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Foto: USDA
De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em bloqueio de alta pressão sobre o noroeste da Rússia manteve um padrão climático estagnado na região, agravando a seca em áreas agrícolas do Leste Europeu. O calor, com temperaturas de 2 a 8°C acima do normal, acelerou a colheita das safras de verão, mas intensificou a escassez hídrica em partes do sul da Bielorrússia, Ucrânia e oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o estabelecimento das culturas de inverno. Nos últimos 90 dias, algumas dessas áreas registraram menos de 25% das chuvas normais, acentuando as dificuldades para a agricultura local.
Por outro lado, recentes chuvas nas proximidades da Moldávia trouxeram um alívio temporário, permitindo um clima mais seco e favorável ao trabalho de campo e à preparação das safras de inverno. Em algumas regiões mais ocidentais, precipitações variáveis, entre 1 e 25 mm, também beneficiaram parcialmente as plantações.
Apesar dessas melhorias localizadas, o Índice de Saúde da Vegetação, monitorado por satélites, continuou a indicar baixo vigor nas plantações da maior parte da região do Mar Negro, destacando os desafios enfrentados pelos agricultores.
Nesta quinta-feira (3), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) tornou pública a lista com marcas e lotes de azeite de oliva que foram desclassificadas, sendo, portanto, consideradas impróprias ao consumo.
Ao todo são 11 marcas:
Segundo a pasta, os produtos foram analisados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária e foram desclassificados por estarem em desacordo com os parâmetros estabelecidos pela Instrução Normativa nº 01/2012.
Além disso, as empresas responsáveis por esses produtos estão todas com CNPJ baixado junto à Receita Federal, o que também reforça a ocorrência de fraude.
O Ministério ressalta ainda que supermercados e atacadistas que disponibilizam produtos desclassificados e de procedência desconhecida aos consumidores poderão, também, ser responsabilizados com base no Decreto nº 6.268/2007.
Outras marcas ainda estão sendo analisadas e assim que os resultados forem concluídos nova lista será divulgada.
O Mapa destaca que os consumidores que adquiriram esses produtos devem deixar de consumi-los.
A solicitação da sua substituição deve ser feita nos moldes determinado pelo Código de Defesa do Consumidor ou ainda para o Mapa pelo canal oficial Fala.BR, informando o estabelecimento e endereço onde o produto foi adquirido.
Recomendações aos consumidores
O azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. Assim, para evitar ser enganado, o Mapa orienta os seguintes cuidados na hora de escolher os produtos:
Desconfie sempre de preços abaixo da média;
Não compre azeite a granel;
É importante estar atento à data de validade e aos ingredientes contidos; e
Opte por produtos com a data de envase mais recente.
O mercado físico do boi gordo mantém um cenário de altas consistentes nas principais regiões produtoras do Brasil.
Mesmo diante da elevação dos preços da arroba, a indústria frigorífica não consegue evoluir de maneira satisfatória em suas escalas de abate.
“O movimento de alta se acelerou no decorrer desta semana, com a arroba do boi gordo voltando a ser negociada em até R$ 300 no mercado paulista”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.
Segundo ele, a demanda de carne bovina permanece aquecida, em especial para exportação, que caminha para um recorde histórico na atual temporada.
Preços médios da arroba do boi
Mato Grosso do Sul: R$ 280,91
Mercado atacadista
O mercado atacadista segue com preços firmes, e o ambiente de negócios ainda sugere por nova alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva.
“Vale destacar que no atual ambiente de forte alta dos preços da carne bovina a expectativa é de ganho de competitividade das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango”, assinalou Iglesias.
O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 15,50.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,4745 para venda e a R$ 5,4726 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4503 e a máxima de R$ 5,5107.
O agronegócio brasileiro é composto, principalmente, por empresas familiares. São gerações que estabeleceram lavouras, criações e construíram legados. Nesse contexto, a sucessão é um desafio à continuidade de histórias de superação, resiliência e luta.
Pesquisa do Instituto Brasileiro Governanca Corporativa (IBGC), por exemplo, aponta que 72% das empresas familiares no Brasil não têm um plano de continuidade para os cargos-chave voltado aos descendentes.
A conselheira de empresas Jurema Aguiar de Araújo ressalta que o agronegócio, sendo um setor cíclico e com características únicas, exige uma sucessão ainda mais criteriosa em relação aos demais setores.
“O planejamento sucessório bem estruturado é uma necessidade urgente, não apenas para garantir a continuidade dos negócios, mas também para preservar o legado e os valores da família em um setor fundamental para a economia do país”, destaca.
De acordo com ela, a ausência desse planejamento pode acarretar perda de competitividade, além de possíveis conflitos familiares que colocam em risco tanto a estabilidade da organização quanto o futuro das próximas gerações.
Jurema ressalta que o assunto ainda parece um tabu no Brasil. “O desconforto ao abordar a finitude da liderança impede, muitas vezes, a preparação adequada dos sucessores, um tremendo risco pois é imprescindível que esse processo, que é de médio a longo prazo, seja feito com a máxima antecedência, enquanto o sucedido estiver em plena atividade e saudável”.
Caso contrário, conforme a conselheira, uma sucessão repentina e sem planejamento pode comprometer a continuidade e estabilidade da organização.
Empresas familiares na terceira geração
A importância do tema é amparada em estatísticas do IBGC: apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à transição da primeira para a segunda geração e essa taxa diminui ainda mais nas sucessões subsequentes, de acordo com pesquisa da PwC.
Dados da PwC reforçam essa afirmação: 75% das empresas familiares fecham após os herdeiros sucessores assumirem o negócio. “Isso significa que somente sete em cada 100 empresas brasileiras chegam à terceira geração”, diz Jurema.
Para ela, esse obstáculo que é transposto por tão poucas empresas ocorre, justamente, pela falta de um bom planejamento de sucessão.
“Não existe uma regra definida sobre o momento ideal para iniciar o processo de sucessão. Cada família possui seu próprio timing, geralmente alinhado aos interesses da primeira geração, que deseja se dedicar a novos projetos, e à preparação da segunda geração. No entanto, o ideal é que o fundador se planeje com antecedência para esse momento, buscando uma transição tranquila para aproveitar sua nova rotina, o que geralmente acontece entre os 55 e 65 anos”, afirma Jurema.
Esse período coincide, naturalmente, com a chegada dos sucessores à idade adulta.
Neste caso, Jurema destaca que é preferível que o sucedido envolva-se em um planejamento estruturado, com a ajuda de conselheiros experientes.
“Um conselheiro, elemento neutro, pode mediar as discussões, ajudando a minimizar conflitos emocionais que naturalmente surgem em famílias. Isso porque uma das principais barreiras na sucessão é justamente o conflito geracional e as questões emocionais que permeiam as relações familiares e que podem acabar contaminando os negócios”.
Isso ocorre porque a primeira geração pode ter dificuldade em aceitar que a segunda terá um estilo diferente de gestão e tomada de decisões. “Contudo, o importante é que os valores fundamentais da família e da empresa sejam preservados, ainda que a forma de implementá-los evolua com o tempo”.
Passo a passo do plano de sucessão
Foto: Divulgação CNA
Jurema traça três passos para que o processo de sucessão familiar de empresas do agronegócio e de outros setores transcorra da melhor forma possível:
Ajuda profissional
A falta de diálogo aberto e de um bom assessoramento são obstáculos significativos. “Junto com o auxílio de um ou mais conselheiros externos, inicie o planejamento da sucessão estabelecendo um prazo para a passada oficial de bastão e prepare mais intensamente o sucessor para tal momento”.
Regras para a sucessão
Estabelecer regras claras para a sucessão em empresas familiares é essencial para garantir a harmonia e a transparência nas relações entre os membros da família. “Questões como ‘todo filho é sócio?’ e “todos os sócios têm propriedade de todos os patrimônios da família?’ precisam ser abordadas de maneira objetiva e documentadas em um protocolo de família”, diz a conselheira.
Segundo Jurema, embora possa ser desconfortável discutir e definir essas regras inicialmente, a existência de um código de conduta bem delineado facilita a gestão dos direitos e responsabilidades de cada participante, minimizando conflitos futuros.
Alinhamento de expectativas
Para a conselheira, esse pode ser o ponto mais difícil. “Às vezes alguns membros da família podem divergir sobre as expectativas para a sucessão, uma das principais causas de frustração e conflito entre os membros da família, podendo comprometer a saúde do negócio”.
Portanto, de acordo com ela, para garantir a longevidade e o sucesso de uma empresa familiar é fundamental que as expectativas de todos os envolvidos estejam bem estabelecidas e alinhadas desde o início.
“A geração que vai suceder deve não apenas conhecer profundamente o funcionamento da empresa, mas também estar bem preparada e aberta ao diálogo constante. A preparação, que inclui tanto a formação técnica quanto a capacidade de comunicação e resolução de conflitos, é o que diferencia as empresas familiares que prosperam ao longo do tempo”, considera.
Nesta quinta-feira (3), o mercado brasileiro da soja registrou poucos negócios, com preços variando de estáveis a mais altos.
A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, enquanto o dólar teve uma alta significativa. Embora as ofertas no mercado fossem atrativas, muitos vendedores optaram por reter seus produtos, na expectativa de preços ainda mais vantajosos.
Preços do grão no país
Passo Fundo (RS): o preço da saca de 60 quilos subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
Missões (RS): a cotação avançou de R$ 132,00 para R$ 133,00
Porto de Rio Grande (RS): o valor aumentou de R$ 140,00 para R$ 141,00
Cascavel (PR): a saca valorizou de R$ 137,00 para R$ 139,00.
Porto de Paranaguá (PR): o preço subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
Rondonópolis (MT): o preço da saca subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
Dourados (MS): o preço estabilizou em R$ 134,00
Rio Verde (GO): a cotação permaneceu em R$ 133,00.
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa. A previsão de chuvas nas regiões produtoras do Brasil, facilitando o plantio da nova safra, e o avanço da colheita da maior safra dos EUA pressionaram os preços.
Adicionalmente, o mercado ainda assimila a decisão da União Europeia de adiar em pelo menos um ano a implementação da Lei Antidesmatamento, que, na teoria, poderia favorecer a demanda por soja americana em detrimento da soja e do farelo brasileiros e argentinos.
As exportações líquidas dos Estados Unidos de soja, para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 1.443.500 toneladas na semana encerrada em 26 de setembro, com a China liderando as importações, totalizando 725.700 toneladas.
Para a temporada 2025/2026, foram registradas apenas 1.000 toneladas, abaixo das expectativas que variavam entre 1 milhão e 1,6 milhão de toneladas.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam a US$ 10,46 por bushel, uma baixa de 10,00 centavos de dólar (0,94%). A posição de janeiro foi cotada a US$ 10,64 1/2 por bushel, com perda de 9,75 centavos (0,90%).
Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo encerrou com uma baixa de US$ 7,90 (2,32%), a US$ 332,50 por tonelada. Por outro lado, os contratos do óleo com vencimento em dezembro fecharam a 44,53 centavos de dólar, com alta de 0,89 centavo (2,03%).
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, negociado a R$ 5,4745 para venda e R$ 5,4726 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre uma mínima de R$ 5,4503 e uma máxima de R$ 5,5107.
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Foto: Canva
De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas leves a moderadas, variando entre 2 e 25 mm, foram registradas nas áreas central e leste da Turquia, proporcionando umidade essencial para o estabelecimento das safras de inverno, como trigo e cevada. Precipitações mais intensas, de até 85 mm, atingiram a costa do Mar Negro, embora essas chuvas tenham ocorrido fora das principais regiões de cultivo do país.
A influência das chuvas também se estendeu para o oeste e norte da Síria, onde áreas próximas à costa mediterrânea receberam até 40 mm de precipitação, beneficiando a agricultura local. No entanto, o cenário é diferente no leste da Síria e no centro e sul do Irã, onde o clima seco predominou. As chuvas de inverno, que são essenciais para essas áreas, costumam chegar apenas em outubro, conforme aponta os dados do boletim.
As condições climáticas também trouxeram calor anômalo ao sul e leste do Irã, com temperaturas até 5°C acima da média. Em outras partes da região, as temperaturas permaneceram mais próximas do normal, variando entre 1°C e 2°C acima da média.
Nesta quinta-feira (3), o mercado brasileiro da soja registrou poucos negócios, com preços variando de estáveis a mais altos. A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, enquanto o dólar teve uma alta significativa. Embora as ofertas no mercado fossem atrativas, muitos vendedores optaram por reter seus produtos, na expectativa de preços ainda mais vantajosos.
Preços do grão no país
Passo Fundo (RS): o preço da saca de 60 quilos subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
Missões (RS): a cotação avançou de R$ 132,00 para R$ 133,00
Porto de Rio Grande (RS): o valor aumentou de R$ 140,00 para R$ 141,00
Cascavel (PR): a saca valorizou de R$ 137,00 para R$ 139,00.
Porto de Paranaguá (PR): o preço subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
Rondonópolis (MT): o preço da saca subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
Dourados (MS): o preço estabilizou em R$ 134,00
Rio Verde (GO): a cotação permaneceu em R$ 133,00.
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa. A previsão de chuvas nas regiões produtoras do Brasil, facilitando o plantio da nova safra, e o avanço da colheita da maior safra dos EUA pressionaram os preços.
Adicionalmente, o mercado ainda assimila a decisão da União Europeia de adiar em pelo menos um ano a implementação da Lei Antidesmatamento, que, na teoria, poderia favorecer a demanda por soja americana em detrimento da soja e do farelo brasileiros e argentinos.
As exportações líquidas dos EUA de soja, para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 1.443.500 toneladas na semana encerrada em 26 de setembro, com a China liderando as importações, totalizando 725.700 toneladas. Para a temporada 2025/2026, foram registradas apenas 1.000 toneladas, abaixo das expectativas que variavam entre 1 milhão e 1,6 milhão de toneladas.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam a US$ 10,46 por bushel, uma baixa de 10,00 centavos de dólar (0,94%). A posição de janeiro foi cotada a US$ 10,64 1/2 por bushel, com perda de 9,75 centavos (0,90%).
Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo encerrou com uma baixa de US$ 7,90 (2,32%), a US$ 332,50 por tonelada. Por outro lado, os contratos do óleo com vencimento em dezembro fecharam a 44,53 centavos de dólar, com alta de 0,89 centavo (2,03%).
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, negociado a R$ 5,4745 para venda e R$ 5,4726 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre uma mínima de R$ 5,4503 e uma máxima de R$ 5,5107.
Em operação conjunta com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), realizou, nessa quarta-feira (2), uma operação de combate ao comércio de azeites adulterados.
A ação suspendeu a venda de três marcas (Pérola Negra, Carcavelos e Serrano) e culminou na apreensão de 428 garrafas de azeite que eram vendidas em supermercados dos municípios capixabas de Cariacica e Vila Velha.
De acordo com a investigação, a venda dos três rótulos estava proibida por conta de fraudes e infrações sanitárias.
“A venda de uma dessas marcas já havia sido suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na semana passada. As outras duas são marcas possivelmente têm ligação, pois são distribuídas pela mesma fabricante da marca que estava proibida”, diz o delegado Eduardo Passamani, titular da Decon
Segundo ele, a proibição dos rótulos ocorreu porque o fabricante não se identifica e, portanto, não é possível saber a procedência dos produtos.
Preços muito abaixo do mercado
Foto: Polícia Civil do Espírito Santo
O delegado alerta para que o consumidor se atente ao preço dos produtos vendidos. “Esse produto estava abaixo do preço médio que o azeite está sendo vendido atualmente nos mercados. É um indicativo de que o produto é fraudado. É importante se atentar a essa discrepância no valor se comparado a produtos de qualidade reconhecida”, destacou.
De acordo com ele, os itens apreendidos estavam sendo vendidos a uma média de R$ 26 a R$ 28, enquanto o preço dos demais gira em torno de R$ 40.
“O criminoso pega um produto falsificado, coloca um preço muito baixo para vender rápido e joga em pequenas redes para que a gente não consiga identificar”, relata Passamani.
Azeite passará por análise
As garrafas apreendidas serão encaminhadas ao laboratório do Ministério da Agricultura, em Brasília, e passarão por análises para identificar a composição do produto.
“Vamos identificar o que tem dentro dessas garrafas. Em um primeiro momento, em uma análise sensorial, foi possível perceber uma possível presença de óleo”, disse o delegado.
De acordo com ele, em ações anteriores, já foi identificada a presença de óleo de lamparina dentro de garrafas de azeite no estado.
Supermercados serão investigados
Além das marcas, os supermercados que estavam expondo a marca que já estava proibida pela Anvisa também serão investigados.
“Será aberta a investigação para identificar a responsabilidade. A marca deveria ter sido recolhida pois foi dada ampla divulgação pela Anvisa. O comerciante tem o dever com o consumidor e precisa saber o que está vendendo”, afirmou Passamani.
Já os fabricantes responderão por crime contra relação de consumo, com pena que pode variar de dois a cinco anos de reclusão.
A Decon orienta que o consumidor que adquiriu azeite das marcas apreendidas leve o produto até o estabelecimento comercial onde foi realizada a compra para que seja feita a troca. Caso o estabelecimento se recuse, o consumidor deve procurar a delegacia para registrar o fato.
A próxima segunda-feira (7) começa com chuva na Região Sul graças à atuação de um cavado meteorológico (região alongada de relativa pressão atmosférica baixa).
Assim, de acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o estado do Paraná, Santa Catarina e toda a porção oeste do Rio Grande do Sul ficam, novamente, sob alerta de rajadas de vento que podem ultrapassar os 100 km/h. Há, também, probabilidade de queda de granizo nestas áreas.
Já de 9 a 13 de outubro, a boa notícia é que a chuva se espalha pelo Brasil Central. As precipitações chegam de forma mais significativa, em volumes entre 60 mm e 100 mm, no oeste do Paraná, em toda a faixa leste de Mato Grosso do Sul e na faixa central e Zona da Mata de Minas Gerais.
De acordo com Müller, a condição de chuva mais intensa se deve à atuação de uma nova frente fria mais delineada. “Também levará chuva para Goiás, Brasília, sul do Tocantins e também Mato Grosso. Essa umidade mais distribuída é suficiente para acabar com a onda de calor e, também, eliminar o risco para focos de incêndio”.
Entra ano, sai ano e o crédito rural permanece no radar dos produtores. A tomada de empréstimos surge como necessidade em diferentes momentos da vida do produtor rural, seja na aquisição de imóveis rurais, máquinas, equipamentos, expansão dos negócios ou promoção de melhorias na propriedade.
No Plano Safra 2024/25, as taxas gerais das linhas de investimento e custeio foram mantidas entre 7% e 12% ao ano (.a.a.). As taxas elevadas são resultado de uma taxa Selic de 10,5% a.a. O custo alto para produzir foi novamente alvo de críticas do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Para o ministro, a taxa Selic a 10,5% ao ano não é condizente com a “inflação controlada” de 3% a 4% a.a. do Brasil. “Falamos há um ano e meio que a taxa Selic é desproporcional no Brasil”, destacou ele.
Mas não é só de crédito rural oferecido pelo governo que o produtor rural vive. A página Crédito para Fazendas em parceria com a MF Rural, das consultoras financeiras Gabriela e Tainara, uma extensão do Grupo SG Agronegócios, é um exemplo disso.
As empresárias são especialistas em captação de recursos para o setor do agronegócio. Elas oferecem ótimas condições para aquisição de áreas rurais e compra de maquinário, com taxas a partir de 2% a.a. e 20 anos para pagar. Juntas somam mais de dez anos no mercado financeiro e já liberaram mais de R$ 500 milhões em crédito para os produtores rurais.
As profissionais trabalham com mais de 20 instituições financeiras, buscando sempre a melhor linha de crédito e direcionamento para cada cliente. Segundo Gabriela, uma das premissas da empresa é entender qual o principal objetivo do produtor rural e oferecer as melhores opções e condições para que o produtor tome o crédito.
“Nosso primeiro passo é sempre identificar a necessidade do cliente, garantias que possui, cadastro e faturamento. Buscamos sempre a melhor taxa, custo de operação e prazos de pagamentos que se adequam ao perfil do produtor”, ressaltou a profissional.
Tainara destaca que as garantias que o produtor rural possui e prazo para o pagamento da dívida são determinantes para alcançar melhores condições. “A garantia vai depender da linha de crédito que adequa ao perfil de cada cliente, temos linhas que o próprio imóvel serve, 1×1, até linhas que solicitam garantia 3×1. Por isso, no primeiro contato é primordial que as informações sejam claras e objetivas”, revelou a consultora.
Foto: SG Agronegócios
Mateus Ferraz, da Fazenda Santa Helena em Água Limpa, Goiás, afirma que um diferencial das consultoras é o atendimento, e que durante todo o processo recebeu ajuda para liberação do crédito.
“Estava procurando um crédito para aquisição de uma área vizinha à minha, mas o banco não liberou. Encontrei a página na internet e vi que eles tinham parceria com o MF Rural que me trouxe mais segurança para a negociação. Consegui o crédito com uma taxa boa e prazo de pagamento de 15 anos. Elas sempre foram muito atenciosas e me ajudaram em todo processo”, Mateus.
Para se ter uma ideia da amplitude da empresa, só em 2023 a SG Agronegócio liberou R$ 1,2 bilhão de recursos para o agronegócio, atendendo clientes do Brasil todo, com valores solicitados de R$ 150 mil a R$ 150 milhões.