quinta-feira, agosto 6, 2026

Autor: Redação

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Vereador eleito morre de infarto durante apuração dos votos



O vereador Geraldo Corado (MDB) morreu no domingo (6) enquanto ocorria a apuração dos votos das Eleições Municipais de 2024 em Sebastião Barros, no sul do Piauí, a 915 km de Teresina.

De acordo com o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Wenderson Guedes, o parlamentar foi reeleito, mas não chegou a ver o resultado das eleições. A informação parte de reportagem do G1.

“Ele havia ido a Corrente [extremo sul do Piauí] por volta das 16h e, no retorno, sofreu um infarto. Infelizmente, faleceu antes de saber que foi reeleito, sem sequer ver quantos votos obteve”, relatou Guedes.

Geraldo foi o segundo vereador mais votado, com 289 votos, apenas 9 a menos que o primeiro colocado.

A família do vereador comunicou através de suas redes sociais que o velório ocorreu na noite de domingo (6) em uma funerária próxima ao Hospital Regional de Corrente. O sepultamento aconteceu na segunda-feira (7), às 16h, no povoado Canto Alegre, na zona rural de Sebastião Barros.

Geraldo Corado era mestre em Educação Ambiental pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e já havia presidido a Câmara de Vereadores de Sebastião Barros nos anos de 2021 e 2022.



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Ministro diz que tentará evitar horário de verão em 2024



O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, indicou nesta terça-feira (8) que a retomada do horário de verão pode ser evitada neste ano.

Segundo ele, a decisão vai depender da avaliação técnica dos níveis do reservatório no país. O ministro também declarou que a definição sobre o tema deve ocorrer até a semana que vem.

“Estou levando a decisão sobre o horário de verão ao limite para ver se pode ser evitado neste ano”, declarou, em conversa com jornalistas. “Se o horário de verão for imprescindível, teremos a coragem necessária”, complementou.

Anteriormente, o titular da pasta de Minas e Energia havia declarado a possibilidade de retomada dessa política para novembro deste ano, após as eleições.

Na quarta-feira (9), haverá nova reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), retomando a discussão sobre as medidas que vão fazer frente à seca e ao impacto nos reservatórios.

Demanda de energia

Sob o ponto de vista do suprimento energético, o horário de verão tende a reduzir a demanda em horário de pico e, consequentemente, a necessidade do despacho adicional de térmicas no início da noite, quando há a falta das fontes intermitentes (energia solar e eólica) no período.

Mais cedo, o ministro Silveira participou ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades da sanção do PL do Combustível do Futuro – que cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano.



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AgroNewsPolítica & Agro

ILPF torna pastagens degradadas em terras produtivas


Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade




Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade
Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade – Foto: Joaquim Bezerra

O manejo de pastagens no Brasil tem se destacado como uma solução eficaz para reverter a degradação do solo e aumentar a produtividade agrícola, um problema que afeta 28 milhões de hectares de pastagens degradadas, especialmente em estados como Mato Grosso e Goiás, conforme dados da Embrapa. Em resposta a esse desafio, o sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) surge como uma estratégia sustentável, promovendo a rotação de culturas e a introdução de árvores, o que resulta em benefícios significativos. 

Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade, melhorar a ciclagem de nutrientes e a matéria orgânica, e aumentar a infiltração e retenção de água, combatendo a erosão. Além disso, reduz a temperatura do solo e o déficit hídrico das plantas, enquanto proporciona conforto térmico e bem-estar aos animais, o que se traduz em maior ganho de peso e melhoria nos índices reprodutivos. O ILPF também melhora o balanço de carbono na produção bovina e diversifica as atividades econômicas dos produtores. Atualmente, mais de 17 milhões de hectares estão sob o sistema ILPF no Brasil, com a meta de dobrar essa área até 2030, refletindo o crescente reconhecimento dos seus benefícios para o desenvolvimento rural e a preservação ambiental.

“A utilização de forrageiras adaptadas à ILPF tem mostrado resultados surpreendentes, garantindo uma recuperação mais rápida do solo e aumentando a capacidade de produção”, diz Marina Lima, zootecnista, técnica de sementes e sustentabilidade da Sementes Oeste Paulista (Soesp). Todas essas forrageiras estão disponíveis no portfólio da Soesp, com a exclusiva tecnologia Advanced e também na linha convencional.
 





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Comissão do Senado aprova Galípolo para presidir o Banco Central



A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (8), por unanimidade, a indicação de Gabriel Galípolo, de 42 anos, para presidir o Banco Central. Foram 26 votos favoráveis e nenhum contrário.

A indicação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, segue agora para o plenário, em regime de urgência. Se aprovada, Galípolo assumirá o lugar de Roberto Campos Neto a partir de 1º de janeiro de 2025, com mandato até o final de 2028.

De acordo com o comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, foi prometido ao novo encarregado do Banco Central independência para ditar a política monetária do país.

“Ele será aprovado [pelo Senado] porque demonstrou que é um bom técnico e que vai seguir a política do [Roberto] Campos e não ouvir os pedidos do presidente Lula [de aumentar os gastos]”.



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Brasil caminha para recorde histórico nas exportações de carne em 2024



As exportações de proteína animal brasileira registraram aumento de 30% entre janeiro e setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2023, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O destaque no período foi a carne bovina. Nos primeiros nove meses deste ano, 1,84 milhão de toneladas do produto foram embarcadas, com receita líquida de 8,28 bilhões de dólares.

Enquanto isso, ao longo de todo o ano passado, 2,0 milhões de toneladas tiveram o exterior como destino, com faturamento de 9,49 bilhões de dólares.

De acordo com o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, a estimativa é que 2024 termine entre 2,2 e 2,3 milhões de toneladas da proteína embarcadas, crescimento de 10% a 15% em relação ao ano passado.

Carne de aves

Em relação à carne de aves, o crescimento de exportações entre 2020 e 2024 está sendo orgânico. De janeiro a setembro deste ano, 3,66 milhões de toneladas foram exportadas. Ao longo de todo o ano de 2023, foram 4,79 milhões de toneladas da proteína vendidas no comércio internacional.

“Nos últimos meses do ano, em virtude das festas de fim de ano, quando o consumo de aves cresce no mundo inteiro, é provável que ultrapassemos o ano passado, chegando próximo de 5 milhões de toneladas de carne de aves embarcadas, lembrando que o Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo”, ressalta Ferreira.

Embarques suínos

Já sobre as carnes suínas, o crescimento entre 2019 e 2020 foi mais agressivo, passando de cerca de 600 mil toneladas para 900 mil. Assim, a partir de 2021, estabeleceu-se como padrão as vendas acima de um milhão de toneladas.

“Entre janeiro e setembro deste ano, já fizemos cerca de 860 mil toneladas e, assim como nas carnes bovina e de frango, devemos ter um recorde para o ano, devendo chegar a 1,2 ou até 1,3 milhão de toneladas de carne suína embarcadas”, diz o diretor.

Somando o complexo carne, o Brasil deve atingir um recorde absoluto nas exportações. “Devemos, seguramente, superar as 8 milhões de toneladas, um recorde absoluto, podendo chegar próximo de 9 milhões de toneladas exportadas nas três carnes, enquanto no ano passado atingimos 7,88 milhões de toneladas”.



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Como a manutenção de equipamentos influencia no sucesso da lavoura de soja?


A manutenção preventiva de máquinas agrícolas é uma estratégia que pode reduzir a perda de produtividade nas lavouras de soja. De acordo com a RZK Agro, essa prática pode elevar a eficiência em até 30%, por meio de ações programadas, como inspeções e troca de peças, ações que garantem o funcionamento ideal dos equipamentos.

Os benefícios incluem a redução de paradas inesperadas, o aumento da vida útil das máquinas e a diminuição de custos. Ações não planejadas podem causar perdas de até 25% na disponibilidade dos equipamentos, afetando a rentabilidade. Além disso, máquinas com peças originais apresentam custos de manutenção até 60% inferiores.

Edison Ramos, pesquisador da Embrapa Soja, destaca que o desgaste dos componentes das máquinas é normal e que a fase de semeadura deve ocorrer no momento mais oportuno, com a umidade do solo adequada. “Ter o equipamento revisado e pronto para a operação é fundamental para o sucesso”, esclarece.

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E na colheita?

Cascavel, colheita de Soja, safraCascavel, colheita de Soja, safra
Foto: Gilson Abreu/AEN

A manutenção preventiva é essencial tanto durante o ciclo da cultura quanto na colheita. Ela permite a troca de peças em iminência de quebra durante a entressafra, quando a demanda de mão de obra é menor. Manutenções periódicas, sejam preventivas ou preditivas, aumentam a vida útil das máquinas e identificam problemas antes que se tornem maiores.

Inspeções realizadas por profissionais qualificados reduzem riscos de quebra e tornam as operações mais previsíveis. Esses especialistas podem melhorar o desempenho das máquinas por meio de regulagens corretas, beneficiando desde a semeadura até a colheita.

Segundo Ramos, um programa de manutenção preventiva garante que as máquinas estarão prontas para uso nos momentos críticos. A Embrapa recomenda inspeções anuais antes das operações de semeadura e colheita para trocar itens desgastados, como mangueiras e correias. Investir nessa manutenção é fundamental para produtores que buscam maximizar a eficiência e a rentabilidade, assegurando o bom desempenho das máquinas.



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Brasil sedia encontro do consórcio internacional de EPI


“A reunião privilegiará diretrizes e normas para avaliação e mitigação de riscos”




O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos
O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos – Foto: Divulgação

No final deste mês, o Brasil receberá 40 especialistas de 18 países do Consórcio Internacional de EPI, que se reúne para discutir a exposição de trabalhadores rurais a agroquímicos. O evento, programado para 23 a 25 de outubro na região de Jundiaí, São Paulo, celebra o 10º aniversário do Consórcio e é a primeira vez que ocorre no Brasil. O foco será a análise de cenários de exposição e a criação de um sistema global de avaliação e mitigação de riscos químicos no campo. 

O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos, responsável pelo programa IAC-Quepia, que há quase 18 anos investiga a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na agricultura brasileira. Esse programa é fruto de uma colaboração entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

“A reunião privilegiará diretrizes e normas para avaliação, mitigação e comunicação de riscos químicos com pesticidas nas pequenas propriedades, nas quais se utilizam principalmente pulverizadores costais e semiestacionários na aplicação de agroquímicos. O Consórcio tem por objetivo central prevenir a exposição humana a esses compostos”, resume Hamilton Ramos.

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) agrícolas são fundamentais para proteger os trabalhadores rurais durante a aplicação de agroquímicos e garantir a utilização adequada dos produtos para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas.  No Brasil, o programa IAC-Quepia, coordenado por Hamilton Ramos, contribuiu significativamente para a melhoria da qualidade dos EPIs fabricados localmente, reduzindo a taxa de reprovação em testes laboratoriais de 80% em 2010 para menos de 20% atualmente.
 





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Preço do leite ao produtor volta a apresentar alta


De acordo com os dados divulgados pela Scot Consultoria, o pagamento do leite ao produtor referente à captação de agosto registrou aumento em setembro, após uma leve queda no período anterior. O valor subiu 1,7%, equivalente a R$ 0,04 por litro, com a média nacional ponderada nos 18 estados pesquisados pela Scot Consultoria chegando a R$ 2,532 por litro. Em relação ao mesmo período do ano passado, o preço médio está 11,3% maior.

Esse aumento no preço do leite é atribuído à produção abaixo do esperado, afetada por condições climáticas adversas. No Sudeste e Centro-Oeste, a entressafra foi agravada por altas temperaturas e queimadas, comprometendo as forragens e elevando os custos de alimentação animal, além de prejudicar o bem-estar dos rebanhos. Já no Sul do país, as chuvas excessivas, especialmente no Rio Grande do Sul, também limitaram o desenvolvimento das pastagens, o que impactou negativamente a produção, conforme o informado pela Scot Consultoria.

Segundo o Índice de Captação da Scot Consultoria, a produção de leite em agosto aumentou 2,3% em relação a julho, mas em estados como São Paulo, Minas Gerais e Goiás, o crescimento foi de apenas 0,7%, 1,7% e 1,8%, respectivamente. Embora a margem para o produtor de leite tenha sido favorável nos últimos meses, o estímulo para expandir a produção ficou aquém do esperado.

Para o pagamento referente à produção de setembro, que será realizado em outubro, a expectativa é de estabilidade ou aumento. De acordo com a Scot Consultoria, nenhum dos laticínios consultados indicou queda nos preços, com 53,3% projetando alta e 46,7% prevendo estabilidade.

Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a redução das importações em agosto, o que diminuiu a oferta no mercado interno.





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‘Goiabeira Maraviosa’: filme de Chico Bento ganha trailer; assista


Em celebração à semana das crianças, o filme “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” ganhou um novo cartaz e o trailer oficial, trazendo novidades para o público infantil e para os adultos nostálgicos que cresceram acompanhando as histórias de Mauricio de Sousa.

A maior surpresa foi a revelação de Taís Araújo no elenco do live-action, que estreia nos cinemas no dia 9 de janeiro.

O filme, dirigido por Fernando Fraiha, é uma produção da Biônica Filmes, em coprodução com a Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento e Paramount Pictures, e conta com a distribuição da Paris Filmes.

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No elenco, além de Taís Araújo, estão Isaac Amendoim (como Chico Bento), Pedro Dantas (Zé Lelé), Anna Julia Dias (Rosinha), Augusto Madeira (Dotô Agripino), Débora Falabella (Professora Marocas), entre outros.

A trama traz Chico Bento e sua turma em uma missão para salvar a famosa goiabeira do Nhô Lau, prometendo uma aventura divertida e cheia de emoção.



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Plantio de milho verão atinge 25,9% da área; soja também avança


O plantio de milho verão no país, referente à safra 2024/25, alcançava, até domingo (6), 25,9% da área prevista, avanço de 4,3 pontos porcentuais ante a semana anterior, informou nesta terça-feira (8), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em relatório semanal de progresso de safra.

Em comparação com igual período da safra passada, há atraso de 0,9 ponto porcentual. O Paraná, com 74% da área semeada, lidera os trabalhos, seguido do Rio Grande do Sul, com 73%, e de Santa Catarina, com 55%.

Plantio de soja

Em relação à soja da safra 2024/25, o país havia semeado, até segunda-feira, 5,1% da área, avanço de 2,7 pontos porcentuais em relação à semana anterior, mas atraso de 5 pontos porcentuais ante o mesmo período da safra 2023/24, quando 10,1% da área já havia sido trabalhada.

Assim como no milho, o Paraná, com 22% da área plantada, lidera os trabalhos na soja, seguido de Mato Grosso do Sul, com 10%. Mato Grosso, o principal estado produtor da oleaginosa no país, semeou, até ontem, 3,7% da área prevista.

Arroz e trigo

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Foto: Divulgação/Embrapa

Em relação ao arroz, até este domingo 13,1% da área havia sido semeada, avanço de 2,5 pontos porcentuais ante a semana passada e de 1,5 ponto porcentual na comparação com igual período da safra 2023/24.

Santa Catarina já plantou 55% da área, seguido por Goiás, com 15%. O Rio Grande do Sul, principal produtor, semeou 11%.

Quanto à colheita de trigo 2023/24, até este domingo 36,7% da área havia sido ceifada, avanço de 5,8 pontos porcentuais em relação à semana passada, mas atraso de 4,3 pontos porcentuais em relação a igual período da safra passada.

Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia já encerraram a colheita do cereal. Entre os maiores produtores, o Paraná contava com 62% da área trabalhada, enquanto o Rio Grande do Sul ainda não iniciou a colheita.



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