domingo, agosto 2, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do açúcar recuam nas bolsas internacionais


No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização





Foto: Divulgação

De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (UDOP), nesta segunda-feira (22), os contratos futuros de açúcar fecharam em baixa nas principais bolsas internacionais, influenciados pela previsão de chuvas no Centro-Sul do Brasil e pela valorização do dólar em relação ao real, de acordo com informações do Barchart. A alta da moeda norte-americana incentivou os produtores brasileiros a aumentarem as exportações, pressionando os preços no mercado internacional.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto registrou queda. O contrato de março/25 recuou 35 pontos, fechando a 21,83 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o contrato de maio/25 caiu 25 pontos, encerrando a 20,19 centavos de dólar por libra-peso.

De acordo com as informações divulgadas pela Udop, em Londres, na ICE Futures Europe, o açúcar branco também apresentou retração. O contrato de dezembro/24 teve baixa de US$ 3,50, sendo negociado a US$ 563,10 por tonelada. O contrato de março/25 registrou queda de US$ 5,60, encerrando a US$ 569,50 por tonelada.

No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização. De acordo com o Cepea/Esalq, as usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 155,48, um aumento de 0,05%. Em contrapartida, o etanol hidratado sofreu uma leve queda de 0,15%, com o metro cúbico negociado a R$ 2.665,00, segundo o Indicador Diário de Paulínia.





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Produção de feijão cresce 30% mesmo com redução na área plantada


feijão é uma das leguminosas mais importantes para o Brasil. Apesar da redução expressiva na área plantada, a produção aumentou consideravelmente, graças ao uso de novas tecnologias agrícolas, conforme apontou dados da Netafim. De acordo com a Embrapa, entre 1974 e 2021, a área plantada de feijão diminuiu 39%, enquanto a produção total cresceu 30%. Esse aumento é resultado de avanços tecnológicos que têm tornado as lavouras mais produtivas.

Um dos principais fatores que impulsionam essa produtividade é a adoção da irrigação por gotejamento, que otimiza o uso da água e dos nutrientes, permitindo maior colheita sem necessidade de expandir as áreas de cultivo. Warlen Pires, especialista agronômico da Netafim, explica que a fertirrigação melhora a eficiência no uso da água e dos fertilizantes. “Com a fertirrigação, conseguimos fornecer e nutrientes diretamente na raiz da planta, aproveitando cerca de 90% da água utilizada e otimizando o uso de fertilizantes. Isso tem sido essencial para melhorar a produtividade do feijão, especialmente em áreas onde a terra cultivada está diminuindo”, afirma Pires.

A agricultura empresarial domina a produção de feijão no Brasil, sendo responsável por 76,9% do total produzido. A agricultura familiar, por sua vez, responde por uma parcela importante da produção, especialmente no cultivo de feijão preto e de outras variedades regionais. No Nordeste, onde predomina a agricultura familiar, a produtividade média é de 480 kg/ha, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste, com sistemas mais avançados de irrigação, as médias são de 2.178 kg/ha e 1.795 kg/ha, respectivamente, de acordo com dados divulgados pela Netafim.

O cultivo de feijão enfrenta desafios, como a alta demanda hídrica e os elevados custos de produção, mas as inovações tecnológicas, especialmente a irrigação por gotejamento, têm sido fundamentais para otimizar o uso dos recursos e aumentar a sustentabilidade do cultivo. Embora a área plantada continue a diminuir, a tendência de aumento na produtividade indica que o futuro da leguminosa no Brasil depende da adoção de soluções tecnológicas e da maximização dos recursos disponíveis. A Netafim, pioneira nessa tecnologia, tem auxiliado produtores a superar esses desafios, oferecendo soluções personalizadas que permitem uma maior eficiência na utilização de recurso importante como água e nutrientes.





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Sistema de plantio direto comemora 50 anos com 32 milhões de hectares semeados no Brasil



O Dia Nacional do Plantio Direto é comemorado nesta quarta-feira (23). O método de manejo reduz os impactos ambientais da produção agropecuária e gera mais produtividade, já que ao semear diretamente na palha, é possível reter matéria orgânica no solo.

A adoção da prática iniciou no Brasil em 1974, há exatamente 50 anos. O pesquisador da Embrapa Solos, Pedro Luiz de Freitas, destaca que o país já conta com cerca de 32 milhões de hectares com a prática sendo desempenhada por pequenos, médios e grandes produtores.

“Para a atual safra, estudos de nossos pesquisadores mostram que entre 33 e 39 milhões de hectares serão semeados em sistema de plantio direto”.

O produtor de soja Fred Frandsen realiza plantio direto desde 1995 em Palmital, interior de São Paulo. “Só tenho benefícios com esse sistema. Não mexemos mais na terra a não ser quando temos de fazer uma correção de solo em profundidade […]”.

Já Freitas destaca que todos os indicadores mostram os benefícios do sistema. “Qualquer área sobre o sistema de plantio direto sem a movimentação do solo, com a abertura permanente e com a rotação plurianual de culturas, está muito mais bem preparada, o solo está muito mais saudável do que em áreas que não estão sobre esse sistema […]”.

Acompanhe a reportagem no vídeo acima com o relato do ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra.



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Arroba bovina alcança maior patamar em 16 meses


Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29





Foto: Kadijah Suleiman

Segundo o relatório semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), a arroba bovina brasileira alcançou, em outubro de 2024, o maior valor dos últimos 16 meses. A alta foi puxada pela menor participação de fêmeas nos abates e pela crescente demanda internacional por carne bovina brasileira.

Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29, o maior desde maio de 2023, o que representa um aumento de 15,58% em relação a setembro. Em São Paulo, o valor subiu para US$ 53,29, uma elevação de 18,69% no mesmo período. Apesar dessas altas significativas, a carne bovina brasileira permanece competitiva no mercado internacional, principalmente em comparação com os Estados Unidos, onde a arroba foi cotada a US$ 110,16 em setembro, impulsionada pela redução na oferta de gado no país, conforme dados do Imea.

De acordo com dados do relatório semanal, essa competitividade de Mato Grosso, que segue com o preço mais baixo entre os principais países produtores, pode fortalecer as exportações do estado, favorecendo o desempenho da pecuária brasileira no mercado global.





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Brasil terá adidos agrícolas em todos os países do Brics, diz Mapa



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) busca reforçar a cooperação agrícola com os parceiros do Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Etiópia e Irã.

A segurança alimentar é um dos temas debatidos pela 16ª Cúpula do Brics, que ocorre em Kazan, na Rússia.

Em nota, o ministério informou que a posição do Brasil na cúpula é reafirmar seu papel de um dos principais fornecedores globais de alimentos e de defesa da cooperação multilateral no enfrentamento da insegurança alimentar e das mudanças climáticas.

“O Brasil agora terá adidos agrícolas em todos os países do Brics, tanto nos membros fundadores quanto nos novos integrantes, o que amplia nossa capacidade de negociação e cooperação”, disse, em nota, o secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, Luis Rua, que participa da cúpula.

Segundo ele, esses profissionais são fundamentais para promover uma agenda agrícola robusta, facilitar o intercâmbio de tecnologias e boas práticas e alinhar os interesses do Brasil com os dos nossos parceiros estratégicos.



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Boi gordo: demanda aquecida e recorde de exportação mexem com os preços; confira



O mercado físico do boi gordo volta a conviver com elevação dos preços no decorrer desta quarta-feira (23).

Para o analista da consultoria Safras & Mercado Allan Maia, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate que permanecem encurtadas.

“Soma-se a isso uma demanda robusta, com exportações avançando de maneira contundente na atual temporada. O Brasil tende a estabelecer um recorde absoluto de exportação na atual temporada”, disse.

Preços médios da arroba do boi

Em São Paulo foram relatadas negociações acima da referência média, com negócios atingindo o patamar de R$ 320 a arroba a prazo. As negociações no estado se concentram entre R$ 305/310 a prazo.

Em Minas Gerais novamente foram relatadas negociações acima da referência média. No Triângulo Mineiro, indicação de negócios em até R$ 300/305 a prazo.

Em Mato Grosso do Sul, mais um dia de negócios acima da referência média. Na região de Naviraí indicação de negócios a R$ 305 a prazo. Em Campo Grande indicação de negócios em até R$ 305 a prazo.

Em Mato Grosso foram novamente relatadas negociações acima da referência média. Na região de Rondonópolis relatos de negócios ao nível de R$ 300 a arroba a prazo. Em Cuiabá também foram relatadas negociações em até R$ 300 a prazo.

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a apresentar preços firmes, e o viés ainda é de elevação de preços no curto prazo.

Segundo Maia, é importante mencionar que a carne de frango segue ganhando competitividade no mercado doméstico, em especial com o recente movimento de alta deflagrado pela carne bovina nos últimos dias.

“O consumidor brasileiro segue incapaz de absorver novos reajustes da carne bovina”, assinalou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,20 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,30 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,10%, sendo negociado a R$ 5,6908 para venda e a R$ 5,6888 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6847 e a máxima de R$ 5,7322.



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Mercado da soja tem quarta-feira com negociações moderadas; confira a análise completa



O mercado brasileiro de soja apresentou movimentos moderados nesta quarta-feira (23), com cotações oscilando entre a estabilidade e leves altas. Segundo a Safras & Mercado, as indicações nos portos permaneceram firmes, refletindo essa movimentação. Embora Chicago tenha mostrado volatilidade, a tendência foi positiva, com a firmeza do dólar também reforçando as cotações.

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Preços do grão no Brasil

  • Passo Fundo (RS): de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Missões (RS): de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): de R$ 143,00 para R$ 144,00
  • Cascavel (PR): segue em R$ 140,00
  • Porto de Paranaguá (PR): de R$ 143,00 para R$ 144,50
  • Rondonópolis (MT): de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Dourados (MS): permanece em R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): permanece em R$ 135,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam a quarta-feira com preços mais altos para o grão, enquanto os preços para farelo e óleo apresentaram queda. Após uma manhã de perdas, o mercado reagiu positivamente, impulsionado pela boa demanda do produto dos Estados Unidos. Os contratos de soja em grão com entrega em novembro de 2024 fecharam com alta de 5,75 centavos, alcançando US$ 9,97 1/2 por bushel. A posição de janeiro de 2025 teve uma cotação de US$ 10,05 por bushel, com um avanço de 4,50 centavos.

Contratos futuros da soja

Nos subprodutos, a posição de dezembro de 2024 do farelo fechou com perda de US$ 2,70, resultando em US$ 315,00 por tonelada. Já o óleo, com vencimento em dezembro de 2024, fechou a 43,39 centavos de dólar por libra-peso, apresentando uma retração de 0,30 centavo.

O dólar comercial encerrou em queda de 0,10%, sendo negociado a R$ 5,6908 para venda e a R$ 5,6888 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6847 e a máxima de R$ 5,7322.



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Governo destina crédito extra de R$ 5 bi para RS enfrentar mudanças climáticas


Foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (23), duas medidas em apoio à população do Rio Grande do Sul, que enfrenta os efeitos das enchentes ocorridas em maio deste ano. Uma delas é a Medida Provisória nº 1.269/2024, que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 5 bilhões, para Operações Oficiais de Crédito.

A segunda é o Decreto nº 12.228/2024, que autoriza a concessão adicional de crédito de instalação aos beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) também afetados pelo evento climático extremo. Ambos os atos foram assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enfrentamento de calamidades públicas

A medida provisória versa que os recursos, no âmbito do Ministério da Fazenda, disponibilizam linhas de financiamento com a utilização do superávit financeiro do Fundo Social.

Assim, o objetivo é apoiar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e de enfrentamento de consequências sociais e econômicas de calamidades públicas no Rio Grande do Sul.

Crédito não afeta LDO

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FOTO: Divulgação/Mapa

Os recursos provenientes do Fundo Social estão alinhadas com a autorização prevista na Lei nº 14.981/2024, para a utilização do superávit financeiro do Fundo, de R$ 20 bilhões.

Além disso, já houve a abertura de crédito extraordinário, de R$ 15 bilhões, por meio da Medida Provisória nº 1.233/2024 — ato que se refere ao saldo de R$ 5 bilhões do total autorizado pelo Governo Federal.

De acordo com o governo, o crédito extraordinário não impacta os resultados fiscais previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2024, por motivo do reconhecimento do estado de calamidade pública em parte do território nacional, para atendimento às consequências derivadas de eventos climáticos no território gaúcho (Decreto Legislativo nº 36/2024).



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SP espera levantar R$ 20 bi em investimentos com 5 leilões previstos até fim do ano



A agenda do governo do estado de São Paulo prevê cinco leilões de concessões até o fim de 2024. A expectativa é levantar cerca de R$ 20 bilhões em investimentos privados por meio dos certames realizados entre novembro e dezembro. Os projetos envolvem concessões e parcerias público-privada (PPPs) nas áreas de mobilidade, educação e saúde.

Na próxima quarta-feira (30), vai a leilão a concessão do lote rodoviário da Rota Sorocabana. O investimento de R$ 8,8 bilhões é o maior entre os cinco certames previstos até o fim do ano no estado. O projeto abrange 460 quilômetros de estradas localizadas na região Sudoeste de São Paulo.

Ainda no setor rodoviário, o governo paulista irá leiloar o trecho da Nova Raposo no dia 28 de novembro, com previsão de R$ 7,9 bilhões em investimentos. Serão concedidos 92 quilômetros de trechos de vias operadas atualmente pela ViaOeste e estradas sob gestão do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP).

PPP Novas Escolas

A agenda inclui ainda a parceria público-privada para construção de 33 novas unidades escolares que irão atender 35 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio. O escopo da PPP inclui a construção, adequação e manutenção predial e está dividido em dois lotes com 29 municípios paulistas.

Os leilões da PPP de Novas Escolas serão realizados nos dias 29 de outubro (Lote Oeste) e 4 de novembro (Lote Leste).

Concessão de loterias

No dia primeiro de novembro, serão concedidos os serviços públicos de loteria estadual, com previsão de arrecadar cerca de R$ 3,4 bilhões, recurso que será aplicado em investimentos para a saúde. O projeto prevê 31 unidades exclusivas (lotéricas) e estima mais de 11 mil pontos não exclusivos em todo o território paulista.

A futura concessionária vencedora poderá explorar o serviço de maneira física ou virtual, em duas modalidades de jogos. A concessão dos serviços lotéricos será uma fonte para o financiamento de políticas públicas, segundo o governo de São Paulo.



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Chuva alivia seca na Rússia e Ucrânia


Chuvas chegam às áreas agrícolas da Rússia e Ucrânia





Foto: Divulgação

Segundo o relatório Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o bloqueio atmosférico que afetava a Rússia ocidental por semanas finalmente cedeu, permitindo que chuvas tão aguardadas chegassem às áreas agrícolas centrais e orientais. Pela primeira vez em meses, regiões da Ucrânia oriental e da Rússia ocidental receberam chuvas fortes, com volumes que variaram entre 10 e 50 mm em áreas essenciais para o cultivo de inverno.

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Apesar dessa melhora, algumas regiões, como o Distrito Central sudoeste da Rússia e partes do sul do Distrito Sul, incluindo o norte de Krasnodar Krai e o sul de Rostov Oblast, receberam menos de 10 mm de chuva, ainda permanecendo sob condições de seca. Esta foi a primeira chuva mensurável desde agosto para muitas das áreas agrícolas mais afetadas pela estiagem.

De acordo com o relatório, enquanto as chuvas trouxeram alívio, especialmente no leste da Ucrânia e na Rússia ocidental, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI) derivado de satélite continua mostrando que o vigor das culturas permanece de ruim a abismal, indicando que a seca está longe de ser resolvida. Mais precipitação será necessária para garantir um desenvolvimento uniforme das lavouras de inverno nessas regiões. No entanto, o VHI continuou a melhorar na Moldávia e no oeste da Ucrânia devido às chuvas recentes.





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