o plantio avançou para 21,6% da área prevista, crescimento de 5,4 pontos porcentuais ante os 16,2% da semana anterior, porém ainda inferior aos 22,6% de 2023. O Paraná lidera a semeadura, com 60%, seguido pelo Rio Grande do Sul, que registrou 62%. Santa Catarina também apresentou crescimento, saindo de 22% na semana anterior para 46%.

A colheita de algodão da safra 2023/24 foi concluída nos sete principais estados produtores, alcançando 100% da área cultivada, conforme a Conab. A Bahia, que estava em 99% na semana anterior, completou os trabalhos, assim como Goiás, que avançou de 98% para 100%.

Já a colheita do trigo progrediu para 30,9% da área total até o domingo, superando os 25,1% da semana anterior, mas permanecendo abaixo dos 35% verificados em igual período do ano passado. O Paraná, principal produtor, avançou de 35% para 48%, enquanto São Paulo passou de 42% para 65%.



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‘Transição energética de forma lenta, gradual e inevitável’



“De forma lenta e gradual, é inevitável a transição energética à redução na utilização de combustíveis fósseis”. A fala é do diretor-presidente brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, em coletiva de imprensa que nesta segunda-feira (30) deu o tom das discussões das reuniões ministeriais do grupo de trabalho de transições energéticas do G20, que reúne 19 das maiores economias do planeta e é presidido pelo Brasil. Organizado pelo Ministério das Minas e Energias (MME), os debates seguem até sexta-feira (04), em Foz do Iguaçu, sede da Itaipu, anfitriã do evento.

Entre as diretrizes do grupo de trabalho, a busca pelos negociadores é por um consenso sobre a transição energética, em especial no que diz respeito ao acesso global de energia limpa e renovável a todos os países, processo que passa pela redução no uso das energias fósseis consideradas mais poluentes, como o petróleo e o carvão. O objetivo é elaborar documentos para induzir e formular políticas públicas e acordos de cooperação que serão trabalhadas pelos chefes de estado durante a cúpula de líderes do G20, que acontece em novembro no Rio de Janeiro.

Verri reconhece que o mundo ainda precisa do petróleo. Mas coloca como condição das nações do G20 o compromisso de como se manter a utilização do petróleo e, de maneira simultânea, começar a entrar com outras alternativas. Ele lembra que “o Brasil tem expertise nesse assunto desde os anos 70, com o proálcool, depois avançamos com a hidrelétrica e, agora, com solar”. Segundo o diretor-presidente da Itaipu, graças às caraterísticas do país, a e energia solar responde por 30% da geração. Quase 40% da energia diária do Brasil é fotovoltaica e eólica, disse.

“Graças às caraterísticas do país, a e energia solar responde por 30% da geração. Quase 40% da energia diária do brasil é fotovoltaica e eólica.

Enio Verri, diretor-presidente da Itaipu Binacional

Além do benefício ambiental, o executivo pontuou ainda o lado econômico e social dessa transição: “energia limpa, barata e que permite que o preço médio caia e não comprometa o mundo com a poluição como o petróleo compromete”. Uma transição, reforça, “lenta, gradual e assertiva é inevitável”. Segundo Verri, essa é uma discussão que a Itaipu levou para COP28 em Dubai em 2023, que estará na pauta da COP29 este ano no Azerbaijão e vai marcar a COP30, que acontece em 2025 aqui no Brasil, no Pará.

A cobertura completa do G20 de transições energéticas, direto de Foz do Iguaçu, você acompanha na multiplataforma do Canal Rural.



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Conta de energia elétrica fica mais cara a partir de hoje


A conta de energia elétrica fica mais cara a partir desta terça-feira (1º), com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, o estágio tarifário mais alto do sistema da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, o preço para cada 100 quilowatts-hora consumidos passa de R$ 4,463 para R$ 7,877.

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A decisão foi anunciada na última sexta-feira (27) em nota da Aneel, em consequência do risco hidrológico, com reservatórios baixos, e a elevação do preço da energia no mercado, impactada pelo custo do que foi produzido e não contratado.

O sistema de bandeiras tarifárias é composto pelas cores verde, amarelo e vermelho, em patamares 1 e 2. A cor verde patamar 1 significa tarifa sem custo extra.

A bandeira vermelha patamar 1 estava em vigor desde setembro, após um período em que a bandeira verde patamar 1, a mais barata do sistema, prevaleceu por vários meses do ano.

De acordo com a agência, o sistema de bandeiras tarifárias é uma forma de tornar a cobrança complementar mais transparente aos consumidores de energia elétrica conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Criado em 2015, ele indica os custos da geração de energia no Brasil e possibilita adaptações no consumo para redução no valor da conta de luz.



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Plantio de soja da safra 2024/25 avança para 2,4%, diz Conab



O plantio de soja da safra 2024/25 no Brasil atingiu 2,4% da área total até o domingo (29), conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice representa um avanço em relação aos 0,2% da semana anterior, mas ainda está abaixo dos 4,1% registrados em igual período de 2023. Em Mato Grosso, o plantio chegou a 2,6%, enquanto no Paraná atingiu 10%.

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No caso do milho primeira safra, o plantio avançou para 21,6% da área prevista, crescimento de 5,4 pontos porcentuais ante os 16,2% da semana anterior, porém ainda inferior aos 22,6% de 2023. O Paraná lidera a semeadura, com 60%, seguido pelo Rio Grande do Sul, que registrou 62%. Santa Catarina também apresentou crescimento, saindo de 22% na semana anterior para 46%.

A colheita de algodão da safra 2023/24 foi concluída nos sete principais Estados produtores, alcançando 100% da área cultivada, conforme a Conab. A Bahia, que estava em 99% na semana anterior, completou os trabalhos, assim como Goiás, que avançou de 98% para 100%.

Já a colheita do trigo progrediu para 30,9% da área total até o domingo, superando os 25,1% da semana anterior, mas permanecendo abaixo dos 35% verificados em igual período do ano passado. O Paraná, principal produtor, avançou de 35% para 48%, enquanto São Paulo passou de 42% para 65%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho inicia semana em ritmo lento


No mercado de milho, a segunda-feira iniciou em ritmo lento no estado do Rio Grande do Sul, com produtores aumentando pedidas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 65,00; Não-Me-Toque a R$ 66,00; Marau e Gaurama R$ 67;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 68,00 e Montenegro a R$ 69,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior. Não ouvimos sobre negócios neste início de semana”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio avança bem, mas a comercialização inicia a semana em ritmo lento. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 65,00 no interior e R$ 67,00/68,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, completa.

No Paraná, os exportadores praticamente desistem da briga por lotes e o interior faz negócios pontuais. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 62,00 (+1,00); Cascavel a R$ 60,00; Campos Gerais R$ 67,00 (-2,00); Guarapuava a R$ 66,00; Londrina R$ 63,00. Negócios próximos a Guarapuava, onde segundo rumores 1000 tons rodaram a 66,50 a saca, com retirada imediata”, indica.

O Mato Grosso do Sul segue sem negócios importantes. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior”, conclui.
 





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Brasil precisava fazer valer lei e a vida continuou



A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, disse que o Brasil fez o que precisava ser feito em relação à suspensão da rede social X, anteriormente chamada de Twitter. A afirmação foi feita na noite da segunda-feira (30), durante o programa Roda Viva, da TV Cultura.

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Em um estado soberano, todos nós cidadãos, empresas e plataformas têm que cumprir a lei do país. O Brasil não é quintal de ninguém e é Estado soberano, por que aqui seria diferente?”, questionou a ministra. “Portanto o Brasil precisa de fazer valer porque o descumprimento era de ordem judicial e fez valer, a vida continuou e continua sempre.”

Ainda de acordo com Lúcia, no geral, as plataformas vêm cumprindo acordos sobre desinformação e sugerido aperfeiçoamentos. “Houve diminuição da desinformação em relação a 2022”, acrescentou.



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ouça análise de especialista sobre o que impacta o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise do time de economistas do PicPay.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca o discurso do presidente do Fed, que passou uma mensagem de cautela, enfatizando que a autoridade não está com pressa para cortar as taxas de juros. Em resumo, Jerome Powell afirmou que se a economia evoluir como esperado, o cenário base é de mais dois cortes de 0,25 neste ano.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de milho: Alta nos prêmios


Segundo a TF Agroeconômica, o cenário de exportação de milho no Brasil segue com os compradores aumentando os prêmios, mas sem conseguir atrair os vendedores. Em Paranaguá, os prêmios de exportação de milho fecharam o dia com algumas variações. Para outubro, a compra registrou um aumento, subindo para 110 (+2), enquanto as ofertas de venda permanecem sem valor (sV), com base em Z4. 

Já para novembro, a compra subiu levemente para 115 (+1), mantendo as vendas também sem valor. Em dezembro, o prêmio de compra subiu mais significativamente, atingindo 118 (+2), ainda sem ofertas de venda disponíveis. Para janeiro de 2025, os vendedores pedem 135, mas não há compradores dispostos a pagar o valor (sC). Para os meses de julho e agosto de 2025, não há ofertas de venda (s/Vend), mas o prêmio de compra subiu para 60 (+5), com base U5.

Enquanto isso, no mercado chinês, as cotações do milho voltaram a fechar em alta. Para o contrato de novembro, houve um aumento de 54 CNY/t, enquanto para janeiro o avanço foi de 55 CNY/t. A cotação do amido de milho também subiu, com acréscimos de 52 CNY/t para novembro e 48 CNY/t para janeiro. Por outro lado, as cotações dos ovos registraram quedas, com uma redução de 17 CNY/500kg para o contrato de setembro e 7 CNY/500kg para o de outubro. As cotações do suíno, no entanto, mostraram forte alta, com um acréscimo de 180 CNY/t para setembro e 350 CNY/t para novembro.

No mercado argentino, o panorama foi de estabilidade, com ajustes positivos nos preços do milho. O cereal com entrega para outubro foi negociado a A$ 175 mil/t, registrando um aumento de A$ 2 mil/t em relação à semana anterior. Para novembro, o preço ajustou-se para A$ 176 mil/t, e em dezembro, subiu para A$ 177 mil/t, mantendo o mesmo ritmo de alta. No mercado futuro MATBA, os preços do milho para entrega em abril registraram leve alta, fechando a US$ 187,00 por tonelada, em comparação aos US$ 185,00 anteriormente. No mercado de Chicago, as cotações fecharam a US$ 167,22 por tonelada.





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Grupo do G20 debate soluções energéticas em Foz do Iguaçu



Com 40 anos de operação, Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional é protagonista quando o assunto é transição energética, e referência em produção de energia limpa e renovável. Estes são os temas principais que devem ser debatidos durante as reuniões preparatórias para o G20, quem acontecem em Foz do Iguaçu nesta semana.

Responsável por produzir  10% da energia consumida no Brasil e 88% do Paraguai, a usina já preservou mais de 100 mil hectares de mata atlântica. Só nos últimos 30 anos, estima-se que o local ajudou a recuperar cerca de 30% do bioma em áreas florestais do Paraná. O território de uma das maiores hidrelétricas do mundo abrange 434 municípios sendo 399 deles no Paraná e 35 municípios no Mato Grosso do Sul.

E para a produção agrícola dos municípios que cercam Itaipu, a usina é parceira quando o assunto é sustentabilidade. Enio Verri, diretor geral brasileiro da Itaipu, dá destaque a isso: “a unsina criou no ano passado uma política chamada “Itaipu mais que energia” e com investimentos bastante altos em políticas de sustentabilidade em nosso território”.

Os principais temas que serão debatidos nesta fase de reuniões ministeriais de transição energética do G20 são: a transição energética justa e inclusiva, as perspectivas de inovação de combustíveis sustentáveis e ainda como acelerar os processos de financiamento dessas mudanças estruturais.  

Rodrigo Meneguette, superintendente de energias renováveis da Itaipu Binacional, explica que a usina tem buscado sempre a inovação e que sempre é um desafio: “Muitas empresas não estão dispostas a correr este risco de assumir um projeto piloto, que por vezes não tem a viabilidade econômica num primeiro momento. Mas e aí? Se ninguém der este passo, quem dará? E a Itaipu, dado todo esse histórico de ações de meio ambiente, entende que é papel dela dentro do governo federal, dar estes primeiros passos com os projetos”.

O Parquetec da Itaipu por exemplo, conta com instituições científicas de tecnologia e inovação. Uma delas trabalha com o biogás, gerado a partir de dejetos das atividades agropecuárias, além de iniciativas para transformá-lo em petróleo sintético renovável e a geração de biometano, a partir de resíduos orgânicos da própria hidrelétrica.

“Tem o Cibiogás por exemplo, que a Itaipu ajudou a fundar e hoje caminha com suas próprias pernas”, ressalta a chefe do escritório de Brasília da Itaipu, Lígia Leite Soares.



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Dia começa com ação de frente fria que traz trovoadas e ventania



Comece o dia sabendo como será o clima em sua região com o boletim da parceria entre Canal Rural e Climatempo:

Sul

O avanço de uma frente fria combinada com a circulação de ventos em médios níveis da atmosfera forma nuvens carregadas nos três estados do Sul. A condição é para pancadas de chuva com trovoadas, ventanias e eventual queda de granizo. O tempo será estável apenas no extremo noroeste do Paraná.

Sudeste

Terça-feira com pancadas de chuva na região de Presidente Prudente e Vale do Ribeira, em São Paulo, por conta da aproximação de uma frente fria. No Espírito Santo e na Zona da Mata Mineira, dia de sol entre muitas nuvens. Nas demais regiões, dia ensolarado e com alerta de baixa umidade do ar.

Centro-Oeste

Instabilidades associadas ao calor e à alta umidade seguem atuando sobre o norte de Mato Grosso. As pancadas são isoladas, mas com moderada intensidade. Em Mato Grosso do Sul e em Goiás, não chove em nenhuma região e as temperaturas sobem rapidamente.

Nordeste

Pancadas de chuva isoladas marcam presença na costa leste da Região e no interior dos estados do Maranhão e Piauí, sem alertas. O dia será ensolarado, seco e quente nas demais áreas.

Norte

Previsão de pancadas de chuva irregulares, mas pontualmente fortes em todos os estados da Região. A sensação será de abafado, com as temperaturas passando facilmente os 35 graus.



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