sexta-feira, agosto 7, 2026

Autor: Redação

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Entidades da Alemanha pedem que UE adie implementação de lei antidesmatamento



A Associação Alemã de Agricultores (DBV, na sigla em alemão), a Associação dos Proprietários de Florestas (AGDW) e empresas familiares dos setores agrícola e florestal pediram que a Comissão Europeia adie a implementação da nova lei antidesmatamento da União Europeia (EUDR), que entra em vigor em 30 de dezembro.

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Em comunicado, as entidades disseram que a lei trará enormes impactos negativos para a agricultura e a silvicultura na Alemanha se entrar em vigor na sua forma atual ao fim de 2024.

Agora é a vez de a Comissão Europeia evitar o pior. Se a EUDR entrar em vigor em 30 de dezembro de 2024, muitos proprietários de florestas poderão ser excluídos do mercado, resultando em uma escassez significativa de madeira para a indústria e os consumidores”, disse o presidente da AGDW, Andreas Bitter. “Ursula von der Leyen (presidente da Comissão Europeia) e sua equipe devem domar o monstro burocrático que é a EUDR e iniciar imediatamente o adiamento do regulamento.”

A Alemanha comprovadamente não tem um problema de desmatamento. Pelo contrário, a área florestal aumentou nos últimos anos. Apesar disso, os produtores locais de madeira, carne bovina ou soja serão forçados a passar por um procedimento burocrático com registro separado e documentação excessiva”, afirmou o presidente da DBV, Joachim Rukwied. “Isso é mais uma peça da insanidade burocrática que não ajuda ninguém, muito menos as florestas ameaçadas em outras partes do mundo.”

Segundo as entidades, a proteção de florestas contra a exploração predatória e queimadas já está consagrada na legislação e nos princípios de sustentabilidade e certificação. No entanto, agricultores e proprietários de florestas locais também serão sobrecarregados com uma série de novas exigências burocráticas, observaram.



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Como está o plantio da soja no Brasil? Veja a porcentagem da semeadura por região


O plantio da safra da soja 2024/25 no Brasil avança lentamente, alcançando apenas 1,9% da área total esperada até o dia 27 de setembro. Esse número representa um aumento em relação à semana anterior, quando apenas 0,5% da área estava semeada, segundo levantamento da Safras & Mercado.

O início da semeadura neste ano está atrasado em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 3,8% da área já havia sido plantada. A média dos últimos cinco anos para essa data é de 2,7%, evidenciando a necessidade de aceleração nos trabalhos.

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Situação nos estados brasileiros

No estado do Paraná, o plantio começou com 13% da área semeada, embora ainda esteja aquém dos 18% registrados no ano passado. A média para o estado é de 8,8%, o que indica um desempenho acima da média, mas inferior ao do ano passado.

No Mato Grosso, apenas 0,6% da área foi semeada até agora, comparado a 4% no mesmo período da temporada anterior. A média histórica para o estado é de 4,2%. Já no Mato Grosso do Sul, o plantio avança lentamente, com apenas 1% da área estimada semeada, contra 2% no ano passado e 2,4% da média dos últimos cinco anos.

Em outros estados produtores, o plantio ainda não teve início, o que sugere que a janela de semeadura para a soja em 2024/25 poderá ser desafiadora se o ritmo não for acelerado nas próximas semanas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja cai com realização de lucros na CBOT


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou uma baixa nesta segunda-feira, impulsionada pela realização de lucros acumulados ao longo da semana anterior. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, encerrou o dia com queda de 0,82%, cotado a $1057,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 0,72%, fechando o dia a $1075,25 por bushel, refletindo a tendência de realização de lucros observada no mercado. Em contraste, o farelo de soja para outubro registrou uma leve alta de 0,17%, encerrando o pregão com o valor de $344,3 por tonelada curta, mostrando um desempenho mais estável. O óleo de soja, por sua vez, destacou-se com um avanço expressivo de 3,15%, fechando a $43,51 por libra-peso, impulsionado por fatores específicos de demanda no mercado de óleos vegetais.

A análise do desempenho do dia apontou que, embora o mercado tenha oscilado bastante durante o pregão, a realização de lucros prevaleceu, após a soja acumular ganhos superiores a 5% na semana anterior. O relatório trimestral de estoques do USDA foi considerado neutro, com dados próximos às expectativas do mercado.

Além disso, os embarques de exportação de soja subiram 35,5%, porém dentro da faixa esperada pelos operadores. Mesmo com uma venda adicional de 116 mil toneladas de soja para a China, o feriado prolongado no país asiático contribuiu para um desaquecimento nas negociações internacionais.

Esses fatores, aliados à forte alta registrada na sexta-feira anterior, não foram suficientes para conter a pressão dos fundos, que optaram por realizar lucros, encerrando o dia com quedas nos contratos de soja.
 





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Frente fria causa temporais no Sul e chuvas intensas no Sudeste



Saiba como o clima irá se comportar nesta quarta-feira (2) em todo o Brasil:

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Sul

A frente fria mantém o tempo instável e favorável para temporais em toda a região. A quantidade de chuva pode causar pequenos alagamentos. No extremo sul do Rio Grande do Sul, o sol volta a predominar.

Sudeste

A frente fria provoca pancadas de chuva em todo o estado de São Paulo nesta quarta-feira. Temporais isolados podem ocorrer devido ao calor. No Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, o dia será de sol e temperaturas altas por causa do efeito pré-frontal.

Centro-Oeste

A frente fria canaliza umidade em direção aos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, formando nuvens carregadas. A previsão é de sol, com períodos de chuva moderada acompanhada por raios e eventual queda de granizo. Em Goiás e no Distrito Federal, o dia será quente e sem chuva.

Nordeste

O sol volta a predominar no interior da região e a umidade cai. Chuvas passageiras devem ocorrer no litoral sul da Bahia e entre os estados de Alagoas e Pernambuco.

Norte

As instabilidades continuam atuando em grande parte da região nesta quarta-feira. As pancadas mais fortes ocorrem sobre o Amazonas. Nos estados do Tocantins e Acre, o sol volta a predominar no interior.



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Faturamento do setor de máquinas agrícolas cresce 8,4% em agosto



A receita líquida total do segmento de máquinas agrícolas registrou em agosto um crescimento de 8,4% na comparação com julho, considerando os ajustes sazonais, informou a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) nesta terça-feira (1).

Contudo, na comparação com agosto do ano passado, o faturamento vindo das vendas de máquinas agrícolas caiu 15,8%.

A comercialização de colheitadeiras no mercado interno em agosto cresceu 4,5% em relação a julho. Já as exportações caíram 36,7% na mesma base de comparação.

As vendas internas de colheitadeiras caíram 21,5% em relação a julho, mas as exportações cresceram 2,4%.

Venda de máquinas em geral

Em relação à venda de máquinas e equipamentos em geral, a receita líquida total em agosto cresceu 12,4% em relação a julho, com ajuste sazonal.

Já na comparação de agosto com idêntico mês no ano passado, o faturamento líquido total da indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou uma queda de 6,5%.

O crescimento em agosto comparativamente a julho, de acordo com a Abimaq, deveu-se à melhora do mercado doméstico, uma vez que as vendas no mercado externo recuaram, devolvendo parte do salto observado em julho, quando os embarques tinham crescido 45%.



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Brasil avança em acordos sanitários com o Peru e se destaca na Expoalimentaria 2024



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma missão oficial ao Peru na última semana, conquistando avanços para o agronegócio brasileiro e fortalecendo as relações comerciais e sanitárias entre os dois países. Durante três dias de reuniões, a delegação brasileira contribuiu para fomentar o comércio bilateral, que recentemente alcançou a marca de US$ 5 bilhões.

Um dos principais resultados foi a atualização dos requisitos sanitários para a exportação de sêmen e embriões bovinos brasileiros ao mercado peruano, atendendo a uma antiga demanda do setor. A publicação da Resolución Directoral D000029-2024-MIDAGRI-SENASA-DSA harmoniza as exigências com os padrões da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e da Sociedade Internacional de Transferência de Embriões. O presidente da ABCZ, Gabriel Garcia Cid, comemorou a notícia: “Essa abertura, além de viabilizar maior intercâmbio comercial, reflete a confiança no trabalho do Mapa e nos criadores brasileiros“.

Outro avanço significativo foi o debate sobre a habilitação de novos estabelecimentos de carne suína e o reconhecimento de zonas livres de doenças como Influenza Aviária e Doença de Newcastle, essenciais para a expansão das exportações brasileiras de produtos de origem animal para o Peru.

Brasil se destaca na Expoalimentaria 2024

A missão ao Peru também incluiu a participação do Brasil na Expoalimentaria 2024, uma das maiores feiras agroalimentares da América Latina. Com mais de 100 empresas presentes, o Pavilhão Brasil foi premiado como o Melhor Pavilhão Internacional, tornando-se tricampeão do evento.

O secretário adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Julio Ramos, destacou a importância da presença brasileira na feira: “A participação do Brasil na Expoalimentaria reflete nosso compromisso com a expansão das exportações e com o fortalecimento das relações comerciais com o Peru“.

O evento foi uma oportunidade para ampliar a visibilidade dos produtos brasileiros, incluindo carnes, frutas, mel, café, chocolates e itens da sociobiodiversidade. O volume total negociado pelos brasileiros durante os três dias do evento chegou a US$ 695 milhões.

Além das negociações, os empresários brasileiros participaram de rodadas de negócios, visitas técnicas e palestras, buscando novas tecnologias e oportunidades de investimento, fortalecendo a imagem do Brasil como um importante player no mercado de alimentos e bebidas da América Latina.



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Brasil apresenta práticas sustentáveis na 29ª COAG/FAO em Roma



Começou nesta segunda-feira (30) a 29ª Sessão do Comitê de Agricultura (COAG) da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. Até o dia 4 de outubro, autoridades e lideranças agrícolas de todo o mundo estarão reunidas para discutir práticas e promover sistemas agroalimentares mais sustentáveis.

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O Brasil, um dos principais players globais na produção de alimentos, terá um papel de destaque ao apresentar as tecnologias e práticas sustentáveis utilizadas na agropecuária nacional. O secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Pedro Neto, ressaltou, na abertura do evento, o compromisso do país com a segurança alimentar mundial.

Estamos trabalhando na recuperação de áreas degradadas, ampliando os espaços de produção e restaurando a cobertura florestal. Queremos colaborar com outras nações, promovendo um modelo de produção sustentável”, afirmou Neto.

Na quarta-feira (2), o secretário participará de um painel de discussão sobre políticas agrícolas para promover sistemas agroalimentares sustentáveis. Nesse evento, co-organizado pelo Brasil, FAO, Reino Unido e Banco Mundial, ele apresentará as inovações e práticas sustentáveis do Brasil na agricultura, destacando como o país tem trabalhado para proteger a biodiversidade e fortalecer a segurança alimentar.

Além do secretário Pedro Neto, a delegação brasileira conta com a participação da adida agrícola em Roma/FAO, Fernanda Magalhães, do diretor de Negociações Não-Tarifárias e Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Augusto Billi, e do coordenador-geral de Produção Animal, Bruno Leite.



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Chocolate brasileiro cresce nos países árabes, mas ainda longe do potencial



As exportações de chocolate brasileiro para a Liga Árabe aumentaram 4,39% entre janeiro e agosto deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando US$ 16,06 milhões, de acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Embora o volume exportado tenha recuado 4,54%, para 4,43 mil toneladas, o valor médio por tonelada subiu 9,35%, atingindo US$ 3.623,84. Esses números referem-se às exportações para os 22 países membros da organização regional.

Líderes na compra de chocolate

O Iraque se destacou como o terceiro maior importador de chocolate brasileiro na região, registrando um aumento de 101% nas compras, alcançando 395 toneladas. À frente dele, estão os Emirados Árabes Unidos, com 475 toneladas importadas, representando um pequeno recuo de 4,09%, e a Arábia Saudita, que absorveu 2,36 mil toneladas, uma queda de 2,43% em relação ao ano anterior.

Segundo o gerente de inteligência de mercado da Câmara Árabe, Marcus Vinicius, 97% das exportações brasileiras para a Liga Árabe são preparações de cacau recheadas, barras, tabletes e paus, produtos de alto valor agregado.

Ele também destaca que os países do Golfo atuam como hubs de reexportação, o que pode ser uma vantagem para marcas que buscam se internacionalizar.

Participação ainda modesta

Apesar do crescimento recente, o Brasil ainda tem uma participação modesta no mercado árabe. Um exemplo é o caso dos Emirados Árabes Unidos, que importaram US$ 1,64 milhão em chocolate brasileiro de janeiro a agosto, mas movimentam cerca de US$ 460 milhões anualmente com importações de chocolates de países como Turquia, Holanda, Itália e Egito.

O aumento dos preços do chocolate foi influenciado pela alta nos preços do cacau, que subiram significativamente devido a pragas e problemas climáticos que afetaram até 20% das safras da Costa do Marfim e Gana, responsáveis por 56% da produção mundial.

As cotações futuras do cacau na CBOT de Chicago dobraram, ultrapassando US$ 7 mil por tonelada, enquanto na bolsa de Londres, os preços subiram até 47% neste ano.

As entidades do setor cacaueiro preveem um déficit global na oferta de cacau nos próximos anos, indicando que o cenário pode demorar para se normalizar.



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PRF apreende quase 2 t de maconha em carga de amido de milho



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 1,9 tonelada de maconha transportada em uma carga de amido de milho. O caso aconteceu na BR-158, em Três Lagoas (MS), no último sábado (28).

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Segundo o motorista, o carregamento de amido de milho saiu de Marechal Cândido Rondon (PR) e tinha como destino o município de Silvianópolis (MG). Durante a inspeção do compartimento de carga do caminhão, os agentes sentiram um forte odor de maconha e encontraram vários fardos da droga no fundo do baú.

Ao todo, foram apreendidos 1.917 kg de maconha, que foram encaminhados à Polícia Civil em Três Lagoas (PCMS). O motorista e uma passageira foram presos, e o caminhão usado no transporte também foi levado para a unidade.

*Sob supervisão de Henrique Almeida



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Lalguard Java agora é Lalguard C99


O risco da seleção de pragas resistentes aos inseticidas químicos tem aumentado as chances da redução da eficiência desses produtos. Além disso, muitos desses produtos estão sendo banidos em várias partes do mundo, o que representa um grande desafio para a agricultura moderna.

No Brasil, a mosca-branca causou grandes danos em várias culturas na safra passada, enquanto a cigarrinha-do-milho se tornou a praga mais relevante para a cultura do milho.

Esses são exemplos claros de uma tendência preocupante e do que podemos esperar para a proteção das plantações no futuro.

Em 2022, a Lallemand Plant Care lançou no mercado brasileiro uma solução inovadora para o manejo de pragas: o Lalguard Java. Esse bioinseticida, desenvolvido após anos de pesquisa em colaboração com a Embrapa, é formulado a partir do isolado exclusivo BRM27666 do fungo entomopatogênico Cordyceps javanica. O Lalguard Java demonstrou eficácia comprovada no controle da mosca-branca em campo, ganhando a confiança dos produtores em todo o país.

Gráfico 1: manejo da cigarrinha-do-milho; gráfico 2: mortalidade de mosca-branca. Fonte: Embrapa/Lallemand Plant Care

Em julho de 2024, a marca comercial Lalguard Java WP foi alterada para Lalguard C99 WP. Além disso, o Lalguard C99 WP foi recentemente registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para o controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), ampliando seu espectro de ação em bula e alinhando-se ao posicionamento de marca global da Lallemand Plant Care. Essa mudança reflete o compromisso contínuo da empresa com a inovação e a excelência.

A expertise centenária da Lallemand, em parceria com a Embra´pa, oferece ao produtor tecnologia de alta eficiência no manejo de pragas, garantindo rentabilidade.

Para mais informações, entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail: [email protected].





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