quinta-feira, julho 30, 2026

Autor: Redação

News

Filhotes de peixe-boi ameaçados são resgatados em operação aérea


O transporte de dois filhotes de peixe-boi-da-Amazônia (Trichechus inunguis) para Belém, Pará, foi realizado nesse último domingo (10) pelo Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), vinculado à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup).

Os dois mamíferos aquáticos foram encontrados em Monte Alegre, no Baixo Amazonas, e Portel, na região do Marajó.

O voo iniciou na manhã de ontem para Santarém e, em seguida, para Monte Alegre, onde o primeiro filhote embarcou. O animal foi encontrado na quinta-feira (7), pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma).

A secretaria solicitou apoio ao órgão estadual de meio ambiente e sustentabilidade (Semas) no traslado do animal. Durante esses dias, o filhote foi assistido pelos comunitários e pela Semma de Monte Alegre até a hora do resgate.

Transporte aéreo

Segundo o diretor do Grupamento, coronel Armando Gonçalves, o transporte no modal aéreo é o mais recomendado nesse tipo de demanda, por oferecer maior segurança aos animais, em menor tempo.

“O uso de aeronaves em operações de resgate como essa garante a segurança dos animais e a eficiência do processo, minimizando o tempo de resposta e maximizando as chances de sucesso”, afirma.

Durante o traslado de Monte Alegre a Belém, a equipe tomou conhecimento do segundo animal, conhecido carinhosamente como ‘Bené Baixinho’. Bené foi encontrado no sábado (9) na comunidade São Benedito, área rural de Portel, no Marajó, e estava sob cuidados do Instituto Bicho D’água. 

Foi então que a rota para Portel foi traçada para o resgate do segundo animal com pouso no final da tarde na base do Graesp, em Val-de-Cans, Belém. Agora, os dois filhotes estão recebendo cuidados no Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Selvagens (Cetras) da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Após isso, ‘Bene Baixinho’ (Portel) será encaminhado ao Hospital Veterinário da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Filhote ficou sem alimentação

A gerente de fauna, aquicultura e pesca da Semas, Talita Praxedes, informou que, em Monte Alegre, estima-se que o filhote tenha ficado pelo menos oito dias sem alimentação.

O animal apresentava um ferimento nas costas, sugerindo que sua mãe pode ter sido morta por um arpão, que também o atingiu. A condição resultou no emagrecimento e desidratação do animal.

De acordo com Praxedes, o filhote menor apresentava apenas sinais de desidratação e leve perda de peso, menos acentuada que a do outro animal.

*Sob supervisão de Victor Faverin



Source link

News

Chuvas intensas estão previstas para áreas produtoras de soja; confira a previsão



A previsão do tempo desta segunda-feira (11) aponta que as chuvas seguem nas áreas produtoras de soja na região do Matopiba. No último fim de semana, acumulados de precipitação superaram os 100 mm na região, com volumes de até 50 a 80 mm registrados em diversas localidades.

O cenário tem sido positivo para a reposição da umidade do solo, essencial para o desenvolvimento das lavouras, mas também gera desafios para as operações no campo, especialmente nas áreas mais afetadas pelas chuvas intensas.

Chuvas nos próximos cinco dias

Nos próximos dias, a atenção se volta principalmente para as lavouras do Centro-Norte de Minas Gerais, onde as precipitações podem ultrapassar os 150 mm a 200 mm. Esse volume de chuva pode prejudicar os trabalhos no campo, como o plantio e os tratos culturais, principalmente na preparação do solo e na realização de manejos. Já no Matopiba, as chuvas continuam a ser uma preocupação, mas os volumes serão um pouco menores, com expectativa de precipitações de até 80 mm nos próximos cinco dias. Essas chuvas podem ser benéficas para a umidade do solo, mas também apresentam o risco de dificultar as operações, como o manejo das lavouras e a preparação para novas semeaduras.

Previsão de chuvas em Goiás e Mato Grosso

Em Goiás e Mato Grosso, a previsão é de continuidade das chuvas, com acumulados de até 80 mm nos próximos cinco dias. Embora essas precipitações ajudem a manter a umidade do solo, elas podem afetar negativamente o avanço das operações no campo. A chuva em excesso pode prejudicar o preparo do solo para novas culturas, dificultar a colheita e afetar o transporte de insumos e grãos. Além disso, a persistência do tempo instável pode impactar diretamente a produtividade das lavouras.

Tendência para o final de novembro

De 17 a 21 de novembro, a previsão aponta para o retorno das chuvas ao Sul do Brasil, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Esse aumento na precipitação deve favorecer a manutenção da boa umidade do solo, importante para a produtividade das lavouras.

No entanto, as chuvas continuam a ser uma preocupação para as regiões produtoras de Mato Grosso e Goiás, onde se espera mais uma semana de precipitações significativas, variando de 50 a 90 mm. Esses volumes elevados de chuva podem prolongar os desafios enfrentados pelos produtores, incluindo o risco de atrasos nas colheitas e o encharcamento dos solos.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de milho impulsionam alta na B3 e CBOT


As exportações de milho norte-americano seguem em ritmo acelerado, impulsionando os preços na Bolsa de Chicago (CBOT) e na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo a TF Agroeconômica. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as vendas líquidas de milho mantiveram crescimento constante até o final de outubro, com um salto significativo na última semana do mês. 

Esse movimento resultou no contrato de dezembro/24 na CBOT fechando a US$ 4,31 por bushel, uma alta de 1,00%. Além disso, o dólar alcançou R$ 5,790 durante o dia, encerrando cotado a R$ 5,737 (+1,09%), o que também contribuiu para as valorizações na B3, segundo análise da TF Agroeconômica.

Na B3, os contratos futuros de milho registraram altas expressivas. O vencimento de novembro/24 fechou a R$ 73,80, representando um aumento de R$ 0,23 no dia e de R$ 0,81 na semana. O contrato de janeiro/25 também apresentou valorização, encerrando o dia a R$ 76,76, com alta de R$ 0,47 no dia e de R$ 0,30 na semana. Já o contrato para março/25 finalizou a R$ 77,24, subindo R$ 0,35 no dia e R$ 0,09 na semana.

Essas movimentações refletem o impacto das exportações norte-americanas e da valorização do dólar sobre o mercado brasileiro. Com o aumento da demanda externa, os preços internacionais ganham força, impulsionando também as cotações no Brasil, à medida que os investidores acompanham as tendências globais e as flutuações cambiais.

Esses fatores, além das perspectivas de continuidade no ritmo das exportações, indicam um cenário favorável para o milho no mercado brasileiro e internacional. A B3 deverá manter uma atenção especial à variação cambial, visto que o dólar exerce papel crucial na competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo.

 





Source link

News

Mais de 8 mil litros de azeite adulterado são apreendidos em operação


Um total de 1.692 galões de azeite, o equivalente a mais de oito mil litros do produto, foram apreendidos em operação da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na última quinta-feira (7).

As amostras foram recolhidas para análise por suspeita de se tratar de óleo misto porque o fabricante (da marca ANNA) não tinha autorização para comercializar o alimento.

“Esses galões foram apreendidos em uma fiscalização conjunta, pois a marca não tinha autorização para vender azeite e o produto, provavelmente, é um óleo misto. Em 2019, a mesma marca já havia sido flagrada realizando a adulteração de azeite, colocando óleo misturado em garrafas de azeite e vendendo o produto no mercado capixaba”, afirmou o titular da Decon, delegado Eduardo Passamani.

Distribuição em restaurantes

A operação identificou que o azeite adulterado, comercializado em galões de 5 litros, vendidos em distribuidoras, foi distribuído principalmente para bares, restaurantes, lanchonetes e hotéis.

De acordo com a investigação, esses estabelecimentos abasteciam os pequenos frascos de azeite utilizados nas mesas dos consumidores. No entanto, os clientes estavam consumindo óleo de qualidade inferior sem saber.

“Esse produto, que era comercializado de forma irregular, chegou a passar por mais de 800 estabelecimentos comerciais no estado”, ressaltou Passamani. Em relação à questão criminal, o delegado explicou que os administradores da empresa responsável pelo produto adulterado responderão por crime contra a relação de consumo.

“Os administradores da empresa respondem por crime contra a relação de consumo, com pena de 2 a 5 anos, por terem produzido um produto fora das normas. O material apreendido está sendo analisado para confirmar se realmente se trata de óleo misto. Se for confirmado, a empresa só deve ter mudado a embalagem e aumentado o preço para obter lucro, mas os responsáveis serão responsabilizados criminalmente”, disse o delegado.

Análise do azeite

azeite Annaazeite Anna
Foto: Divulgação PCES

A análise das amostras do azeite apreendido já foi encaminhada ao Ministério da Agricultura, que verificará se o produto apresenta riscos à saúde do consumidor. “A princípio, esse produto não é prejudicial à saúde, mas não tem as mesmas propriedades nutricionais do azeite. Se consumido em grandes quantidades, pode causar efeitos negativos a longo prazo. No entanto, ele engana o consumidor”, completou Passamani.

O delegado também orientou os consumidores e donos de restaurantes sobre como identificar produtos irregulares. “Para os donos de restaurantes, principalmente quando adquirirem galões de 5 litros, a dica é verificar no site do Ministério da Agricultura e Pecuária se o produtor está autorizado a vender azeite”.

Caso não esteja, trata-se de um claro indicativo de irregularidade. “Além disso, sempre verifique o preço, a embalagem e a procedência do produto. Confira as informações do fabricante e desconfie de grandes disparidades nos valores. Quando o preço parece muito baixo, é bom desconfiar, porque, no fim, você pode estar comprando um produto de qualidade inferior por um preço alto”, frisou.

Em outubro, o Mapa divulgou uma lista com outras 11 marcas fraudulentas. Outras ainda estão sendo analisadas e assim que os resultados forem concluídos, uma nova lista será divulgada.

Orientações aos consumidores

A Decon orienta que o consumidor que adquiriu azeite das marcas apreendidas leve o produto até o estabelecimento comercial onde foi realizada a compra para que seja feita a troca. Caso o estabelecimento se recuse, o consumidor deve procurar a delegacia para registrar o fato.

Em caso de dúvidas sobre a veracidade da fabricação, a população pode procurar os sites do Procon ou Mapa para consultar se essa marca está cadastrada ou para denunciá-la.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado.

Veja as orientações do Mapa para não ser enganado:

  • Desconfie sempre de preços abaixo da média;
  • Se possível, verifique se a empresa está registrada no Mapa;
  • Confira a lista de produtos irregulares já apreendidos em ações do Ministério;
  • Não compre azeite a granel;
  • Se atente à data de validade e aos ingredientes contidos;
  • Opte por produtos com a data de envase mais recente.



Source link

News

Aprosoja MT promove nutrição com bebida de soja



A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) tem se destacado em ações sociais que promovem tanto a nutrição quanto a sustentabilidade. Através do programa Agrosolidário, a associação distribui anualmente mais de 8 mil litros de bebida de soja, beneficiando mais de 14 mil famílias em 37 municípios de Mato Grosso e um no Distrito Federal.

O suplemento nutricional tem alcançado comunidades de diferentes perfis, incluindo jovens, crianças, idosos, pessoas com deficiência, dependentes químicos e pacientes oncológicos. Muitas instituições sociais, como o Lar São Roque, em Diamantino, têm recebido o apoio do suplemento, que se mostra essencial para a saúde e bem-estar de seus residentes.

Euzilene Torres, diretora do Lar São Roque, enfatiza o impacto positivo do suplemento: “A bebida tem sido um verdadeiro braço de solidariedade, auxiliando na saúde dos idosos e promovendo melhorias significativas para aqueles que necessitam de cuidados especiais”, destacou.

Benefícios nutricionais e impacto social

O programa Agrosolidário tem se destacado por fornecer uma bebida de soja rica em proteínas vegetais, vitaminas e minerais, que tem se mostrado uma solução eficaz para diversas instituições em Mato Grosso, como o Hospital do Câncer de Cuiabá (HCan). Para pacientes em tratamento oncológico, o suplemento tem sido crucial para manter o aporte calórico necessário durante os intensos tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

Durante o tratamento, muitos pacientes enfrentam dificuldades alimentares. A bebida de soja, por ser isenta de glúten e lactose, oferece uma alternativa nutritiva e prática. Com 57% de proteínas, 38% de vitamina B, 49% de ferro e 43% de ômega 3, ela ajuda a suprir as necessidades alimentares, além de ser versátil, podendo ser consumida como bebida ou utilizada em receitas como bolos e tortas.

Superação

Ex-pacientes também relatam como a bebida de soja tem sido essencial para sua recuperação. Viviane da Rosa, ex-paciente oncológica, compartilha sua experiência com o suplemento durante o tratamento contra um nódulo na mama. “Usava a bebida congelada em cubinhos, o que me ajudou a manter minha energia. O suplemento evitou a fraqueza e me garantiu a alimentação necessária durante a quimioterapia”, disse Viviane, emocionada.

15 anos de programa

Neste mês, o Agrosolidário comemora 15 anos de atuação, consolidando-se como um pilar de segurança alimentar e social em Mato Grosso. Anualmente, o programa distribui a bebida de soja a milhares de famílias e instituições, promovendo acesso à nutrição de qualidade e reafirmando o compromisso da Aprosoja MT com a sustentabilidade e o bem-estar social. As ações de solidariedade transformam vidas, reforçando a importância da união e do apoio às comunidades mais vulneráveis.



Source link

News

‘Ciclo de alta do mercado de bezerros deve se intensificar em 2025’, prevê especialista



O mercado de boi gordo tem registrado altas expressivas nas últimas semanas, com preços que já ultrapassam os 340 reais em algumas regiões. Esse cenário de valorização, impulsionado pelo aumento nas exportações e pela oferta restrita de animais, também tem gerado um impacto direto no mercado de bezerros, sinalizando um novo momento para a pecuária brasileira.

Em entrevista, Leandro Bovo, CEO da Radar Investimentos, explicou como a alta do boi gordo reflete diretamente no mercado de bezerros. “São faces da mesma moeda. Quando o preço do boi gordo sobe, o pecuarista que tem boi gordo recebe mais pela venda de seus animais e, com isso, consegue comprar mais bezerros, o que eleva o preço desses animais de reposição”, disse Bovo.

Ele destacou ainda que, embora os preços não subam na mesma proporção, o movimento tende a ser sempre na mesma direção, com os preços do boi gordo e dos bezerros andando juntos.

Bovo também comentou sobre as perspectivas para os preços dos bezerros nos próximos meses, afirmando que o Brasil está entrando em um ciclo de alta na pecuária.

“Após o aumento da oferta de bezerros, que foi observado em ciclos anteriores, agora estamos em um movimento de alta. Com o fechamento da ‘fábrica de bezerros’, a tendência é que a oferta diminua, o que deve levar os preços a se manterem elevados e a continuar subindo em 2025”, explicou.

Outro fator importante para esse cenário é o recorde nas exportações de carne bovina, especialmente para a China. O aumento nas vendas externas tem aquecido a demanda e influenciado as decisões dos pecuaristas sobre a reposição do rebanho.

“O Brasil é o supermercado do mundo, e a carne brasileira entrou em promoção. Isso aumentou a demanda e, consequentemente, os preços no mercado interno”, afirmou Bovo, ressaltando que, com o aumento das exportações, o mercado interno tem experimentado uma escassez de carne, o que eleva os preços.

Por fim, Bovo alertou os produtores sobre o planejamento para garantir uma boa margem de lucro, considerando o atual patamar de preços do bezerro.

“Agora, com preços mais altos para a reposição, os pecuaristas precisam garantir que o preço do boi gordo também continue elevado. O planejamento deve levar em conta essa pressão no custo de reposição, mas a tendência é de preços sustentados, com base na demanda externa e no mercado interno”, concluiu.



Source link

News

Chuva de 800 mm e temperatura acima da média; confira a previsão do tempo até janeiro


O Boletim Agroclimatológico produzido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) traz a previsão de chuva e temperatura para novembro, dezembro e janeiro para as cinco regiões brasileiras.

Sul

anomalia climática - novembro dezembro janeiroanomalia climática - novembro dezembro janeiro

A previsão indica condições favoráveis para chuvas próximas ou acima da média em toda a Região Sul (figura acima). A temperatura do ar deve ficar acima da média histórica na maior parte da região, especialmente no Paraná, oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Assim, os termômetros devem ficar em níveis mais amenos e abaixo da média climatológica nas áreas do leste catarinense e gaúcho.

O balanço hídrico previsto para os próximos meses indica altos níveis de umidade no solo em grande parte da Região Sul. No centro-sul do Rio Grande do Sul, no entanto, o armazenamento de água no solo poderá diminuir a partir de dezembro devido à redução das chuvas nesse estado.

Sudeste

A previsão para o trimestre indica predominância de chuvas abaixo da média no centro-norte de Minas Gerais e Espírito Santo, enquanto em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais espera-se que as precipitações sejam ligeiramente acima da média.

De acordo com o Inmet, as temperaturas tendem a permanecer acima da média histórica na maior parte do Sudeste, com exceção do Rio de Janeiro e leste de São Paulo, onde os valores devem se manter dentro da normalidade para o período.

Ao longo deste mês de novembro, a previsão aponta para aumento do armazenamento de água no solo na maior parte da região, exceto no oeste de São Paulo, Triângulo Mineiro e norte de Minas Gerais, onde a umidade do solo estará baixa. Contudo, a partir de dezembro, espera-se elevação dos níveis de umidade no solo em toda a região, com exceção do norte de Minas Gerais, onde o armazenamento ainda deverá permanecer relativamente baixo.

Centro-Oeste

Para o Centro-Oeste, a previsão climática indica a continuidade de chuvas abaixo da média histórica em toda a região no próximo trimestre, com volumes abaixo de 800 mm. As temperaturas deverão permanecer acima da média climatológica nos próximos meses, com valores superiores a 24°C.

O retorno das chuvas na região central do país favorecerá o aumento do armazenamento de água no solo em novembro, podendo atingir altos níveis de umidade em quase toda a região em dezembro e janeiro de 2025.

Segundo o Inmet, apenas o sudoeste do Mato Grosso e o noroeste do Mato Grosso do Sul deverão permanecer com baixos níveis de umidade no solo ao longo do trimestre.

Norte

A previsão do Inmet indica predomínio de chuvas abaixo da média climatológica no próximo trimestre na maior parte da Região Norte, exceto em Roraima, onde pode ocorrer chuvas levemente acima da normal climatológica.

A temperatura média do ar deverá se manter acima da média em toda a região, com valores mais elevados previstos para o Pará e Tocantins em relação às demais áreas. Assim, a previsão indica baixos níveis de umidade no solo em novembro no centronorte do Pará, Amapá, Tocantins, Roraima e nordeste do Amazonas, com aumento gradual nos meses seguintes.

Nas demais áreas, são esperados níveis de água no solo entre médios e altos neste mês de novembro. Com a chegada do verão e o aumento das chuvas, há tendência de elevação dos níveis de umidade no solo em dezembro e janeiro. Em Roraima e no noroeste do Pará, a umidade do solo deverá permanecer baixa, pois as chuvas previstas não serão suficientes para um aumento significativo no armazenamento.

Nordeste

A previsão indica chuvas abaixo da média em toda a Região Nordeste, com seca mais acentuada no Piauí, Ceará e Maranhão. Quanto à temperatura do ar, espera-se que fique acima da média histórica em toda a região, com destaque para o sul do Maranhão e do Piauí, onde os termômetros ficarão mais elevados.

Nos próximos três meses, a previsão aponta para baixos níveis de água no solo na maior parte da região. No Maranhão, sul do Piauí e da Bahia, os níveis de umidade do solo deverão estar baixos em novembro, com previsão de ligeiro aumento apenas em janeiro.



Source link

News

28 anos de jornalismo e impacto no agronegócio brasileiro



Nesta segunda-feira (11), o Canal Rural celebra 28 anos de história como a plataforma de comunicação mais relevante do agronegócio no Brasil. Com um impacto diário de mais de 40 milhões de pessoas, o canal tem sido um pilar para conectar homens e mulheres do campo, impulsionando a atividade rural e transformando vidas por meio de informações, inovações e relatos inspiradores.

Com uma jornada que ultrapassa 10 mil dias no ar, o Canal Rural tem se adaptado às mudanças tecnológicas e sociais, sempre atento às necessidades do setor agropecuário. A marca reflete a credibilidade conquistada ao longo dos anos e a confiança do público, sendo reconhecido como um dos maiores impulsionadores da agropecuária no país. “A nossa estratégia é sempre estar perto do produtor e contar as histórias do campo para a sociedade”, afirma Julio Cargnino, presidente do Canal Rural.

O Canal Rural também tem ampliado suas fronteiras no digital, alcançando novas audiências com a crescente presença nas plataformas de TV conectadas e no WhatsApp. Desde setembro, o canal está disponível na Samsung TV Plus, alcançando mais de 20 milhões de consumidores que podem assistir a toda a programação gratuitamente.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Além da transmissão de conteúdo informativo e jornalístico, o Canal Rural se dedica a projetos multiplataforma, como o “Porteira Aberta Empreender”, que visa apoiar micro e pequenos produtores rurais, e o “Memórias do Brasil Rural”, que resgata e valoriza a história do agro. Jaqueline Silva, diretora de conteúdo e programação, destaca a recepção positiva desses projetos, que têm dado visibilidade a mulheres do agronegócio e fortalecido a presença do Canal Rural no digital.

Em seu aniversário de 28 anos, o Canal Rural reafirma seu compromisso com o agronegócio brasileiro, continuando a ser uma fonte essencial de informação, conhecimento e conexão para o setor rural. Com uma programação que se adapta às novas demandas e tendências, o canal continua a celebrar e fortalecer a trajetória do agro brasileiro.



Source link

News

o produtor ‘que mergulhou de cabeça’ no agro



Formado em odontologia, José Eduardo da Fonseca Sismeiro encontrou sua verdadeira vocação no campo. Hoje, ele é produtor de soja e atua em três municípios do Paraná: Goioerê, Juranda e Manoel Ribas, onde cultiva com responsabilidade e visão de longo prazo.

Em conversa com o Soja Brasil, o sojicultor compartilhou sua trajetória no meio rural e contou que, após anos atuando como dentista, foi chamado por seu pai para assumir os trabalhos no campo.

Como o produtor chegou à lavoura

“Fui criado em uma cidade pequena, atrás de um balcão”, conta José Eduardo. Ele lembra que sua trajetória começou com os pais, que eram pioneiros em Goioerê, com um pequeno comércio de secos e molhados. Com muito trabalho, eles investiram em terras e passaram a se dedicar à agricultura, focando principalmente na soja. Desde cedo, José Eduardo teve contato com o universo rural, observando a dedicação dos pais e aprendendo o valor do trabalho no campo.

Após formado, José Eduardo seguiu a profissão de dentista. Passou cinco anos trabalhando em Juranda, onde se casou com sua esposa, Márcia, e depois se mudou para Campo Grande (MS), onde viveu por mais oito anos. No entanto, o destino o levou a uma mudança. Quando seu pai o chamou para ajudá-lo na agricultura, ele decidiu deixar o consultório e se dedicar ao campo. Após algum tempo, seu pai dividiu as terras com os filhos, e José Eduardo assumiu sozinho o cultivo do grão.

Dedicação

Desde que assumiu a responsabilidade pelas lavouras de soja, José Eduardo tem se dedicado a melhorar o manejo das terras. Ele sabe que o trabalho agrícola exige mais do que esforço físico; é preciso conhecimento, paciência e visão de longo prazo.

Nos últimos anos, tem sido cauteloso, evitando desperdícios e custos desnecessários, tanto com a terra quanto com os maquinários. Para ele, a agricultura moderna não é sobre grandes investimentos ou riscos, mas sobre o cuidado com os detalhes e a precaução em cada decisão tomada, especialmente quando se trata da produção de soja.

Cautela no cultivo da soja

O plantio nos municípios onde José Eduardo atua, com foco na soja, segue com boas perspectivas. ”Mesmo com o cenário otimista, no agro, é preciso ter paciência e planejamento. Ainda é muito cedo para tirar conclusões”, afirma. A imprevisibilidade do campo exige que o produtor esteja sempre preparado e consciente de que o sucesso depende tanto do manejo responsável quanto de fatores fora de seu controle.

Ao longo de sua trajetória, José Eduardo aprendeu que o maior “insumo” na agricultura não está nos produtos ou inovações tecnológicas, mas na precaução. Ele acredita que o momento atual exige calma e reflexão, especialmente no cultivo da soja. “Não é hora de arriscar sem planejamento ou buscar soluções rápidas”, explica. Para ele, o foco deve ser sempre no longo prazo, com práticas sustentáveis, que preservem tanto a terra quanto os recursos financeiros.

Planejamento no campo da soja

Fundador da Aprosoja Paraná, José Eduardo, ao contrário de muitos que buscam resultados imediatos, entende que o trabalho no campo exige paciência e uma abordagem equilibrada. No cultivo de soja, ele acredita que, apesar da imprevisibilidade, é possível alcançar bons resultados com responsabilidade e planejamento. Seu objetivo é garantir uma produção de soja sustentável e lucrativa.

Além disso, ele sabe que a terra é um bem precioso. Por isso, dedica-se ao manejo do solo, à preservação ambiental e ao cuidado com as máquinas utilizadas no cultivo de soja. José Eduardo busca evitar gastos desnecessários e garantir que suas lavouras não corram riscos com práticas irresponsáveis. Para ele, a prudência é essencial, e a visão de futuro é fundamental para garantir que o trabalho de hoje no cultivo da soja se traduza em resultados sustentáveis amanhã.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços caem em algumas regiões


De acordo com as informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho está registrando uma dinâmica mais lenta nas regiões produtoras do Brasil. Em Rio Grande do Sul, o mercado está calmo, com preços mantidos entre R$ 73,00 e R$ 77,00, dependendo da localidade, como em Santa Rosa, Não-Me-Toque, Marau e Gaurama. Nos negócios FOB interior, os vendedores pedem a partir de R$ 80,00, e as indicações CIF fábricas variam entre R$ 82,00. Não há registros de transações significativas nesta sexta-feira.

Em Santa Catarina, a expectativa é de passagem de uma frente fria, o que pode movimentar o mercado, principalmente no Oeste do estado. As ofertas estão a partir de R$ 72,00 no interior, com indicações de R$ 73,00 a R$ 75,00 CIF fábricas. Na região do meio-oeste, negócios pontuais ocorrem a R$ 75,00/R$ 76,00 CIF, com embarques de 2 mil toneladas. Na área do porto, os preços para outubro estão indicados em R$ 67,00, e para novembro, a R$ 69,00.

O mercado em Paraná está também sem grandes movimentações. As indicações nos portos são de R$ 68,00 para novembro e R$ 69,00 para dezembro. Nas regiões mais ao norte e oeste, os preços estão em torno de R$ 67,00 a R$ 71,00, com muitos produtores pedindo acima de R$ 77,00. No sudoeste, as negociações estão em torno de R$ 58,00 a R$ 60,00, com pedidos mais altos em algumas áreas.

Já em Mato Grosso do Sul, as indicações nas principais cidades são de R$ 53,00 em Maracaju, R$ 54,00 em Dourados e Naviraí, e R$ 49,00 em São Gabriel. Os produtores estão pedindo preços mais altos, com ofertas FOB a partir de R$ 52,00 e os lotes sendo concentrados em torno de R$ 55,00. As negociações seguem lentas, com ofertas a partir de R$ 58,00 no FOB e indicações nos portos a R$ 60,00.

 





Source link