terça-feira, agosto 4, 2026

Autor: Redação

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La Niña atrasa e pode haver mais chuva no Brasil; entenda



Novas previsões climáticas mostram a possibilidade de atrasos na ocorrência do fenômeno La Niña, anteriormente projetado para ter início em setembro deste ano. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAAA) ainda indica a possível atuação da La Niña, mas outros fenômenos climáticos estão influenciando as condições de chuva no Brasil, como a Oscilação de Madden-Julian (MJO) e o Global Atmospheric Angular Momentum (GLAAM).

Conforme explica a Climatempo, a Oscilação de Madden-Julian (MJO), que circula pelo planeta e influencia a formação de nuvens e tempestades, está se deslocando do Sudeste Asiático em direção ao Oceano Pacífico.

Isso trará mais umidade para as regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil nas próximas semanas, beneficiando estados como Mato Grosso e Goiás, que enfrentam longos períodos de seca. Com essa mudança, as chuvas devem ocorrer de forma mais frequente e intensa, aliviando a estiagem em áreas críticas.

Outro fator relevante é o Global Atmospheric Angular Momentum (momento angular atmosférico global), que mede a rotação da atmosfera ao redor do globo. A previsão é de um pico no GLAAM em sua fase positiva, o que implica ventos mais fortes em grandes altitudes, conhecidos como correntes de jato.

Esses ventos ajudam a movimentar os sistemas climáticos e intensificar as chuvas no Hemisfério Sul. No entanto, o fortalecimento do vórtice polar antártico, localizado sobre a Antártica, pode confinar o ar frio e reduzir a possibilidade de ondas de frio intenso no Brasil.

A combinação desses fenômenos, especialmente a MJO e o GLAAM, tem retardado o resfriamento das águas do Pacífico, o que pode atrasar ou suavizar a La Niña. Ainda assim, meteorologistas não descartam a ocorrência do fenômeno, embora ele seja esperado com menor intensidade e curta duração.

Nas próximas semanas, as chuvas devem se intensificar no Centro-Oeste, Sudeste e Norte do Brasil, com maior incidência em estados que enfrentam seca prolongada, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. O aumento da umidade e os ventos rápidos favorecem a formação de sistemas de baixa pressão, o que amplia as chances de chuvas volumosas nessas regiões.



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Sítio de ‘A Fazenda’ e propriedade de Pelé estão à venda; veja detalhes dos imóveis rurais de luxo


Segundo informações do Portal Chaozão, o mercado de imóveis rurais de luxo no Brasil ganhou novos destaques, com a venda de duas propriedades famosas: o sítio onde foi gravado o reality show “A Fazenda” (na foto acima) e a fazenda que pertenceu ao rei do futebol, Pelé.

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O sítio de “A Fazenda”, localizado em Itu, São Paulo, está disponível por R$ 7 milhões. O imóvel oferece uma estrutura preparada para turismo e criação de equinos. Este local foi palco de diversas edições do reality show e, além do apelo midiático, é considerado ideal para atividades de lazer.

Outra propriedade que chama atenção é a fazenda de Pelé, situada em Juquiá, também no estado de São Paulo. Avaliada em R$ 35 milhões, a fazenda tem 661 hectares e é descrita como um local com grande potencial para atividades turísticas e comerciais, além de oferecer uma ampla estrutura para pecuária e agricultura.

De acordo com Geórgia Oliveira, CEO do Portal Chaozão, a compra de propriedades como essas exige não apenas um investimento financeiro considerável, mas também uma compreensão clara sobre o manejo e os custos operacionais de grandes fazendas.

Fazenda de Pelé está avaliada em 35 milhões de reais. (Foto: Portal Chaozão)

Para os interessados, a lista destaca outras propriedades de alto valor no Brasil, mostrando que o setor de imóveis rurais de luxo segue em alta, com opções que atendem tanto a investidores quanto a quem busca um refúgio no campo sem abrir mão de conforto e infraestrutura.



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AgroNewsPolítica & Agro

Conab prevê crescimento de 8,3% na produção de grãos


A primeira projeção para a safra de grãos 2024/25, divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), revela uma expectativa otimista: produção de 322,47 milhões de toneladas, um salto de 8,3% em relação ao ciclo anterior. Caso o número se concretize, será o maior volume da série histórica, com um adicional de 24,62 milhões de toneladas. A área cultivada também deve crescer, passando para 81,34 milhões de hectares, alta de 1,9%.

Arroz: Expansão Surpreende no Centro-Oeste e Sudeste

Um dos destaques é o aumento expressivo na área de arroz, que deverá crescer 9,9%. A maior expansão será no Centro-Oeste (+33,5%) e no Sudeste (+16,9%). Em Mato Grosso, o plantio deve alcançar 133 mil hectares, uma alta de 39,3%. Essa retomada do cultivo pode fazer com que a produção nacional atinja 12 milhões de toneladas, nível não visto desde a safra 2017/18.

NÃO PERCA – Live exclusiva: Meteorologista vai revelar as previsões climáticas para a safra 2024/25

O presidente da Conab, Edegar Pretto, atribui os bons resultados ao esforço dos agricultores e ao retorno de políticas públicas para o setor: “Com esses números, a previsão é de que o Brasil volte ao patamar das maiores safras de arroz da sua história.”

Milho e soja

Para o milho, a Conab prevê uma produção total de 119,74 milhões de toneladas, crescimento de 3,5%. No entanto, a primeira safra do cereal deve encolher, com redução de 1,1% na produção e 5,4% na área cultivada. Mesmo assim, o mercado interno segue aquecido, impulsionado pelo setor de etanol e pela exportação de proteína animal.

Na soja, espera-se um crescimento mais modesto, com a área plantada aumentando 2,8%. A produção projetada é de 166,05 milhões de toneladas, mas a semeadura enfrenta dificuldades devido ao atraso das chuvas no Centro-Oeste. As exportações brasileiras de soja, no entanto, devem alcançar 105,54 milhões de toneladas, impulsionadas pela demanda mundial, principalmente da China.

Culturas de inverno: clima afeta o trigo

Entre as culturas de inverno, o trigo sofreu o maior impacto das adversidades climáticas. A previsão de safra caiu para 8,26 milhões de toneladas devido à estiagem e geadas no Paraná. A situação, porém, é mais favorável no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o que pode equilibrar o mercado.

Mercado

Com o aumento da oferta de arroz, espera-se uma redução nos preços internos, mas ainda mantendo a rentabilidade para os produtores. Além disso, as exportações de arroz devem crescer, podendo chegar a 2 milhões de toneladas, e os estoques finais podem alcançar 840 mil toneladas.

Já no caso do milho, a menor oferta inicial da América Latina pode elevar os preços no mercado internacional. A previsão de exportação do cereal brasileiro é de 34 milhões de toneladas.

 

 





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‘Atualização no combate à vaca louca abrirá portas para novos mercados’, diz médico-veterinário



Desde 2012, o Brasil tem sido reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como um dos países com menor risco de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como a doença da vaca louca. Em 2024, com a atualização no Código Sanitário da OIE, o Brasil implementou mudanças importantes nas diretrizes do seu Programa Nacional de Prevenção e Controle da EEB, visando aprimorar ainda mais as medidas sanitárias no setor pecuário.

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O médico-veterinário Marcus Rezende explicou que essas mudanças reforçam a vigilância sanitária, principalmente no monitoramento de bovinos mais idosos e no controle rigoroso da alimentação dos ruminantes.

“O Brasil nunca teve casos de vaca louca clássica, e os episódios registrados foram em animais senis. Agora, estamos intensificando o rigor na investigação desses casos, bem como na fiscalização da alimentação dos ruminantes, proibindo a utilização de qualquer resíduo de origem animal”, afirmou Rezende.

Segundo ele, a atualização nas diretrizes traz vantagens significativas para os pecuaristas brasileiros. “Isso vai beneficiar muito o acesso a novos mercados internacionais. Embora aqui saibamos que nossa carne é de alta qualidade e segura, o mundo ainda precisa ser convencido disso. Com essas atualizações, estaremos em posição de mostrar ao mercado global que nossas práticas atendem aos mais altos padrões sanitários”, destacou o veterinário.

A mudança também pode ajudar os produtores a otimizar seus recursos e reduzir custos operacionais. “A nova diretriz permite que os pecuaristas concentrem seus esforços em áreas-chave, tornando as operações mais eficientes. Além disso, com a assessoria técnica correta, os produtores podem garantir que todas as exigências estejam sendo cumpridas, o que traz segurança e previsibilidade ao setor”, explicou Rezende.

O Brasil, que já é o maior exportador mundial de carne bovina, deve ganhar ainda mais espaço nos mercados internacionais com essas mudanças. Rezende enfatizou a importância de comunicar essas melhorias ao mundo:

“Estamos prontos para crescer e fortalecer nossa posição como um dos principais fornecedores de carne de qualidade. Essas medidas são mais uma prova de que a pecuária brasileira está à frente no cuidado com a saúde animal e a segurança alimentar.”



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1ª previsão para safra 2024/25 indica recorde de 322,47 milhões de t



A primeira estimativa para a safra brasileira de grãos na temporada 2024/25 indica a produção de 322,47 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 8,3% em comparação com a safra anterior 2023/24 (297,85 milhões de t), ou 24,62 milhões de toneladas a mais. Isso é o que mostra o 1º levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (15). Os números correspondem a um novo recorde na série histórica da Conab.

Para a área, estima-se crescimento de 1,9% sobre a safra anterior, passando de 79,83 milhões de hectares para 81,34 milhões de hectares. A produtividade média pode crescer 6,2%, de 3.731 quilos por hectare para 3.964 kg/ha.

No caso da soja, principal cultura de verão, os produtores também devem destinar uma maior área para o grão, com elevação de 2,8% quando comparada com a temporada passada. “No entanto, o porcentual de crescimento de área da oleaginosa está arrefecido nesta safra, sendo este o terceiro menor porcentual de incremento registrado desde o ciclo 2009/2010”, ponderou a Conab. O atraso do início das chuvas, sobretudo nos estados da região Centro-Oeste, vem atrapalhando os trabalhos de preparo do solo e do plantio. Ainda assim, a produção está estimada em 166,05 milhões de toneladas, aumento de 12,7% ante a temporada anterior (147,38 milhões de t).

Para o milho, a Conab projeta uma recuperação de 3,5% na safra, sendo estimada uma colheita total em torno de 119,74 milhões de toneladas, crescimento de 3,5% sobre a safra anterior (115,70 milhões de t). A área deve ser mantida em 21 milhões de hectares. Na primeira safra do cereal, tanto a produção como a área cultivada, a expectativa é de redução de 1,1% e 5,4% respectivamente, passando para 3,76 milhões de hectares semeados, com a produção estimada em 22,72 milhões de toneladas ante 22,96 milhões de t na primeira safra de 2023/24.

No caso do algodão, a primeira previsão indica crescimento de 2,9% na área a ser semeada, para um total de 2 milhões de hectares. A produção de pluma está estimada em 3,67 milhões de toneladas (praticamente estável ante 2023/24).

Conforme a Conab, neste ciclo, o arroz deverá apresentar crescimento de 9,9% na área semeada. “A alta é verificada em todas as regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste e o Sudeste, onde o incremento alcança 33,5% e 16,9% respectivamente”, comentou a estatal. Só em Mato Grosso, os produtores vão destinar cerca de 133 mil hectares para o cultivo do cereal, com uma elevação de 39,3% quando comparada com a área registrada na temporada de 2023/24.

Em Goiás esse aumento atinge 24%, índice pouco menor que o registrado em Minas Gerais, onde se verifica uma alta de 25,1%. O Sul, principal região produtora de arroz no país, também tende a registrar uma maior área cultivada, alcançando cerca de 1,16 milhão de hectares. Esse cenário influencia na expectativa de maior produção, com a colheita sendo estimada em 12,05 milhões de toneladas, aumento de 13,8% ante ciclo anterior (10,59 milhões de t) e recuperando o volume obtido na safra 2017/2018.

O presidente da Conab, Edegar Pretto, disse em comunicado: “Com esses números, a previsão é de que o Brasil volte ao patamar das maiores safras de arroz da sua história. Isso é o resultado do trabalho dos nossos produtores, em parceria com o governo federal, que voltou a elaborar políticas públicas para todo o campo agrícola brasileiro, contemplando pequenos, médios e grandes produtores”.

Para o feijão, a Conab também espera um ligeiro aumento na área semeada, saindo de 2,86 milhões de hectares em 2023/24 para 2,88 milhões de hectares no atual ciclo. Cultivado ao longo do ano, a maior elevação é esperada para a área semeada na primeira safra da leguminosa, com uma alta de 2,3%, sendo estimada em 881,3 mil hectares, resultando em uma produção de 947,3 mil toneladas (pequeno aumento de 0,5% ante 2023/24, que foi de 942,3 mil t). Já a expectativa de produção total do grão no País, somando-se os três ciclos cultivados, é de 3,26 milhões de toneladas, 0,5% acima da safra anterior (3,24 milhões de t).

Culturas de inverno

A primeira expectativa de produção acima de 12 milhões de toneladas para as culturas de inverno não se confirmou, segundo a Conab, influenciada principalmente pelas condições climáticas registradas nas regiões produtoras. O trigo, principal cultura dentre os cultivos de inverno, teve a previsão de safra reduzida para 8,26 milhões de toneladas neste levantamento, o que ainda assim corresponde a um aumento de 2,1% ante 2023 (8,10 milhões de t).

“Problemas no clima durante todo o ciclo, sobretudo no Paraná, como estiagem no início, a falta de clima frio predominante, ocorrência de dois períodos de geadas em agosto e de doenças justificam tal redução. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina o cenário é mais positivo”, explicou a Conab.



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Criança de 9 anos mata 23 animais em fazendinha no Paraná



Um menino de 9 anos invadiu uma fazendinha em Nova Fátima, no Paraná, e matou 23 animais no último domingo (13). O incidente ocorreu em um espaço próximo a uma clínica veterinária e foi registrado pelas câmeras de segurança do local. Entre as vítimas, 20 eram coelhos e três porquinhos-da-índia.

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Nas imagens, o garoto aparece pulando uma pequena cerca e permanecendo na fazendinha por cerca de 40 minutos. Ele estava acompanhado por um cachorro e, conforme relatos da proprietária do local, Brenda Almeida, a criança já havia causado maus-tratos a animais anteriormente. “Ele confessou o que fez, detalhou como matou os animais e não mostrou arrependimento”, disse Almeida.

A Polícia Civil informou que, devido à idade do menino, ele não pode ser responsabilizado criminalmente, mas o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar para as devidas providências.

A ação causou comoção na cidade de Nova Fátima, que possui menos de 10 mil habitantes. O proprietário da fazendinha, Lúcio Barreto, lamentou o ocorrido, afirmando que o menino havia participado da inauguração do espaço no dia anterior e que, inicialmente, pensaram que ele havia voltado apenas para brincar com os animais.



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Sustentabilidade do agro depende dos eixos ambiental, social e econômico, diz chefe-geral da Embrapa Soja



Em 2025, a Embrapa Soja celebra 50 anos dedicados ao desenvolvimento de tecnologias para a produção da soja no Brasil. Desde 1975, a empresa tem inovado em práticas de manejo responsável, da semeadura à pós-colheita.

Durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja em Açailândia, no Maranhão, foram ressaltadas as principais contribuições da empresa para o setor, como o aprimoramento do plantio direto na palha, técnicas de integração lavoura-pecuária-floresta e inovações no manejo de pragas e plantas daninhas.

Práticas e tecnologias que transformam o setor

A Embrapa também recomenda práticas para aumentar a eficiência no uso de fertilizantes e desenvolve cultivares produtivas. Além disso, implementa tecnologias para garantir a qualidade das sementes e trabalha em estratégias para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, contribuindo para políticas públicas como o zoneamento agrícola de risco climático.

Segundo Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja, celebrar 50 anos é reconhecer meio século de contribuição à ciência e tecnologia. Ele destaca a importância de garantir a sustentabilidade da agricultura brasileira em três eixos: ambiental, social e econômico, e alerta que a falta de harmonia entre eles compromete o progresso.

Nepomuceno também compartilha expectativas positivas para a nova safra e prevê grandes produtividades e bons preços, no entanto, ressalta a necessidade de estar preparado para os desafios, como enchentes na região sul e secas em outras partes do país.

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A importância do Matopiba

Na região do Matopiba, foi instalada a unidade de pesquisa da Embrapa em Balsas na década de 1980. Essa localidade se transformou de uma pequena vila em uma das maiores cidades do Maranhão, apresentando um elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e evidenciando o impacto positivo das iniciativas da Embrapa na região.

Celebração dos 50 anos

Os 50 anos da Embrapa Soja serão celebrados no Congresso Brasileiro de Soja, que acontecerá em Campinas na última semana de julho de 2025. O evento terá como foco a sustentabilidade da agricultura e a apresentação de tecnologias inovadoras, destacando a trajetória da Embrapa na promoção de práticas responsáveis.

Para isso, os esforços de inovação da Embrapa estão concentrados em quatro eixos principais: genética avançada, bioinsumos, agricultura digital e soja de baixo carbono. A instituição mantém uma ampla rede de parcerias e canais de comunicação com a sociedade, buscando ser protagonista nas transformações do campo.

Ao completar meio século, a Embrapa Soja reafirma seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, atualizando suas unidades com a colaboração de pesquisadores e analistas. “Estamos prontos para enfrentar os desafios da nova safra, apostando em tecnologia e parcerias para garantir resultados positivos no agro brasileiro”, conclui o chefe-geral.



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AgroNewsPolítica & Agro

Financiamento inovador para o setor de commodities


A Tether contratou uma equipe dedicada ao desenvolvimento de oportunidades




A empresa acredita que o crédito é essencial para empresas de comércio de commodities
A empresa acredita que o crédito é essencial para empresas de comércio de commodities – Foto: Pixabay

A Tether Holdings Ltd, conhecida como a emissora da stablecoin mais utilizada do mundo, o USDT, está considerando entrar no mercado de empréstimos para empresas de comércio de commodities. Esse movimento tem o potencial de transformar uma indústria tradicionalmente dependente de bancos convencionais para a obtenção de crédito. A Tether vem conversando com diversas empresas do setor, que enfrentam dificuldades em acessar financiamento, especialmente em um cenário global desafiador.

As reuniões da Tether com os comerciantes incluem discussões sobre como sua stablecoin pode ser utilizada não apenas para evitar o dólar em países sob sanções, como Venezuela e Rússia, mas também em transações de commodities mais tradicionais. A proposta é considerada atrativa, uma vez que o financiamento da Tether não estaria sujeito às rigorosas regulamentações que afetam os bancos tradicionais, o que poderia agilizar pagamentos e transações.

A empresa acredita que o crédito é essencial para empresas de comércio de commodities que movimentam grandes quantidades de petróleo, metais e alimentos. Enquanto gigantes do setor, como a Trafigura, possuem vastas linhas de crédito, os jogadores menores enfrentam barreiras significativas. A Tether, que relatou US$ 5,2 bilhões em lucros no primeiro semestre de 2024, possui capital suficiente para participar desse mercado em crescimento.

Com a guerra na Ucrânia exacerbando a dependência do setor de commodities em relação ao dólar, surgiu um incentivo para o uso de stablecoins como a USDT. Empresas como a estatal de petróleo da Venezuela e produtores de metais na Rússia já começaram a utilizar a stablecoin para facilitar transações internacionais. A Tether contratou uma equipe dedicada ao desenvolvimento de oportunidades de financiamento no comércio e enviou executivos a dois eventos do setor em setembro: um em Genebra e outro na LME Week em Londres. Sua divisão de investimentos, a Tether Investments, analisa centenas de propostas mensalmente, concentrando-se em áreas como infraestrutura financeira alternativa para mercados emergentes, inteligência artificial e biotecnologia.





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Custos de produção de frangos de corte e de suínos sobem em setembro



Os custos de produção de frangos de corte e de suínos nos principais estados produtores e exportadores do país subiram no mês de setembro conforme estudos da Embrapa Suínos e Aves divulgados na Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS).

Em Santa Catarina, o custo de produção do quilo de suíno vivo alcançou R$ 5,91 em setembro, um aumento de 0,06% em comparação a agosto, mas ainda com uma queda acumulada no ano (-4,79%), enquanto registra alta nos últimos 12 meses (3,13%), com o ICPSuíno atingindo 337,92 pontos.

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Os custos com o Funrural e a genética foram determinantes, com aumentos de +5,87% e +4,43%, respectivamente. Enquanto isso, os custos com a ração tiveram uma leve baixa (-0,23%), embora os gastos com a ração dos animais representem a maior parte dos custos (72,34%).

No Paraná, o custo de produção do quilo do frango de corte atingiu R$ 4,61, representando uma alta de 1,91% em relação ao mês de agosto. No ano, o ICPFrango registra um aumento acumulado de 4,58%, enquanto nos últimos 12 meses houve uma variação de +9,23%, com o índice da Embrapa alcançando 357,01 pontos em setembro.

A ração se destacou como o principal componente de custo, com um aumento de 0,78% e uma participação de 65,87% no custo total de produção, além dos pintinhos de 1 dia (+8,15%) e o transporte de frangos com 4,93%.

Também estão disponíveis os custos de produção para os estados de Goiás (suínos), Minas Gerais (suínos), Paraná (suínos), Rio Grande do Sul (suínos e frangos de corte) e de Santa Catarina (frangos de corte).

Os estados de Santa Catarina e Paraná são referências nos cálculos dos Índices de Custo de Produção (ICPs) da CIAS devido à sua posição como maiores produtores nacionais de suínos e frangos de corte, respectivamente. Essas informações são fundamentais para indicar a evolução dos custos nesses setores produtivos.



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Mato Grosso exporta 240,12 mil t da soja em setembro



Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), entre janeiro e setembro de 2024, o Brasil exportou 89,55 milhões de toneladas da soja, um aumento de 2,64% em comparação ao mesmo período de 2023.

De acordo com a Safras & Mercado, o crescimento foi impulsionado pelas importações chinesas, que adquiriram 65,47 milhões de toneladas, representando uma alta de 6,03% em relação ao ano anterior.

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Em contraste com o cenário nacional, Mato Grosso representou 27,06% das exportações brasileiras em 2024, uma queda de 11,72 pontos percentuais em relação a 2023. Até agora, o estado exportou 24,23 milhões de toneladas, uma redução de 9,39% em relação ao ano passado, devido à quebra na produção da safra 2023/24 e ao aumento da demanda interna.

Em setembro, as exportações de Mato Grosso atingiram o menor volume em sete anos para o mês, com 240,12 mil toneladas exportadas, representando uma queda de 60,57% em comparação ao ano anterior.

As informações são do Boletim Semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea).



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