sexta-feira, julho 31, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de soja avança no Brasil, mas ferrugem asiática preocupa gaúchos



Colheita de soja norte-americana está praticamente concluída




Foto: Canva

Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), o plantio da nova safra de soja no Brasil avançou para 36% da área projetada, ligeiramente abaixo do ritmo do ano passado, de acordo com análises da Pátria Agronegócios e AgRural. No Mato Grosso, maior produtor nacional, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indica que 56% da área total foi plantada até 25 de outubro, um pouco abaixo da média histórica de 62,3% para essa época do ano.

De acordo com dados do Ceema, com a colheita de soja norte-americana praticamente concluída, as atenções do mercado voltam-se para a América do Sul, onde a expectativa é de uma safra recorde. A Commstock Investments aponta que, caso o plantio e o desenvolvimento da safra ocorram conforme o esperado, as cotações da soja em Chicago podem recuar para US$ 9,00 por bushel ou até menos.

O banco Rabobank divulgou novas estimativas de plantio para o Brasil, projetando um aumento de 1,5% na área total semeada, que deve alcançar 47 milhões de hectares. Em condições climáticas normais, o banco estima uma colheita de 167 milhões de toneladas. Para comparação, a Conab registrou uma produção de 147,4 milhões de toneladas na safra passada, apesar das quebras regionais, conforme informou o Ceema.

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Segundo o Ceema, a ferrugem asiática, principal doença que afeta as lavouras de soja no país, já começa a ser detectada no Noroeste do Rio Grande do Sul. Dados do programa Monitora Ferrugem RS, que utiliza 74 coletores em diversas áreas do estado, mostram os primeiros focos da doença, que pode reduzir a produtividade em até 90% quando encontra condições climáticas favoráveis.





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AgroNewsPolítica & Agro

Chicago encerra outubro com baixa



Colheita americana atinge 81%




Foto: Divulgação

De acordo com a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), o mercado de milho encerrou o mês de outubro com tendência de baixa em Chicago. O primeiro contrato futuro fechou o dia 31 em US$ 4,10 por bushel, recuando frente aos US$ 4,21 registrados na semana anterior e aos US$ 4,29 do início do mês. No mesmo período do ano passado, a cotação estava em US$ 4,78 por bushel, evidenciando uma queda ao longo de um ano.

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A colheita de milho nos Estados Unidos alcançou 81% da área total até 27 de outubro, superando a média histórica para o período, que é de 64%. A rápida colheita reflete as boas condições climáticas, que contribuíram para o avanço.

No lado das exportações, os embarques de milho dos EUA totalizaram 823.664 toneladas na semana encerrada em 24 de outubro, elevando o volume total exportado no atual ano comercial para 6,6 milhões de toneladas. Esse montante representa um aumento considerável em relação aos 4,98 milhões de toneladas exportadas no mesmo período do ano anterior.





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Dia de Finados é marcado por pancadas rápidas de chuva; veja previsão para todo o país



Pancadas de chuva em grande parte do país, mas de forma mais ocasional: veja a previsão do tempo para este feriado de Finados nas cinco regiões:

Sul

A maior parte da Região Sul do país se mantém sem previsão de chuva. Este sábado terá bastante sol, mas com condição de pancadas de chuva mais isoladas no leste e norte de Santa Catarina, leste e litoral do Paraná, bem como no oeste e sul do Rio Grande do Sul. Em todas essas áreas, não são esperados grandes volumes.

Sudeste

O tempo continua mais instável no norte e noroeste de São Paulo, no centro-norte, sul, leste e Triângulo de Minas Gerais, no norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A chuva pode acontecer a qualquer momento do dia com forte intensidade e risco de alguns temporais. O sol aparece mais nas capitais fluminense e paulista, com chuva à tarde de maneira mais irregular.

Centro-Oeste

O tempo continua bem instável em todo o Centro-Oeste. O dia ainda pode começar com mais aberturas de sol no leste e nordeste de Mato Grosso do Sul, em áreas do sul de Mato Grosso e do leste e norte de Goiás, incluindo a região do Distrito Federal. Condição de chuva forte e temporais localizados na maior parte da Região. Tempo mais nublado no oeste sul-matogrossense e norte mato-grossense

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo acontecer com força em Porto Seguro e Ilhéus. Chove em forma de pancadas mais irregulares no sul do Maranhão e do Piauí. Umidade que vem do mar favorecendo um pouco de chuva sobre o litoral de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, mas sem alertas. Tempo firme no interior do Ceará, centro-leste do Piauí e no Rio Grande do Norte.

Norte

O tempo continua instável com pancadas fortes de chuva no Acre, em Rondônia e no Amazonas. A precipitação continua se espalhando mais sobre o sul do Pará e o sul de Tocantins, podendo acontecer com força. Risco alto de temporais em Palmas, Rio Branco e Manaus. Pancadas mais isoladas em Belém e Macapá.



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Plantio do arroz avança no Rio Grande do Sul


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (31), aponta que o plantio de arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo adequado na maior parte do estado. Com um planejamento estratégico e semeadura dentro do período ideal, a cultura apresenta bom potencial de desenvolvimento, especialmente onde o clima tem colaborado. Entre as práticas de manejo adotadas estão o controle de plantas daninhas e a adubação de cobertura, realizados nos momentos apropriados para garantir um crescimento vigoroso.

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No entanto, nas regiões da Campanha, Sul e parte das Missões, as chuvas intensas e frequentes resultaram em atraso ou interrupção na semeadura, exigindo replantio em alguns locais. Nas áreas mais afetadas, também foram necessárias reconstruções de taipas e canais de irrigação para mitigar o impacto das enxurradas. A queda nas temperaturas após as chuvas, com registros abaixo de 10°C na fronteira com o Uruguai, pode prejudicar a germinação e o desenvolvimento inicial do arroz, aumentando o risco de falhas e dificultando as práticas de manejo.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que a área de cultivo de arroz para a safra atual alcance 948.356 hectares, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha.

Na Campanha, os temporais de 24 de outubro paralisaram o plantio, sendo necessários ajustes e possíveis replantios nas áreas mais impactadas. Em Dom Pedrito, chuvas de até 190 mm foram registradas, somando um acumulado anual que ultrapassa mil milímetros no município. Em outras áreas, como Alegrete e Maçambará, onde o clima teve menor impacto, a semeadura progrediu, atingindo 80% e 75% das áreas estimadas, respectivamente.

Na região de Pelotas, a semeadura foi retomada gradualmente após as chuvas, mas permanece abaixo do ritmo registrado em 2023. Já em Santa Maria, mais de 30% da área prevista foi plantada, com as lavouras em estágios de germinação ou desenvolvimento vegetativo. Em Cacequi, técnicas de manejo para controle de plantas invasoras foram implementadas, enquanto em Santa Rosa e Soledade, os produtores aguardam a diminuição da umidade para prosseguir com a semeadura.

Quanto à comercialização, o preço médio da saca de arroz no estado sofreu uma leve queda de 0,32% na semana, passando de R$ 116,32 para R$ 115,95.





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AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorável impulsiona desenvolvimento da mandioca



Semeadura de mandioca se aproxima do fim em Santa Rosa




Foto: Canva

A Emater/RS-Ascar informou, no boletim divulgado nesta quinta-feira (31), que as condições climáticas na região administrativa de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, foram altamente favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de mandioca, com boa radiação solar e temperaturas adequadas. As chuvas de quarta (23) e quinta-feira (24) trouxeram umidade ideal ao solo, contribuindo para o vigor das plantas e o avanço do plantio, que já atinge 98% da área projetada para essa cultura. A mandioca plantada na região apresenta um quadro saudável, com boa brotação das manivas e um desenvolvimento vegetativo considerado vigoroso.

Os agricultores da região, muitos dos quais plantam a mandioca para consumo próprio, seguem com os tratos culturais, realizando o controle de plantas invasoras de forma manual. Em São Paulo das Missões, uma Unidade de Referência com 24 variedades de mandioca está sendo monitorada, e os resultados dessa análise serão apresentados ao público em um evento previsto para o início de 2025.

Em relação ao mercado, a mandioca descascada está sendo comercializada em supermercados ao valor de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.





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IPCA sobe 0,44% em setembro, diz IBGE


Logotipo Reuters

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,44 por cento em setembro, após baixa de 0,02 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

No acumulado de 12 meses até setembro, o IPCA teve alta de 4,42 por cento, contra alta 4,24 por cento do mês anterior.

Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,46 por cento em setembro BRCPI=ECI, acumulando em 12 meses alta de 4,43 por cento BRCPIY=ECI.

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Dólar sobe para R$ 5,87 e fecha no maior nível em quatro anos



Em mais um dia de turbulência no mercado doméstico e no externo, o dólar aproximou-se de R$ 5,90 e fechou no maior nível desde o início da pandemia de Covid-19. A bolsa de valores caiu pela quarta vez consecutiva e ficou abaixo de 130 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (1º) vendido a R$ 5,87, com alta de R$ 0,106 (+1,53%). A cotação iniciou o dia em baixa, caindo para R$ 5,76 pouco antes das 10h, mas disparou após a abertura do mercado norte-americano, até fechar próxima da máxima do dia.

A moeda norte-americana está no maior nível desde 13 de maio de 2020, quando tinha fechado em R$ 5,90. Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 6,13% desde o fim de setembro. Em 2024, a divisa sobe 20,95%.

Mercado de ações

O dia também foi turbulento no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 128.121 pontos, com recuo de 1,23%. O indicador está no menor patamar desde 7 de agosto.

Tanto fatores domésticos como internacionais contribuíram para o mal-estar do mercado nesta sexta-feira. No cenário doméstico, o dólar e a bolsa foram pressionados pela viagem do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à Europa na próxima semana, o que adiará o pacote de revisão de gastos obrigatórios. Os investidores consideram urgente o envio das medidas ao Congresso.

No mercado externo, o dia começou com alívio, após a divulgação de que a economia norte-americana criou apenas 12 mil empregos no mês passado, abaixo da previsão de 100 mil postos.

Em tese, economistas apontam que sso estimularia uma redução maior de juros nos Estados Unidos, mas a queda nas vagas deveu-se a greves nos portos e a dois furacões que atingiram o país em outubro, sem relação com o aquecimento econômico norte-americano.

Corte de juros

O desempenho do mercado de trabalho norte-americano manteve as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) cortar os juros em apenas 0,25 ponto na próxima semana.

Além disso, as tensões eleitorais nos Estados Unidos voltaram a pressionar o mercado financeiro em todo o planeta. Além do real, o dólar subiu perante os pesos chileno, mexicano e colombiano. No caso do México, a moeda norte-americana atingiu o maior valor desde 2022.



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Confira como os preços da arroba do boi iniciaram o mês de novembro


O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com alta em seus preços. No entanto, durante esta sexta-feira (1), o movimento aconteceu de maneira bastante comedida, de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

Isso porque algumas indústrias estiveram ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo.

“As escalas de abate no geral permanecem apertadas, ainda na pior posição da atual temporada. As exportações agressivas também são uma variável importante a ser considerada, já absorvendo em torno de 40% da produção brasileira de carne bovina”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,07

Mercado atacadista

Corte de carne especial, Picanha fatiada., carne vermelha, abatesCorte de carne especial, Picanha fatiada., carne vermelha, abates
Foto: CNA

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios volta a sugerir pela alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Importante mencionar que a carne bovina tende a perder ainda mais competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial com a carne de frango”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 23,40 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,25 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 1,52%, sendo negociado a R$ 5,8697 para venda e a R$ 5,8678 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7625 e a máxima de R$ 5,8738. Na semana, a divisa subiu 2,88%.



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Governo de SP incentiva o cultivo de café canéfora



O governo de São Paulo lançou nessa quinta-feira (31) o Programa Estadual de Incentivo ao Cultivo de Coffea Canephora.

A iniciativa, que pretende revitalizar a cafeicultura na região centro-oeste, oeste e noroeste do estado, “oferece alternativas para produtores rurais e amplia a competitividade do setor”, disse a Secretaria de Agricultura em nota.

São Paulo é um dos principais estados produtores do café arábica. O programa tem como meta aumentar a produção estadual, incentivando o cultivo de canéfora (robusta ou conilon), um tipo diferente de grão, para atender à crescente demanda do mercado doméstico e internacional, fomentando a inovação, sustentabilidade ambiental e econômica da cafeicultura.

Maiores produtores de café canéfora

O canéfora representa cerca de 40% da produção mundial de café, conforme a Secretaria. Os maiores produtores são Vietnã, seguido de países como Brasil, Indonésia, Índia e Uganda.

A medida é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento com a Câmara Setorial do Café, com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), além do apoio do setor privado especialmente aqueles colegiados na Câmara Setorial do Café.

Salários dos pesquisadores

Na ocasião, a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) reivindicou valorização da pesquisa pública em carta aberta à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O documento foi entregue ao secretário Guilherme Piai.

O estado de São Paulo tem, atualmente, 16 Institutos Públicos de Pesquisa nas áreas de Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. Apesar de ser o estado mais rico da nação, paga os piores salários para pesquisadores, segundo a APqC.

“Vivenciamos uma diferença salarial gritante com carreiras similares federais como a Embrapa e a Fiocruz, além de termos tido uma perda salarial de 54,19% nos últimos 11 anos. Ainda, dentro da carreira, existem pesquisadores (16%) que obtiveram êxito judicial e recebem o dobro salarial de um pesquisador que não obteve a mesma decisão, apesar de desenvolverem as mesmas funções”, diz a carta.



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Confira como ficou o mercado da soja no Brasil; preços mostram firmeza



Os preços da soja mostraram firmeza nesta sexta-feira (1º) no mercado brasileiro. Negócios envolvendo o produto disponível e a safra nova foram registrados, com bons volumes movimentados no Paraná. Em outras regiões, o dia foi mais lento.

Além disso, a Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, mas com algumas variações positivas. O dólar forte trouxe um bom suporte ao mercado.

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Grão no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): R$ 136,00 por saca de 60 quilos
  • Região das Missões (RS): R$ 135,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): aumentou de R$ 145,00 para R$ 145,50 por saca
  • Cascavel (PR): R$ 140,00 por saca
  • Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 145,00 para R$ 146,50 por saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 150,00 por saca
  • Dourados (MS): R$ 140,00 por saca
  • Rio Verde (GO): aumentou de R$ 136,00 para R$ 137,00 por saca

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos para o grão, acentuadamente mais baixos para o farelo e fortemente mais altos para o óleo. Na semana, a posição janeiro/25 do grão acumulou queda de 0,38%.

O mercado, que vinha sendo sustentado pela forte demanda pela soja norte-americana, perdeu força e reverteu para o território negativo. O final da sessão foi bastante volátil, influenciado pela previsão de clima benéfico ao plantio e ao desenvolvimento das lavouras no Brasil. A força do dólar frente a outras moedas também pressionou as cotações.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 198.000 toneladas de soja para destinos não revelados, 132.000 toneladas para a China e 30 mil toneladas de óleo de soja para a Índia. Todos os volumes serão entregues na temporada 2024/25.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com baixa de 0,75 centavo ou 0,07%, a US$ 9,93 3/4 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,08 1/4 por bushel, com recuo de 1,25 centavo ou 0,12%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,20 ou 1,4%, a US$ 295,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 46,30 centavos de dólar, com ganho de 1,16 centavo ou 2,56%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 1,52%, sendo negociado a R$ 5,8697 para venda e a R$ 5,8678 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7625 e a máxima de R$ 5,8738. Na semana, a divisa subiu 2,88%.

As informações são da Safras & Mercado.



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