sábado, agosto 1, 2026

Autor: Redação

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Abapa elege nova diretoria para o biênio 2025/2026


A nova diretoria que liderará a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) para o biênio 2025/2026, foi escolhida nesta terça-feira (29) pelos cotonicultores associados.

A eleição ocorreu em assembleia e contou com chapa única, na qual Alessandra Zanotto Costa foi eleita presidente, tendo Paulo Almeida Schmidt como primeiro vice-presidente.

Alessandra, que até então ocupava o cargo de primeira vice-presidente, sucede Luiz Carlos Bergamaschi na presidência.

“Esse é o primeiro passo de um caminho que espero percorrer ao lado de muita gente que esteve e estará ao meu lado daqui em diante. Quero fazer uma gestão agregadora, onde os associados tenham um canal de comunicação cada vez mais acessível e que a Abapa seja um apoio importante, não somente para a sustentabilidade da cultura, mas também para os negócios da região, ” afirmou a nova presidente.

Luiz Carlos Bergamaschi e Alessandra Zanotto | Foto: Divulgação/ Abapa

Ela também ressaltou a importância de ouvir os associados. “Acredito que todos os que farão parte dessa diretoria terão esse cuidado, o de ouvir com muita atenção o que os associados anseiam para garantirmos a prosperidade no setor algodoeiro baiano. Vamos juntos atuar de forma coletiva com todos os nossos principais stakeholders: as instituições irmãs, as empresas parceiras, a sociedade, o governo e a imprensa. Para mim, ocupar esse lugar é um privilégio e uma honra, e vai ser sinônimo de cuidado e de trabalho intenso para o crescimento de todos. “, disse.

Resultados do Biênio 2023/2024

Durante a assembleia, foram também apresentados os resultados das ações, projetos e programas realizados no último biênio (2023/2024), sob o comando do presidente Luiz Carlos Bergamaschi.

Em sua fala, Bergamaschi ressaltou os retornos obtidos em frentes como os programas de capacitação para trabalhadores do setor agrícola, ações de sustentabilidade, projetos de expansão do mercado de algodão baiano e a construção da nova sede e do novo laboratório de análises de fibras da Abapa, destacando o apoio recebido.

“Reafirmo que o nosso papel na associação é defender o produtor, o associado. Agradeço profundamente ao apoio recebido dos conselhos gestor, consultivo e fiscal. Este é também o momento de reconhecer o trabalho dos colaboradores e parceiros históricos. Tivemos muitas melhorias e os resultados foram apresentados e comprovados, tudo isso graças ao empenho de uma equipe comprometida. Todo esse apoio durante a gestão teve como foco fortalecer e demonstrar que a agricultura brasileira se pauta pela responsabilidade e credibilidade”, afirmou Bergamaschi.

Nova diretoria

Alessandra Zanotto, é a segunda mulher a ocupar o principal cargo da instituição. A primeira foi a produtora rural, Isabel da Cunha nos biênios 2011/2012 e 2013/2014.

A nova diretoria da Abapa, que inicia seu mandato em 2025, ficou composta com os seguintes conselhos:

Diretor:

• Presidente: Alessandra Zanotto Costa

• Primeiro Vice-presidente: Paulo Almeida Schmidt

• Segundo Vice-presidente: Douglas Orth

• Primeira Secretária: Patrícia Kioko Portolese Morinaga

• Segunda Secretária: Ana Paula Franciosi

• Primeira Tesoureira: Elisa Zancanaro Zanella

• Segunda Tesoureira: Liliana de Oliveira Zempulski

Fiscal:

• Primeiro Titular: Miguel da Cunha Gonçalves Prado

• Segundo Titular: Cézar Augusto Tumelero Busato

• Terceiro Titular: Rodolfo Thiago Mengarda

• Primeiro Suplente: João Antonio Gorgen

• Segundo Suplente: Marcelo Leomar Kappes

• Terceiro Suplente: Douglas Daniel Di Domenico

Consultivo:

• Arlindo de Azevedo Moura

• Celestino Zanella

• Isabel da Cunha

• João Carlos Jacobsen Rodrigues

• Júlio Cézar Busato

• Luiz Carlos Bergamaschi

• Walter Yukio Horita


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exportações têm leve impulso; spot segue lento



As exportações de arroz ganharam um leve impulso ao longo da última semana, segundo apontam levantamentos do Cepea

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Conforme o Centro de Pesquisas, a demanda externa se expandiu para outras microrregiões do Rio Grande do Sul, principalmente na Fronteira Oeste e na Campanha, diante da retração vendedora nas proximidades do porto de Rio Grande. 

Já o mercado spot de arroz em casca no Rio Grande do Sul segue com as negociações em ritmo lento. Pesquisadores explicam que agentes mostram preferência por comercializar o produto já depositado e, com isso, se mantêm afastados de compras externas. 

Parte dos produtores, por sua vez, está concentrada nas atividades de campo envolvendo a nova safra, diminuindo as vendas ao mercado interno. Outros estão no aguardo de uma maior definição nas cotações, ainda de acordo com levantamentos do Cepea.



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Espanha contabiliza 60 mortes após enchentes devastadoras da tempestade Dana



A tempestade Dana (Depressão Isolada em Níveis Altos) trouxe destruição em várias regiões da Espanha, especialmente no sul e leste do país, resultando em mais de 60 mortes confirmadas e centenas de pessoas resgatadas de enchentes e inundações severas, segundo informações da Deutsche Welle.

Na Comunidade Valenciana e em Málaga, as chuvas intensas transformaram ruas em rios, arrastaram veículos e obrigaram autoridades a usarem helicópteros para salvar moradores isolados em áreas de risco.

As autoridades ativaram avisos de perigo extremo (alerta vermelho) em diversas províncias, enquanto o governo espanhol mobilizou um comitê de crise, liderado pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez, para coordenar os esforços de resgate e minimizar os impactos.

As tempestades ocorrem após uma severa seca, com cientistas apontando o aumento de eventos climáticos extremos como uma consequência das mudanças climáticas, agravadas por atividades humanas como o desenvolvimento urbano e o desmatamento.



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Brasil anuncia abertura de mercado no Gabão para sementes de milho, sorgo, braquiária e soja



O governo brasileiro anunciou, em nota conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a aprovação da proposta fitossanitária pelo Gabão para exportação de sementes de milho, sorgo, braquiária e soja.

A decisão representa um avanço importante para o agronegócio brasileiro, que atinge sua 191ª abertura de mercado em 2024 e soma um total de 269 novas aberturas em 61 países desde o início de 2023.

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O Gabão é um mercado em expansão para o agronegócio brasileiro. Apenas entre janeiro e setembro deste ano, as importações gabonesas de produtos agrícolas do Brasil já ultrapassaram US$ 49 milhões, superando os US$ 46 milhões registrados em 2023.

Esse crescimento reflete o esforço contínuo do Mapa e do MRE na promoção de parcerias internacionais, ampliando a presença do Brasil no cenário global de exportação agrícola.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço ao produtor se mantém em alta em setembro



Valorização do leite cru em setembro se explica pela maior competição dos laticínios


Foto: Divulgação

Como esperado pelos agentes do setor, o preço do leite captado em setembro seguiu em alta. A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que, em setembro, a “Média Brasil” fechou a R$ 2,8657/litro, 3,3% acima da do mês anterior e 33,8% maior que a registrada em setembro/23, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro). Apesar de o preço do leite pago ao produtor acumular avanço real de 36,4% desde o início de 2024, a média de janeiro a setembro deste ano (de R$ 2,58/litro) é 4,7% inferior à do mesmo período de 2023.

A valorização do leite cru em setembro se explica pela maior competição dos laticínios e cooperativas na compra de matéria-prima – num contexto em que a oferta vinha crescendo de forma lenta, devido ao clima mais seco (sobretudo no Sudeste e Centro-Oeste) e aos estoques de lácteos em volumes abaixo do normal.





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Produção de grãos no Brasil deve crescer 27% em dez anos, impulsionada por soja, milho e trigo



A produção de grãos no Brasil deverá alcançar 379 milhões de toneladas nos próximos dez anos, marcando um crescimento de 27%, de acordo com o estudo Projeções do Agronegócio 2023/2024 a 2033/2034, divulgado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Embrapa. A soja, o milho de segunda safra e o trigo continuam como principais impulsionadores desse crescimento.

Com a área plantada projetada para expandir em 15,5%, o Brasil atingirá 92,2 milhões de hectares cultivados, destacando a produtividade e o Programa de Recuperação de Áreas Degradadas como fatores chave para essa expansão sustentável.

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Entre os produtos de destaque, a soja deve crescer 25,1%, enquanto o milho de segunda safra, o feijão e o trigo também terão aumentos significativos. Para o diretor de Análise Econômica do Mapa, Silvio Farnese, “o apoio a áreas de baixa produtividade é essencial para sustentar o aumento da produção e garantir sustentabilidade ao setor”.

O estudo projeta que a produção de soja atingirá 199,4 milhões de toneladas, enquanto o milho alcançará 153,1 milhões de toneladas, atendendo tanto à demanda interna quanto às exportações. No café, o crescimento esperado é de 31,9%, atingindo uma produção de 72 milhões de sacas, sustentada por um aumento na demanda interna e internacional.

Além dos grãos, a produção de proteínas animais também deve se expandir. O estudo aponta um crescimento de 28,4% na produção de aves, seguido por suínos (27,5%) e bovinos (10,2%). As exportações de carne brasileira, apoiadas por novos acordos comerciais, devem crescer, fortalecendo a posição do Brasil no mercado internacional.

A publicação completa está disponível no site do Ministério da Agricultura e Pecuária.



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Lácteos: setor vê 2025 positivo, mas com desafios para garantir rentabilidade



O setor lácteo brasileiro previu hoje que 2025 será positivo, mas com alguns desafios para a manutenção da rentabilidade da atividade no médio prazo.

Em reunião em Porto Alegre entre lideranças do setor industrial e dos produtores gaúchos, durante encontro mensal do Conseleite, o economista e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, disse que a estabilidade dos preços do leite vem sendo mantida por um crescimento econômico projetado em 3% do PIB para 2024, sustentado pela expansão do crédito, consumo das famílias e gastos do governo.

“No entanto, um arrojo maior nos investimentos é necessário para sustentar o desenvolvimento no longo prazo”, alertou Carvalho em nota do Conseleite.

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“A importação tende a seguir elevada, pois o produto importado está mais competitivo. A medida do governo para limitar a importação tirou o laticínio da jogada, mas as compras seguem via tradings e varejistas”, disse o pesquisador. “O que preocupa é que nossa produção está perdendo participação no abastecimento doméstico”, alertou.

De janeiro a setembro de 2024, a importação de lácteos cresceu 6%. A avaliação do setor é de que a importação reflete questões de mercado uma vez que, enquanto o preço do leite em pó no Brasil é de R$ 27,87, o importado chega ao Brasil a R$ 20,28.

Para o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, é preciso tornar a produção doméstica mais competitiva e citou o exemplo do setor avícola: “Com base na redução de custos por quilo, se conseguiu elevar o consumo interno, expandir produção e, só então, achar o caminho das exportações”, comparou.

Ainda conforme o comunicado, Glauco Carvalho apresentou dados que confirmam o impacto dos episódios climáticos na produção brasileira. Segundo ele, as enchentes no Rio Grande do Sul promoveram um declínio imediato de 750 mil litros/dia na bacia leiteira gaúcha no mês de maio. “O impacto foi continuado e, apesar do patamar de produção ter se recuperado, verifica-se, no campo, uma difícil retomada. O principal motivo é a falta de comida abundante para acelerar a produção das vacas, o que indica que a coleta a pleno só deve ocorrer em um novo ciclo de produção de forragens.”

Os impactos climáticos na produção não se limitaram ao Rio Grande do Sul. De acordo com dados da Embrapa, em setembro, houve aumentos de até 3ºC na temperatura em um cinturão que cruza o Brasil de Sul e Norte.

“Isso teve muito impacto na produção nos últimos meses”, salientou o especialista, sinalizando que a situação deve se normalizar no próximo trimestre com temperaturas e precipitações mais próximas da média histórica.



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Galo segura empate com o River e está na final da Libertadores


O Atlético-MG é o primeiro finalista da edição 2024 da Copa Libertadores da América. A vaga na decisão veio após o Galo segurar um empate sem gols com o River Plate (Argentina), na noite desta terça-feira (29) em pleno estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires.

A equipe mineira chegou à sua segunda final de Copa Libertadores graças à vantagem construída na partida de ida das semifinais, na qual derrotou o River por 3 a 0 em Belo Horizonte. Agora o Atlético-MG aguarda o confronto entre Botafogo e Peñarol (Uruguai), na próxima quarta-feira (30), para conhecer o seu adversário na decisão. O alvinegro venceu o confronto de ida por 5 a 0.

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O torcedor do River Plate fez uma grande festa no Monumental de Núñez para tentar apoiar a sua equipe, que precisava ao menos marcar três gols para conseguir decidir a classificação na cobrança de pênaltis. Porém, a equipe comandada pelo técnico argentino Gabriel Milito mostrou coragem e maturidade para lidar com a pressão criada pelo adversário. O grande destaque foi o goleiro Everson, que realizou defesas difíceis, em especial na etapa final.

A decisão da Copa Libertadores será disputada no dia 30 de novembro, no Estádio Monumental de Nuñez.



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Podcast: veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o dólar alcançou o maior valor desde 2021, fechando em R$ 5,76. Nos EUA, destaque para o recorde do Nasdaq e o ouro como ativo seguro. Para hoje, olho nos dados de emprego e PIB no radar, além do esperado anúncio de corte de despesas no Brasil.

Para mais conteúdos de Mercado Financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura eficiente para a safra 2024/25



A tecnologia é o caminho



Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias
Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias – Foto: Agrolink

Os extremos climáticos no Brasil impõem desafios significativos aos agricultores na safra 2024/25. Enquanto no Centro-Oeste a semeadura da soja enfrenta atrasos devido à estiagem, no Sul, chuvas excessivas limitam o plantio, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Além disso, fatores políticos, como a eleição nos Estados Unidos, podem influenciar os preços das commodities brasileiras. Dauto Pivetta Carpes, engenheiro agrônomo da FertiSystem, projeta que os preços da saca de soja devem ficar entre R$ 100 e R$ 140, afastando o cenário de valorização observado entre 2020 e 2022.

Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias que minimizem os impactos climáticos e de mercado. O plantio é uma etapa crítica, e a precisão é essencial. Carpes destaca que as sementes modernas têm alto potencial produtivo, mas isso só se concretiza em condições adequadas. A mecanização deve ser eficiente, e a FertiSystem investe em soluções inovadoras, como sistemas de acionamento de dosadores de sementes com motores elétricos.

Esses sistemas permitem o desligamento linha a linha, evitando a sobreposição de sementes, o que reduz custos e melhora a produtividade. Sensores de sementes também desempenham um papel crucial, monitorando a semeadura e alertando os operadores sobre falhas, evitando replantios desnecessários.

Com uma abordagem focada na precisão e na tecnologia, a FertiSystem, fundada em 2002 e presente em 95% das indústrias de máquinas agrícolas do Brasil, tem se destacado em promover eficiência e produtividade no campo.





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