Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.
No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca as declarações de ministros sobre o compromisso fiscal, enquanto o mercado aguarda o anúncio do pacote de cortes.
No Brasil, destaque para a criação de 248 mil vagas formais em setembro e o avanço do IGP-M. Nos EUA, dados de emprego e PIB reforçam a resiliência econômica.
O final de outubro no Brasil tem se resumido em tempo instável com pancadas de chuva. Até mesmo no Nordeste as precipitações devem ser mais uniformes nesta quinta-feira (31).
Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:
Sul
Uma infiltração marítima favorece pancadas de chuva entre as regiões leste de Santa Catarina e do Paraná, além de no litoral norte do Rio Grande do Sul. No interior da Região e nas demais áreas do território gaúcho, predomínio de sol e temperaturas mais elevadas.
Sudeste
Tempo instável persiste em boa parte da Região Sudeste. Previsão de pancadas de chuva com trovoadas entre o Espírito Santo e o centro-norte de Minas Gerais, onde não se descarta precipitações intensas em alguns períodos do dia. Em áreas da metade sul mineira, no Rio de Janeiro e na faixa leste e litoral paulista, chuva isolada. Já no interior de São Paulo e parte do Triângulo mineiro, predomínio de tempo firme.
Centro-Oeste
Tempo firme com sol aparecendo entre poucas nuvens em Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Em Mato Grosso e na metade norte de Goiás, sol entre nuvens e chuva a qualquer hora, que podem ser intensas, principalmente sobre o estado mato-grossense. As temperaturas permanecem altas e faz calor, principalmente em território sul-matogrossense.
Nordeste
Áreas de instabilidade provocam pancadas de chuva no sul, sudoeste e oeste da Bahia, bem como no sul do Piauí e do Maranhão. No litoral de Pernambuco e da Paraíba, pode chover de forma bastante isolada, enquanto as demais áreas da Região têm tempo firme.
Norte
Tempo mais fechado e com possibilidade de chuva forte em alguns períodos na metade leste do Amazonas e de Rondônia, bem como no centro-sul do Pará e no Tocantins. Só não chove em Belém (PA) e em Macapá (AP).
O mercado físico do boi gordo segue apresentando alta em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, mesmo que de forma mais comedida.
“As indústrias ainda contam com grande dificuldade na composição de suas escalas de abate, que estão na pior posição da atual temporada. Ao mesmo tempo, a demanda de carne bovina segue bastante aquecida, em especial no que diz respeito às exportações, que ajudam a enxugar mercado interno”, avalia.
Preços médios da arroba do boi
Mato Grosso do Sul: R$ 316,93
Mercado atacadista
O mercado atacadista se depara com preços firmes, e o ambiente de negócios ainda sugere por alguma elevação das cotações durante a primeira quinzena de novembro, período pautado por maior apelo ao consumo.
“Importante mencionar que diante do recente movimento de alta é provável que a carne de boi acabe perdendo competitividade em relação às proteínas concorrentes, em especial a carne de frango”, pontuou Iglesias.
O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,40 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,25 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em alta de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,7640 para venda e a R$ 5,7620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7545 e a máxima de R$ 5,7926.
Área plantada de 92,2 milhões de hectares na safra 2033/34 no Brasil, um aumento de 15,5% em comparação ao ciclo 2023/24. A estimativa acima faz parte do estudo “Projeções do Agronegócio – Brasil 2023/2024 a 2033/2034”, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Embrapa.
Segundo o documento, os próximos dez anos serão de importante crescimento das principais culturas do país, como soja, milho da safra de inverno, arroz, feijão, sorgo e trigo. Cultivos perenes, como café, cacau e frutas também sinalizam um crescimento sustentável no período.
Para o diretor de Análise Econômica e Políticas Públicas do Mapa, Silvio Farnese, “é relevante considerar que parte importante do crescimento da área plantada será apoiada pelo Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, com linhas de crédito favorecidas para regeneração produtivas de superfícies, atualmente com baixa produtividade”, enfatizou.
O estudo indica que as culturas que terão maior crescimento nas áreas plantadas são:
Soja (25,1%);
Milho da safra de inverno (24,9%);
Trigo (18,4%);
Arroz (+20,3%); e
Feijão (+38,1%)
O documento do Mapa lembra que a participação do consumo interno de milho, farelo e óleo de soja sustentam o crescimento da produção de proteína de origem animal, mantendo o consumo interno e garantindo as exportações de carnes, de 24,7 milhões de toneladas.
Culturas em destaque
A produção de arroz deverá aumentar em 3,1 milhões de toneladas, atingindo 13,7 milhões de toneladas em 2033/34, de acordo com o Ministério da Agricultura.
Esse aporte permitirá o atendimento ao consumo, que está estimado 10,8 milhões de toneladas, “havendo espaço para os compromissos de exportação do setor produtivo, atualmente da ordem de 1,3 milhão de toneladas”, destaca o estudo.
Já a cultura do milho atingirá 153,1 milhões de toneladas, com crescimento de 32,3%, e aumento de 37,4 milhões de toneladas principalmente na safra de inverno, seguindo a prática adotada pelos produtores de plantio em sucessão à soja.
“O consumo estimado em 109,8 milhões de toneladas, crescendo 30,4%, está sintonizado com a crescente utilização do grão para a produção de etanol que, atualmente, processa 17 milhões de toneladas”.
Mapa aponta: soja ainda reinará
O estudo “Projeções do Agronegócio – Brasil 2023/2024 a 2033/2034” destaca que a soja continuará com maior produção entre os grãos, com estimativa de atingir 199,4 milhões de toneladas, aumento de 52 milhões de toneladas. Já o farelo de soja atingirá 48,5 milhões de toneladas, aumentando 8,36 milhões de toneladas nos próximos 10 anos.
Quanto ao café, as estimativas mostram aumento de produção de 31,9%, atingindo 72 milhões de sacos, ou seja, uma maior oferta de 17 milhões de sacos que cobrirão o aumento no consumo, crescendo para 27 milhões de sacos e, as exportações, que estão estimadas em 45 milhões de sacos.
Estimativas para o complexo carne
Na estimativa da produção de proteína animal, o maior crescimento será de aves (+28,4%), seguido por suínos (+27,5%) e bovina (+10,2%).
“O consumo terá um crescimento menor em relação à produção, com aves crescendo 26,9%, suíno com 25,4% e bovina com 0,6%.
Já quanto às exportações destas proteínas, o crescimento estimado é de 29,7% para aves, 22,5% para suínos e 27,1% para bovinos.
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Foto: Kadijah Suleiman
De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira (30), o mercado de carne bovina iniciou o dia com valorização nos preços, impulsionado pela oferta restrita de animais e pela crescente demanda internacional. O preço da arroba do “boi China” e da vaca gorda teve um acréscimo de R$5,00. Já para o boi comum, a alta foi de R$3,00/@.
No Sul da Bahia, o mercado abriu com aumento generalizado de R$5,00/@ para todas as categorias destinadas ao abate, refletindo o cenário de oferta limitada.
No Tocantins, tanto na região Sul quanto na região Norte, o valor da arroba do boi gordo subiu R$5,00, acompanhando a tendência de alta demanda e baixa oferta. Na região Sul, a cotação da vaca e da novilha também apresentou alta, com reajuste de R$3,00/@. Entretanto, o preço do “boi China” permaneceu estável no estado.
Até a quarta semana de outubro, o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 236,2 mil toneladas, com uma média diária de 12,4 mil toneladas. Esse resultado representa um crescimento de 40,2% em relação ao mesmo período de 2023.
O preço médio por tonelada foi de US$4,6 mil, gerando um faturamento 0,9% superior ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é que o volume exportado em outubro ultrapasse o recorde de setembro de 2024, consolidando um novo marco para as exportações mensais de carne bovina.
Os preços da soja ficaram firmes no Brasil nesta quarta-feira (30), com movimentação expressiva nos portos. Os fatores que contribuíram para esse cenário positivo foram a alta na Bolsa de Chicago, a valorização do dólar e os prêmios atrativos.
No mercado interno, as indicações foram limitadas, com muitos produtores segurando suas vendas na expectativa de preços ainda mais altos.
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Grão no país
Passo Fundo (RS): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
Missões (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
Cascavel (PR): subiu de R$ 139,00 para R$ 141,00
Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
Rondonópolis(MT): subiu de R$ 147,00 para R$ 150,00
Dourados(MS): permaneceu em R$ 140,00
Rio Verde(GO): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
Chicago
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com preços mais altos para grãos e óleo, embora o farelo tenha apresentado cotações mistas. A recuperação se deveu, em parte, à demanda aquecida pela soja americana e à redução das exportações brasileiras. O preço do petróleo e a desvalorização do dólar em relação a outras moedas também contribuíram para o aumento.
USDA
Os exportadores dos EUA reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 132.000 toneladas de soja para destinos não revelados, além de 132.000 toneladas destinadas à China para a temporada 2024/25.
Números
Segundo levantamento da Safras & Mercado, a programação de embarques nos portos brasileiros indica a exportação de 4,579 milhões de toneladas de soja em grão para outubro. Até o momento, foram embarcadas 3,947 milhões de toneladas. Em comparação, as exportações de outubro do ano passado somaram 5,957 milhões de toneladas. Para novembro, a previsão é de 1,759 milhão de toneladas.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2024 fecharam em alta de 11,25 centavos de dólar por bushel, a US$ 9,76 1/2. A posição de janeiro de 2025 também teve valorização, atingindo US$ 9,91 1/4 por bushel.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com leve alta de 0,03%, cotado a R$ 5,7640 para venda e R$ 5,7620 para compra. Durante o dia, a moeda americana variou entre R$ 5,7545 e R$ 5,7926.
Uma miniusina móvel de beneficiamento de algodão foi entregue pela Secretaria da Agricultura Familiar (SAF) do Piauí, para a Associação de Moradores da Comunidade Lagoa do Juá, na zona rural de São Francisco de Assis do Piauí, no Território de Desenvolvimento Vale do Canindé.
O equipamento foi adquirido com recursos próprios da secretaria e entregue na última sexta-feira (25). A máquina vai auxiliar nas atividades produtivas de cerca de 50 famílias.
De acordo com o superintendente de Ações de Apoio à Agricultura Familiar da SAF, Clébio Coutinho, a entrega também vai beneficiar agricultores de comunidades rurais do município de Paulistana.
“Esse equipamento, uma miniusina móvel de beneficiamento do algodão, vai auxiliar os produtores de algodão orgânico cultivado em consórcio agroalimentar tanto aqui da comunidade Lagoa do Juá como de toda a região. Isso vai possibilitar que as famílias beneficiem o algodão produzido aqui na própria comunidade”, disse o gestor.
Foto: Vinicius Moura/GOVPI
A presidente da Associação de Produtores da Comunidade Lagoa do Juá, Luiza Josefa, celebrou a chegada do equipamento.
Segundo ela, a partir de agora os produtores não vão precisar levar o algodão colhido para ser beneficiado em Paulistana (PI).
“A gente plantava e colhia o algodão e levava para Paulistana, para ser beneficiado lá. Aí surgiu a ideia de solicitarmos um projeto para nós conseguirmos ter essa miniusina para estar beneficiando o algodão aqui na comunidade. A luta foi grande, mas conseguimos, e a gente espera que as coisas melhorem ainda mais no processamento do algodão”, disse a produtora.
A miniusina móvel permite obter o produto em pluma organizado em fardos, a partir do algodão em rama.
O equipamento tira o caroço do algodão e o separa, para ser utilizado ou no plantio da safra seguinte ou para ração animal.
Algodão orgânico
O algodão que agora vai ser processado na miniusina tem alto valor agregado por ter certificação orgânica.
De acordo com a SAF, em 2024, foram produzidas 9 toneladas de algodão orgânico. O produto é exportado integralmente para a fábrica francesa Vert, que produz tênis a partir de materiais orgânicos e agroecológicos.
Produtores de São Raimundo Nonato, Canto do Buriti, São Francisco de Assis do Piauí e Paulistana possuem a certificação feita pela Associação dos Produtores Agroecológicos do Semiárido (Apaspi).
Foto: Vinicius Moura/GOVPI
Para ter a certificação orgânica, o produtor precisa atender a alguns critérios, como não realizar queimadas na propriedade, colocar algum tipo de agrotóxico, e tem que ser consorciado de acordo com os critérios da Apaspi.
O agricultor Deusimar Gomes conta que a certificação de orgânico vem a partir de comissões que realizam as fiscalizações in loco.
“A certificação é feita pelo modo participativo. O nosso grupo é composto por duas comissões, assim como os demais. Comissão de ética e comissão de avaliação. Elas são responsáveis por fazer as visitas. A de ética faz a visita do seu próprio grupo, dos próprios produtores. E a comissão de avaliação vem de um outro grupo para saber e verificar o trabalho da comissão de ética. Então isso é o processo da certificação”, explicou o produtor.
Atualmente existem duas usinas de beneficiamento de algodão, em Paulistana, para onde era levado o algodão produzido em São Francisco de Assis, e São Raimundo Nonato.
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Foto: Divulgação
O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), informa que o clima no Oriente Médio apresentou condições variadas durante a última semana. A região experimentou um tempo seco e muito frio nas áreas oeste e central, seguido pela primeira chuva considerável da estação em partes do Irã. Uma baixa atmosférica se deslocou do leste da Síria para o Irã, trazendo o ar mais frio registrado até agora.
De acordo com os dados do USDA, as temperaturas médias semanais ficaram entre 3°C e 7°C abaixo do normal do Planalto da Anatólia, na Turquia central, até o oeste do Irã. No entanto, o calor anormal permaneceu à frente do sistema de baixa, com registros de até 5°C acima do normal no sudeste iraniano. Na Turquia central, foi observado o primeiro congelamento da estação, com temperaturas entre -4°C e -1°C, embora a média semanal de 10°C ainda esteja acima do limite de dormência das safras de inverno, que ocorre em temperaturas de 5°C ou menos.
O tempo seco prevaleceu da Turquia central até o Iraque e o centro-oeste do Irã, mas um vento vindo do norte ao longo da costa oriental do Mar Negro provocou fortes chuvas orográficas, registrando volumes de 55 a 215 mm na região. Enquanto isso, no Irã, chuvas moderadas a intensas, entre 10 mm e 70 mm, marcaram o primeiro evento significativo de umidade do Ano Hidrológico de 2024-25, essencial para o estabelecimento dos grãos de inverno.
No nordeste da Turquia, um vento proveniente do Mar Cáspio trouxe chuvas intensas para comunidades costeiras no centro-norte do Irã, registrando até 275 mm de precipitação. Embora essas chuvas tenham causado danos localizados à infraestrutura, não afetaram diretamente as principais áreas de cultivo do país, conforme apontou o boletim.
Agentes de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), em Dom Eliseu, nordeste do Pará, apreenderam 50 toneladas de sementes de soja nesta última terça-feira. A carga é avaliada em R$ 467.500 e estava com a nota fiscal irregular.
“O veículo graneleiro apresentou nota fiscal de transferência emitida no dia 25 de outubro, referente a 50 toneladas de sementes de soja com origem em Água Fria de Goiás com destino ao município paraense de Santana do Araguaia, no valor de R$ 192.359,52, o que gerou desconfiança da fiscalização por ser totalmente fora de rota”, contou o coordenador da unidade, Gustavo Bozola.
Valores diferentes para a semente de soja
Com a suspeita, os servidores decidiram acionar a equipe da polícia Rodoviária Federal (PRF) para averiguar se o veículo iria para Santana do Araguaia ou passaria por outra rota.
“Cerca de 40 minutos depois a equipe da PRF abordou o veículo e o motorista apresentou outra nota fiscal de venda, emitida em 26 de outubro, com origem em Santana do Araguaia e destino a Paragominas, com o valor de R$ 467.500, caracterizando quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um destino e a mercadoria é entregue em outro”, informou o fiscal de receitas estaduais.
Assim, a carga foi direcionada novamente para o pátio da unidade da Sefa e os documentos fiscais foram desconsiderados devido à tentativa de burlar a fiscalização para não pagar o imposto devido. Foi lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 159.885 correspondente ao imposto e multa.
Apreensão de camarão
Foto: Divulgação Sefa (PA)
lotados na unidade de controle de mercadorias em trânsito do Gurupi, no município de Cachoeira do Piriá, nordeste paraense, próximo ao Maranhão (MA), apreendeu, nesta quarta-feira, 30, 250 quilos de camarão salgado avaliado em R$ 8.422,50.
“O veículo estava vindo de Conceição do Lago-Açú, no Maranhão, com destino ao Pará, segundo informado pelo motorista. O condutor do veículo não apresentou documentação fiscal para a operação. A carga foi encaminhada para Adepará, que tomará as providências cabíveis”, informou o coordenador da unidade Gurupi, Marlon Santos.
Foi emitido um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 2.880,50, referente ao ICMS e multa.
O plantio de soja para a safra 2024/25 em Patos de Minas, no centro-oeste de Minas Gerais, começou no dia 18 de outubro e já cobre cerca de 20% da área estimada de 35 mil hectares, conforme informações da Emater local. As informações são da Safras & Mercado.
O ritmo de plantio, no entanto, está um lento devido às chuvas intensas que começaram em 16 de outubro, que acumularam mais de 123 milímetros até o momento. As previsões indicam a continuidade das chuvas nos próximos dias, o que pode atrasar ainda mais as atividades de semeadura.
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Apesar das dificuldades, o desenvolvimento inicial da soja é considerado promissor, impulsionado pela boa luminosidade recebida nas lavouras na semana passada. Se as condições climáticas forem favoráveis, a produtividade média em Patos de Minas pode chegar a 4.000 quilos por hectare, superando os 2.800 quilos por hectare da safra anterior, que enfrentou problemas de estiagem.
Projeções
A área cultivada com soja em Minas Gerais deve chegar a 2,35 milhões de hectares na temporada 2024/25, um aumento de 4,4% em relação aos 2,25 milhões de hectares da safra passada. Até o dia 25 de outubro, 26% da área havia sido semeada, comparado a 8% na semana anterior e 21% no mesmo período de 2023. A média dos últimos cinco anos é de 22,4%.
A produção no estado é estimada em 8,979 milhões de toneladas para 2024/25, o que representa um aumento de 7,8% em comparação com 8,328 milhões de toneladas da safra 2023/24. O rendimento médio esperado é de 3.840 quilos por hectare, superior aos 3.720 quilos por hectare da temporada anterior.