domingo, agosto 2, 2026

Autor: Redação

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previsão aponta risco de raios e trovoadas em 2 estados



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (24) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo fica mais instável em toda a região. Na Campanha gaúcha, no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina, a chuva será acompanhada de trovoadas e raios. Nas demais áreas, ocorrem pancadas isoladas de chuva, concentradas à tarde.

Sudeste

O tempo permanece instável em todo o estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e nas regiões sul e oeste de Minas Gerais, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de raios e trovoadas. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nas demais áreas de Minas Gerais, o dia será ensolarado, com predomínio de sol.

Centro-Oeste

A condição de chuva isolada continua em Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso, as pancadas de chuva são esperadas apenas no noroeste do estado. Nas demais áreas, o dia será ensolarado, mas com sensação de abafamento devido às altas temperaturas.

Nordeste

O tempo firme predomina em quase toda a região. Caso chova, será de forma isolada e passageira nos litorais da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Norte

A condição para pancadas de chuva e trovoadas continua nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e sudoeste do Pará. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens, sem previsão de chuva.



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Produção de biodiesel deve crescer 130% no Brasil, projeta banco



O futuro dos biocombustíveis no Brasil é altamente promissor, de acordo com projeções do Itaú BBA feitas durante o Agro Vision 2024.

As estimativas da instituição financeira indicam que a produção de etanol, proveniente tanto de milho quanto de cana-de-açúcar, deve aumentar 84%, passando de 32 bilhões de litros em 2024 para 59 bilhões de litros em 2037.

Já a produção de biodiesel deverá crescer 130%, dando um salto de 10 bilhões de litros produzidos atualmente para 23 bilhões de litros em 2037.

Para a diretora de relações institucionais e sustentabilidade do Itaú Unibanco, Luciana Nicola, enquanto a eletrificação será uma agenda de médio e longo prazo, os biocombustíveis podem ser uma solução sustentável rápida e eficiente que posicionará o Brasil como um grande fornecedor global.

Segundo ela, o Brasil tem a oportunidade de atender essa demanda crescente apostando na conversão de terras degradadas, expansão do milho de segunda safra sobre áreas de soja, uso de biomassa residual, além de investimentos em irrigação e aumento de produtividade.

O head de combustíveis da Azul, Diogo Youssef, enfatizou a importância da regulamentação da Lei do Combustível do Futuro para garantir que os combustíveis sustentáveis produzidos no Brasil sejam aceitos internacionalmente.

Ele destacou que o combustível representa 40% do custo de uma passagem aérea no Brasil, comparado a 25% em mercados internacionais, e que o Sustainable Aviation Fuel (SAF) brasileiro pode ser uma solução competitiva e eficiente para a agenda de descarbonização do setor.

O CEO da Copersucar, Thomás Manzano, mencionou no evento as oportunidades econômicas do país, ressaltando que o Brasil já conta com uma produção consolidada de biocombustíveis.

De acordo com ele, ao contrário de outros mercados, o consumidor não paga mais caro por soluções renováveis, como o etanol. Para Manzano, o biometano e o biodiesel são alternativas mais baratas que os combustíveis fósseis no transporte rodoviário, que ainda representa cerca de 70% do cenário nacional.



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setor de especiais pode obter US$ 48,4 milhões em evento no Japão



Empresários brasileiros do setor de cafés especiais devem fechar US$ 48,431 milhões em negócios após a participação na SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2024, entre 9 e 12 de outubro, em Tóquio, no Japão, como ação do projeto “Brazil. The Coffee Nation“, realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

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No evento, principal do segmento na Ásia, os brasileiros realizaram 1.764 contatos comerciais, sendo 1.049 novos, o que rendeu a concretização de US$ 7,463 milhões in loco e o prognóstico para mais US$ 19,588 milhões nos próximos 12 meses.

A BSCA também coordenou uma rodada de negócios a compradores convidados, a tradicional “Taste of the Harvest”, no estande do Brasil. Com 28 amostras de diversas regiões produtoras do país, a ação rendeu 308 contatos (72 novos), US$ 1,620 milhão fechado presencialmente e a estimativa de outros US$ 19,760 milhões até setembro de 2025.

“Um dos pilares de nossa atuação no projeto ‘Brazil. The Coffee Nation’ é fortalecer a imagem sustentável e de diversidade dos cafés especiais do país e, dessa maneira, manter abertas as portas para que tradicionais e novos cafeicultores e regiões produtoras alcancem os mais distintos parceiros globais e ampliem sua presença em mercados tradicionais como o Japão, um dos principais compradores de nossos cafés”, destaca Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.

Ele completa que os significativos números alcançados no evento deste ano demonstram a exatidão das ações promocionais que vêm sendo realizadas pelo setor de cafés especiais, reforçam a parceria com a Specialty Coffee Association of Japan (SCAJ), que realiza o evento, e consolidam a posição do Brasil como um dos maiores produtores e provedores de café especial do mundo.

“Esses resultados destacam a positividade que as iniciativas vêm proporcionando aos produtores brasileiros e às origens produtoras dos cafés especiais, que observam resultados expressivos, não apenas os financeiros, mas de networking, relação comercial e, inclusive, de amizade duradoura com os compradores, como no exemplo do Japão, cujos importadores são clientes de nossos cafés especiais há décadas, desde os primórdios do Cup of Excellence, criado pela BSCA na virada de 1999 para o ano 2000”, informa.

Cafés do Brasil no Japão

Em 2024, no acumulado de janeiro a setembro, o Japão figura como o quinto principal destino dos cafés brasileiros, com a importação de 1,633 milhão de sacas de 60 kg do produto, de acordo com dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Desse total, 15%, ou 247.710 sacas, são referentes a cafés diferenciados, que apresentam um crescimento de 3,7% frente aos números de 2023.

Participação do Brasil

O Brasil contou com um estande no principal evento do setor de cafés especiais da Ásia, que contou com a participação de mais de 75 mil pessoas nos quatro dias, reunindo países e regiões produtores das Américas do Sul e Central, África e do Sudeste Asiático, além de indústrias e importadores de todo o mundo.

No espaço, foram realizadas nove sessões de cupping, que apresentaram aos presentes a qualidade e a diversidade de várias regiões produtoras dos cafés especiais do Brasil. Um dos destaques foi a participação das 28 amostras no “Taste of the Harvest”, uma rodada de negócios exclusiva organizada pela BSCA em parceria com a SCAJ, com apoio da ApexBrasil.

“Os produtores brasileiros tiveram a oportunidade de apresentar os melhores cafés da nova safra a mais de 60 importadores e torrefações japonesas – que fizeram fila para participar -, estreitando relações comerciais e abrindo portas para novas parcerias”, conta Estrela.

Além das sessões de cupping, os cafés participantes também estiveram disponíveis para degustação dos milhares de presentes no brewbar do estande, onde o público pôde provar e conhecer, in loco, as características exclusivas e intrínsecas a cada um dos cafés das dezenas de origens produtoras dos grãos brasileiros.



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No Rio Grande do Sul, produtores seguem otimistas durante o plantio da soja



O plantio da soja na região de Bagé, no Rio Grande do Sul (RS), foi iniciado com um ritmo mais lento, no entanto, os produtores permanecem otimistas em relação ao progresso recente. Antes da chuva na última terça-feira (22), houve um período de oito dias com clima favorável, o que permitiu o avanço das atividades no campo. As informações são da Safras & Mercado.

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Na fronteira oeste, municípios como Manuel Viana e São Borja já iniciaram o plantio, com taxas que variam entre 2% e 15%. Embora esteja em estágio inicial, esse avanço está dentro do esperado para a segunda quinzena de outubro.

As condições atuais são consideradas ideais, com a umidade do solo propícia para a germinação das sementes e temperaturas adequadas. A área projetada para a semeadura é de 1,121 milhão de hectares.

O plantio segue conforme o cronograma ideal, sem atrasos significativos. A expectativa é que, nos próximos dias, mais áreas sejam ocupadas à medida que as condições climáticas permitam.



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Eleição de Trump deve elevar prêmios da soja no Brasil, diz consultoria


Com a proximidade das eleições presidenciais norte-americanas, acende-se o alerta sobre a possível escolha por Donald Trump ao posto da Casa Branca, visto as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China que interferem, diretamente, no mercado global de soja.

Em 2018, o Brasil se beneficiou amplamente da guerra tarifária entre essas duas potências, conquistando maior protagonismo nas exportações para o gigante asiático.

Para o líder de inteligência e estratégia da consultoria Biond Agro, Felipe Jordy, atualmente consolidado como o maior produtor e exportador de soja do mundo, o impacto de um novo embate entre norte-americanos e chineses pode ser relevante ao país, mas não tão intenso quanto no passado.

Safra 24/25 de soja

A safra 2024/25 de soja no Brasil deve atingir 164,8 milhões de toneladas, consolidando ainda mais o país como o principal fornecedor de soja para a China, de acordo com projeção da Biond Agro.

“Ao contrário de 2018, o Brasil agora ocupa uma posição dominante no mercado de soja. Mesmo com uma nova guerra comercial, o impacto nos prêmios será mais contido, já que a China já vê o Brasil como seu principal parceiro”.

Contudo, diante de mais uma safra recorde, com grande parte da produção destinada à exportação (cerca de 65%), o mercado brasileiro depende fortemente das compras chinesas para manter a liquidez dos produtores.

Assim, se o consumo asiático não absorver a produção, os prêmios poderão sofrer pressão negativa, especialmente durante a colheita.

“Com uma oferta abundante de soja, a China pode negociar prêmios mais baixos, afetando diretamente a rentabilidade dos produtores. Uma safra recorde, somada ao poder de barganha da China, cria um cenário desafiador para os prêmios brasileiros”, explica Jordy.

Prêmios em 2018

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Foto: Agência Brasil

Em 2018, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China deslocou a demanda de soja chinesa para o Brasil, elevando os prêmios de exportação. Na época, os prêmios nos portos brasileiros chegaram a mais de US$ 2,5 por saca, impulsionados pela alta demanda.

Porém, o cenário atual é diferente: o Brasil já é o maior fornecedor global de soja e qualquer novo confronto tarifário entre os norte-americanos e os chineses terá um impacto mais moderado.

Segundo a Biond Agro, o Brasil já ocupa uma posição dominante no mercado e enfrenta desafios logísticos e de armazenagem que podem aumentar a pressão sobre os preços.



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recentes chuvas trazem certo alívio a produtores



Chuvas têm sido registradas em praticamente todas as regiões produtoras de café do Brasil nestes últimos dias, cenário que traz certo alívio aos cafeicultores, que estavam preocupados com o clima desfavorável. 

Segundo pesquisadores do Cepea, como precipitações também haviam sido observadas na segunda semana de outubro, proporcionando a abertura de flores, as recentes chuvas devem ajudar no pegamento e na abertura de novas flores. 

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Ressalta-se, contudo, que o déficit hídrico ainda é muito grande, e que, por isso, a constância das chuvas é necessária para a sequência da safra 2025/26. 

Na maioria das praças de arábica, por exemplo, o volume de chuva ainda é muito baixo. Assim, ainda é cedo para estimar a influência no pegamento das floradas, assim como a redução do estresse hídrico das plantas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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a trajetória do prefeito e produtor da soja de Silvânia (GO)



Com 35 anos de experiência como agrônomo, o produtor de soja e recém-eleito prefeito da cidade de Silvânia (GO), Carlos Mayer, acompanhou de perto a transformação do setor agrícola, desde o plantio convencional até a adoção de tecnologias avançadas. Ele conversou com o Soja Brasil sobre sua trajetória, desafios, perspectivas e o futuro da produção do grão na região em que atua.

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Passado e presente

A trajetória de Carlos representa evolução na produtividade das lavouras de soja em Goiás. ”Nos anos 80, as médias de produção giravam em torno de 20 a 25 sacas por hectare. Hoje, essa média ultrapassa 70 sacas, com recordes que chegam até 100 sacas por hectare”, explica Mayer.

Essa transformação é resultado da adoção de novas técnicas e tecnologias, além da diversificação das culturas, como a rotação entre soja e milho safrinha, que otimiza o uso do solo. A experiência do produtor abrange a venda de insumos, assistência técnica e o acompanhamento das práticas agrícolas locais.

Estratégias

A região de Silvânia, embora menos favorecida em chuvas nos meses de maio e junho, tem se destacado na utilização de biotecnologia e insumos biológicos. Carlos enfatiza a importância desses recursos no manejo de pragas e doenças, permitindo uma agricultura mais sustentável e eficiente.

”Recentemente, a antecipação do plantio trouxe resultados positivos, com um estabelecimento uniforme das lavouras e até o momento sem a ocorrência de pragas. Essa estratégia se alinha com as práticas do sudoeste do estado, onde cidades como Rio Verde e Montividiu alcançam colheitas de sucesso”, aponta o prefeito.

Muito além da soja

Além da soja, a região também se destaca na produção de tomate rasteiro para a indústria, cultivado principalmente entre março e outubro. A presença de pivôs centrais de irrigação permite que os produtores otimizem suas safras, garantindo produtividade mesmo em condições climáticas desafiadoras. Essa diversidade de culturas fortalece a economia local e proporciona segurança alimentar à comunidade.



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Surto de bactéria mortal pode estar relacionado a sanduíche do McDonald’s



Uma pessoa morreu e 10 foram hospitalizadas nos Estados Unidos após o consumo do sanduíche Quarteirão com Queijo, da mundialmente famosa rede de fast food McDonald’s.

Após o caso, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) emitiu alerta de segurança alimentar por conta do surto da bactéria E. coli, que estaria relacionada ao lanche.

De acordo com a entidade, a maioria das pessoas infectadas eram do estado do Colorado (27) e de Nebraska (9).

O CDC informou ainda que uma criança está internada com complicações provocadas pela síndrome hemolítico-urêmica, doença considerada grave e comumente relacionada ao consumo de água e alimentos contaminados.

“Todos os entrevistados reportaram ter se alimentado em um McDonald’s antes do quadro de sintomas ter início, e a maioria mencionou especificamente ter comido um sanduíche Quarteirão”, destacou o CDC.

Bactéria na cebolas ou no hambúrguer

O ingrediente específico relacionado à contaminação ainda não foi identificado, conforme informações do Centro. Contudo, os investigadores trabalham com duas possibilidades: as cebolas frescas fatiadas e os hambúrgueres de carne bovina.

Em nota, o diretor de Cadeia de Suprimentos do McDonald’s na América do Norte, Cesar Piña, disse que as primeiras descobertas vinculam as cebolas fatiadas aos casos.

Segundo ele, o ingrediente é proveniente de um único fornecedor que atende a três centros de distribuição da rede.

“Como resultado e em conformidade com os nossos protocolos de segurança, todos os restaurantes locais foram instruídos a retirar esse produto de seus estoques e suspendemos a distribuição de todos os lotes de cebolas em rodelas na área impactada.”

Em nota, o McDonald’s informou que, por precaução, está removendo temporariamente o Quarteirão de restaurantes localizados na área afetada: Colorado, Kansas, Utah e Wyoming, além de partes de Idaho, Iowa, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Novo México e Oklahoma.

Síntomas da infecção

Em casos de infecção por E. coli, a maioria dos pacientes apresenta cólicas estomacais intensas, diarreia (geralmente com sangue) e vômitos. Na maior parte das vezes, os sintomas começam de três a quatro dias após o contato com a bactéria.

Drande parte dos pacientes se recupera sem necessidade de tratamento hospitalar no prazo de cinco a sete dias, de acordo com o CDC. Entretanto, algumas pessoas podem desenvolver sérios problemas renais, como a síndrome hemolítico-urêmica, e precisam de internação.

Diante da repercussão do caso, as ações da rede de lanchonetes caíram quase 7% na Bolsa de Valores de Nova York antes da abertura do mercado financeiro nesta quarta-feira (23). Por volta das 10h, eram negociados a US$ 314,69.



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Friboi é eleita a marca de carne e churrasco mais lembrada pelos brasileiros



A Friboi foi novamente reconhecida como a marca de carne mais lembrada pelos consumidores no Brasil, conquistando o selo Top of Mind 2024, em pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha. Este é o quarto ano consecutivo que a marca recebe esse título, e pela primeira vez também foi eleita a marca de churrasco mais lembrada pelos brasileiros, uma nova categoria introduzida nesta edição da pesquisa.

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O levantamento, que já está em sua 34ª edição, entrevistou cerca de 8 mil pessoas em todo o país, reforçando a importância da marca no cotidiano dos consumidores. A pesquisa é considerada uma das mais abrangentes da América Latina e avalia os produtos e serviços mais presentes na memória dos brasileiros.

Anne Napoli, diretora de marketing da Friboi, atribui o sucesso ao compromisso da empresa com a qualidade e a procedência dos produtos. “O forte vínculo entre os brasileiros e a Friboi é resultado da confiança dos consumidores. Temos evoluído em termos de tecnologia, genética e processos para garantir um padrão de excelência”, afirmou Napoli.

Além da marca Friboi, o portfólio da empresa conta com outras linhas, como a Maturatta, focada em cortes especiais para churrasco, e a 1953 Friboi, destinada a ocasiões especiais, com carnes selecionadas de raças europeias.

Com mais de seis décadas de história e presença em mais de 150 países, a Friboi segue inovando e ampliando sua atuação no mercado de carne bovina, mantendo práticas de sustentabilidade e monitoramento de seus fornecedores.



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