quarta-feira, julho 29, 2026

Autor: Redação

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China e Brasil preparam acordos no agro em visita de Xi Jinping



Os governos do Brasil e da China irão anunciar uma série de atos bilaterais e memorandos de entendimento nas áreas de agricultura, comércio, investimentos, infraestrutura, indústria, finanças e ciência e tecnologia na próxima semana.

Os acordos serão divulgados durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil, no dia 20, quando ele será recebido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.

“Há sinergias entre as políticas de desenvolvimento e programas de investimentos de Brasil e China com foco em finanças, infraestrutura, desenvolvimentos de cadeias produtivas, transformação ecológica e tecnologia que poderiam beneficiar os programas Novo PAC, Nova Indústria Brasil, plano de transição ecológica e rotas de integração sul-americana”, disse o secretário de Ásia e Pacífico do Ministério de Relações Exteriores, Eduardo Paes Saboia, em conversa com a imprensa sobre a visita de Estado.

Sobre a adesão ou não do Brasil à iniciativa chinesa conhecida como “Nova Rota da Seda”, o embaixador não entrou em detalhes. Apesar de dizer que o assunto não seria um “tabu” e que a declaração conjunta entre o Brasil e a China aprovada no ano passado trata de “aprofundar sinergias”, Saboia afirmou que não daria “spoilers” em torno do tema. “O foco é sinergia, é somar, é energizar para criar resultados que beneficiem os nossos países”, disse.

Investimentos da China

Segundo o embaixador, para a visita de Xi Jinping, estão em negociação protocolos para a exportação de mais produtos agrícolas brasileiros à China. Outro pilar são os investimentos.

Saboia afirmou que o governo brasileiro tem a intenção de ver uma presença “ainda mais robusta” de investimentos chineses aqui, em particular em infraestrutura e na capacidade produtiva industrial. “A visita apresentará iniciativas governamentais para incrementar os contatos nessas áreas. Dos 93 projetos industriais chineses no Brasil, tiveram destaque sobretudo a indústria automotiva, eletroeletrônica e de máquinas e equipamentos”, comentou o secretário.

Na área de finanças, Saboia destacou que, desde a visita de Lula à China em 2023, tem havido esforço por uma maior aproximação no segmento. De acordo com ele, estão em desenvolvimento iniciativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Ministério da Fazenda e da B3 com linhas de financiamento, cofinanciamento de projetos e a possibilidade de negociação de fundos brasileiros em bolsas chinesas e vice-versa.

No pilar de ciência, tecnologia e inovação, o embaixador afirmou que a operação bilateral tem avançado para pesquisas em novas áreas como fontes de energia limpa, nanotecnologia, tecnologias da informação e comunicação. “E o MCTI tem desenvolvido iniciativas com as contrapartes chinesas para estabelecimento de cooperação na indústria fotovoltaica, tecnologia nuclear, inteligência artificial e mecanização e inteligência da agricultura familiar”, afirmou.

O embaixador ainda classificou a visita do líder chinês como o “ponto alto” da comemoração do meio século de relações diplomáticas. “Brasil e China são atores fundamentais para o processo de reforma da governança global. Além da relação política, existe uma relação comercial de primeira ordem. A visita servirá para reiterar o esforço do Brasil em continuar e ampliar os números do comércio bilateral e diversificar a pauta comercial com produtos brasileiros com maior valor agregado”, disse.

Ele também foi questionado sobre como a eleição de Donald Trump para um novo mandato a partir do próximo ano nos Estados Unidos poderia influenciar a relação entre Brasil e China. Saboia respondeu, por sua vez, que a conexão entre os países já atravessou “vários” governos norte-americanos, em diversas situações internacionais, e nesse período “só se fortaleceu”. “Nós temos excelentes relações com os Estados Unidos, e é um forte desejo do Brasil manter relações boas e densas com os Estados Unidos e com a China”, se restringiu a responder.



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AgroNewsPolítica & Agro

Países questionam subsídios da Índia ao trigo e arroz na OMC



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios
Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios – Foto: Divulgação

Estados Unidos, Argentina, Austrália, Canadá e Ucrânia apresentaram uma contranotificação à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os subsídios da Índia para trigo e arroz. A medida, liderada pelos EUA, aponta a falta de transparência do governo indiano sobre o real nível de apoio dado a esses produtos.

Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios a 10% do valor total da produção agrícola. No entanto, a contranotificação, que cobre os anos de comercialização de 2021-22 e 2022-23, alega, com base nos dados do próprio governo indiano, que o país excedeu esse limite. Programas de apoio ao trigo incentivam a superprodução, desencorajando o cultivo de outras culturas e resultando em grandes estoques públicos. Eventualmente, o governo indiano libera esse excesso no mercado internacional, causando distorções e prejudicando agricultores de países exportadores.

Vince Peterson, presidente da US Wheat Associates, elogiou o trabalho dos EUA e dos outros países em evidenciar essa distorção comercial. Segundo ele, o governo indiano continua fora de conformidade e sua insistência nos níveis altos de subsídios impede avanços nas negociações agrícolas da OMC.

Os agricultores dos Estados Unidos entendem a importância de apoiar os produtores quando necessário. No entanto, a abordagem da Índia está incorreta, e é fundamental que eles honrem seus compromissos”, ressaltou.

Esta é a terceira contra-notificação dos EUA contra os subsídios indianos. A primeira foi em 2018 e a segunda, em 2023, teve apoio de Austrália, Canadá, Paraguai, Tailândia e Ucrânia. Segundo Bobby Hanks, da USA Rice, a pressão de outros países pode levar a um possível processo de resolução de disputas contra a Índia na OMC.

 





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Fundo JBS pela Amazônia destaca crédito a pequenos produtores para recuperação de pastagens



Durante a COP29, em Baku, Azerbaijão, a diretora-executiva do Fundo JBS pela Amazônia, Andrea Azevedo, ressaltou a importância do fortalecimento de compromissos com pequenos produtores para promover a sustentabilidade na Amazônia.

Em painel realizado no Hub Amazônia, ela destacou iniciativas voltadas à recuperação de pastagens e suporte técnico, essenciais para manter a atividade produtiva e preservação ambiental na região.

No evento, intitulado “Recuperação de Pastagens na Amazônia: Mitigação e Adaptação em Sistemas Alimentares”, organizado pelo Consórcio da Amazônia Legal e pela TNC Brasil, especialistas discutiram soluções para restaurar áreas degradadas, visando reforçar o equilíbrio climático, a biodiversidade e a segurança alimentar na Amazônia.

Azevedo apresentou o Programa Escritórios Verdes, que oferece assistência técnica e apoio para a regularização ambiental de pequenos produtores. “Hoje, mais de 13 mil produtores foram atendidos, e estamos avançando com os Escritórios Verdes 2.0, que inclui gestão de propriedades para cerca de 800 produtores”, afirmou.

A executiva destacou também a importância de parcerias público-privadas para viabilizar a assistência técnica e o financiamento rural. “Estamos explorando um fundo público-privado de assistência técnica, pois depender apenas do Estado para atender todos os produtores não é viável. Parcerias são essenciais para reinvestir em programas que aumentem a produtividade e promovam a sustentabilidade”, disse Azevedo.

A rastreabilidade foi apontada como uma vantagem competitiva para atrair compradores que buscam produtos de origem sustentável, embora represente desafios. “Rastrear toda a cadeia seria uma vantagem competitiva para todas as indústrias, mas sabemos que não é tão simples quanto parece. Esse tipo de parceria é crucial”, afirmou, ressaltando o impacto positivo para o mercado.

Outro ponto de destaque foi a necessidade urgente de direcionar crédito agrícola para recuperação de áreas degradadas. Azevedo observou que 50% das pastagens em pequenas propriedades apresentam algum nível de degradação, totalizando 11 milhões de hectares. “A recuperação de pastagens no país é uma oportunidade única”, comentou a executiva, enfatizando o potencial de fundos como o Fundo Amazônia para apoiar a adoção de tecnologias de baixo carbono pelos pequenos produtores.

Com moderação de José Otávio Passos, diretor da TNC Brasil na Amazônia, o painel contou com a participação de Hongyu Guo, do Greenovation Hub e do Institute of Finance and Sustainability (IFS), e de Fernando Sampaio, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

O Hub Amazônia seguirá com debates sobre desenvolvimento econômico e conservação até o fim da COP29, em 22 de novembro, trazendo perspectivas dos estados amazônicos para as discussões globais de sustentabilidade.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Vice-chair do Fed diz que corte de juros tem como objetivo manter o mercado…


Logotipo Reuters

(Reuters) – O vice-chair do Federal Reserve, Philip Jefferson, disse na terça-feira que o corte de 50 pontos básicos na taxa de juros pelo banco central dos Estados Unidos no mês passado teve como objetivo manter o mercado de trabalho forte, mesmo que a inflação continue a diminuir.

“O Fomc ganhou mais confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção à nossa meta de 2%”, disse Jefferson, referindo-se ao Comitê Federal de Mercado Aberto, do qual ele é membro.

“Para manter a força do mercado de trabalho, meus pares do Fomc e eu recalibramos nossa postura de política monetária no mês passado.”

O corte de 50 pontos-base nos juros na reunião de 17 e 18 de setembro do Fed foi maior do que muitos analistas esperavam. Em comentários preparados para evento do Davidson College, na Carolina do Norte, Jefferson explicou o raciocínio por trás da decisão praticamente nos mesmos termos em que o chair do Fed, Jerome Powell, o fez – como uma tentativa de manter a economia saudável, sem deixar de combater a inflação.

“A atividade econômica continua a crescer em um ritmo sólido. A inflação diminuiu substancialmente. O mercado de trabalho esfriou em relação ao seu estado anteriormente superaquecido”, disse Jefferson.

A inflação segundo a medida visada pelo Fed, a variação anual do índice PCE, foi de 2,2% em agosto, “muito mais próxima” da meta de 2% do Fed do que há dois anos, quando era de 6,5%, disse Jefferson.

“Espero que continuemos a progredir em direção a essa meta.”

Enquanto isso, o desemprego está em 4,1%, um aumento “limitado” em relação aos 3,8% de um ano atrás, disse Jefferson. No entanto, o crescimento do emprego diminuiu. “O esfriamento do mercado de trabalho é perceptível”, disse ele.

Em uma linguagem que ecoou o comunicado pós-reunião do Fed no mês passado, Jefferson disse que observará os dados, as perspectivas e o equilíbrio dos riscos ao considerar novos cortes nos juros.

“Minha abordagem para a formulação da política monetária é tomar decisões reunião a reunião”, disse Jefferson. “À medida que a economia evolui, continuarei a atualizar meu pensamento para melhor promover o emprego máximo e a estabilidade de preços.”

(Reportagem de Ann Saphir)





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Confira como ficaram os preços da saca de soja no Brasil e em Chicago



Com poucos negócios realizados no mercado interno, os preços da soja no Brasil apresentaram valores nominais nesta quarta-feira (13), com uma leve queda nas cotações, seguindo o movimento negativo observado na Bolsa de Chicago. A baixa oferta de soja no país tem mantido as negociações limitadas, com os produtores esperando melhores preços no futuro.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): R$ 134,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 144,00 para R$ 143,50 a saca
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 a saca
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 145,00 para R$ 144,50 a saca
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,00 a saca
  • Dourados (MS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00 a saca
  • Rio Verde (GO): R$ 138,00

Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quarta-feira, refletindo a pressão da entrada da safra norte-americana no mercado.

Além disso, o fortalecimento do dólar no exterior impactou negativamente as exportações americanas, tornando o produto mais caro para compradores estrangeiros. A expectativa de inflação em alta nos Estados Unidos também contribuiu para o recuo das cotações.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja com vencimento em janeiro de 2025 fecharam a US$ 10,07 3/4 por bushel, com uma queda de 2,75 centavos ou 0,27%. Já os contratos com vencimento em março de 2025 fecharam a US$ 10,18 1/2 por bushel, com uma queda de 4,00 centavos ou 0,39%.

Nos subprodutos, a queda também foi observada, com o farelo de soja (dezembro de 2024) sendo cotado a US$ 291,60 por tonelada, com uma redução de US$ 1,30 ou 0,44%, enquanto o óleo de soja (dezembro de 2024) fechou a 45,18 centavos de dólar por libra-peso, com uma queda de 1,05 centavo ou 2,27%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, cotado a R$ 5,7926 para venda e R$ 5,7905 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7231 e a máxima de R$ 5,8186.



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Brasil vence prêmio internacional de café pela segunda vez consecutiva



A Fazenda Serra do Boné, em Araponga, na Zona da Mata de Minas Gerais, venceu o Best of the Best, a honraria máxima do Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy.

A propriedade, de Matheus Lopes Sanglard, se destacou com um grão de café produzido com a chamada técnica do despolpado, que maximiza a quantidade de açúcares e aromas na bebida.

Essa é o segundo ano consecutivo que o Brasil vence o concurso, batizado em memória ao filho do fundador da illycaffè.

Países concorrentes

O prêmio foi atribuído por um júri internacional independente de nove especialistas que escolheram o melhor entre os vencedores das nove origens únicas que compõem o blend exclusivo da illy: Brasil, Costa Rica, El Salvador, Etiópia, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua e Ruanda.

O SMS Cluster Ecom, da Nicarágua, por outro lado, ganhou o prêmio Coffee Lovers’ Choice, votado pelos consumidores que, nas semanas que antecederam o evento, provaram às cegas as mesmas amostras de cafés illy em todo o mundo.

“Pelo segundo ano consecutivo, uma fazenda brasileira que adota práticas regenerativas nos deu o melhor café no mundo. Na Fazenda Serra do Boné, a saúde do solo, a biodiversidade e as fontes de água são preservadas graças ao uso de fertilizantes orgânicos, ao controle biológico e à reutilização de subprodutos do processamento”, desta o presidente da illycaffè, Andrea Illy.

De acordo com ele, a vitória brasileira é mais um sinal que confirma como a agricultura regenerativa é o caminho certo para uma produção mais resiliente, capaz de garantir produtividade e qualidade superior.

Descrição do juri sobre o café

O júri descreveu o café premiado da Fazenda Serra do Boné como cremoso, doce e encorpado, com um equilíbrio elegante de aromas de frutas frescas, tons de caramelo, notas sutis de açúcar mascavo e um final persistente de chocolate com notas florais de jasmim. “Um café maravilhosamente complexo que personifica perfeitamente sua origem brasileira”.

O corpo de jurados foi composto de chefs de cozinha, provadores profissionais e jornalistas especializados.

Além do reconhecimento, o Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy promove discussões globais sobre a sustentabilidade do café.



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Soja registra poucos negócios e leve queda nos preços



Com poucos negócios realizados no mercado interno, os preços da soja no Brasil apresentaram valores nominais nesta quarta-feira (13), com uma leve queda nas cotações, seguindo o movimento negativo observado na Bolsa de Chicago. A baixa oferta de soja no país tem mantido as negociações limitadas, com os produtores esperando melhores preços no futuro.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Preços no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): R$ 134,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 144,00 para R$ 143,50 a saca
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 a saca
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 145,00 para R$ 144,50 a saca
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,00 a saca
  • Dourados (MS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00 a saca
  • Rio Verde (GO): R$ 138,00

Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quarta-feira, refletindo a pressão da entrada da safra norte-americana no mercado.

Além disso, o fortalecimento do dólar no exterior impactou negativamente as exportações americanas, tornando o produto mais caro para compradores estrangeiros. A expectativa de inflação em alta nos Estados Unidos também contribuiu para o recuo das cotações.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja com vencimento em janeiro de 2025 fecharam a US$ 10,07 3/4 por bushel, com uma queda de 2,75 centavos ou 0,27%. Já os contratos com vencimento em março de 2025 fecharam a US$ 10,18 1/2 por bushel, com uma queda de 4,00 centavos ou 0,39%.

Nos subprodutos, a queda também foi observada, com o farelo de soja (dezembro de 2024) sendo cotado a US$ 291,60 por tonelada, com uma redução de US$ 1,30 ou 0,44%, enquanto o óleo de soja (dezembro de 2024) fechou a 45,18 centavos de dólar por libra-peso, com uma queda de 1,05 centavo ou 2,27%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, cotado a R$ 5,7926 para venda e R$ 5,7905 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7231 e a máxima de R$ 5,8186.



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Próximo seguro agrícola será muito maior, diz Apex Brasil



A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) participa da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024 (COP29) em Baku, no Azerbaijão.

A intenção é fortalecer os produtos brasileiros no exterior, com especial foco no agronegócio. Desde o início de 2023, o Ministério da Agricultura e Pecuária realizou 274 aberturas de mercado em 61 países.

“Os produtos brasileiros são esperança de segurança alimentar para muitos países do mundo”, diz o presidente da Apex, Jorge Viana.

No entanto, ele destaca que o combate às mudanças climáticas é fundamental para a continuidade do agronegócio nacional, bem como de diversas outras atividades. “Vamos ter que mexer no seguro agrícola, por exemplo, porque o próximo Plano Safra precisará ter um seguru agrícola muito maior. Já estamos vivendo as consequências das mudanças climáticas”.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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Soja: pressão de oferta e dólar forte derrubam Chicago



Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram esta quarta-feira (13) em baixa, impactados por uma combinação de fatores econômicos que pressionaram o mercado da oleaginosa. A entrada da nova safra norte-americana, o fortalecimento do dólar frente a outras moedas e as expectativas de inflação crescente nos Estados Unidos influenciaram negativamente os preços.

Além do impacto da colheita nos Estados Unidos, que aumenta a oferta disponível no mercado, o dólar forte tem dificultado a competitividade da soja americana no mercado internacional. O fortalecimento da moeda estadunidense torna o produto mais caro para compradores estrangeiros, o que limita as exportações e pressiona os preços para baixo.

As especulações sobre a inflação nos EUA também têm gerado incertezas no mercado, com a expectativa de que os preços possam continuar elevados, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a revisar sua política de juros, impactando o apetite por risco e a demanda por commodities.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos, que apresentou resultados em linha com as expectativas, não foi suficiente para desviar a atenção do mercado para os efeitos potenciais de um possível endurecimento da política monetária.

As medidas protecionistas previstas pelo presidente eleito Donald Trump, com foco no setor industrial, podem alterar a estratégia do Federal Reserve (Fed) em 2025, adiando ou até revertendo o ciclo de cortes de juros, caso a inflação nos EUA não desacelere. Além disso, a nomeação do ex-congressista Lee Zeldin para comandar a Agência de Proteção Ambiental (EPA) pode trazer desafios ao setor de biocombustíveis, um dos principais demandantes do farelo de soja.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com recuo de 2,75 centavos, ou 0,27%, cotados a US$ 10,07 3/4 por bushel. A posição de março de 2025 também apresentou queda, de 4,00 centavos, ou 0,39%, fechando a US$ 10,18 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo de soja também sofreu perdas, com a posição de dezembro recuando US$ 1,30, ou 0,44%, para US$ 291,60 por tonelada. O óleo de soja, por sua vez, registrou uma queda de 1,05 centavo, ou 2,27%, com contratos para dezembro fechando a 45,18 centavos por libra-peso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de açúcar inicia semana em queda


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar abriram a semana em queda nas bolsas internacionais, com investidores aguardando o balanço da safra da segunda quinzena de outubro. A União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica) divulgará os dados ao final da manhã desta terça-feira, o que deve trazer mais clareza ao mercado sobre os impactos recentes no setor.

A estimativa da S&P Global Commodity Insights sugere uma possível queda de 28,3% na produção de açúcar durante o período, devido às chuvas intensas na região Centro-Sul do Brasil, responsável por mais de 90% da produção nacional.

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Segundo a UDOP, na ICE Futures, de Nova York, o contrato de açúcar bruto para março de 2025 encerrou o dia a 21,36 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 2,1% ou 46 pontos em relação ao fechamento anterior. O contrato para maio de 2025 recuou 44 pontos, cotado a 19,95 cts/lb, com demais contratos oscilando entre 21 e 42 pontos negativos. Já na ICE Futures Europe, de Londres, o açúcar branco também registrou queda em todos os contratos, com o lote de dezembro de 2024 cotado a US$ 551,80 por tonelada, recuo de 4,80 dólares (0,9%) frente aos valores de sexta-feira. O contrato para março de 2025 caiu 7,90 dólares, fechando a US$ 561,30.

Por outro lado, o mercado interno apresentou leve alta. O Indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal registrou uma valorização de 0,18% na segunda-feira (11), com a saca de 50 quilos negociada a R$ 166,76, acumulando alta de 1,81% em novembro, conforme divulgou a Udop.





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