quinta-feira, agosto 6, 2026

Autor: Redação

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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que a CAE do Senado aprovou por unanimidade a indicação de Gabriel Galípolo para ser o presidente do Banco Central a partir do ano que vem. Durante a sabatina, a fala dele foi em linha com o que o mercado esperava, se mostrando, mais uma vez, técnico e ortodoxo. Para hoje, olho na divulgação do IPCA.



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plantio de girassol avança, mas seca prejudica trigo e milho


Plantio de verão na Argentina em risco com seca prolongada





Foto: Canva

A seca que atinge a Argentina tem agravado o estresse nas lavouras de grãos de inverno, especialmente nas áreas agrícolas do oeste do país, segundo o boletim semanal do Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

De acordo com o boletim, as falta de chuvas tem coberto uma vasta área, desde La Pampa e noroeste de Buenos Aires até as fronteiras com Bolívia e Paraguai. A precipitação significativa, superior a 10 mm, ficou restrita ao sudeste de Buenos Aires e a alguns pontos no nordeste.

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Além disso, as temperaturas na região ficaram em média de 3 a 4°C acima do normal, com máximas entre 30 e 40°C, afetando especialmente as regiões de Córdoba, Santa Fé e Entre Rios. Esse aumento nas temperaturas e a escassez de chuvas têm intensificado o estresse nas lavouras, que agora avançam para o estágio reprodutivo. Sem chuvas nas próximas semanas, o plantio das safras de verão pode ser comprometido.

O governo argentino informou que, até o dia 26 de setembro, 20% das lavouras de girassol foram plantadas, 3 pontos percentuais acima do ano passado. O milho, por sua vez, tem 10% de sua área plantada, número que estava em 12% no mesmo período de 2023. No entanto, a seca já causou danos visíveis às plantações de trigo de inverno em Córdoba e Santa Fé, dois dos principais estados produtores do país.





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Seca limita plantio de soja e milho em regiões centrais do Brasil


A escassez de chuvas continua a afetar as principais áreas agrícolas do Brasil, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A umidade permaneceu limitada para a soja e outras culturas de verão em regiões centrais e do nordeste brasileiro, agravando a seca já presente nessas áreas.

Segundo dados do boletim, no Mato Grosso, chuvas moderadas entre 10 e 35 mm foram registradas nas áreas ocidentais do estado, enquanto em outras partes do Centro-Oeste, como o sul de Goiás e o norte do Mato Grosso do Sul, as precipitações foram escassas, com índices inferiores a 5 mm. O cenário é semelhante em São Paulo, Minas Gerais e Bahia, onde a seca predominou quase completamente, acompanhada de temperaturas acima do normal, com máximas variando entre 30°C e 40°C, o que agravou a falta de umidade do solo.

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De acordo com dados do governo do Mato Grosso, apenas 2% da área destinada ao plantio de soja havia sido semeada até o dia 4 de outubro, um índice muito abaixo dos 14% registrados no mesmo período do ano passado e da média histórica de 9% nos últimos cinco anos.

O calor e a falta de chuvas também avançaram para o sul do Paraná, favorecendo a colheita do trigo, mas prejudicando a germinação das culturas de verão. No Paraná, 62% do trigo havia sido colhido até 30 de setembro, enquanto o milho e a soja da primeira safra apresentavam 74% e 22% de área plantada, respectivamente.

Por outro lado, no Rio Grande do Sul, chuvas esparsas, com acumulados entre 10 e 25 mm, chegaram a superar 50 mm em algumas áreas, beneficiando o plantio do milho, que atingiu 54% até 3 de outubro, e o desenvolvimento do trigo, que estava principalmente na fase de florescimento até o enchimento.





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News

Frente fria se desloca do Sul para outras regiões; veja a previsão para hoje



Fortes temporais e queda de granizo no Sul ainda são reflexos da frente fria que estacionou na Região nos últimos dias. Agora, o fenômeno se desloca para o Sudeste e o Centro-Oeste. Confira a previsão:

Sul

O tempo volta a ficar estável nas regiões sul, sudoeste e da Campanha Gaúcha. A chuva continua nas demais áreas, avançando por todo o Paraná. Fortes temporais e queda de granizo podem ocorrer no noroeste paranaense.

Sudeste

A frente fria chega ao Sudeste e aumenta a nebulosidade nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Há condição para pancadas de chuva na região do Vale do Ribeira, litoral, Região Metropolitana de São Paulo e Vale do Paraíba. Não se descarta a ocorrência de temporais.

Centro-Oeste

Instabilidades ganham força na Região por conta do avanço de uma frente fria. Há condições para pancadas isoladas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no extremo sul de Goiás. Temporais isolados e queda de granizo podem ocorrer.

Nordeste

Predomínio de tempo estável em toda a Região. No interior, a umidade cai para níveis inferiores a 20% e a temperatura sobe para máximas em torno dos 35ºC, podendo chegar aos 40ºC.

Norte

Condição ainda favorável para pancadas isoladas de chuva sobre os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Nas demais regiões, o dia será ensolarado e quente.



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Seca atinge áreas agrícolas no norte do México


Clima seco afeta produção de milho e trigo





Foto: USDA

O clima seco dominou grande parte do norte e centro do México, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A seca prevaleceu de maneira significativa desde a fronteira com os EUA até o planalto sul, atingindo regiões agrícolas importantes como Guanajuato, Jalisco e Michoacán, onde o cultivo de milho de verão foi impactado. Chuvas isoladas e de baixa intensidade foram registradas nessas áreas, insuficientes para melhorar as condições de produção.

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Segundo o boletim, no noroeste do país, a seca foi acompanhada por temperaturas elevadas, com máximas que atingiram os 40°C. O calor intenso provocou altas taxas de evaporação, agravando a situação das bacias hidrográficas que irrigam culturas como milho e trigo de inverno, aumentando as dificuldades para os produtores.

Em contraste, no sudeste do México, as chuvas moderadas a pesadas trouxeram alívio para as plantações. Precipitações de 25 a 100 mm beneficiaram o milho imaturo e a cana-de-açúcar em áreas como Veracruz e outras regiões próximas. Chuvas mais intensas, com acumulados de 100 a 200 mm, foram registradas em Oaxaca, Tabasco e outras áreas de cultivo de inverno.

Nas áreas costeiras afetadas pelo furacão John na semana anterior, as chuvas continuaram, porém em volumes mais baixos, variando entre 10 e 50 mm. Essa quantidade de chuva, considerada sazonal, permitiu uma leve recuperação nas regiões duramente atingidas pela tempestade, embora os danos ainda sejam significativos.





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Área plantada de algodão cresce 6,90% em Mato Grosso


Produção de pluma para o ciclo 2024/25 foi projetada em 2,77 milhões de toneladas





Foto: Canva

O Imea divulgou as primeiras projeções para a safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso, indicando uma expansão significativa na área plantada. Segundo dados do boletim informativo do Imea, a expectativa é de que a área cultivada atinja 1,56 milhão de hectares, um acréscimo de 6,90% em relação ao consolidado da safra anterior. Esse crescimento foi impulsionado pela melhor rentabilidade da fibra em comparação com outras culturas, apesar dos preços não estarem em patamares elevados.

No entanto, a produtividade ainda enfrenta incertezas, uma vez que fatores como a semeadura dentro da janela ideal, condições climáticas e a incidência de pragas e doenças podem impactar os resultados. Com isso, o Imea estimou o rendimento em 284,27 arrobas por hectare, uma queda de 2,63% em comparação à safra passada.

Apesar dessa leve redução na produtividade, a produção de pluma para o ciclo 2024/25 foi projetada em 2,77 milhões de toneladas, representando um aumento de 4,12% em relação à safra 2023/24.





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Condições climáticas ajudam colheita de primavera no Canadá


Plantio de trigo de inverno avança no sudeste canadense





Foto: Nadia Borges

As pradarias canadenses, especialmente na região do sul de Alberta até o leste do Vale do Rio Vermelho em Manitoba, experimentaram um clima predominantemente quente e seco, permitindo a continuidade do trabalho de colheita das safras de primavera. De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as temperaturas noturnas começaram a cair para entre 0 e -5 °C, resultando em congelamento de fim de temporada e auxiliando o processo de secagem das safras.

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De acordo com o informado pelo boletim, em Manitoba, o milho atingiu a fase de dente e está próximo da maturidade fisiológica, dependendo do híbrido, mas com níveis de umidade ainda acima de 30%. O clima quente favoreceu a colheita da soja, que avançou rapidamente, com 29% das áreas estimadas como colhidas na província. Além disso, a colheita do linho também teve início, com 17% do total concluído até o momento. Algumas chuvas dispersas nas regiões mais ao norte das pradarias contribuíram para a recarga de umidade subterrânea.

No sudeste do Canadá, o clima quente continuou a favorecer o crescimento das safras de verão em maturação e apoiou o plantio do trigo de inverno. Embora as temperaturas tenham começado a esfriar, as médias semanais ainda permaneceram acima do normal, com máximas diárias girando em torno dos 20 graus Celsius e mínimas noturnas ligeiramente acima do ponto de congelamento. A região recebeu precipitação que variou de 3 a 20 mm, beneficiando as culturas locais.





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projeção aponta superávit de US$ 70 bilhões para 2024


A balança comercial brasileira encerrou o mês de setembro com saldo positivo de US$ 5,363 bilhões, resultado de exportações que somaram US$ 28,789 bilhões e importações que alcançaram US$ 23,426 bilhões. A corrente de comércio, que representa a soma das exportações e importações, totalizou US$ 52,215 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta sexta-feira (4).

Segundo o balanço, no acumulado de janeiro a setembro de 2024, as exportações chegaram a US$ 255,456 bilhões, um crescimento de 0,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações somaram US$ 196,338 bilhões, registrando um aumento de 8%. Com isso, o saldo comercial acumulado é de US$ 59,119 bilhões, e a corrente de comércio alcançou US$ 451,794 bilhões, uma alta de 3,8%.

Em comparação com setembro de 2023, as exportações cresceram 0,3%, enquanto as importações apresentaram um expressivo aumento de 19,9%. A corrente de comércio teve expansão de 8,2% no mesmo período.

Setorialmente, o desempenho de setembro mostrou queda nas exportações da Agropecuária (-12,1%) e da Indústria Extrativa (-19,8%), enquanto os produtos da Indústria de Transformação registraram crescimento de 16,8%. No acumulado do ano, a Agropecuária teve retração de 8,4%, enquanto a Indústria Extrativa e os produtos da Indústria de Transformação cresceram 10,6% e 1,5%, respectivamente.

A última projeção do MDIC para 2024 prevê exportações de US$ 335,7 bilhões, uma leve redução de 1,2% em comparação a 2023. Já as importações devem totalizar US$ 264,3 bilhões, um aumento de 10,2%. Com isso, o saldo comercial previsto para o ano é de US$ 70 bilhões, o segundo maior da série histórica, apesar de ser 28,9% inferior ao recorde de US$ 98,9 bilhões registrado em 2023, conforme apontam os dados da Secex/MDIC.





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Mercado do boi ainda tem espaço para novas altas; veja cotações


O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento, considerando a atual posição das escalas de abate, que permanecem encurtadas, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

“A oferta tem se mostrado mais restrita, mesmo com as grandes indústrias sinalizando para uma maior incidência de animais de parceria (contratos a termo)”, destaca.

Segundo ele, ainda assim, o viés é de alta das cotações. A demanda segue superaquecida, em especial quando se trata de exportação.

“O Brasil caminha para um recorde histórico em termos de embarques, reunindo as melhores condições para atender a demanda global”, assinalou Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 287,39

Mercado atacadista

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Fonte: Arnaldo Alves / ANPr

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes no decorrer da semana. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por elevação dos preços no curto prazo, considerando a demanda aquecida por conta da entrada da massa salarial na economia.

“As exportações seguem robustas no decorrer da atual temporada. O país caminha a passos largos para superar a barreira das 4 milhões de toneladas em equivalente carcaça”, pontuou Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 15,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,84%, sendo negociado a R$ 5,5323 para venda e a R$ 5,5303 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4962 e a máxima de R$ 5,5367.



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‘Governo errou no combate a incêndios e Marina Silva é incompetente’, diz FPA


O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, fez uma série de críticas nesta terça-feira (8), à atuação do governo Lula no combate a incêndios criminosos no país.

O deputado federal chamou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, de “incompetente” e disse que ela não tem condições de representar o Brasil na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada ano que vem em Belém, no Pará.

“O governo não fez absolutamente nada contra incêndios. A ministra Marina e equipe mostraram incompetência no combate de incêndios”, declarou Lupion, em entrevista coletiva após a reunião semanal da bancada. “O Brasil ficou três meses queimando. O governo só tem discurso”, emendou.

Mais de 200 mil focos de incêndios

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o Brasil registrou 210,208 mil focos de incêndios de janeiro a setembro deste ano, 87% mais que em igual período do ano passado. É o maior número para o período desde 2010.

Os incêndios que tomaram conta do país, segundo Lupion, deixaram R$ 14,7 bilhões de prejuízo ao setor produtivo, em 2,8 milhões de hectares de áreas rurais afetadas.

O deputado disse que há mais de 100 projetos contra incêndios criminosos em tramitação no Congresso, afirmou que apoia todas as medidas punitivas para quem provoca queimadas, mas ponderou que o decreto do governo sobre os incêndios preocupa o setor porque, de acordo com ele, restringe crédito a produtores de boa-fé.

“Quando o agro mais precisou que o governo agisse contra incêndios, viu-se total inabilidade”, criticou Lupion. “O governo precisa reconhecer que errou no combate a incêndios e que Marina é incompetente. Marina não tem condição de representar o Brasil na COP”, emendou o presidente da FPA.

Ministra reconheceu prejuízo

Marina Silva, SenadoMarina Silva, Senado
Foto Lula Marques/ Agência Brasil

Em 19 de setembro, Marina disse que os produtores rurais brasileiros estavam tendo um “prejuízo enorme” com as queimadas que se espalharam pelo país. A declaração foi dada em reunião no Palácio do Planalto com governadores e outros ministros sobre o combate aos incêndios.

“Os proprietários estão tendo um prejuízo enorme. Esse é um período em que a garapa da cana-de-açúcar, como a gente chama, está altamente densa, a temperatura faz com que essa garapa fique caramelizada e constitua prejuízo para o produtor”, declarou a ministra, na ocasião.

Marina defendeu o aumento da pena para quem provoca incêndios, assunto que está em debate entre o Palácio do Planalto e o Congresso.

“Se alguém chegar e colocar fogo dentro da nossa casa, isso tem um nome, é crime hediondo. Agora, alguém toca fogo no seu canavial, na sua fazenda e tem uma pena de dois a seis anos no máximo. É um debate profícuo”, disse Marina.



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