O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 10,4 bilhões de janeiro a setembro deste ano para projetos na Amazônia Legal, o que representa um crescimento de 83% em relação a igual período de 2022, informou o banco nesta quarta-feira (6). Na comparação com os três primeiros trimestres do ano passado, o aumento foi de 43,9%.
“A Amazônia é um grau a mais ou a menos na temperatura do planeta. Por isso, o BNDES tem feito um enorme esforço para alavancar projetos sustentáveis na região, procurando gerar mais empregos de qualidade e renda para as cerca de 28 milhões de pessoas que vivem naquele território”, disse em nota o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Já as contratações do Banco na região somaram R$ 13,2 bilhões, o que corresponde a uma expansão de 58% sobre o resultado dos nove primeiros meses de 2022.
Em relação ao acumulado de janeiro a setembro de 2023, o crescimento foi de 30,8%.
O banco já contratou este ano R$ 438 milhões com entes públicos na região da Amazônia Legal. É o maior valor registrado nos últimos 10 anos.
A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 4,343 bilhões em outubro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta quarta-feira (6), o valor foi alcançado com exportações de US$ 29,462 bilhões e importações de US$ 25,119 bilhões.
Na última semana de outubro, o superávit foi de US$ 594 milhões, com vendas de US$ 4,488 bilhões e compras de US$ 3,891 bilhões.
No ano, o saldo positivo é de US$ 63,022 bilhões.
Expectativas
O resultado do último mês veio pouco abaixo da mediana das expectativas do mercado financeiro apontada no Projeções Broadcast, de superávit de US$ 4,663 bilhões, após o saldo positivo de US$ 5,363 bilhões em setembro.
As projeções para o mês passado variavam de US$ 3,8 bilhões a US$ 6,0 bilhões.
Aberturas
Em outubro, as exportações registraram baixa de 0,7% na comparação com o mesmo período em 2023, devido a queda de US$ 0,82 bilhões (-12,8%) em Agropecuária; recuo de US$ 1,08 bilhão (-14,5%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 1,7 bilhões (10,9%) em produtos da Indústria de Transformação.
As importações tiveram aumento de 22,5% em outubro ante o mesmo mês do ano passado, com alta de US$ 0,11 bilhões (32,6%) em Agropecuária; queda de US$ 0,16 bilhões (-9,6%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 4,66 bilhões (25,5%) em produtos da Indústria de Transformação.
A Defesa Civil de São Paulo alerta para chuvas de forte intensidade que atingirão todas as regiões do testado nesta quinta-feira (7) e sexta-feira (8). De acordo com a entidade, os níveis de acumulados de chuva poderão variar entre altos e muito altos.
Nas regiões dos municípios de Marília e Presidente Prudente, os níveis estarão altos. Já na capital, região metropolitana de São Paulo, Vale do Ribeira, regiões de Itapeva, Sorocaba, Campinas, Baixada Santista, litoral norte, Vale do Paraíba, São José do Rio Preto, Araçatuba, Barretos, Franca e Ribeirão Preto, o nível de acumulado de chuva será muito alto.
A Defesa Civil destaca atenção especial para as regiões de Bauru e Araraquara, onde os níveis de chuva serão ainda mais elevados. As pancadas podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e possibilidade de granizo.
O alerta é devido à passagem de uma frente fria pela costa do Sudeste, a qual criará condições para pancadas de chuva forte e temporais.
Diante desse cenário, o governo de São Paulo irá instalar nesta quinta um gabinete de crise para enfrentar possíveis emergência causada pelas chuvas previstas para estes dois dias em todo o estado. As empresas de energia elétrica e abastecimento de água terão representantes nesse grupo.
Recomendações da Defesa Civil duratente temporal
Evite lugares abertos, como praias, campos de futebol e estacionamentos;
Evite ficar perto de objetos altos e isolados, como árvores, postes, caixas d’água e quiosques;
No momento da chuva, mantenha distância de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica, como geladeiras, fogões e TVs;
Evite tomar banho durante a tempestade;
Em caso de ventos fortes, tenha cuidado com a queda de árvores, postes, fios e semáforos;
Não desafie a força das águas, não tente transpor uma enxurrada ou andar em áreas de alagadas;
Se estiver em uma área de encosta, observe sinais de movimentação do solo, como rachaduras nas paredes, árvores e postes inclinados e água lamacenta;
Se um fio energizado cair sobre o veículo, permaneça dentro do carro e ligue para o serviço de emergência.
Para receber alertas da Defesa Civil, envie um SMS com o CEP da região para o número 40199 ou acompanhe as redes sociais pelo @defesacivilsp.
O ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e comentarista do Canal Rural entrará para o Hall da Fama da Avicultura Latino-Americana.
A nomeação acontecerá durante o congresso Ovum, de 12 a 15 de novembro, em Punta del Este, Uruguai.
O ingresso para o seleto grupo, que inclui importantes líderes que ajudaram a moldar o modelo de desenvolvimento da avicultura na América Latina, é um reconhecimento internacional à trajetória de Turra na agricultura e na pecuária brasileira.
Trajetória do homenageado
Nascido na cidade de Marau, norte do Rio Grande do Sul, sua trajetória começou na política, como vice-prefeito, tendo sido depois prefeito, deputado estadual e federal, cargo em que sempre trabalhou pela sustentabilidade da agroindústria – incluindo a avicultura.
Já na presidência da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), definiu o papel da empresa como gestora de grãos do país, ampliando a capacidade produtiva e competitiva que levou o Brasil à liderança mundial na exportação de carne de frango em 2004.
Foi ainda ministro da Agricultura durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, desenvolvendo programas voltados para a tecnificação e a implementação de novas tecnologias nas propriedades rurais, período em que a produção de insumos para a avicultura e outros grãos atingiu níveis recordes.
Abertura de mercados à carne de frango
Em 2008, Turra assumiu a antiga Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef), onde deu início à construção de estratégias de desenvolvimento do setor e sua capacidade exportadora, como a criação do mecanismo de distribuição de cotas para exportações à União Europeia, que reduziu significativamente os custos de exportação.
Trabalhou, ainda, na abertura de importantes mercados para carne de frango brasileira, sendo o responsável pelas negociações com a China.
Com visão de futuro, anos mais tarde, Turra integrou a Abef à então União Brasileira de Avicultura, criando a Ubabef. Estabeleceu, assim, um novo modelo de gestão associativa que culminou, em 2014, na unificação da avicultura com a suinocultura e a criação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
À frente da entidade, o setor registrou um aumento de 246% na receita de exportações em reais para carne de frango e de quase 450% para carne suína. Expandiu o Siav para Siavs (Salão Internacional de Proteína Animal), incluindo o setor suinícola no maior evento setorial do país, e ainda fez a gestão de crise do setor durante a Operação Carne Fraca.
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Uma das grandes vantagens do Smart Glasses é a conectividade de alta qualidade – Foto: Canva
A RZK Agro, concessionária John Deere no Vale do Araguaia, que atua em Mato Grosso e Goiás, iniciou o atendimento remoto utilizando o Smart Glasses, óculos inteligentes que têm se mostrado uma ferramenta eficaz para manutenção de máquinas e suporte ao cliente no campo. Equipados com essa tecnologia, os profissionais conseguem diagnosticar e resolver problemas com mais agilidade, evitando que as máquinas fiquem paradas e garantindo uma solução mais rápida e precisa.
Uma das grandes vantagens do Smart Glasses é a conectividade de alta qualidade, que permite ao técnico se conectar em tempo real com especialistas, seja em oficinas especializadas ou na própria fábrica da John Deere. Com isso, as inspeções técnicas são agilizadas, sem necessidade de deslocamento de máquinas ou funcionários. Segundo Leandro Stinati, Gerente Corporativo de Serviços da RZK Agro, “a utilização do Smart Glasses vai agilizar o processo produtivo, com rápido atendimento e resolução dos problemas”, o que é crucial para o produtor rural, que tem o tempo contado.
Além de seu papel no suporte técnico, os óculos inteligentes desempenham um papel importante na formação de profissionais mais qualificados. Com a utilização dessa tecnologia, os treinamentos tornam-se mais eficientes e realistas, permitindo que os técnicos realizem demonstrações práticas e detalhadas em tempo real, com visualização dos componentes das máquinas diretamente nos óculos. Isso proporciona uma experiência mais imersiva e assertiva para os participantes, facilitando a compreensão e o aprendizado sobre os sistemas e softwares das máquinas. O serviço já está disponível na concessionária RZK Agro de Mineiros-GO, e diversas empresas do setor estão testando essa tecnologia no campo, reconhecendo seu potencial para aprimorar tanto o suporte técnico quanto a capacitação de novos profissionais.
O aroma é inconfundível, e o sabor ainda mais marcante. Em uma plantação totalmente natural, dedicada ao café, o produtor José Joaquim Vieira cultiva o grão nas terras mineiras e leva o sabor para além das fronteiras do Brasil.
“Trabalho com cafés especiais e vendemos o nosso café para compradores de todo o mundo, por meio do negócio justo”, disse o produtor.
O comércio justo (Fair trade, em inglês) é um selo que, além de facilitar o comercialização dos produtos no mercado nacional e internacional, certifica que a produção segue rigorosos padrões ambientais, oferecendo garantias tanto para produtores como para os consumidores. O Sebrae ajuda produtores a conseguir essa certificação.
O café que o Vieira produz – em uma plantação de 50 hectares na comunidade de Santo Antônio do Quebra Anzol, região de Patrocínio, Minas Gerais – é exportado para Europa, Estados Unidos, sendo o maior comprador o Reino Unido. Mas para colher tantos bons frutos, o produtor relembra que o caminho foi de mudanças e desafios.
“Eu herdei um pedaço de terra dos meus pais, 32 hectares, e tocava o sítio na atividade leiteira desde 1990. Em 2010, eu percebi que a atividade para mim, não estava compensando. Então, vendi todo o gado e iniciei o cultivo de café”.
A decisão de mudar trouxe crescimento. A terra herdada dos pais expandiu, e ao longo dos anos, Vieira adquiriu mais 18 hectares, aumentando a produção.
Um dos segredos do sucesso? Colocar as mãos na terra. “Para isso, eu entrei no meio do campo, onde estou até hoje,” revela.
Além do trabalho árduo, Vieira buscou conhecimento para aperfeiçoar o cultivo:
“Em 2012, eu entrei para a Associação dos Pequenos Produtores do Cerrado, APPCER. Em 2017, através do Sebrae, conseguimos um Educampo para os associados, e o meu técnico, me orientou na área financeira, na aquisição de insumos, aplicação de defensivos e movimentação da mão de obra”, afirma Vieira.
O suporte do Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae) foi fundamental para que o produtor se sentisse mais seguro em cada etapa do processo, principalmente com Educampo – Sebrae Minas Gerais, que é uma plataforma que promove acesso a informações gerenciais e orienta no planejamento da produção. Seguindo essas e outras diretrizes, Vieira tem alcançado bons resultados em sua lavoura. Na última colheita, ele obteve uma safra alta, com a marca de 52 sacas por hectare.
“O café é uma cultura bianual, um ano produz mais e em outro menos. Minha média anual é de 45 sacas por hectare. Em ano de safra alta, 50 ou mais; em ano de safra baixa, 40 ou menos”.
Além disso, Vieira ressaltou que as orientações passadas pelas instituições ajudaram no desenvolvimento do seu negócio, “O projeto me possibilita saber o que é rentável para minha empresa, por quanto posso vender o meu café e o que devo aplicar na lavoura. Fazemos o planejamento, calculamos o risco e a rentabilidade do negócio”.
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Aceita um café?
José Joaquim Vieira com os filhos comemorando o aniversário do caçula. Arquivo Pessoal.
Para quem gosta de café, essa simples pergunta faz o dia ganhar um toque especial. A sensação de ser bem-recebido é acolhedora, seja na casa de um amigo ou de um parente. E é com esse mesmo carinho que José Joaquim Vieira cultiva seu café, mantendo um alto padrão de qualidade.
Ter um bom café, requer planejamento e atenção para lidar com as oscilações do mercado. O preço do café é influenciado por fatores externos. “Como toda atividade agrícola a céu aberto, somos dependentes da natureza, que tem muitas intempéries como geada e chuva” explica o cafeicultor. E acredite, é essa oscilação que o move todos os dias: ”Eu amo trabalhar com café”.
Para garantir uma colheita de qualidade, Vieira monitora cada etapa do processo como “Acompanhar a fase de crescimento e maturação dos frutos, ficar de olho no mercado para garantir o bom preço na hora da venda, travar os custos através de venda futura, pois o café é uma commodity, ora o preço sobe, e do nada despenca” afirma.
Essa trajetória de sucesso, construída ao longo de 24 anos, contou também com o apoio da família. “Meus filhos cresceram junto à lavoura. Um estudou agronomia e me auxilia nos tratos culturais, o outro trabalha na área administrativa e me auxilia na gestão do sítio. Eu fico no sítio durante a semana e a minha esposa fica com o meu terceiro filho, na cidade” contou Vieira com orgulho dessa união e fortalecimento familiar.
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Há muito se fala que os reservatórios das usinas hidrelétricas têm potenciais que vão além da geração de energia. Isso porque suas barragens podem ser usadas para a produção de pescados e, com isso, gerar empregos e garantir mais proteína na mesa dos brasileiros.
Partindo dessa premissa, e com o objetivo de discutir o aproveitamento estratégico desses reservatórios, iniciou nesta quarta-feira (6) o workshop Desenvolvimento da Aquicultura em Sinergia com o Setor Elétrico. O evento é fruto da parceria dos ministérios de Minas e Energia e Pesca e Aquicultura.
A ideia é conciliar produção de energia e desenvolvimento da aquicultura sustentável, com foco em três pilares: segurança energética, aumento da produção de pescado e geração de empregos. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a expectativa é a de utilizar 74 reservatórios.
Combate à fome
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
“Vamos aumentar a produção de alimento nos reservatórios das nossas hidrelétricas. Trata-se de uma verdadeira transição energética feita de forma justa e inclusiva. É mais um resultado da aliança global de combate à fome que tanto fortalecemos no G-20 [grupo formado pelas 20 maiores economias do planeta]”, disse Silveira.
Na avaliação do ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, a iniciativa – que tem por base as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e Pesca, da Política Nacional de Energia Elétrica e do Plano de Recuperação de Reservatórios de Regularização do País – atende uma das prioridades do governo Lula, que é o combate à fome.
“Se há um setor da proteína animal que não para de crescer com resultados impressionantes é o da aquicultura. E, de forma especial, a piscicultura. Nesse conjunto, a estrela central, a joia da coroa é a tilápia brasileira”, disse o ministro, ao lembrar que há, também, grande potencial para a produção de pescados na costa brasileira, com mais de 8 mil quilômetros.
O acordo técnico assinado pelos dois ministérios resultará em “peixinho frito, moqueca, caldeirada e peixe assado na mesa da nossa gente”, ressaltou Alexandre Silveira.
Entre os temas abordados durante o workshop estão: aquicultura em águas da União; licenciamento ambiental da aquicultura e utilização das áreas de preservação permanente em reservatórios; e a interação entre a operação dos reservatórios e a atividade pesqueira.
A delegação da Aprosoja MT participou, nesta quarta-feira (06), da China International Import Expo (CIIE), em Xangai, um dos maiores eventos de importação do mundo, que reúne líderes globais, empresários e autoridades do comércio. A feira é uma plataforma estratégica para fortalecer o relacionamento entre Brasil e China, com foco especial no agronegócio, área de destaque nas exportações do país.
O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, foi um dos destaques da programação, ao participar de um painel no estande do Rio Brasil Terminal. Durante o evento, Beber abordou temas cruciais como a produção de soja e milho no Brasil, a logística de escoamento desses produtos e o grande potencial de crescimento do setor nos próximos anos.
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“Além de falarmos sobre nossa produção atual, também destacamos o enorme potencial de Mato Grosso para expandir a produção de soja e milho nas próximas décadas. Discutimos também a sustentabilidade e as oportunidades de investimentos que nosso estado pode atrair da China”, afirmou Lucas Costa Beber.
O painel contou com a participação de representantes importantes do setor, como Henrique da Silva, vice-cônsul do Brasil em Xangai; Wang Kunhui, presidente da Cosco Shipping; Anders Kjeldsen, vice-presidente do Terminal Internacional de Containers da América Latina; Carlos Eduardo Alcântara, CEO da Handline; e Yu Keqiang, gerente-geral do departamento de estratégias da Anjun.
Durante a mesa-redonda, Beber também reforçou a importância do Brasil e de Mato Grosso como players estratégicos no mercado global de grãos. “O Brasil consolidou-se como um fornecedor eficiente e confiável de soja e milho, e estamos aqui para fortalecer as parcerias com a China, assegurando que nosso agronegócio continue competitivo mundialmente”, ressaltou o presidente da Aprosoja MT.
A delegação de Mato Grosso também participou da inauguração do estande do estado na CIIE, evento que serviu para destacar a importância de estreitar ainda mais as relações comerciais com a China. O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), César Miranda, enfatizou a relevância da Aprosoja MT para o agronegócio do estado e a importância dessas missões comerciais para a atração de novos investimentos.
“A presença da Aprosoja MT em eventos como a CIIE é fundamental para atrair investimentos e ampliar as possibilidades de negócios. O Governo de Mato Grosso é parceiro nesse processo e está comprometido em apoiar essas iniciativas”, destaca César Miranda.
O evento tornou-se um ponto de encontro para fomentar novas parcerias e negócios, com foco na ampliação das exportações brasileiras. A participação da Aprosoja MT na CIIE reforça a posição de Mato Grosso como um dos maiores produtores e exportadores de grãos do mundo, comprometido com a inovação, sustentabilidade e eficiência do setor agrícola.
“O objetivo da nossa delegação é fortalecer os laços comerciais com a China. Sabemos que Mato Grosso tem capacidade para fornecer soja e milho com qualidade e segurança para atender à demanda chinesa”, disse o diretor administrativo da Aprosoja MT, Diego Bertuol.
Na região de Ivaiporã, no norte do Paraná, o plantio da soja avança com bom ritmo e já atingiu 85% da área total destinada ao cultivo, que soma 185 mil hectares. Até o momento, 157,25 mil hectares já foram semeados. Atualmente, todas as lavouras plantadas estão em boas condições.
O ritmo da semeadura está um pouco mais adiantado em relação ao ano passado, favorecido pelas condições climáticas.
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O que o produtor do município pode esperar?
Foto: Motion Array
De acordo com a previsão meteorológica, a região deve enfrentar fortes chuvas e temperaturas mais baixas nos próximos dias, o que pode impactar a evolução das lavouras. Até o momento, as plantações se encontram divididas entre as fases de germinação, com 55% das áreas já germinadas, e o desenvolvimento vegetativo, que representa 45% da área.
Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (7) em todo o Brasil:
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Sul
A chuva aumenta em boa parte da faixa sul. A previsão é de muita nebulosidade e chuva de moderada a forte intensidade nos três estados da região. A única área que fica fora da rota da chuva é o sul do Rio Grande do Sul, onde o sol predomina.
Sudeste
A chuva avança novamente sobre o estado de São Paulo e a faixa oeste de Minas Gerais, com muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. Nas demais áreas, incluindo a faixa central e leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, o sol aparece entre muitas nuvens, com previsão de pancadas isoladas de chuva.
Centro-Oeste
A chuva continuará presente nos quatro estados da região, com muita nebulosidade e fortes pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal.
Nordeste
O tempo permanece instável na faixa sul do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade. Nas demais áreas, o sol predomina, com previsão de pancadas isoladas de chuva apenas entre o litoral da Bahia e o litoral do Rio Grande do Norte.
Norte
A chuva estará presente sobre o Amazonas, sul do Pará, Tocantins, leste do Acre, Rondônia e Roraima, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade ao longo do dia. Nas demais áreas, o sol aparece, mas há previsão de pancadas isoladas de chuva à tarde, devido ao calor e à umidade da região.