segunda-feira, julho 27, 2026

Autor: Redação

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Queda generalizada no preço da soja


Os preços da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciaram a semana em queda, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 143,00 para entrega em novembro, e pagamento 29/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,50 Cruz Alta – Pagamento em 29/11. R$ 135,50 Passo Fundo – Pagamento em 29/11. R$ 135,00 Ijuí – Pagamento em 29/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 29/11. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou preços com queda média de R$ 3 a R$ 4 no porto de São Francisco. “Os preços apresentados para a soja no porto de São Francisco 2025, R$ 132,00 fev – pagamento 28/03, R$ 132,50 mar- pagamento 30/04, R$ 133,50 abr – pagamento 30/05, R$ 136,50 mai – pagamento 30/06, R$ 138,00 jun – pagamento 30/07. O preço no porto foi de R$ 143,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no começo da semana no estado do Paraná. “No porto, em Paranaguá, a saca CIF, com entrega em novembro e pagamento em dezembro, chegou a R$ 150, e produtor vendeu pequenos lotes. No interior, nos Campos Gerais, o preço da soja caiu no spot, o que inibiu acordos. Em Guarapuava, a saca de soja no FOB recuou R$ 2 para R$ 138, enquanto em Paranaguá a cotação cedeu R$ 1,50 para R$ 144,50, no CIF. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 134,00”, indica.

Enquanto isso, o mercado está parado no estado. “Segundo a Conab, o plantio no estado está em 85% da área pretendida, ante 79% da semana anterior e 80% do ano anterior. A Companhia ainda indicou que “em MS, as precipitações favoreceram a recomposição da umidade no solo, promovendo o desenvolvimento.” O Mato Grasso do Sul, junto com o Paraná é o terceiro estado mais adiantado no plantio de acordo com os dados da Conab. Em Dourados, comprador indicava R$ 137 por saca FOB, sem acordos”, informa.

No Mato Grosso do Sul, o plantio foi finalizado. “Em Rondonópolis, a saca FOB, com embarque em novembro, pagamento em dezembro, fechou cotada em R$ 135, sem registro de negócios. Em Dourados, comprador indicava R$ 144 por saca FOB, sem acordos. Campo Verde: R$ 142,50, Lucas do Rio Verde: R$ 142,50. Nova Mutum: R$ 142,50. Primavera do Leste: R$ 141,50. Rondonópolis: R$ 141,50. Sorriso: R$ 143,00”, conclui.

 





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Milho em queda na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o dólar e os números de exportação pressionaram e os contratos de milho fecham a segunda-feira em recuo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A volta do feriado marcou um dia de negócios lentos nas praças físicas em todo o país, e diante da pressão do dólar, que alcançou uma máxima de R$ 58,00, mas fechou em retração a R$ 5,736 (-0,74%); viu-se um recuo de até 1,07% nos contratos de milho”, comenta.

“Também exerceu pressão os números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior: segundo o órgão, o Brasil exportou, até a segunda semana do mês, 2,75 milhões de toneladas de milho, ou seja, apenas 37,1% do total exportado no mesmo período do ano passado, quando se embarcou mais de 7,4 milhões de toneladas”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 74,59 apresentando alta de R$ 0,41 no dia, alta de R$ 0,15 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,80, baixa de R$ 0,81 no dia, baixa de R$ 3,79 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,61, baixa de R$ 0,31 no dia e baixa de R$ 2,64 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com compras de oportunidade pelos fundos. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,24 % ou $ 5,25 cents/bushel a $ 429,25. A cotação para março25, fechou em alta de 1,03 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 439,75”, informa.

“As cotações seguiram a mesma lógica de sexta-feira, subindo em sintonia com os demais grãos por recompra de posições vendidas pelos Fundos de Investimentos, que aproveitam os preços mais baixos”, conclui.

 





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Mercado do milho segue lento


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, pontualmente, o norte fez compra por necessidade, mas o ritmo permanece lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas.Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná a ferrovia continua indicando bons preços, mas o produtor recua. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste aR$58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas apartir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui

 





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Compradores de milho focados em dezembro



Na Argentina, a cautela predominou



Na Argentina, a cautela predominou
Na Argentina, a cautela predominou – Foto: Nadia Borges

O mercado de milho no Brasil segue com compradores focados em cotações para dezembro, enquanto vendedores ajustam suas pedidas. Segundo a TF Agroeconômica, os prêmios em Paranaguá apresentaram os seguintes números: para novembro, o prêmio de venda ficou em 108 (sV), com compra indicada como “Z” e base Z4; para dezembro, o prêmio foi de 110 (-31), com compra registrada em “sC (127)” também na base Z4. Não houve registros de prêmios para os meses de janeiro, fevereiro, julho e agosto, mantendo o foco nas negociações para o final do ano.  

Na China, o mercado de milho fechou em alta, com acréscimos de 22 CNY/t para contratos de janeiro e 18 CNY/t para março. O amido de milho também subiu 18 CNY/t e 16 CNY/t para os mesmos períodos, respectivamente. No entanto, os ovos apresentaram quedas de 16 CNY/500kg em novembro e 41 CNY/500kg em dezembro. Já as cotações de suínos tiveram uma dinâmica mista, com baixa de 475 CNY/t para novembro, mas alta de 50 CNY/t para janeiro.  

Na Argentina, a cautela predominou, mesmo com a recuperação observada na Bolsa de Chicago. Ofertas de compra para mercadorias contratuais mantiveram-se entre estáveis e baixistas, com preços em torno de A$ 180 mil/t e fixações próximas de A$ 175 mil/t. O preço MATBA para abril oscilou para US$ 186,20, abaixo dos US$ 186,60 do dia anterior, enquanto Chicago registrou US$ 164,96.  

Os movimentos refletem o impacto de diversos fatores locais e internacionais, incluindo ajustes na demanda chinesa, flutuações nos prêmios brasileiros e a reação do mercado argentino frente às incertezas. O cenário destaca a necessidade de monitoramento constante pelos agentes envolvidos na cadeia do milho.

 





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Mercado de trigo segue lento no RS, SC e PR


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul permanece com poucas transações. Os vendedores pedem valores que não fecham a conta para os moinhos, que têm priorizado carregar os volumes negociados anteriormente. As cotações continuam em R$ 1.250,00 no Planalto, R$ 1.220,00 a R$ 1.240,00 na região Celeiro e R$ 1.200,00 nas Missões. Moinhos fora do estado enfrentam barreiras como o ICMS, baixas vendas e problemas de qualidade do trigo gaúcho, como baixo índice de força (W), baixa estabilidade e queda de número de queda (FN).  

Em Santa Catarina, a colheita está avançando, mas as compras de trigo no RS continuam. Os preços pagos aos triticultores variam entre R$ 74,00/saca em Canoinhas e São Miguel do Oeste, R$ 72,00 em Chapecó, e R$ 78,00 em Xanxerê. Os lotes colhidos são oferecidos aos moinhos entre R$ 85 e R$ 90/saca, com preços CIF entre R$ 1.416,95/t e R$ 1.500/t.  

No Paraná, a menor produção obriga o estado a adquirir trigo importado, com cotações para trigo paraguaio em US$ 265 (R$ 1.518) CIF no norte e trigo argentino a R$ 1.500 CIF no oeste. Os preços no moinho giram em torno de R$ 1.450,00, enquanto os vendedores pedem R$ 1.500,00 FOB. A qualidade do trigo gaúcho exige cautela nas compras, e o preço médio do estado, apurado pelo Deral, recuou para R$ 77,12/saca, deixando o lucro médio do produtor em 9,34%.  

Com desafios nos três estados, o mercado de trigo reflete as dificuldades da safra, desde preços pressionados até a qualidade irregular, afetando a dinâmica de vendas e as estratégias de comercialização dos produtores e compradores.

 





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Sistema de rastreio de bovinos e regularização fundiária são destaques na abertura da Feicorte


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou nesta terça-feira (19), em Presidente Prudente, um pacote de medidas estratégicas para o setor pecuário e habitação durante a Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte).

O evento, que retorna após 10 anos, é considerado o maior indoor de gado de corte da América Latina. Entre os destaques estão a implantação do Sistema de Rastreabilidade de Bovinos (Sirbov-SP), a regularização fundiária e a construção de 630 moradias para quilombolas e pequenos produtores.

Sistema de rastreabilidade

Uma das principais inovações apresentadas foi o Sirbov-SP, criado pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura.

O sistema permitirá o monitoramento individual de bovinos e bubalinos, atendendo às crescentes exigências dos mercados internacionais e fortalecendo a competitividade do setor paulista.

“Os pecuaristas poderão monitorar dados como ganho de peso, crescimento e alimentação de cada animal, promovendo uma gestão mais eficiente e sustentável”, destacou o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.

Com mais de 10 milhões de cabeças de gado, São Paulo se posiciona como um dos principais exportadores de carne bovina do mundo.

O sistema também contribuirá para ampliar o acesso a novos mercados, consolidando o estado como referência em sanidade animal e rastreabilidade.

Regularização fundiária

entrega de títulos de regularização fundiária na Feicorte 2024entrega de títulos de regularização fundiária na Feicorte 2024
Foto: Divulgação

Outro anúncio relevante durante a Feicorte foi a entrega de 502 títulos de regularização fundiária, abrangendo 11,4 mil hectares para pequenos, médios e grandes produtores, além de assentamentos e comunidades quilombolas.

Em quase dois anos, a Fundação Itesp já regularizou mais de 110 mil hectares, impactando milhares de famílias em áreas rurais e urbanas.

Além disso, 630 moradias serão construídas por meio de um convênio entre a CDHU e o Itesp, beneficiando quilombolas e pequenos agricultores. A maior parte das unidades será destinada à região de Presidente Prudente, com outras localizações nas regiões de Registro, Ribeirão Preto, Sorocaba e Franca, todas no interior paulista.

Fundo para sanidade animal

Febre aftosa: em SP, campanha de vacinação termina na quarta-feiraFebre aftosa: em SP, campanha de vacinação termina na quarta-feira
Foto: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

O governador também anunciou que enviará à Assembleia Legislativa o projeto para criação do Fundo de Defesa Estadual da Sanidade Animal (Fundesa). O fundo visa indenizar pecuaristas em casos de surtos de febre aftosa, especialmente após a retirada da vacinação em 2024, quando o estado foi reconhecido como livre da doença sem vacinação.

Com uma contribuição ajustada por cabeça de gado, o Fundesa promete oferecer segurança aos produtores, garantindo um custo-benefício vantajoso. Segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), São Paulo conta com 3 milhões de cabeças destinadas ao abate, destacando-se como um player global no mercado de carne bovina.

“Hoje, garantimos não apenas segurança alimentar, mas também oportunidades de emprego e novos mercados para a pecuária paulista”, afirmou o governador.



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Avicultura gaúcha retoma mercados após superação de caso isolado de Newcastle



Produção avícola do Rio Grande do Sul está entre as três maiores do Brasil




Foto: Divulgação

Após o encerramento oficial do caso isolado de Newcastle registrado em julho deste ano no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, e a comunicação das autoridades sanitárias brasileiras à Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), alguns países suspenderam as restrições aos produtos avícolas gaúchos. Entre os mercados que retomaram as operações estão Rússia, África do Sul e Peru, fortalecendo o comércio internacional do setor.

De acordo com informações divulgadas pela Organização Avícola do RS (Asgav/Sipargs), a rápida solução do caso foi resultado do empenho conjunto de autoridades federais, estaduais e do setor privado. “Toda a dedicação dos envolvidos e a interação entre setor produtivo e autoridades de defesa sanitária e inspeção foram determinantes para a erradicação da doença e para demonstrar ao mundo a eficácia do nosso sistema”, afirmou José Eduardo dos Santos, presidente executivo da entidade.

A produção avícola do Rio Grande do Sul está entre as três maiores do Brasil e mantém uma longa trajetória de exportações para diversos mercados internacionais, consolidando a credibilidade da sua cadeia produtiva. Segundo a Asgav, a atuação conjunta com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi essencial para atender às exigências sanitárias e garantir o controle do caso.

O uso de protocolos rigorosos, ferramentas tecnológicas e o mapeamento preciso da área afetada permitiram ações rápidas e eficazes por parte dos órgãos oficiais. Agora, com a retirada dos embargos de alguns países, o setor avícola gaúcho aguarda o fim das restrições ainda mantidas por mercados como China, México e Chile.

 





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Estudo lista 5 recomendações internacionais para o Brasil reduzir emissões



Estudo compilado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços (MDIC) mapeia experiências internacionais para ajudar o Brasil a reduzir emissões de gases de efeito estufa.

O levantamento analisou estratégias da União Europeia, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, destacando as seguintes recomentações:

  1. Fortalecer a política nacional de descarbonização com metas claras e regulação eficiente;
  2. Criar incentivos fiscais e econômicos para tecnologias de baixo carbono;
  3. Investir em pesquisa, inovação e capacitação industrial;
  4. Promover a cooperação internacional para transferência de tecnologias limpas; e
  5. Estabelecer linhas de financiamento específicas para condições favoráveis para transição sustentável

Com esses exemplos, espera-se que o país consiga mitigar a sua pegada de carbono em atividades essenciais, como a indústria. Neste setor, 42% dos países da América Latina têm metas, com destaque para as áreas de cimento e aço.

O Brasil, por sua vez, tem a meta de reduzir entre 59% e 67% as suas emissões até 2035 em relação a 2005.

Segundo o sócio-diretor da EOS Consultoria William Wills, presente na Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas de 2024 (COP29), para alcançar a meta brasileira será necessário superar barreiras comerciais e consolidar um mercado de carbono eficiente.

“A descarbonização vai além de estabelecer metas, é preciso criar as políticas, criar o ambiente propício para que as inovações e os investimentos ocorram. O Brasil possui oportunidade e capacidade de liderar, de puxar esse desenvolvimento industrial sustentável de baixo carbono dada a sua matriz energética limpa”.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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Preços do boi gordo continuam em alta, mas dão sinais de estabilidade



O mercado físico do boi gordo voltou a negócios acima da referência média em vários estados. Para a consultoria Safras & Mercado, a expectativa é de continuidade do movimento de alta.

“No entanto, o que se percebe é que a alta dos preços tem se tornado menos explosiva, em especial na Região Norte do Brasil. Os frigoríficos na maior parte do país ainda convivem com escalas de abate encurtadas, posicionadas entre quatro e seis dias úteis a depender da praça”, avalia o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, as exportações ainda são expressivas na atual temporada, o que também tem justificado as valorizações da arroba.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 347
  • Goiás: R$ 342,14
  • Minas Gerais: R$ 333,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,05
  • Mato Grosso: R$ 330,20

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer desta terça-feira, e o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo.

“Novembro possui uma característica diferente, com a entrada do décimo terceiro salário mantendo o consumo aquecido em todo o mês. O grande limitador para continuidade deste movimento está justamente no poder de compra da população brasileira, que tende a optar por proteínas mais acessíveis que causem menor impacto na renda familiar”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 26,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,7666 para venda e a R$ 5,7646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7472 e a máxima de R$ 5,7962.



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São Paulo criará fundo de defesa estadual de sanidade animal, diz governador



Ao participar da abertura oficial da Feicorte 2024, em Presidente Prudente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou que o estado é o maior exportador do agronegócio brasileiro.

De acordo com ele, atrás da cana, o setor carnes ocupa o segundo lugar nos embarques, tendo grande importância para a economia.

Assim, Freitas disse que a partir do status de livre de febre aftosa sem vacinação, São Paulo agora estabelecerá um projeto de lei que cria um fundo de defesa estadual de sanidade animal.

O governador diz que a ideia é criar um fundo compensatório que vai ajudar o produtor quando ele tiver algum problema sanitário. “A segurança jurídica para isso virá do diálogo entre o setor público e o setor produtivo”, informa.

Freitas elencou ainda a importância da regularização fundiária empreendida pelo estado, com a concessão de inúmeros títulos de terras aos produtores, para o crescimento do agronegócio brasileiro.



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