segunda-feira, agosto 3, 2026

Autor: Redação

News

Governo Federal prevê mais um berço de atracação no Porto de Santos



Após analisar diversas alternativas à concessão da unidade portuária STS10, no Porto de Santos, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) decidiu dar prosseguimento ao leilão da área destinada a contêineres.

Recentemente, o ministério encaminhou ofício à Infra SA com as diretrizes para a concessão, que preveem adaptações no modelo original proposto há cinco anos.

No modelo aprovado pelo MPor em alinhamento com a Casa Civil, serão quatro berços de atracação (o projeto original previa três), o que ampliará em 50% a capacidade de contêineres no maior porto do país.

Santos, que hoje recebe 6 milhões de contêineres por ano, passará a ter capacidade para comportar 9 milhões de unidades.

Terminal de passageiros

Em relação ao terminal de passageiros, o Governo Federal analisará com a Infra SA a melhor modelagem para a operação, tendo em vista a importância do local que hoje recebe cerca de 1 milhão de cruzeiristas por ano.

O novo terminal de passageiros, segundo o MPor, não deve interferir na operação da área de contêineres.

“É um projeto construído após muita análise, para que a gente pudesse encontrar a melhors olução para o Porto de Santos e para o país”, afirmou o ministro Sílvio Costa Filho.

Privatização do porto descartada

O modelo original, lembra o ministro, foi elaborado em um cenário de privatização do Porto de Santos, o que foi descartado pelo governo do presidente Lula.

“Estamos ampliando a capacidade de importação e exportação do maior porto brasileiro, garantindo melhoria na operação e tornando nossos produtos exportados ainda mais competitivos”, disse.

Segundo Costa Filho, essa é uma proposta que se encaixa com o modelo de desenvolvimento que o país precisa e que está sendo implantado pelo presidente Lula.

As diretrizes do MPor para o STS10 foram definidas pela área técnica e o estudo ajustado deverá ser encaminhado para análise do Tribunal de Contas da União ainda este ano. A previsão é que o leilão da área ocorra em 2025.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Instabilidades no Centro-Oeste e Sul do Brasil


De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a previsão para esta terça-feira (15.10) é de condições climáticas agitadas em várias regiões do Brasil, especialmente no Sul e no Centro-Oeste, com impactos diretos e indiretos nas culturas agrícolas.

No Rio Grande do Sul, a formação de uma área de baixa pressão atmosférica deve provocar temporais localmente fortes, com acumulados variando de 50 mm a 75 mm em 24 horas. Essas precipitações intensas são esperadas principalmente no centro do estado, podendo vir acompanhadas de rajadas de vento, chuvas volumosas em curtos períodos e eventual queda de granizo. A ocorrência de tempestades severas pode prejudicar a colheita de trigo e atrasar os preparativos para o plantio de soja e milho.

O estado de Santa Catarina também será impactado, mas com menor intensidade. No entanto, produtores devem ficar atentos, especialmente nas áreas mais vulneráveis, onde condições adversas podem ocorrer.

Já no Centro-Oeste, as chuvas intensas previstas para esta terça-feira devem marcar o início de uma semana com fortes temporais. Os estados do Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso registram projeções médias de 10 a 15 mm, com volumes pontuais que podem chegar a 40 mm. Essas precipitações são bem-vindas para o início do plantio da soja, mas há risco de vendavais que podem causar danos localizados e exigir maior cuidado nas operações a campo.

A região do Recôncavo Baiano também entra no radar meteorológico, com chuvas associadas aos resquícios de uma frente fria oceânica. O tempo ficará encoberto durante todo o dia, com volumes pontuais que podem ultrapassar 50 mm, beneficiando a produção de culturas como o cacau.

Em contrapartida, áreas do oeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e parte do litoral norte do Brasil terão um dia de poucas chuvas, favorecendo a conclusão de atividades agrícolas.

Com a chegada do padrão climático de transição entre primavera e verão, marcado por temperaturas acima da média, a irregularidade nas chuvas será uma constante. “Em algumas fazendas, é possível que a chuva forte atinja apenas uma parte da área, enquanto o restante receba apenas nebulosidade”, destaca Gabriel Rodrigues.

A recomendação aos produtores é ficar atento às previsões para os próximos dias e monitorar de perto as condições meteorológicas, uma vez que a semana seguirá com elevados volumes de chuva nas regiões centrais do país, podendo impactar cronogramas de plantio e colheita.





Source link

News

Boi gordo continua em alta, mas até quando? Veja cotações


O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta terça-feira (15), de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

Segundo o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes de preço no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, ainda encurtadas em grande parte do país.

A oferta de animais terminados está restrita, em um ambiente pautado por demanda superaquecida. “As exportações fazem toda diferença no decorrer da atual temporada, com um ritmo acelerado de embarques”.

Preços da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 306,42
  • Goiás: R$ 291,96
  • Minas Gerais: R$ 299,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 302,39
  • Mato Grosso: R$ 274,46

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista volta a apresentar alguma alta em seus preços. O ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos patamares no curto prazo, mesmo durante a segunda quinzena do mês.

“É importante mencionar que com novos reajustes da carne bovina no varejo, haverá aumento da demanda por proteínas concorrentes, em especial à carne de frango, proteína que causa menor impacto na renda média da população”, apontou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00 por quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,00 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,25, por quilo, alta de R$ 0,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,41%, sendo negociado a R$ 5,6607 para venda e a R$ 5,6586 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5808 e a máxima de R$ 5,6649.



Source link

News

Condições favoráveis para a soja no Brasil e nos Estados Unidos mexem com os preços


O mercado brasileiro de soja teve poucos negócios nesta terça-feira (15). De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços ficaram mistos no dia, com o dólar subindo e a Bolsa de Chicago caindo. A lentidão também leva em conta o foco dos produtores no plantio.

Preços da saca de 60kg

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 133 para R$ 132
  • Região das Missões: baixou de R$ 132 para a R$ 131
  • Porto de Rio Grande: diminuiu de R$ 140 para R$ 139
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 138 para R$ 137
  • Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 141 para R$ 140
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 136 para R$ 135
  • Dourados (MS): recuou de R$ 135 para R$ 133
  • Rio Verde (GO): valorizou de R$ 129 para R$ 130

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa, pela quarta sessão seguida. No entanto, os contratos encerraram acima das mínimas do dia.

A pressão sobre as cotações reflete um combo de fatores. Em termos fundamentais, o avanço da colheita nos Estados Unidos – com produção cheia – o retorno das chuvas no Brasil, beneficiando o plantio, inviabilizam reações.

A produção brasileira de soja deverá totalizar 166,05 milhões de toneladas na temporada 2024/25, com aumento de 12,7% na comparação com a temporada anterior, quando foram colhidas 147,38 milhões de toneladas.

A projeção faz parte do 1º levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Hoje o mercado também foi pressionado por uma forte queda do petróleo e pela maior aversão ao risco no financeiro global. Sinalização de demanda aquecida nos Estados Unidos reduziu as perdas, principalmente após os dados de esmagamento de soja norte-americana no mês passado.

Esmagamento e exportações

soja, óleo, farelo, exportação, fórumsoja, óleo, farelo, exportação, fórum
Foto: United Soybean Board/CCommons

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) informou que o esmagamento de soja atingiu 177,320 milhões de bushels em setembro, ante 158,008 milhões no mês anterior. Este é um recorde para o mês de setembro. A expectativa do mercado era de 170,331 milhões. Em setembro de 2023, foram 165,456 milhões de bushels.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.575.467 toneladas na semana encerrada no dia 10 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.625.183 toneladas.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 131.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 5,00 centavos de dólar, ou 0,50%, a US$ 9,91 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,03 1/2 por bushel, com perda de 8,00 centavos ou 0,79%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,50 ou 1,11% a US$ 311,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 42,45 centavos de dólar, com alta de 0,55 centavo ou 1,31%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,41%, sendo negociado a R$ 5,6607 para venda e a R$ 5,6586 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5808 e a máxima de R$ 5,6649.



Source link

News

Governo envia projeto que aumenta pena para crimes ambientais



O governo federal anunciou nesta terça-feira (15) o envio de um projeto de lei que endurece as penas para quem comete crimes ambientais no país.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a proposta aumenta de 4 para 6 anos a pena para delitos como o de atear fogo em vegetação, e estabelece que o crime seja inicialmente cumprido em regime fechado de prisão.

Atualmente, as penas, que variam de 2 a 3 anos, normalmente não levam à prisão e ainda propiciam a rápida prescrição dos crimes.

“Este país apenas está mostrando que, daqui para frente, a gente não vai brincar com o crime ambiental, as pessoas terão que ser punidas severamente”, afirmou Lula durante reunião no Palácio do Planalto, em que assinou a mensagem de envio do projeto ao Congresso Nacional, com regime de urgência constitucional para apreciação dos legisladores.

O regime de urgência acelera as etapas de tramitação e estabelece prazo máximo de 45 dias para a deliberação da matéria, em cada uma das casas legislativas.

Incêndios criminosos

O projeto de lei é uma resposta à onda de incêndios florestais que devastou o país ao longo dos últimos meses, em praticamente todas as regiões.

Até o fim de setembro, o Brasil já havia registrado cerca 200 mil focos de queimada desde o início do ano. Mais da metade do total teve início na Amazônia. A Polícia Federal (PF) abriu 85 inquéritos para apurar casos com indícios de incêndios criminosos.

“Os crimes ambientais têm crescido enormemente, e há uma órgão internacional, chamado Gafi, que é o Grupo de Ação Financeira Internacional, que estima que o crime relacionado ao meio ambiente, só no ano de 2022, deu um lucro estimado de US$ 110 a US$ 281 bilhões. São vários crimes, por isso que essa cifra varia um pouco. Os lucros perdem apenas para os do tráfico de drogas”, destacou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandovski.

Segundo o ministro, o projeto prevê que incêndios florestais cometidos em unidades de conservação, áreas de preservação ambiental e terras indígenas sejam considerados agravantes, que poderão aumentar a pena de quem for condenado por essa conduta. Dados oficiais citados por Lewandovski apontam que, dos 850 mil apenados, apenas 350 se encontram presos no Brasil por crimes ambientais.

“Isso não é possível, tendo em vista o enorme potencial lesivo desse crime gravíssimo”, observou o ministro.

Sem penas alternativas

Para a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a ampliação da pena é uma medida fundamental para desestimular esse tipo de crime no país.

“A elevação da pena é fundamental para que aqueles que cometem os crimes ambientais não venham na expectativa de que terão penas alternativas, redução de pena, [pois] é isso que faz com que eles continuem fazendo a destruição, agravando o problema da mudança do clima”, disse Marina Silva.

Ainda de acordo com a ministra, o trabalho de combate às queimadas alcançou a redução dos mais 1,1 mil grandes incêndios que estavam em andamento ao longo dos últimos meses em todo o território nacional. Desse total, 670 foram completamente extintos e 237, controlados.

No Pantanal, ainda restam nove grandes incêndios, após a extinção de 114 focos, enquanto, na Amazônia, a área queimada foi reduzida em cerca de 80%, saindo de 300 mil hectares para cerca de 70 mil hectares.



Source link

News

Chuva de 80 mm e calor de 38ºC; veja a previsão para os próximos dias


A semana será marcada por grandes volumes de chuvas na região central do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo o órgão, os volumes podem ultrapassar os 80 mm (representados em tons de vermelho e rosa no mapa abaixo).

Chuva nas 5 regiões

mapa chuva Inmetmapa chuva Inmet
Foto: Reprodução

Sul

A semana começa com tempestades no oeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, devido a atuação de um cavado na região. Porém, a partir da quinta-feira (17), o sistema se desloca e a região terá estabilidade.

As condições de chuva se intensificam a partir do dia 19 no centro-oeste do Paraná, onde acumulados acima de 60 mm estão previstos em algumas áreas.

Sudeste

A partir do próximo sábado (19), as precipitações se intensificam em Minas Gerais e São Paulo, com previsão de pancadas de chuva e acumulados acima de 80 mm nos dois estados. Enquanto isso, Rio de Janeiro e Espírito Santo devem ter tempo firme.

Centro-Oeste

Há um aumento de nebulosidade durante a semana, com previsão de pancadas de chuva, que podem ser volumosas, em especial na quinta-feira (17) sobre o estado de Mato Grosso. Essas mudanças estão associadas ao alinhamento da convergência de umidade na porção central do país.

Já a partir de sábado (19), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal têm previsão de pancadas de chuva, com acumulados acima de 80 mm.

Norte

Áreas de instabilidade associadas ao calor e à alta umidade provocarão pancadas de chuva no decorrer da semana, com valores acima 50 mm no noroeste e sudeste do Amazonas e sul do Pará.

Pancadas de chuva isoladas poderão ocorrer nas demais áreas da Região, com exceção do norte, onde a chance de chuva é pequena.

Nordeste

A previsão é de tempo quente e seco em grande parte da Região, de acordo com o Inmet. No entanto, a partir desta terça-feira (15), espera-se um aumento na nebulosidade, especialmente no leste da Bahia, de Pernambuco, da Paraíba, de Sergipe e Alagoas, que pode gerar instabilidades, resultando em pancadas de chuva isoladas.

A partir de quarta-feira (16), há condições de pancadas de chuvas e trovoadas isoladas no oeste da Bahia e sul de Tocantins.

Temperaturas máximas e mínimas

mapa temperatura Inmetmapa temperatura Inmet
Foto: Reprodução

O Inmet aponta que, para os próximos dias, estão previstas temperaturas elevadas em áreas do Norte e Nordeste do país, com máximas podendo superar os 38°C no decorrer da semana.

Além disso, o retorno das chuvas na região central favorecerá a diminuição das temperaturas máximas em algumas localidades das regiões Centro-Oeste e Sudeste, podendo chegar a 20°C entre os dias 19 e 20.

Especificamente no dia 19 de outubro (Imagem acima), as temperaturas estarão mais amenas. Em áreas da Região Norte e Nordeste, as máximas serão em torno de 38°C.

Já em grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, as máximas reduzem significativamente, chegando a 20°C em São Paulo e no Paraná. Por outro lado, no Rio Grande do Sul, a tendência é de aumento das temperaturas máximas, podendo ficar entre 26°C a 30°C em algumas localidades.

As temperaturas mínimas podem superar 24°C em áreas das Regiões Norte, como Piauí, Maranhão e centro-norte de Mato Grosso. Áreas do Amazonas, Pará e Rondônia podem superar os 28°C.

Já em áreas serranas entre Bahia e o norte de Minas Gerais, as mínimas podem ficar abaixo dos 18°C. Na Região Sul e leste do Sudeste, as mínimas devem variar entre 10°C e 18°C.

No decorrer da semana e especificamente nesta terça-feira, está previsto um declínio da temperatura nas Regiões Sul e leste da Região Sudeste, com mínimas de até 16°C. Nas demais áreas, as temperaturas poderão ultrapassar 22°C.



Source link

News

Brasil deve embarcar 4,343 milhões de toneladas em outubro



As exportações brasileiras da soja em grão estão previstas para atingir 4,343 milhões de toneladas em outubro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). No mesmo mês do ano passado, as exportações totalizaram 5,952 milhões de toneladas, enquanto em setembro deste ano foram embarcadas 5,156 milhões de toneladas.

Na semana entre 6 e 12 de outubro, o Brasil exportou 1,203 milhões de toneladas de soja. Para o período entre 13 e 19 de outubro, a Anec projeta um volume de 1,207 milhões de toneladas.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Farelo da soja

Em relação ao farelo de soja, a previsão é de embarques de 2,474 milhões de toneladas em outubro, superando os 1,652 milhões de toneladas do mesmo mês do ano passado e as 1,621 milhões de toneladas exportadas em setembro. Na semana passada, as exportações de farelo somaram 469,929 mil toneladas, e a expectativa para esta semana é de 961,111 mil toneladas.

As informações são da Safras & Mercado.



Source link

News

Desembolso do crédito rural tem queda de 31% nos primeiros 3 meses do Plano Safra 24/25


Os produtores rurais do estado de São Paulo desembolsaram R$ 11 bilhões nos três primeiros meses do Plano Safra 2024/2025. O montante representa uma queda de 30,4% ante o mesmo período da temporada anterior.

O dado provém de relatório elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com base em dados da Matriz de Dados do Crédito Rural do Banco Central do Brasil.

O documento mostra, também, que o número de contratos no estado caiu de 18,9 mil para 16,4 mil, redução de 13,2%.

Crescimento do Pronamp

No Brasil, o desembolso de crédito rural foi de R$ 112,8 bilhões, redução de 31,1% no valor contratado na comparação com o mesmo período da safra anterior. Também houve diminuição no número de operações, que caiu de 733 mil para 522 mil (-28,8%).

Apesar disso, o relatório mostra que o valor desembolsado via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) apresentou crescimento tanto no Brasil (+5,8%) quanto em São Paulo (+10,8%), com aumento nas contratações.

Em contrapartida, o valor contratado via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e agricultura empresarial registrou queda nos cenários nacional e paulista.

Para a Faesp, uma possível explicação para a queda no desembolso do Pronaf e aumento no do Pronamp é a migração de produtores de um programa para o outro por conta da faixa de renda.

“Como não houve elevação da Renda Bruta Familiar (RBF) de enquadramento na Agricultura Familiar nesta safra, atualmente em R$ 500 mil, produtores anteriormente enquadrados no Pronaf podem agora estar sendo enquadrados no Pronamp”, diz trecho do documento da Federação.

Uso do crédito rural do Plano Safra

imagem-cifrao-dinheiro-preço-640x427 - garantia-safra Banco do Brasil, Garantia-Safraimagem-cifrao-dinheiro-preço-640x427 - garantia-safra Banco do Brasil, Garantia-Safra
Foto: Mapa

Em termos de finalidade do crédito considerando os produtores de todo o país, o relatório aponta os seguintes usos:

  • 65,5%, o equivalente a R$ 73,8 bilhões, foram destinados às operações de custeio;
  • 18% (R$ 20,3 bilhões) às iniciativas de investimento;
  • 7,4% (R$ 8,3 bilhões) às operações de industrialização; e
  • 9,1% (R$ 10,3 bilhões) à comercialização

Em comparação com a safra anterior, o relatório da Faesp aponta que houve redução tanto no valor desembolsado como no número de contratos realizados, em todas as finalidades.

Na avaliação por programas de investimento, dois se destacam com o maior valor desembolsado:

  • Moderfrota (R$ 1,85 bilhão)
  • Renovagro (R$ 1,96 bilhão)

Apesar disso, esses dois programas apresentaram redução no valor contratado, de 52,7% e 37,4%, respectivamente. Os demais programas também registraram queda no montante desembolsado, assim como no número de operações realizadas.

Redução de operações e de valores

Para a Faesp, ainda que representantes do Banco Central aleguem que há operações em trânsito que não foram devidamente lançadas, “o fato é que os dados do primeiro trimestre desta safra, vis-à-vis à safra 2023/24, mostram redução no número de operações e no valor emprestado”.

Assim, para a entidade, com base em levantamento de campo, avalia-se que as contratações estão em ritmo mais lento devido à dificuldade de os produtores apresentarem garantias, existência de operações ativas (inadimplentes ou repactuadas), redução do limite de crédito dos tomadores e menor propensão a tomada de crédito pelos produtores, principalmente para investimento, em virtude do menor preço das commodities e compressão das margens.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Impacto do cooperativismo na economia paranaense


O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos




O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos
O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos – Foto: Pixabay

Carlos Alberto Tavares Ferreira, fundador e CEO da Carbon Zero, destaca a importância do cooperativismo no agronegócio brasileiro, especialmente no Estado do Paraná. Com 13 das 20 maiores cooperativas agrícolas do Brasil situadas nesta região, o Paraná se firmou como um verdadeiro celeiro de inovação e desenvolvimento. Este cenário reflete a força do cooperativismo paranaense, que combina tecnologia, sustentabilidade e gestão colaborativa, resultando em um impacto positivo tanto na economia local quanto na nacional.

O Paraná se destaca como referência na produção e exportação de grãos, carnes e diversos produtos agrícolas. O modelo cooperativo tem sido fundamental para o crescimento sustentável dessas atividades, permitindo que os cooperados acessem recursos e conhecimentos essenciais para aumentar a eficiência e a competitividade. As cooperativas locais são reconhecidas como pioneiras em práticas de governança e preservação ambiental, desempenhando um papel crucial na descarbonização do agronegócio.

De acordo com ele, essas iniciativas não apenas promovem a sustentabilidade, mas também criam um ciclo de prosperidade que beneficia toda a cadeia produtiva. A união de esforços entre os cooperados fortalece a competitividade no mercado global, garantindo a sustentabilidade socioeconômica da agricultura paranaense. O trabalho coletivo realizado pelas cooperativas é um exemplo claro de como é possível transformar realidades e gerar impactos positivos em larga escala, contribuindo para um futuro mais sustentável e inovador no setor agrícola.
 





Source link

News

Produtor da soja de Sinop (MT) compartilha estratégias para o plantio eficiente



O município de Sinop, no Mato Grosso, sediará a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/25, evento programado para o dia 4 de fevereiro de 2025. A data foi anunciada na última sexta-feira (11), durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja em Açailândia (MA). O plantio na região enfrenta atrasos devido ao ritmo lento das atividades, com os produtores aguardando chuvas consistentes nos próximos dias.

Raul Pruinelli, produtor e delegado coordenador da Aprosoja MT no núcleo de Sinop, compartilha as melhores práticas para uma safra bem-sucedida. Isso inclui o uso de produtos de alta qualidade, adubação adequada, combate a pragas e doenças e a escolha de sementes de boa qualidade.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Desafios climáticos e de mercado

Os desafios enfrentados na cultura da soja incluem a dependência de boas condições climáticas. “Esse aspecto foge ao nosso controle, mas precisamos levá-lo em conta para manter nossas expectativas em relação à produtividade”, comenta Pruinelli. “Sem condições climáticas favoráveis, mesmo as melhores práticas agrícolas podem não resultar nos resultados esperados”, complementa.

O cenário de mercado é desafiador, com custos de produção elevados e perspectivas pouco animadoras para os preços da soja e do milho em 2025. “Precisamos olhar da porteira para fora e encontrar o melhor momento para a comercialização, buscando preços adequados. O ano é desafiador, e a margem de lucro está apertada”, observa.

Pruinelli também destaca a importância de práticas sustentáveis, como o plantio direto, que minimiza a interferência no solo e promove a conservação por meio de curvas de nível e palhadas. “Adotamos as orientações técnicas mais adequadas para garantir uma agricultura sustentável que produza excelentes resultados”, afirma.

Expectativas para a Safra 2024/25

Pruinelli expressa otimismo em relação à próxima safra: “Estamos confiantes na abertura da colheita em fevereiro de 2025.” Ele menciona que o ano passado foi impactado pelo fenômeno El Niño, que prejudicou as lavouras.

“Mesmo após o El Niño, enfrentamos atrasos no plantio devido à falta de chuvas. Assim que tivermos umidade adequada no solo, iniciaremos o plantio”, explica o produtor. Apesar das dificuldades, Pruinelli acredita que um manejo eficiente e a adoção das técnicas recomendadas são essenciais para garantir a produtividade.

Sinop no cenário agrícola

De acordo com a Prefeitura Municipal de Sinop, o município ocupa a quarta posição no ranking de economia, desenvolvimento e prestação de serviços entre os 141 municípios de Mato Grosso, consolidando-se como a principal cidade do Norte do estado. A Abertura Nacional da Colheita da Soja não apenas celebra as práticas agrícolas, mas também ressalta o potencial econômico e estratégico de Sinop no agronegócio brasileiro.

Com uma combinação de boas práticas agrícolas e uma gestão atenta às condições climáticas e de mercado, Sinop se posiciona de forma sólida para um futuro promissor no agronegócio, esperando colher frutos positivos na safra 2024/25.



Source link