sexta-feira, julho 31, 2026

Autor: Redação

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Semana inicia com chuvas no Sul



Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C




Foto: Pixabay

A semana inicia com chuvas na Região Sul e deve ser marcada pelas instabilidades e mudanças de temperatura. O impacto deve ser nas colheitas em andamento.  Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, informou que uma frente fria se formará na costa do Rio Grande do Sul.

O meteorologista ainda diz que, ainda que as chuvas sejam benéficas para a reposição da umidade do solo, deve interromper as atividades de colheita e plantio. 

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Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C, mas sem frio intenso, garantindo condições favoráveis para as lavouras que ainda estão em fase inicial. A expectativa é de que os acumulados desta semana mantenham o solo hidratado e impulsionem a produtividade para a temporada.

 





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Risco de temporais em algumas regiões; veja previsão do tempo para hoje



Confira como ficam as condições do tempo em todo o Brasil nesta segunda-feira (4), de acordo com as informações da Climatempo.

Sul

Dia de sol e pancadas à tarde no oeste e sudoeste do Rio Grande do Sul, no litoral e no meio-oeste de Santa Catarina, assim como em cidades do sul, centro e leste do Paraná, de maneira mal distribuída.

As demais áreas da região têm mais aberturas de sol e tempo firme.

Sudeste

O tempo segue instável em São Paulo, Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Nessas áreas,pode chover em vários momentos, intercalando alguns períodos de melhora.

O risco é alto para temporais no interior mineiro e no norte paulista.

Há chance de pouca chuva no centro-norte do Rio de Janeiro. A capital do estado, assim como Vitória (ES), começam a segunda com um pouco mais de sol e tempo abafado.

Centro-Oeste

A semana na região começa ainda com muitas nuvens e chuva intensa. Fortes pancadas podem ocorrer em Mato Grosso, área central de Goiás, Distrito Federal e nordeste e norte de Mato Grosso do Sul.

O sol aparece mais no oeste e sul de Mato Grosso do Sul, onde há risco de pancadas irregulares à tarde.

Nordeste

Pancadas de chuva devem ser registradas no oeste e sul da Bahia, com alto risco de temporais em cidades como Ilhéus e Barreiras.

Chove a qualquer momento do dia, mas de maneira irregular, no sul do Maranhão e no Piauí. O tempo fica firme nas capitais dos dois estados e em Fortaleza (CE).

Deve haver chuva moderada no litoral de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Norte

Dia abafado e com chance para temporais no Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e sul do Pará.

Chuva mais irregular pode ocorrer no sul de Roraima, assim como pancadas isoladas no norte do Amapá. Não chove no litoral do Pará, onde faz calor à tarde.



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Como foi a semana da soja? Outubro tem aumento de preços no Brasil; confira detalhes



O mês de outubro foi positivo para a soja no Brasil, com a força do dólar em relação ao real como um dos principais fatores de suporte para a oleaginosa. A moeda norte-americana está próxima de R$ 5,80. Além disso, no fim do mês, a Bolsa de Mercadorias de Chicago apresentou uma leve reação, impulsionada pela boa demanda pelo produto americano.

Na última semana de outubro, foram anunciadas várias vendas por parte de exportadores privados dos Estados Unidos. As exportações semanais do país, divulgadas na quinta-feira (31), também se mostraram consistentes. No entanto, o acumulado do mês registrou perdas de 7,05% para a posição novembro/24 do grão em Chicago, reflexo da entrada de uma safra cheia nos EUA.

No Porto de Rio Grande (CIF), a saca de 60 quilos para compra valia R$ 145 no dia 31 de outubro, comparado a R$ 142 um mês antes. Em Paranaguá (CIF), a saca também era cotada a R$ 145, ante R$ 142 há 30 dias. Já em Rondonópolis, o preço alcançou R$ 150, em comparação a R$ 133 há um mês.

Um outro destaque é a produção de soja da Argentina, divulgada nesta semana pelo adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A safra do país vizinho é estimada em 52 milhões de toneladas para 2024/25, um aumento em relação ao número de 49,5 milhões na temporada anterior. A área total cultivada com o cereal deve atingir 17,8 milhões de hectares em 2024/25, contra 16,5 milhões em 2023/24.

As exportações argentinas devem somar 7,3 milhões de toneladas em 2024/25, frente a 5,3 milhões no ano anterior. As importações do país devem cair de 6 milhões em 2023/24 para 5 milhões em 2024/25, enquanto os estoques finais devem aumentar de 9,415 milhões para 10,815 milhões de toneladas no mesmo período.

Segundo relatório semanal do Ministério da Agricultura da Argentina, em 23 de outubro havia um total de 30,975 milhões de toneladas adquiridas da safra 2023/24. Para a safra 2024/25, o total adquirido era de 1,514 milhão de toneladas.



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Açúcar segue pressionado e cai entre os principais contratos de NY e Londres


Queda do petróleo e desvalorização do real pressionam cotações

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Os preços futuros do açúcar iniciaram esta quarta-feira (09) com novas baixas nas bolsas e Nova York e Londres. Segundo o Barchart, o adoçante segue pressionado por conta da redução acentuadas nos valores do petróleo, que na última terça-feira (08) caíram mais de 4%, e pela desvalorização do real diante do dólar, o que incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Nesta manhã, por volta das 8h40 (horário de Brasília), o contrato março/25 perdia 0,31 cents, cotado em 22,18 cents/lbp. O maio/25 tinha queda de 0,26 cents, com valor de 20,68 cents/lbp. O julho/25 caía 0,24 cents, negociado em 19,75 cents/lbp. O outubro/25 tinha redução de 0,21 cents, com preço de 19,55 cents/lbp.

Em Londres, o dezembro/24 era negociado em US$ 563,20/tonelada, com baixa de US$ 11,90. O março/25 tinha preço de US$ 569,30/tonelada. O maio/25 estava cotado em 566,10/tonelada, redução de US$ 9,80. O agosto/25 caía US$ 8,00, com valor de US$ 552,10/tonelada.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Comissão aprova inclusão de pescadores artesanais em programa de apoio financeiro



A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 2232/24, que inclui os pescadores artesanais de baixa renda entre os beneficiários do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais.

Para o relator, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), “a proposta representa o reconhecimento do papel fundamental exercido pelos pescadores artesanais na segurança alimentar das comunidades”.

Criado pela lei 12.512/11, esse programa consiste na transferência de recursos financeiros não reembolsáveis para aplicação em projeto de estruturação da unidade produtiva familiar, elaborado em conjunto com a família beneficiária.

O programa inclui a disponibilização de serviços de assistência técnica para o acompanhamento social e produtivo dessas famílias e, no caso de atividades produtivas realizadas coletivamente, poderá contemplar mais de uma família.

“A ideia é melhorar a condição de trabalho dos pescadores artesanais e assegurar que esse grupo continue a contribuir para a economia das localidades em que atuam”, disse o autor da proposta, deputado Henderson Pinto (MDB-PA).

Próximos passos

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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Miniarroz produzido em São Paulo é destaque na gastronomia



Cultivado no Vale do Paraíba (SP), o miniarroz 100% brasileiro é a nova aposta na gastronomia, sendo valorizado em pratos como risotos e sobremesas. Além de sua aparência atraente, o produto tem cozimento rápido e uma consistência mais cremosa, com sabor marcante, textura macia e aroma suave.

O arroz é um dos grãos mais cultivados e consumidos no mundo. O Brasil configura entre os maiores produtores mundiais, com média de 10 milhões de toneladas por safra, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No estado de São Paulo, a área destinada a produção do grão gira em torno de 5,6 mil hectares, com uma produtividade média de 32 mil toneladas/hectare, segundo levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA – Apta). A produção está concentrada principalmente em Guaratinguetá (47,4%), Pindamonhangaba (29,6%) e Registro (16,7%), que juntos representam 93,7% do cultivo paulista.

De acordo com Sizele Rodrigues, nutricionista do Departamento de Segurança Alimentar da da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, o miniarroz é uma excelente fonte de energia por seu alto teor de carboidratos, além de oferecer proteínas e quantidades significativas de vitaminas B1, B2 e B3, fósforo, zinco, ferro e fibras.

A empresa Ruzene, localizada em Guaratinguetá (SP), possui uma cultivar exclusiva do miniarroz, obtida por meio de seleção massal e cruzamentos conduzidos em seu centro de pesquisa. Em sua linha, contam com diferentes variedades, com diferencial de cores e sabores que atendem à demanda do mercado.

“No momento possuímos três tipos de miniarroz: o preto e o vermelho, resultado de cruzamentos e com sabor acastanhado; e o branco, resultante do cruzamento com arroz aromático, com aroma floral e sabor levemente adocicado”, destaca a engenheira agrônoma responsável pelo centro de pesquisa da empresa, Maria Oséas.

A Ruzene produz cerca de 70 toneladas de miniarroz por ano. Atualmente, também vem multiplicando sementes para poder enviar 50 toneladas a Angola, na África, por meio de uma parceria. “A venda é voltada para um público particular, que aprecia pratos diferenciados da culinária gourmet. Por essa razão, o volume ainda é reduzido, uma vez que o Brasil começou a se familiarizar com esses tipos de arrozes especiais há apenas uma década. No entanto, as vendas têm crescido a cada ano”, diz Maria Oséas.


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Cancelamento de viagem de Haddad é positiva para economia, dizem especialistas



A decisão do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de cancelar a viagem que faria à Europa ao longo desta semana é bem vista por especialistas, que esperam uma reação positiva dos mercados amanhã (4).

Segundo nota divulgada pela Fazenda na manhã deste domingo (3), o ministro permanecerá em Brasília para tratar de “temas domésticos” a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expectativa agora é de que haja um anúncio de medidas fiscais em breve.

O cancelamento da viagem foi uma surpresa “bem” positiva, segundo Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital. Ao mesmo tempo, indica que o governo se sensibilizou, dado o recente estresse dos mercados financeiros no Brasil em meio ao anúncio da ida do ministro ao continente europeu. “O dólar superou R$ 5,80 e os juros explodiram. O cancelamento mostra que o governo se sensibilizou, indica um senso de urgência”, afirma Takeo.

Por conta da indefinição com o fiscal, na sexta-feira (1º), o dólar à vista fechou no segundo maior nível da história, a R$ 5,8694, em alta de 1,53%, com avanço forte dos juros futuros. O Ibovespa recuou 1,23%, aos 128.120,75 pontos, o menor nível de fechamento desde 7 de agosto, então aos 127,5 mil pontos.

“De forma geral é uma sinalização positiva para o mercado e para o Brasil. Visto que a situação está mais delicada, ver o governo focado em trazer uma resposta concreta e rápida é importante”, concorda o economista da Manchester Investimentos Thiago Lourenço. “Essa sinalização de Lula pedindo para o Haddad ficar vem num bom momento. O mercado precisa ter a presença dele aqui voltada para controlar os gastos”, diz Gustavo Riess, sócio e assessor da Ável Investimentos.

Para Gabriel De Biase Berenguer, presidente executivo (CEO) da RJ+ Asset, o governo priorizou os desafios econômicos internos e evitou um possível estresse adicional aos mercados. Ele diz que a reação dos mercados na abertura de amanhã pode ser favorável, mas as ações concretas dos próximos dias seguem no radar.

“Se efetivamente essa postergação da viagem se dá para ter algum anúncio em relação ao fiscal, isso é bastante positivo”, reforça Rodrigo Moliterno, head de Renda Variável da Veedha Investimentos.

Na mesma linha, Pedro Moreira, sócio da One Investimentos, afirma que o cancelamento da viagem em si não deve trazer grande alívio. “O mercado quer resoluções práticas e concretas, anúncios, não mais promessas. Isso controlaria a parte de especulação que estamos tendo, as pressões em cima do câmbio e da inflação”, afirma. “Só remarcar a viagem não muda nada, dado a calamidade que está”, observa Gabriel Meira, especialista e sócio da Valor Investimentos. E, para Gustavo Jesus, sócio da RGW Investimentos, “cada vez que o governo adia a questão, menos paciência o mercado tem”.

Mas a expectativa de Takeo, da Potenza, é de que a abertura dos ativos brasileiros amanhã seja atenuada, pois o governo pode anunciar o pacote de corte de despesas nos próximos dias, em vez de fazer isso apenas na semana seguinte. Ele pondera, no entanto, que os ativos ainda podem não devolver todo o prêmio de risco, uma vez que os investidores e os agentes querem algo concreto.

De acordo com o economista-chefe do BV, Roberto Padovani, com o cancelamento da viagem, o governo anunciará alguma medida fiscal para reduzir as despesas da máquina pública. E, segundo o analista da Empiricus Research, Matheus Spiess, esse anúncio pode vir logo, talvez até o dia 8 ou 9. O estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus, por sua vez, vê chance de algo sair já amanhã. “Imagine a pressão que não ficou em cima do Haddad, que teve de cancelar a viagem. Provavelmente terá de fazer algum anúncio nesta segunda-feira”, estima. Mas, se o anúncio não agradar, Laatus decreta: “É dólar a R$ 6”.

O economista-sênior da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto, afirma que só mesmo um anúncio de medidas que levem à percepção de responsabilidade fiscal mudará a dinâmica dos ativos brasileiros. “Se houver, é o que realmente vai mudar, mesmo que de forma tardia”, afirma



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Viu esta? Tudo o que você precisa saber sobre resistência e controle de carrapato bovino



O carrapato bovino é um dos principais desafios da pecuária brasileira, agravando-se com o início das chuvas. O médico-veterinário Daniel Rodrigues, gerente técnico de ruminantes da MSD Saúde Animal, detalhou as mais recentes tecnologias no controle deste importante parasito para as fazendas brasileiras.

Essa foi uma das reportagens mais lidas do Giro do Boi, projeto do Canal Rural. Assista ao vídeo abaixo e confira:

A infestação por carrapatos prejudica o desempenho dos bovinos, debilitando-os e favorecendo a transmissão de doenças como anaplasmose e babesiose.

Resistência do carrapato aos medicamentos

A resistência dos carrapatos aos medicamentos é um problema crescente. O uso prolongado das mesmas moléculas, sem a correta dosagem ou em excesso, tem selecionado parasitos mais resistentes.

O carrapato desenvolve mecanismos de defesa, como a criação de uma camada protetora que impede a penetração dos medicamentos ou a capacidade de excretar ou digerir os produtos aplicados.

Para enfrentar essa resistência, a inovação é fundamental. A introdução do Exzolt 5%, uma nova molécula lançada no Brasil, representa um avanço significativo.

Esse produto atua contra carrapatos multirresistentes, além de combater a mosca do chifre, berne e bicheira, com aplicação ‘pour on’. Seu uso é recomendado para manter a saúde dos bovinos, especialmente em propriedades com alta infestação de carrapatos.

Eficiência e aplicação

O Exolt 5% é de fácil aplicação e tem efeito rápido, mesmo durante períodos de chuva. No entanto, deve-se evitar o uso em animais molhados. O tempo de carência para o abate na pecuária de corte é de 42 dias, enquanto não é recomendado para vacas em lactação, mas é permitido em vacas prenhes.

A rentabilidade do produto é alta, podendo proporcionar retorno de até quatro vezes o valor investido, segundo estudos realizados no Mato Grosso do Sul.



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nova regulamentação impulsiona produção sustentável de mel



A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará implementou uma nova regulamentação para a bioeconomia local, focada na produção de mel com abelhas nativas sem ferrão (ANSF). A resolução simplifica o licenciamento ambiental para a meliponicultura – nome dado à atividade – e incentiva a preservação dessas abelhas.

Além de poder criar e manejar abelhas sem ferrão, os meliponicultores no Pará podem comercializar colmeias, produtos e subprodutos, como mel, própolis e cera. Essa regulamentação transforma a atividade, dando protagonismo aos pequenos produtores na cadeia produtiva do mel e conferindo maior valor agregado a seus produtos.

Adcleia Pereira Pires, produtora de mel e fundadora do sítio de meliponicultura Eiru Su, celebra o avanço.

“Depois de anos, finalmente temos uma resolução que não só oficializa a atividade, mas também orienta os produtores sobre como formalizar sua participação no mercado, garantindo direitos e segurança jurídica”, diz.

Processo de regulamentação do setor

O processo de construção da resolução foi participativo, com a Semas reunindo-se com meliponicultores do Baixo Amazonas, além de representantes de instituições públicas e entidades ligadas ao setor.

“Foi possível ver nossas demandas expressas no texto da Resolução, o que torna esse processo ainda mais legítimo”, conta a produtora.

No Pará, estado que abriga 119 espécies de abelhas nativas sem ferrão, o manejo adequado dessas abelhas não só aumenta a produção de alimentos, como no caso do açaí, mas também fortalece a preservação da biodiversidade e a oferta de serviços ecossistêmicos. Pesquisas da Embrapa Amazônia Oriental mostram que a presença de colmeias pode aumentar a produtividade dos açaizeiros entre 30% e 70%.

Para o secretário-adjunto de gestão e regularidade ambiental da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, a regulamentação impacta positivamente a bioeconomia. “A nova resolução do Coema tem como principal objetivo promover a bioeconomia do mel, possibilitando a certificação de origem, agregação de valor, ampliação de mercados e a regularidade comercial de médios e pequenos produtores”, destaca o secretário.

Segundo Selma Santos, assessora da Secretaria Adjunta de Gestão e Regularidade Ambiental (Sagra), a nova resolução abre portas para incentivos e expansão de mercados: “A regularidade ambiental fortalece o acesso a financiamentos e certificações, ampliando o valor agregado aos produtos da meliponicultura, e, ao mesmo tempo, protege saberes tradicionais, garantindo a conservação ambiental.”


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Inmet emite alerta de chuva intensa para 8 estados


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou na manhã deste domingo (3) aviso de chuvas intensas, com grau de severidade classificado como “perigo potencial” para localidades de oito estados:

  • Rio Grande do Sul,
  • Santa Catarina,
  • Paraná,
  • São Paulo,
  • Rio de Janeiro,
  • Espírito Santo,
  • Minas Gerais e
  • Mato Grosso do Sul.
Fonte: Inmet

De acordo com o Inmet, a previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora (mm/h), além de ventos intensos de 40 a 60 quilômetros por hora (km/h) hoje até as 10h desta segunda-feira (4). O instituto informa ainda que é baixo o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

A instrução do órgão é para, em caso de rajadas de vento, a pessoa não deve se abrigar debaixo de árvores e estacionar veículos próximos a torres de transmissão de energia e de placas de propaganda. Deve-se evitar também o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Outras orientações podem ser na Defesa Civil (telefone 199) e no Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Áreas afetadas pela chuva

Central Mineira, Norte Pioneiro Paranaense, Oeste Catarinense, Sudoeste Rio-grandense, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Campinas, Oeste de Minas, Noroeste Rio-grandense, Bauru, Piracicaba, Centro Ocidental Rio-grandense, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Sul Espírito-santense, Zona da Mata, Campo das Vertentes, Centro Ocidental Paranaense, Ribeirão Preto, Araçatuba, Metropolitana de Porto Alegre, Noroeste Paranaense, Macro Metropolitana Paulista, Marília, Metropolitana de Belo Horizonte, Norte Central Paranaense, Sudeste Rio-grandense, Araraquara, Sudoeste Paranaense, Oeste Paranaense, Nordeste Rio-grandense, Sul Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Centro Oriental Paranaense, Centro Fluminense, Noroeste de Minas, Centro Oriental Rio-grandense, Metropolitana de São Paulo, Assis, Litoral Sul Paulista, Sudeste Paranaense, Centro-Sul Paranaense, Norte de Minas, Central Espírito-santense, Metropolitana do Rio de Janeiro, Norte Fluminense, Jequitinhonha, Vale do Rio Doce, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Sul Catarinense.



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