sábado, agosto 1, 2026

Autor: Redação

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Plantio de soja da safra 2024/25 atinge 37% da área estimada, diz Conab



O Brasil semeou, até o domingo (27), 37% da área estimada com soja na safra 2024/25, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O plantio das lavouras da oleaginosa avançou 19,4 pontos porcentuais na semana, mas há atraso de 3 pontos porcentuais ante a temporada passada.

O atraso na implantação das lavouras da safra atual deve-se às condições desfavoráveis no início do plantio, sobretudo na região Centro-Oeste. Mato Grosso do Sul lidera os trabalhos de campo com 72% da área semeada e avanço anual de 20 pontos porcentuais. Mato Grosso, principal produtor do grão, alcançou na segunda-feira 55,2% da área plantada, contra 70,9% reportados em igual período do ciclo anterior.

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A semeadura da safra brasileira de milho verão 2024/25 alcançava na segunda-feira 36,8% da área semeada no país, segundo a Conab. Em relação à semana anterior, houve avanço de 4,5 pontos porcentuais e, em comparação com igual período do ano passado, há atraso de 0,4 ponto porcentual. O cultivo do cereal começou pelos estados do Sul, atingindo 81% da área no Rio Grande do Sul, 86% em Santa Catarina e 95% no Paraná.

O plantio de arroz também da safra 2024/25 avançou 14,4 pontos porcentuais na semana, alcançando 43,7% da área prevista no país na segunda-feira. Há atraso de 8,6 pontos porcentuais na comparação entre as safras. Santa Catarina lidera o cultivo da safra nova com 80% da área implantada.

A Conab informou que a semeadura das lavouras de feijão atingia na segunda 30,6% da área prevista, avanço de 4,1 pontos porcentuais na semana e de 5,5 pontos porcentuais em um ano. São Paulo já concluiu os trabalhos de campo e o Paraná já semeou 90% da área.

Quanto à safra de inverno 2023/24, a Conab informou que a colheita da nova safra de trigo atingia no domingo 56% da área estimada, avanço de 8,3 pontos porcentuais em relação à semana passada e atraso de 11 pontos porcentuais ante igual período do ano passado.

Entre os maiores produtores do cereal, o Rio Grande do Sul concluiu a retirada do trigo do campo em 18% da área plantada, enquanto a colheita alcançava 87% da área no Paraná e 22% em Santa Catarina.

Os demais estados já concluíram a colheita de trigo.



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Nesta quinta, fórum discute o futuro do agro em SC. Inscreva-se!



Nesta quinta (31), Criciúma (SC), recebe o Fórum Santa Catarina e o Agro 5.0. Em discussão, a tomada de decisão na era da transformação digital. Inovação, tecnologia e inteligência artificial que impactam em eficiência e competitividade, no campo e no mercado. Tem a ver com gestão, sucessão, diversificação e verticalização da produção. Em pauta, o futuro do agronegócio em Santa Catarina.

Em sua 7ª edição, o projeto é uma realização do Canal Rural em parceria com as principais de entidades de representação do agronegócio catarinense, como Fecoagro, Ocesc/Sescoop, Faesc/Senar, Sindicarne/Acav, governo do estado, através da Secretaria de Agricultura e Epagri, e apoio Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Com transmissão ao vivo para todo o Brasil, pelo Canal Rural, o encontro será a partir das 14 horas no auditório da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). A inscrição é gratuita. Faça a sua inscrição agora, aqui.



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Plantio de soja tem maior avanço semanal da história de Mato Grosso, diz Imea



A semeadura de soja em Mato Grosso alcançou marca histórica na última semana, com o maior avanço semanal já registrado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo o boletim da entidade, divulgado na tarde desta segunda-feira (28), a semeadura avançou 30,65 pontos porcentuais, atingindo 55,73% da área projetada para a safra 2024/25.

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O salto expressivo é resultado da combinação de condições climáticas favoráveis, alta capacidade do parque de máquinas estadual e preocupação dos produtores com a janela ideal para a segunda safra de milho. A região médio-norte lidera o ritmo de plantio, com 73,97% da área estimada já semeada, após um avanço de 38,42 pontos porcentuais em relação à semana anterior.

Apesar do ritmo acelerado, a semeadura ainda está 14,32 pontos porcentuais atrasada em comparação com a safra 2023/24 e 6,59 pontos abaixo da média dos últimos cinco anos. As perspectivas para a continuidade dos trabalhos são positivas, com previsão de chuvas entre 25 e 35 milímetros na maior parte do Estado nos próximos sete dias, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa). As regiões oeste, centro-sul e sudeste podem receber volumes ainda maiores, entre 35 e 45 milímetros.

No mercado, o indicador do Imea registrou alta de 3,10% nos preços da soja na última semana, impulsionado pela baixa oferta do grão no estado. A valorização também reflete a alta de 0,93% do dólar no período, que fechou com média semanal em R$ 5,70.



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Aprosoja critica boicote da Danone à soja brasileira e aponta discriminação e desconhecimento



A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) se manifestou contra a decisão da multinacional Danone de deixar de adquirir soja brasileira para seus produtos, sob a alegação de que o cultivo nacional não atende à legislação ambiental europeia.

A Aprosoja classificou a ação da empresa como discriminatória e punitiva, destacando que as restrições alegadas pela Danone ainda não têm força legal, pois dependem da aprovação do Parlamento Europeu, o que deve adiar a vigência da norma em mais um ano.

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Para a associação, o boicote já causa prejuízos à cadeia produtiva brasileira, e o governo federal deveria considerar medidas de compensação. Uma das propostas sugeridas inclui notificar formalmente a União Europeia sobre o impacto dessa decisão para que a legislação europeia seja revista. Caso o pedido seja ignorado, o Brasil poderia, segundo a Aprosoja, buscar compensação financeira junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Produção sustentável: uma resposta brasileira

A Aprosoja destacou ainda o que considera uma falha de entendimento por parte da Danone e de outras empresas internacionais em relação aos métodos sustentáveis empregados no Brasil. A associação afirma que o país caminha para o desmatamento líquido zero, equilibrando desmatamento com regeneração natural.

Segundo a Aprosoja, o Código Florestal Brasileiro obriga os produtores de soja a preservar de 20% a 80% de sua área como Reserva Legal, além de Áreas de Preservação Permanente em margens de rios e encostas, o que difere significativamente de países como a França.

“A verdade é que os produtores de soja no Brasil são os únicos no mundo que investem na preservação ambiental com recursos próprios, uma vez que deixam de plantar nas áreas preservadas para isso”, destaca a associação, acrescentando que o país é reconhecido pela produção agrícola sustentável e de alta qualidade, oferecendo soja com maior teor de óleo e proteína, ideal para formulações alimentares.

Possível retaliação dos produtores

A Aprosoja também questiona a Danone sobre onde a empresa encontrará soja com um perfil ambiental mais sustentável que o brasileiro e aponta que, caso as atitudes discriminatórias continuem, os próprios produtores rurais brasileiros podem considerar um boicote às marcas estrangeiras que criticam a produção nacional.

“Produtores cansados de serem injustamente acusados de destruir o meio ambiente podem, futuramente, colocar a Danone e outras empresas na lista de boicote”, finaliza a Aprosoja.



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Projeto espera ampliar o mercado de tilápias no Paraná


Pequenos empreendedores do oeste do Paraná (PR) já qualificam resultados a partir de ação implementada em maio deste ano para o mercado de tilápias. A intenção é otimizar e ampliar a cadeia produtiva local por meio de consultorias técnicas e capacitações para produtores e frigoríficos de pescado.

O Projeto Tilápias do Oeste é uma iniciativa do Sebrae, em parceria com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e com o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR) do estado. Para o desenvolvimento foram elencados 40 produtores de tilápias, além de 5 frigoríficos que abatem, individualmente, cerca de 7 mil quilos por dia.

Com três meses de consultoria do Sebrae, o casal, Jenifer e Clécio da Costa, contou que há dez anos faz parte da piscicultura e, atualmente, conta com 200 mil peixes em seus açudes. 

Segundo os produtores, os resultados já começaram a aparecer. “Observamos a melhora da qualidade da água, a conversão da quantidade de ração para o trato dos peixes. Com isso, visamos um melhor aproveitamento no abate”, disseram. 

O objetivo dos pequenos empreendedores é aumentar a produtividade e alcançar novos nichos.  “Quando melhora a qualidade do peixe, temos mais oportunidade de entrar nos mercados e restaurantes”, informou Jenifer da Costa.

André Matias Fleck, produtor de tilápias há três anos, declarou que as visitas técnicas fizeram com que levasse o cultivo de tilápias mais a sério. “A gente também não fazia biometria, aferição dos níveis da qualidade da água”. 

Fleck ainda disse ter perspectivas comerciais para o futuro. “É uma cultura que tende sempre a crescer. Tem os altos e baixos de mercado, mas nossa expectativa é boa”, complementou.

Criatório de tilápiasCriatório de tilápias
Piscicultura na propriedade do pequeno produtor André Matias Fleck. Foto: divulgação

Otimização

Segundo Emerson Durso, consultor do Sebrae, para os frigoríficos o suporte se faz na adequação às normas para receber o certificado de comercialização dos produtos. Selo emitido pelo Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf). 

Já para os  produtores de tilápias, Durso afirmou que consultorias mensais são realizadas, a fim de melhorar o manejo e aumentar a produtividade.

O Sebrae acrescentou que, dentre os benefícios previstos, estão a organização da produção, a previsibilidade de biomassa de abate, a fidelização dos fornecedores e a melhoria no rendimento da carcaça.

Nos frigoríficos de pescado as ações incluem a implantação de programas de autocontrole, desenvolvimento de manuais de qualidade, treinamentos de boas práticas em fabricação e consultorias tecnológicas.

Líder nacional

Espécie de peixe mais cultivada no Brasil, a tilápia correspondeu a 65,3% (579.08 toneladas) do montante contabilizado em 2023. No mesmo ano, a produção total de peixes de cultivo no país alcançou 887.029 toneladas, de acordo com o levantamento divulgado no Anuário 2024 da Associação Brasileira da Piscicultura. O estado do Paraná se manteve como o maior produtor, com 273.227 toneladas.



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Avião com 221 brasileiros repatriados do Líbano chega em Guarulhos


Uma aeronave com 221 brasileiros repatriados do Líbano pousou às 5h55 desta terça-feira (29) na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP). A informação foi confirmada, em nota, pela Força Aérea Brasileira (FAB). Este é o nono voo de repatriação de brasileiros da zona de conflito no Líbano.

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Além do grupo, a aeronave modelo KC-30 trouxe também um animal de estimação. A Operação Raízes do Cedro, responsável pelas ações de repatriação, teve início no último dia 2.

Três mil querem voltar

A logística envolve o uso de aeronaves e servidores da FAB, além do trabalho de articulação via Itamaraty. Segundo o governo federal, a comunidade brasileira no Líbano contabiliza de cerca de 20 mil pessoas, das quais pelo menos três mil manifestaram desejo de retornar ao Brasil.

No fim de setembro, bombardeios israelenses no Líbano deixaram dois adolescentes brasileiros mortos – Mirna Raef Nasser, de 16 anos, e Ali Kamal Abdallah, de 15 anos. Israel e o grupo Hezbollah, do Líbano, participam de ataques na fronteira desde o início da atual guerra na Faixa de Gaza, no ano passado, detonada após um ataque do Hamas, aliado do Hezbollah.



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AgroNewsPolítica & Agro

Índice CEPEA/CNA reflete preços do feijão



Por outro lado, o feijão nota 9/10, peneira 12, apresentou uma tendência de alta



No que diz respeito ao feijão-preto na Metade Sul do Paraná, observou-se um leve recuo nos preços
No que diz respeito ao feijão-preto na Metade Sul do Paraná, observou-se um leve recuo nos preços – Foto: Canva

O Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE) anunciou que o novo índice de preços do feijão CEPEA/CNA teve um desempenho positivo em seu primeiro dia de publicação, refletindo de maneira eficaz as referências de preços em diversas regiões do Brasil. Com o intuito de esclarecer dúvidas sobre a metodologia utilizada para a formação do índice, o IBRAFE planeja lançar um vídeo explicativo, abordando como são coletados e analisados os dados de preços.

No que diz respeito ao feijão-preto na Metade Sul do Paraná, observou-se um leve recuo nos preços, conforme apurado junto aos produtores locais, que têm notado essa tendência em suas vendas. No entanto, comerciantes de feijões com notas entre 8 e 8,5 relataram uma reação positiva em regiões como o Leste de Goiás, Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, e o Noroeste de Minas Gerais, onde as demandas têm se mantido aquecidas. Em Belo Horizonte, os preços caíram 0,89%, um movimento que reflete as flutuações típicas de preços que ocorrem nas sextas-feiras, especialmente em grandes centros de comercialização, onde as oscilações são mais acentuadas devido à dinâmica do mercado e ao volume de transações.

Por outro lado, o feijão nota 9/10, peneira 12, apresentou uma tendência de alta. O índice captou aumentos nos preços na cidade de São Paulo, onde empacotadores pagaram uma média de R$ 280,14 por tonelada CIF armazém. No Noroeste de Minas, também houve um aumento de 3,31%, resultando em um preço médio de R$ 242,27. Essas variações de preços evidenciam como o novo índice pode servir como uma ferramenta importante para produtores e comerciantes, contribuindo para decisões mais informadas no mercado de feijão.

 





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Lula vai a hospital e retira pontos de corte após queda


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na unidade do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (28), para retirar os cinco pontos do corte sofrido na região da nuca, após um acidente doméstico ocorrido no último dia 19, quando sofreu uma queda enquanto usava o banheiro, no Palácio do Alvorada, residência oficial. O procedimento, considerado simples, foi confirmado pela assessoria da Presidência da República e durou poucos minutos.

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Exames de imagem realizados logo após a queda mostraram uma pequena hemorragia no cérebro do presidente, e a equipe médica recomendou, por precaução, que ele evitasse viagens de longa distância.

Na ocasião, Lula cancelou a viagem que faria para participar da Cúpula de Líderes do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, em Kazan, na Rússia. O presidente também teve de cancelar sua ida à Conferência da Biodiversidade (COP160, em Cali, na Colômbia, que seria nesta semana.

Na última avaliação médica, feita na sexta-feira (25), o quadro de saúde mostrou-se estável, com a indicação de que o presidente continua apto a exercer sua rotina de trabalho em Brasília. Novas avaliações devem ocorrer nos próximos dias.



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Não precisamos de moeda do Brics, de moeda da América Latina, diz Campos Neto



O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira (29) que não é necessário que sejam desenvolvidas moedas para uso entre países do Brics, ou uma moeda comum para a América Latina, dado o avanço nos métodos de pagamentos instantâneos ao redor do mundo.

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“Quando a gente vê essa conversa de moeda dos Brics ou moeda comum da América Latina, a gente não precisa nada disso. Se a gente imaginar que todos os países vão ter um sistema de pagamento instantâneo de clientes, e se a gente conseguir conectar o sistema de pagamento de forma instantânea, não tem mais relevância esse debate de blocos de moeda”, afirmou Campos Neto.

Durante sua fala, o presidente do BC também disse que, a partir da semana que vem será possível fazer pagamentos com Pix por aproximação a partir do aplicativo “Wallet”, do Google. “Do mesmo jeito que você tem hoje no Wallet do Google seus cartões de crédito, você vai começar a poder fazer isso com o Pix a partir da semana que vem”, detalhou.

Campos Neto pontuou ainda que o sistema Open Finance do Brasil é “o mais aberto do mundo”, o que avançou mais rapidamente e oferta o maior número de serviços aos usuários hoje.

Ainda sobre a agenda de inovação do BC, o banqueiro central disse que mantém a expectativa de que o Superapp que irá reunir funcionalidades do Open Finance seja lançado até o ano que vem.



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time do agro, Cuiabá perde para o Corinthians e se complica na tabela


O Cuiabá enfrentou o Corinthians na Arena Pantanal e foi derrotado por 1 a 0 em partida válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time cuiabano segue na zona de rebaixamento, enquanto o Corinthians, graças ao gol de Memphis, conseguiu deixar a área de risco.

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Apesar de contar com o apoio da torcida, que lotou o estádio, o Cuiabá teve dificuldades para converter as oportunidades em gol, o que culminou em mais uma derrota e complicou sua posição na tabela.

Ausência de Deyverson é sentida no Cuiabá

A ausência de Deyverson, ex-camisa 16 e ídolo da torcida, tem sido notável em campo. Conhecido por marcar gols decisivos e elevar o moral do time, o atacante foi uma peça fundamental nas temporadas anteriores, mas agora, jogando pelo Atlético-MG, deixa uma lacuna.

Foto: Reprodução/Instagram Deyverson

Deyverson contribuiu com importantes gols durante sua passagem e sua saída no meio do ano dificultou ainda mais a situação do Cuiabá na Série A, onde briga para evitar o rebaixamento.

Identidade com o agro fortalece o Dourado

O Cuiabá Esporte Clube mantém uma forte conexão com o agronegócio, um dos pilares econômicos de Mato Grosso. Patrocinado pela Agro Amazônia desde 2021, o time exibe o nome da empresa em seu uniforme e no veículo-maca em formato de colheitadeira, que virou sensação nas redes sociais.

Foto: Cuiabá Esporte Clube

Essa parceria reforça a identidade do clube com o setor agrícola, trazendo orgulho e engajamento dos torcedores e da comunidade local, que veem o futebol como um reflexo da força do agronegócio na região.



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