sábado, agosto 1, 2026

Autor: Redação

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Brasília discute aumento de conflitos agrários e nova lei de demarcação de terras indígenas



O aumento das invasões de terras e os conflitos agrários, principalmente no Paraná e em Mato Grosso do Sul, foram destaque na reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) desta terça-feira (29), em Brasília.

O deputado federal Sérgio Souza (MDB-PR) alertou sobre a insegurança jurídica enfrentada pelos produtores e anunciou que a bancada protocolou um projeto de lei (PL) visando garantir o devido processo legal nas demarcações de terras indígenas.

“Estamos assistindo a uma verdadeira invasão de propriedades rurais. É um atentado contra o direito à propriedade,” enfatizou Souza, citando que a situação no Paraná e em outros estados exige respostas imediatas. Segundo o parlamentar, o projeto busca regularizar a proteção ao produtor e cobrar do estado uma atuação mais célere em casos de invasão.

“Se o governo não age, cabe ao Parlamento agir. Este projeto visa garantir que, quando houver esbulho possessório e o estado não atuar, o produtor seja compensado pelos prejuízos,” afirmou.

Souza também mencionou a falta de retorno nas conversas com o Ministério da Justiça sobre o tema. “Buscamos o diálogo, mas parece que falamos com uma parede,” criticou o deputado. Ele destacou que o projeto será tratado com urgência na Câmara dos Deputados, com o objetivo de garantir sua aprovação ainda este ano e posterior encaminhamento ao Senado.



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Preços do café no atacado devem aumentar 25% ainda em 2024



A alta procura externa fez os preços do café registrarem um aumento significativo ao longo de 2024 tanto no Brasil quanto no exterior. Contudo, questões climáticas resultaram em um recuo da produção.

A economista Isabela Araújo, da plataforma de inteligência GEP Costdrivers destaca que enquanto a produção brasileira deve registrar queda de 0,5% em 2024, o volume das exportações do país subiu 40,1% entre janeiro e agosto em relação ao ano anterior, o que evidencia o desequilibro entre oferta e demanda.

Segundo ela, diante deste cenário de desequilíbrio, espera-se que o preço continue em alta, com o valor internacional do atacado crescendo 24,67% este ano.

As condições climáticas, como estiagem, chuvas dispersas e altas temperaturas justificam a redução de produção interna, puxada pelas regiões que mais produzem o café:

  • Minas Gerais deve registrar queda de 3,27% no ano;
  • Rondônia e Bahia devem ter recuos de 16,73% e 13,05%, respectivamente, no café robusta.

Aumentos no mercado doméstico

Nos últimos 12 meses, Isadora calcula que o preço doméstico do café registrou aumento de 119,30%, enquanto o arábica teve uma variação de 78,43%. No mercado internacional, a oscilação também foi relevante: 63,42%.

A economista lembra que a demanda externa se encontra aquecida e cria uma realidade favorável à alta dos valores. “Além disso, a elevação da commodity no mercado internacional junto ao aumento do dólar no Brasil colaboram ainda mais para esse crescimento”, destaca.

Altas anuais

Diante da atual conjuntura do mercado, a GEP Costdrivers projeta aumentos anuais acumulados em 2024 para os preços domésticos em atacado do café:

  • 52,21% para o café arábica
  • 87,79% para o café robusta

De acordo com a empresa, o preço internacional indica valorização de 24,67% no ano, sendo impulsionado, principalmente, pela situação do café robusta, que vem acumulando perdas na produção mundial total desde a safra 2022/23 e 2023/24, em -1,64% e -4,10%, respectivamente, puxadas pela contração da produção vietnamita, brasileira e indonésia.

Safra global de café

Para Isabela, as estimativas de safra global 2024/25 são positivas, uma vez que projetam melhora de 4,17%. Contudo, o consumo deve crescer em ritmo menor, a 1,85%. Já os estoques finais, na avaliação da GEP Costdrivers, têm aumento previsto de 7,73%, indo na contramão dos futuros do item na Bolsa de Nova Iorque, que precifica queda acumulada em 2025 em torno de -4,88%.

“É importante ressaltar que a projeção da bolsa se altera diariamente, já que considerada os preços negociados pelos agentes para as datas futuras; portanto, conforme a expectativa muda, o preço futuro também deve ser alterado”, aponta a economista.

De acordo com ela, a expectativa é que os agentes alterem a projeção por conta do La Niña, que ocorrerá na época de plantio do grão no Brasil – neste último trimestre – e que deve afetar negativamente a safra.

Apesar disso, de acordo com Isabela, “a alta deve ser contida, tendo em vista que há perspectiva de safra crescente, suprindo o esperado para o consumo total. Também se espera que os Estados Unidos, principal destino das exportações brasileiras de café, cresça menos em comparação a 2024, o que deve desacelerar a demanda externa pelo item, contendo as possíveis altas”.



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Plantio da soja no Paraná atinge 74%; quanto a semeadura evoluiu?



O plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná alcançou 74% da área total, conforme informações do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná. Na semana passada, o percentual era de 62%.

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Como está a semeadura?

Atualmente, 99% das lavouras estão em boas condições, enquanto 1% apresenta situação média. Na semana anterior, todas as lavouras eram consideradas boas. O desenvolvimento das plantas está distribuído entre as fases de germinação (22%), crescimento vegetativo (76%) e floração, refletindo uma mudança em relação à semana passada, quando 33% estavam na fase de germinação e 67% no crescimento vegetativo.

A área destinada ao cultivo deve totalizar 5,805 milhões de hectares, um leve aumento em relação aos 5,785 milhões de hectares cultivados na safra 2023/24. Já a produção projetada para 2024/25 é de 22,399 milhões de toneladas, um crescimento de 21% em comparação ao ano anterior. A produtividade esperada é de 3.858 quilos por hectare.



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Danone desmente informação de que não estaria comprando soja brasileira



A Danone Brasil divulgou uma nota oficial desmentindo a informação de que teria interrompido a compra de soja brasileira devido a questões ambientais.

Nesta terça-feira (29), a Aprosoja Brasil se pronunciou acusando a multinacional de discriminação e desconhecimento das práticas agrícolas do país. A Danone reforçou seu compromisso com a compra de soja produzida de forma sustentável e alinhada às regulamentações nacionais e internacionais.

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A empresa destacou que “continua comprando soja brasileira em conformidade com as regulamentações locais e internacionais” e que sua aquisição passa por processos de verificação de origem e rastreabilidade, assegurando que o insumo não venha de áreas desmatadas.

A Danone também ressaltou seu apoio aos produtores locais, reforçando o vínculo de mais de 50 anos com o Brasil e o incentivo a práticas sustentáveis em toda a sua cadeia de fornecimento.

A manifestação da Aprosoja havia criticado a alegação de boicote, classificando-a como punitiva e desatualizada, visto que a legislação antidesmatamento da União Europeia ainda aguarda aprovação final no Parlamento Europeu e pode ter sua aplicação adiada. Segundo a associação, essa restrição poderia causar prejuízos à cadeia produtiva brasileira, sugerindo medidas de compensação junto à União Europeia e até uma ação na Organização Mundial do Comércio (OMC).



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cresce vantagem do preço doméstico sobre exportação



Os preços médios do açúcar cristal branco seguem avançando no mercado spot do estado de São Paulo. Diante disso, cálculos do Cepea mostram que a vantagem do valor do cristal comercializado no mercado paulista cresceu frente ao equivalente das exportações. 

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De 21 a 25 de outubro, enquanto a média semanal do Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq foi de R$ 157,24/sc, a das cotações do contrato nº 11 da ICE Futures (vencimento Março/25) foi de R$ 150,89/sc.

Assim, o spot paulista remunerou 4,21% a mais que as vendas externas. Para esse cálculo, foram considerados US$ 60,32/tonelada de fobização, US$ 66,94/t de prêmio de qualidade e R$ 5,6958 de dólar. Pesquisadores indicam que o impulso aos valores domésticos veio da baixa disponibilidade do cristal para vendas na pronta-entrega. 



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COP16 reforça urgência de integrar biodiversidade na produção agrícola, diz FAO



Na Conferência de Biodiversidade da ONU (COP16), realizada em Cali, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) destaca a necessidade de integrar os sistemas agroalimentares nas estratégias de biodiversidade dos países. O encontro foca em ações concretas para alcançar os compromissos estabelecidos na COP15, que visam garantir a preservação da biodiversidade e, simultaneamente, uma produção agrícola sustentável.

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Em um contexto onde uma em cada 11 pessoas enfrenta a fome, a FAO alerta que, sem a preservação da biodiversidade, a capacidade de alimentar a população global de forma sustentável está ameaçada. “Os sistemas agroalimentares são essenciais para enfrentar os grandes desafios relacionados ao clima, biodiversidade e manejo da terra”, afirma Kaveh Zahedi, diretor do Escritório de Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Meio Ambiente da FAO. Segundo ele, esses sistemas precisam ser priorizados em acordos ambientais e estar plenamente integrados às estratégias nacionais.

A COP16 também lança a publicação “Cumprir o Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal por meio dos sistemas agroalimentares”, que detalha como a agricultura e a pecuária podem contribuir para a restauração de ecossistemas, redução de poluição e proteção de recursos genéticos essenciais.

Iniciativas e próximos passos

Durante a cúpula, a FAO apresentou a “Iniciativa de Apoio às Agri-NBSAPs”, que auxiliará 15 países a desenvolverem políticas inovadoras para práticas agrícolas que favoreçam a biodiversidade. Outro destaque foi o lançamento de um projeto para restaurar 100 milhões de hectares de terras degradadas na África até 2030.

O relatório “Impactos da Biodiversidade nas Contribuições Determinadas a Nível Nacional nos Sistemas Agroalimentares”, que será publicado em breve, também discutirá como as práticas agrícolas podem atuar na adaptação e mitigação climática.

Para Zahedi, a restauração do solo é uma das soluções-chave. “A recuperação de terras degradadas tem o potencial de aumentar a biodiversidade, melhorar a captura de carbono e ampliar a produção agrícola”, reforça o diretor da FAO, destacando o papel estratégico dos sistemas agroalimentares para um futuro mais sustentável.



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AgroNewsPolítica & Agro

Citros em Foco de Avaré (SP) aborda reguladores de crescimento



Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores


Foto: Fundecitrus

O Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores e profissionais do setor. Além de palestras sobre o manejo do greening, os presentes também acompanharam uma explicação sobre os resultados de estudos com reguladores de crescimento e palestra ministrada pelo pós-doutorando no Fundecitrus Eduardo Gorayeb.

Na ocasião, Eduardo falou sobre a etapa preliminar dos estudos com reguladores. “Sobre os estudos que realizamos no ano de 2023 nós tivemos bons resultados com relação à retenção de frutos, principalmente com o uso do 2,4-D e da giberelina, com alguns casos de retenção de mais de 50% dos frutos, além disso, teremos pela frente outros desafios com relação à qualidade dos frutos”, explica.

Ele também afirma que esses primeiros resultados foram fundamentais para o planejamento dos estudos que já estão acontecendo no ano de 2024. “Esse experimento deu uma ideia muito boa para um bom planejamento do que estamos fazendo agora, pois estamos trabalhando com doses melhores, e ajustamos a época de aplicação, o que pode nos trazer resultados melhores”, ressalta





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Soja: confira a análise e projeções de mercado desta terça-feira



O mercado brasileiro de soja deve registrar mais um dia de negócios pontuais nesta terça-feira (29). Segundo a Safras & Mercado, com a leve alta apresentada pela Bolsa de Mercadorias de Chicago, o dólar abriu com firmeza em relação ao real, com a soja brasileira competitiva no mercado exportador. A moeda norte-americana segue acima de R$ 5,70.

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Como o mercado se comportou?

Nesta segunda-feira (28), os preços da soja no Brasil variaram de estáveis a ligeiramente mais baixos. Segundo a Safras Consultoria, os preços permanecem firmes e bem acima da paridade de exportação, embora tenham perdido força nos portos devido à menor disponibilidade do produto no momento.

O dia foi marcado por baixa movimentação, com exceção de algumas transações pontuais. Os produtores estão voltados para o plantio da nova safra, e o cenário na Bolsa de Chicago apresentou queda, com oscilação do dólar.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): recuou de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): passou de R$ 144,00 para R$ 142,00
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 145,00 para R$ 144,00
  • Rondonópolis (MT): estabilizou em R$ 149,00
  • Dourados (MS): permaneceu em R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00

Chicago

Os contratos futuros da soja para novembro de 2024 apresentaram uma alta de 0,17%, com US$ 9,75 3/4 por bushel. O mercado busca uma recuperação técnica após perdas nos últimos três pregões.

A alta expressiva do petróleo em Nova York contribui para esse movimento, embora as compras de barganha estejam limitadas pela colheita em andamento nos Estados Unidos e pelas condições climáticas favoráveis ao plantio da safra no Brasil.

Câmbio

O dólar comercial opera com alta de 0,49%, cotado a R$ 5,7360, enquanto o Dollar Index registra alta de 0,19%, com o alcance de 104,385 pontos.



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Plantio de soja da safra 2024/25 atinge 37% da área estimada, diz Conab



O Brasil semeou, até o domingo (27), 37% da área estimada com soja na safra 2024/25, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O plantio das lavouras da oleaginosa avançou 19,4 pontos porcentuais na semana, mas há atraso de 3 pontos porcentuais ante a temporada passada.

O atraso na implantação das lavouras da safra atual deve-se às condições desfavoráveis no início do plantio, sobretudo na região Centro-Oeste. Mato Grosso do Sul lidera os trabalhos de campo com 72% da área semeada e avanço anual de 20 pontos porcentuais. Mato Grosso, principal produtor do grão, alcançou na segunda-feira 55,2% da área plantada, contra 70,9% reportados em igual período do ciclo anterior.

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A semeadura da safra brasileira de milho verão 2024/25 alcançava na segunda-feira 36,8% da área semeada no país, segundo a Conab. Em relação à semana anterior, houve avanço de 4,5 pontos porcentuais e, em comparação com igual período do ano passado, há atraso de 0,4 ponto porcentual. O cultivo do cereal começou pelos estados do Sul, atingindo 81% da área no Rio Grande do Sul, 86% em Santa Catarina e 95% no Paraná.

O plantio de arroz também da safra 2024/25 avançou 14,4 pontos porcentuais na semana, alcançando 43,7% da área prevista no país na segunda-feira. Há atraso de 8,6 pontos porcentuais na comparação entre as safras. Santa Catarina lidera o cultivo da safra nova com 80% da área implantada.

A Conab informou que a semeadura das lavouras de feijão atingia na segunda 30,6% da área prevista, avanço de 4,1 pontos porcentuais na semana e de 5,5 pontos porcentuais em um ano. São Paulo já concluiu os trabalhos de campo e o Paraná já semeou 90% da área.

Quanto à safra de inverno 2023/24, a Conab informou que a colheita da nova safra de trigo atingia no domingo 56% da área estimada, avanço de 8,3 pontos porcentuais em relação à semana passada e atraso de 11 pontos porcentuais ante igual período do ano passado.

Entre os maiores produtores do cereal, o Rio Grande do Sul concluiu a retirada do trigo do campo em 18% da área plantada, enquanto a colheita alcançava 87% da área no Paraná e 22% em Santa Catarina.

Os demais estados já concluíram a colheita de trigo.



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Nesta quinta, fórum discute o futuro do agro em SC. Inscreva-se!



Nesta quinta (31), Criciúma (SC), recebe o Fórum Santa Catarina e o Agro 5.0. Em discussão, a tomada de decisão na era da transformação digital. Inovação, tecnologia e inteligência artificial que impactam em eficiência e competitividade, no campo e no mercado. Tem a ver com gestão, sucessão, diversificação e verticalização da produção. Em pauta, o futuro do agronegócio em Santa Catarina.

Em sua 7ª edição, o projeto é uma realização do Canal Rural em parceria com as principais de entidades de representação do agronegócio catarinense, como Fecoagro, Ocesc/Sescoop, Faesc/Senar, Sindicarne/Acav, governo do estado, através da Secretaria de Agricultura e Epagri, e apoio Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Com transmissão ao vivo para todo o Brasil, pelo Canal Rural, o encontro será a partir das 14 horas no auditório da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). A inscrição é gratuita. Faça a sua inscrição agora, aqui.



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