quinta-feira, julho 30, 2026

Autor: Redação

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PF desarticula contrabando de combustível no Pantanal



A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Waterworld com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida no contrabando de combustível pelo Rio Paraguai, na região do Pantanal.

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A ação teve como alvo a rede de tráfico ilegal, que abastecia fazendeiros locais com combustível contrabandeado e realizava trocas por serviços de prostituição, incluindo a exploração de menores de idade, além de carne de animais silvestres do bioma.

Durante a operação, os agentes cumpriram oito mandados de busca e apreensão em Corumbá e um em Campo Grande (MS). A intenção era coletar provas adicionais sobre as práticas criminosas, incluindo a apreensão de embarcações, veículos e mídias digitais como celulares, HDs e outros materiais.

Todos os itens apreendidos “serão submetidos a análise pericial para aprofundamento das investigações e identificação de outros membros da rede criminosa”, contou a PF em nota.

Entre os itens apreendidos, estavam três armas longas, com munições, localizadas em uma fazenda durante a operação, além de três embarcações de grande porte, uma embarcação pequena, um caminhão e uma Fiat Toro.



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Aprosoja MT defende produção sustentável na COP29



A Aprosoja Mato Grosso acompanha de perto as discussões da COP29, que acontece de 11 a 22 de novembro em Baku, no Azerbaijão. O evento reúne líderes mundiais, representantes de governos e especialistas para discutir ações contra as mudanças climáticas.

Dentre os participantes estão o vice-presidente da Aprosoja-MT, Luiz Pedro Bier, e o diretor administrativo, Diego Bertuol, que têm se destacado nas discussões sobre os impactos das políticas ambientais na produção rural com foco na produção de alimentos e a transição das matrizes energéticas.

Durante o evento, os representantes da Aprosoja-MT participaram de palestras e painéis importantes. Um dos destaques foi o painel sobre a rastreabilidade da cadeia da pecuária, que contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico de MT, César Miranda, do consultor do Instituto mato-grossense da Carne (Imac), Giovane Castro, e do diretor de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio. 

Além disso, a professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Vera Maquea, também esteve presente na COP29, e o tema foi aprofundado pela pergunta de Bertuol sobre os próximos passos da moratória da soja, recentemente aprovada no estado de Mato Grosso.

“O nosso objetivo na COP29 é acompanhar de perto tudo o que está sendo discutido, porque as decisões tomadas afetam diretamente o produtor rural de Mato Grosso e do Brasil. Estamos atentos ao que pode impactar a nossa forma de produzir alimentos e recursos para o mundo”, afirmou o vice-presidente da Aprosoja-MT, Luiz Pedro Bier.

”Nossa missão é mostrar que as necessidades do produtor brasileiro devem ser consideradas nas decisões globais que moldam o futuro da agricultura. Estamos em Baku para defender soluções sustentáveis e garantir que o agronegócio continue crescendo de forma responsável”, completa.

No segundo dia de eventos, os representantes da Aprosoja-MT também acompanharam um painel com o secretário do estado de Mato Grosso, César Miranda, sobre a sustentabilidade no setor agropecuário. Outro encontro ocorreu com o deputado federal Arnaldo Jardim, que destacou a importância do combustível verde, uma medida que pode oferecer maior segurança para a indústria e permitir que o produtor rural aumente a produção de matéria-prima de forma sustentável.

”Ouvimos o secretário do estado de Mato Grosso falando mais sobre a sustentabilidade e também o deputado federal Arnaldo Jardim destacando a importância do combustível verde, dando maior segurança para a indústria planejar o seu investimento e também para o produtor rural produzir mais matéria-prima”, comentou o diretor administrativo da Aprosoja-MT, Diego Bertuol.

A Aprosoja-MT também visitou os estandes do Consórcio Interestadual da Amazônia Brasileira e da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), e percorreu as zonas azul e verde do evento. A Zona Azul é dedicada às áreas onde o governo e a sociedade discutem como equilibrar a proteção ambiental e a produção sustentável, enquanto a Zona Verde reúne empresas privadas, especialistas e ONGs.



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aquisição sobe 15,1% no 3º tri ante o 3º tri de 2023



A aquisição de couro cru no país somou 10,34 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado representa uma alta de 15,1% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve aumento de 2,6%.

A pesquisa do IBGE investiga apenas os curtumes que efetuam curtimento de pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano.



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Na Ata, Copom reforça a necessidade de sustentabilidade das regras fiscais



O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central mencionou textualmente a necessidade de garantir sustentação ao arcabouço fiscal na ata da sua última reunião, divulgada nesta terça-feira. O colegiado disse que a percepção dos agentes de mercado sobre a dinâmica de gastos e a sustentabilidade do arcabouço tem impactado expectativas e preços de ativos.

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“O comitê incorpora em seus cenários uma desaceleração no ritmo de crescimento dos gastos públicos ao longo do tempo e reforça a necessidade da sustentabilidade das regras fiscais”, diz o colegiado, no 13º parágrafo da ata divulgada nesta terça-feira, 12. Na última quarta-feira, 6, o Copom elevou a Selic em 0,5 ponto porcentual, de 10,75% para 11,25%.

Essa menção explícita à importância das regras fiscais é uma novidade desta ata. No documento anterior, referente à reunião de setembro, o comitê já destacava que uma “política fiscal crível, embasada em regras previsíveis e com transparência nos seus resultados” era importante para ancorar expectativas e reduzir prêmios de risco, assim como repetiu no documento desta terça. Mas não citava textualmente essa necessidade da sustentabilidade.

O documento publicado nesta terça também mencionou o desafio de se estabilizar a dívida pública brasileira, devido a “elementos estruturais” do orçamento. “Mencionou-se que a redução de crescimento dos gastos, principalmente de forma mais estrutural, pode inclusive ser indutor de crescimento econômico no médio prazo por meio de seu impacto nas condições financeiras, no prêmio de risco e na melhor alocação de recursos”, diz o 14º parágrafo.

O comitê ainda afirmou que políticas monetária e fiscal contracíclicas contribuem para assegurar a estabilidade de preços, que é a missão do BC. Além disso, servem para suavizar flutuações da atividade econômica e fomentar o pleno emprego, afirmou.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como está o milho brasileiro


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho segue lento em algumas regiões do Sul do Brasil, com produtores elevando as pedidas e negociações pontuais. No Rio Grande do Sul, os valores indicados nas principais praças permaneceram estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00, Não-Me-Toque, Marau e Gaurama a R$ 74,00, enquanto Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen apresentam indicações de R$ 75,00. Montenegro mantém o maior preço, a R$ 77,00. Os vendedores, no entanto, estão pedindo valores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas, mas não houve registro de negócios na última sexta-feira.

Em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) destacou o aumento nos preços do farelo de soja e milho, com produtores pedindo ao menos R$ 2,00 acima das indicações de compradores, que variam entre R$ 72,00 no interior e R$ 75,00 CIF fábricas. Negociações recentes envolveram 2 mil toneladas a R$ 76,00 mais ICMS para entrega em novembro no meio-oeste do estado. Nas praças, Chapecó apresenta indicação a R$ 74,00, Campos Novos a R$ 75,00 e Rio do Sul a R$ 76,00.

No Paraná, conforme dados do Deral, o milho teve valorização, e produtores elevaram as pedidas para venda. No porto, as indicações são de R$ 68,00 para novembro e R$ 69,00 para dezembro. Em regiões como Cascavel e Guarapuava, os preços variam de R$ 68,00 a R$ 70,00. O sudoeste e oeste do estado registram valores de balcão em torno de R$ 58,00, enquanto produtores no norte e Campos Gerais pedem entre R$ 77,00 e R$ 80,00 para o FOB interior.

Em Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto da Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo o ritmo lento das negociações. Em Maracaju, Dourados e Naviraí, as indicações variam entre R$ 53,00 e R$ 54,00, com algumas pedidas FOB a partir de R$ 52,00, concentrando-se em R$ 55,00. Nos portos, as indicações iniciam em R$ 60,00, com vendedores adotando uma postura cautelosa devido ao cenário desfavorável.

 





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Aquisição de couro sobe 15,1% no 3º tri ante o 3º tri de 2023, diz prévia do IBGE



A aquisição de couro cru no país somou 10,34 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado representa uma alta de 15,1% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve aumento de 2,6%.

A pesquisa do IBGE investiga apenas os curtumes que efetuam curtimento de pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano.



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Vitória de Trump deixa agricultores dos EUA com muitas perguntas



Agricultores dos Estados Unidos estão cautelosos, aguardando o presidente eleito Donald Trump assumir o cargo em janeiro para ver quais políticas sobre comércio, tarifas, financiamento e energia serão implementadas durante seu mandato. Enquanto aguardam, especialistas e analistas expressam preocupação com assuntos como possíveis guerras comerciais e seguro agrícola.

A China é o maior comprador de produtos agrícolas dos EUA, o que torna as propostas de Trump de instituir novas tarifas sobre produtos chineses a maior incógnita. “Produtores de grãos têm más lembranças da última guerra comercial”, disse o analista sênior Phil Flynn, do Price Futures Group.

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Se uma guerra comercial semelhante ocorrer, com a China redirecionando suas compras de commodities agrícolas para outros grandes fornecedores como o Brasil, o mercado teme danos econômicos significativos. A primeira disputa comercial entre os EUA e a China, em 2018, resultou em perdas de mais de US$ 27 bilhões para as exportações agrícolas dos EUA, segundo um relatório divulgado em outubro pela Associação Nacional dos Produtores de Milho e pela Associação Americana da Soja.

No entanto, Flynn acredita que uma segunda guerra comercial pode não ser prolongada. “A China está em uma situação financeira muito mais frágil do que na primeira vez, então acho que estarão mais dispostos a negociar”, disse.

Ainda não se sabe quando Trump poderá iniciar a implementação de novas tarifas. “Acredito que as tarifas serão utilizadas nos primeiros 100 dias de seu segundo mandato – provavelmente mais cedo do que tarde”, disse o economista-chefe de commodities do StoneX Group, Arlan Suderman.

Internamente, o que preocupa muitos agricultores e traders é como a nova administração, juntamente com um Congresso republicano previsto, lidará com a lei agrícola americana, conhecida como Farm Bill. A Farm Bill é uma legislação abrangente com mais de 100 anos, geralmente revisada e aprovada pelo Congresso a cada cinco ou seis anos. Ela inclui uma série de programas que beneficiam agricultores, como termos para seguro agrícola.

No entanto, nenhuma nova Farm Bill foi aprovada desde 2018, com o Congresso em um impasse. A legislação expirou em 30 de setembro deste ano, após uma extensão de um ano assinada pelo presidente Joe Biden no ano passado, sem que um novo projeto de lei fosse implementado. Como resultado, agricultores estão com termos desatualizados para seguro agrícola, enquanto os preços de grãos se mantêm no menor nível em vários anos.

Apesar das preocupações relacionadas a possíveis novas tarifas, também há expectativa de que uma nova administração Trump possa ser mais benéfica para a crescente indústria de biocombustíveis. No ano passado, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA divulgou novas regras para reduzir em 7 bilhões de toneladas as emissões de dióxido de carbono de novos carros até 2032.

Para atingir essa meta, o governo Biden impulsionou regras favoráveis a veículos elétricos, com menos atenção aos biocombustíveis como solução. O setor agrícola espera que a oposição declarada de Trump aos veículos elétricos leve a mudanças nas regulamentações que direcionem mais investimentos para o crescimento do uso de biocombustíveis, como o etanol de milho e o biodiesel, comumente feito com óleos vegetais como o óleo de soja.

“A história dos biocombustíveis é de esperança e otimismo a longo prazo”, disse o estrategista-chefe da Allendale, Rich Nelson.

No entanto, há questões em aberto que complicam uma simples transição dos veículos elétricos para os biocombustíveis. Uma delas é o papel do magnata da Tesla e SpaceX, Elon Musk, em um futuro governo Trump. A expectativa é de que a presença de Musk possa limitar a disposição do governo de se afastar dos veículos elétricos.

Também não se sabe se as importações norte-americanas de óleo usado de cozinha da China serão afetadas por tarifas. Isso pode exigir que a produção de óleo de soja e outros óleos vegetais nos EUA aumente significativamente. Fabricantes de biocombustíveis atualmente recorrem à importação de óleo vegetal e gordura animal para sustentar a produção.

Em um relatório de junho, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estimou que a capacidade de produção de diesel renovável em 2025 será mais que o dobro de 2022, para quase 23 bilhões de litros por ano.

“No entanto, a taxa de crescimento da produção dependerá muito das políticas federais e estaduais, da disponibilidade de matéria-prima e do crescimento sustentado das exportações de farelo de soja dos EUA”, disse o USDA no relatório.



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Soja: Chicago estende perdas com valorização do dólar e oferta dos EUA



Nesta terça-feira (12), os contratos da soja em grão seguem apresentando preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), com a tendência negativa observada no pregão anterior. A principal influência no mercado continua sendo a valorização do dólar em relação a outras moedas, que pressiona os preços da oleaginosa.

O cenário é agravado pela reavaliação do relatório de oferta e demanda de novembro divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Embora os números sobre a safra e os estoques de soja nos EUA tenham ficado abaixo das expectativas do mercado, o relatório ainda indica uma oferta abundante de soja americana, o que contribui para um ambiente de baixa no mercado.

Além disso, o movimento de queda no mercado de soja é acompanhado por perdas nas bolsas de valores da Europa e da Ásia, que também impactam negativamente o sentimento do mercado global.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com vencimento em janeiro de 2025 estão cotados a US$ 10,14 3/4 por bushel, com uma queda de 7,50 centavos de dólar, ou 0,73%, em relação ao fechamento anterior.

Na sessão do dia anterior (11), a soja já havia encerrado o dia em baixa, pressionada pela queda do petróleo e pela valorização do dólar. O mercado também reagiu à reavaliação do relatório de oferta e demanda do USDA.

Os contratos de soja para entrega em janeiro fecharam com uma perda de 8,00 centavos de dólar, ou 0,77%, a US$ 10,22 1/4 por bushel. A posição para março de 2025 teve uma cotação de US$ 10,35 1/4 por bushel, registrando uma perda de 8,25 centavos, ou 0,79%.

O cenário de pressão sobre os preços da soja deve seguir atento à evolução da relação entre o dólar, os indicadores macroeconômicos globais e as estimativas de oferta nos Estados Unidos, principais fatores que continuam a moldar as expectativas para o mercado nos próximos meses.



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Gados são encontrados mortos; raio caiu duas vezes no mesmo lugar, diz pecuarista



Dois gados foram encontrados mortos na zona rural de Cristópolis, no Oeste da Bahia. Segundo pecuarista, um raio teria sido a causa da morte dos animais, após descarga elétrica ser conduzida por um cabo de aço que sustenta um poste que fica na propriedade.

O caso aconteceu na manhã do último domingo (10), na Fazenda Vaquejada II, há cerca de 2 quilômetros do centro da cidade.

No vídeo, o pecuarista, Jeová Pereira, narra o que teria acontecido. Ele mostra um bezerro e um boi já sem vida no local.

Segundo ele, não é a primeira vez que um raio cai no mesmo poste da Neoenergia Coelba que fica dentro da propriedade.

Em contato com o Canal Rural, o filho, Jeová Junior, disse que no domingo choveu pouco, porém com muitos raios e trovoadas na região e que os pais encontraram os animais mortos ao retornarem da feira.

“Como é domingo de feira, ele foi na cidade com minha mãe e ao retornar percebeu que estava sem energia e o gado berrando. Aí ele foi ver, um dos dois bois era de parelha, aí ao chegar próximo viu dois animais caídos e um pouco de fumaça”, conta.

“Na fazenda passa uma rede de alta tensão da Coelba. Ano passado um raio caiu no mesmo poste. Percorreu um dos fios que está preso no chão (que serve de apoio para o poste não tombar) e pegou fogo no capim, queimando boa parte do morro onde o poste está. Esse ano não queimou por conta da chuva que caía junto”, ressalta.

De acordo com Júnior, dos gados mortos, um boi pesava aproximadamente 32 arrobas e o bezerro de 6.


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AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha em baixa com falta de relatórios nos EUA



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário
A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário – Foto: Nadia Borges

Segundo dados da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou queda na última segunda-feira, refletindo uma falta de referência de relatórios regulares que impulsionam decisões de compra e venda. Com a soja para novembro/24, que serve de referência para a safra brasileira, fechando em baixa de 0,49%, a $ 1011,75 por bushel, o mercado viu uma realização de lucros após acumular alta de 3,49% na semana anterior. A cotação de janeiro/25 também fechou em baixa de 0,78%, a $ 1022,25 por bushel, enquanto o farelo e o óleo de soja registraram recuos de 0,39% e 1,29%, respectivamente.

O feriado do Dia dos Veteranos de Guerra nos Estados Unidos foi um dos fatores que influenciaram essa queda, já que atrasou a divulgação de relatórios importantes como o Crop Progress e os dados semanais de exportação, programados para a terça-feira. Sem essas informações, o mercado optou pela estratégia de lucro, interrompendo a sequência de ganhos da semana anterior.

A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário de ajuste nos preços, pois os atrasos no plantio da soja no país praticamente desapareceram. Dessa forma, as previsões de uma colheita robusta mantêm-se firmes, tranquilizando o mercado em relação ao fornecimento futuro e impactando a competitividade das exportações brasileiras. Com a volatilidade gerada pela falta de referências do mercado norte-americano e o desempenho esperado da safra brasileira, a CBOT continua a observar o comportamento dos traders que aproveitam para reequilibrar suas posições.





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