segunda-feira, julho 27, 2026

Autor: Redação

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Ministério da Agricultura confirma abertura de 4 mercados da China para produtos brasileiros



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta quarta-feira (20) que a China abriu quatro mercados para produtos da agropecuária brasileira entre os acordos firmados mais cedo pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping. Já havia sido antecipada na terça-feira (19) a abertura para importação de sorgo, gergelim e uva fresca do Brasil e nesta manhã houve a conformação da abertura de quatro mercados, incluindo a farinha de peixe, utilizada para ração animal. Desde 2023, o Brasil já conquistou 281 mercados agropecuários.

De acordo com o Mapa, os quatro protocolos firmados com a Administração Geral de Aduana da China (GACC) estabelecem os requisitos fitossanitários e sanitários para a exportação dos produtos e a pauta diversificada vai beneficiar produtores de diferentes regiões do Brasil, já que uvas frescas, gergelim, sorgo e farinha de peixe, óleo de peixe e outras proteínas e gorduras derivadas de pescado para alimentação animal poderão ser comercializados na China.

O ministro Carlos Fávaro, que participou da cerimônia, destacou a boa relação diplomática entre os dois países. “O Brasil já se mostrou um país confiável na posição de maior fornecedor de alimentos e energia renovável e podemos continuar ampliando cada vez mais as parcerias, pois temos gente vocacionada, tecnologia e condições de intensificar nossa produção com sustentabilidade”, destacou.

A estimativa da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa é de que, considerando a demanda chinesa por produtos e a participação do Brasil nesses mercados, o potencial comercial é de cerca de US$ 450 milhões por ano. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, pondera que, se levar em conta outras variantes de mercado, esse potencial comercial ultrapassa os US$ 500 milhões anuais.

Ainda segundo Rua, só os quatro produtos fruto do acordo firmado nesta quarta-feira, 20, representam US$ 7 bilhões em importações para a China. O País é o maior importador de gergelim do mundo e o Brasil ocupa a sétima posição nas exportações desse produto.

A China também é o maior importador de farinha de pescado do mundo. Para este produto e para o sorgo, o Brasil ainda pode ampliar sua participação nas exportações. No caso das uvas frescas, a China é um grande consumidor de uvas premium e importou mais de US$ 480 milhões deste produto no ano passado.

De acordo com o Mapa, as uvas frescas de mesa devem ser exportadas, majoritariamente, dos Estados de Pernambuco e da Bahia. “Pomares, casas de embalagem e instalações de tratamento a frio devem cumprir boas práticas agrícolas e ser registrados no Mapa”, diz a Pasta.

Para as empresas exportadoras de farinha de peixe, óleo de peixe e outras proteínas e gorduras derivadas de pescado para alimentação animal é preciso implementar o sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) ou sistema de gerenciamento com base nos princípios da APPCC, ter sistema para garantir o recall e a rastreabilidade dos produtos, com aprovação do lado brasileiro e registro pelo lado chinês, que terá validade de 5 anos.

As matérias-primas devem ser provenientes de pescado (exceto mamíferos marinhos) capturados na zona marítima doméstica ou em mar aberto e da criação de pescado em cativeiro, ou de subprodutos de pescado provenientes de estabelecimentos que manuseiam pescado para consumo humano.



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Brasil e China assinam 37 acordos bilaterais, com destaque para o agro



Em meio à visita de Estado do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil, nesta quarta-feira (20), os governos dos dois países assinaram 37 novos acordos bilaterais.

Entre os acordos estão as aberturas de mercado do país asiático para as compras brasileiras de sorgo, gergelim, uvas frescas e farinha de peixe, coproduto utilizado na fabricação de ração animal.

O líder chinês foi recebido com honras militares pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja da Silva, no Palácio da Alvorada, residência oficial. Eles se reuniram a portas fechadas com a participação de diversos ministros de cada lado.

Segundo a Presidência da República, os atos assinados abrangem, além da agricultura, as áreas de comércio, investimentos, infraestrutura, indústria, energia, mineração, finanças, ciência e tecnologia, comunicações, desenvolvimentos sustentável, turismo, esportes, saúde, educação e cultura.

Maior parceira comercial

Em discurso, Lula ressaltou que, apesar de distantes na geografia, há meio século China e Brasil cultivam uma amizade estratégica, baseada em interesses compartilhados e visões de mundo próximas.

“A China é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009. Em 2023, o comércio bilateral atingiu recorde histórico de US$ 157 bilhões. O superávit com a China é responsável por mais da metade do saldo comercial global brasileiro”, destacou o presidente.

De acordo com o seu discurso, a China também figura como uma das principais origens de investimentos no Brasil.

“Empresas chinesas vêm participando de licitações de projetos de infraestrutura e têm sido parceiras em empreendimentos como a construção de usinas hidrelétricas e ferrovias. Isso representa emprego, renda e sustentabilidade para o Brasil. Indústrias brasileiras também estão ampliando sua presença na China, como a WEG, a Suzano e a Randon. Ao mesmo tempo, o agronegócio continua a garantir a segurança alimentar chinesa. O Brasil é, desde 2017, o maior fornecedor de alimentos para a China”, acrescentou o presidente.

Aprofundamento de cooperações

A agenda de Xi Jinping em Brasília ocorre na sequência da participação dele na Cúpula de Líderes do G20, realizada no Rio de Janeiro e que foi encerrada na última terça-feira (19).

“Vamos aprofundar a cooperação em áreas prioritárias como economia, comércio, finanças, ciência e tecnologia, infraestrutura e proteção ambiental. E reforçar a cooperação em áreas emergentes como transição energética, economia digital, inteligência artificial e mineração verde”, afirmou o presidente chinês, também em declaração à imprensa.

No fim da tarde, um jantar será servido ao chinês no Palácio Itamaraty, sede da diplomacia brasileira. Xi Jinping deve deixar o Brasil na manhã desta quinta-feira (21). A visita, segundo o governo brasileiro, é uma sequência da visita que Lula fez à China em abril de 2023 e também ocorre em celebração aos 50 anos das relações diplomáticas entre os dois países.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia e EPIs: aliados na segurança



A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas



“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual"
“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual” – Foto: Divulgação

A modernização tecnológica nas últimas décadas trouxe avanços significativos, simplificando processos burocráticos, automatizando atividades e promovendo maior precisão e agilidade no trabalho. Além disso, a digitalização de informações e o uso de sistemas de segurança têm protegido dados de pessoas, empresas e instituições.

Para Rogério Neves, CEO da CPE Tecnologia, esses avanços também impactam a segurança dos profissionais. Ele destaca que funções antes arriscadas estão sendo automatizadas, reduzindo a exposição dos trabalhadores a situações perigosas. Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que, em 2023, houve 500 mil acidentes de trabalho no Brasil, número inferior aos 612,9 mil registrados em 2022, movimento que pode estar relacionado ao uso crescente de tecnologias.

A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas. Recursos modernos permitem análises de terrenos, mapeamentos precisos em 3D e monitoramento remoto, otimizando a eficiência e a segurança das operações. Segundo Neves, ferramentas como essas são essenciais para tomadas de decisão mais assertivas, além de fomentar a modernização de profissões por meio de capacitações.

“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs. Além disso, é importante que sejam promovidos treinamentos constantes para evitar situações de risco. A tecnologia, sem dúvida, tem contribuído muito, mas os cuidados devem permanecer sempre. Com a inteligência artificial, podemos esperar por novidades em breve, não apenas na topografia, mas em variadas atividades econômicas, o que é fundamental para o desenvolvimento de um país”, conclui;

 





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Frente fria deve levar tempestades a dois estados do Sudeste


Nesta quinta-feira (21), uma frente fria se formará no litoral da Região Sudeste, trazendo instabilidade significativa ao Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Além disso, um cavado (sistema que intensifica a variabilidade dos ventos em altos níveis da atmosfera) também atuará e deve transportar a umidade presente na faixa norte do Brasil para a faixa sudeste, potencializando ainda mais as condições para chuvas volumosas.

De acordo com o mapa de acumulados de chuva (imagem abaixo) entre quinta e segunda-feira (25), os volumes variam entre 60 mm e 80 mm na maior parte dos territórios carioca e capixaba.

mapa chuvamapa chuva
Foto: Climatempo

O destaque fica para o sul do Espírito Santo, onde os acumulados podem ultrapassar 150 mm – faixa identificada em vermelho na imagem acima. Este cenário, motivado pela frente fria e pelo cavado, requer atenção especial devido ao risco de alagamentos e deslizamentos.

Chuva na cidade do Rio de Janeiro

A chuva na capital carioca será progressiva ao longo dos próximos dias:

  • Quinta-feira (21): nebulosidade predominante, com breves aberturas de sol e acumulado de 15 mm. A temperatura máxima será de 28°C.
  • Sexta-feira (22): chuva ganha força com alerta para temporais; acumulado esperado de 40 mm. Dia de muita nebulosidade. A temperatura máxima será de 24°C.
  • Sábado (23): as precipitações começam a diminuir, mas ainda serão presentes, com acumulado esperado de 15 mm. O dia seguirá nublado. A temperatura máxima será de 23°C.
  • Domingo (24): O sol volta a aparecer, mas o tempo permanece instável, com previsão de pancadas isoladas de chuva de cerca de 5 mm. A temperatura máxima será de 25°C.

Previsão para Vitória

Em Vitória, o cenário também será de instabilidade, com destaque para volumes expressivos de chuva no sábado:

  • Quinta-feira (21): muita nebulosidade e chuva, com acumulado de 15 mm. A temperatura máxima será de 31°C.
  • Sexta-feira (22): o sol aparece pela manhã, mas a chuva retorna com força na tarde e noite (15 mm). A temperatura máxima será de 28°C.
  • Sábado (23): o dia será crítico, com acumulado previsto de 80 mm. Nebulosidade predominante e chuva constante, sem aberturas de sol. A temperatura máxima será de 25°C.
  • Domingo (24): o sol volta a aparecer, mas o tempo permanece instável, com pancadas isoladas na parte da tarde (2 mm). A temperatura máxima será de 26°C.



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Maior rede de cafeteria da China compra 240 mil toneladas de café brasileiro



O mercado asiático, tradicionalmente dominado pelo chá, vem ganhando gosto pelo café brasileiro. Um acordo histórico assinado nessa terça-feira (19) entre o país e a maior rede de cafeteria chinesa, a Luckin Coffe, prevê o fornecimento de 240 mil toneladas do produto nacional entre 2025 e 2029.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex Brasil) participou do anúncio que deve aumentar as exportações brasileiras do grão.

“O que está acontecendo é uma parceria entre o maior produtor de café do mundo, em uma parceria muito estreita com a China, com um dos países onde mais cresce o consumo de café no mundo”, destaca o diretor de Agricultura e Agronegócio da entidade, Laudemir Müller.

Segundo ele, a parceria vai beneficiar os consumidores chineses, que terão acesso a um café de qualidade, o que também traz mais visibilidade ao produto brasileiro.

“É um importante mercado que o Brasil ajuda não só a ocupar, mas também a formar porque o consumidor chinês está começando a tomar café e, desde o início, estamos juntos nesse processo, posicionando o café brasileiro como o melhor do mundo”.

Esse já é o segundo tratado entre a empresa e o governo brasileiro. Em junho, um investimento de US$ 500 milhões foi feito pela compra de 120 mil toneladas de café até o fim de 2024.



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Pressão e recuperação no mercado de açúcar



A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado



Esses fatores têm pressionado o mercado
Esses fatores têm pressionado o mercado – Foto: Divulgação

De acordo com uma análise da Hedgepoint Global Markets, o mercado de açúcar tem apresentado uma movimentação significativa nos preços, influenciada por fatores macroeconômicos globais. A correção nos preços do açúcar bruto foi impulsionada por um dólar forte e um real enfraquecido, além de chuvas no Centro-Sul do Brasil e volumes de moagem maiores que o esperado, conforme dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). 

Esses fatores têm pressionado o mercado, especialmente com o aumento da produção de açúcar branco na Europa, Tailândia e Índia, que tem enfraquecido a demanda por açúcar bruto, principalmente do Brasil. O aumento da oferta nessas regiões reduziu o prêmio do açúcar branco, impactando negativamente o açúcar bruto.

A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado a competitividade do açúcar brasileiro, que vê sua demanda enfraquecida por conta da maior oferta internacional. No entanto, houve uma leve recuperação nos preços ao final da semana, quando uma entrega reduzida de açúcar branco ajudou a sustentar os preços do açúcar bruto. Na primeira sessão desta semana, os preços do açúcar bruto apresentaram uma leve alta, demonstrando sinais de recuperação após a pressão negativa.

Apesar das flutuações, a análise aponta que as restrições na oferta de açúcar no Brasil, somadas ao cenário macroeconômico global, podem ajudar a sustentar os preços no futuro próximo. O comportamento do mercado continuará a depender da dinâmica entre a oferta e a demanda, com foco nos próximos meses, quando a escassez brasileira pode oferecer suporte ao mercado de açúcar.

 





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Mercado de crédito de carbono pode aumentar ganhos de produtores de cana, diz Orplana


A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), enxerga na aprovação do projeto de lei que regulamenta o mercado de carbono no Brasil, a abertura de oportunidades para os produtores de cana-de-açúcar.

O texto, que é um substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 182/24, foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira e, agora, segue para sanção presidencial.

“Estamos apoiando e acompanhando o tema ativamente, visto que impacta o produtor de cana-de-açúcar e, principalmente, aqueles produtores que são certificados ou que têm a intenção de se certificar, já que pode abrir uma oportunidade de venda de créditos de carbono para outros setores”, sinaliza o CEO da organização, José Guilherme Nogueira.

Mercado de crédito de carbono

Plano Safra BNDES crédito de carbonoPlano Safra BNDES crédito de carbono
Plano Safra. Foto: Governo Federal

A proposta estipula um mercado regulado e um mercado voluntário de títulos representativos de emissão ou remoção de carbono, em que as empresas que mais poluem deverão seguir metas de emissão e podem usar esses títulos para compensá-la.

Este mercado será regulado pelo Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que permitirá a negociação de Cotas Brasileiras de Emissão (CBE) e de certificados de redução ou remoção verificada de emissões (CRVE).

“A Orplana aguarda os desdobramentos e a sanção presidencial para avançar e ver as oportunidades de buscar aumentar a rentabilidade dos produtores de cana-de-açúcar”, conclui Nogueira.



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Previsão de embarque de soja e milho do Brasil é elevada pela Anec



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou nesta terça-feira (19) suas estimativas para os embarques de soja, milho e farelo de soja em novembro, com ajustes para cima nas projeções semanais.

Contudo, apesar das revisões positivas, os volumes totais continuam abaixo dos registrados no mesmo período de 2023.

Para a soja, a previsão de exportação foi elevada para 2,80 milhões de toneladas, um aumento de 10 mil toneladas em relação à projeção da semana anterior, de 2,79 milhões de toneladas.

No entanto, o volume é 39,1% menor do que o exportado em novembro do ano passado, quando as remessas alcançaram 4,60 milhões de toneladas.

Para o farelo de soja, a previsão foi ajustada para 1,98 milhão de toneladas, 10 mil toneladas a mais que o estimado na semana anterior, de 1,97 milhão de toneladas. O volume revisado é levemente superior ao registrado em novembro do ano passado, quando as exportações somaram 1,93 milhão de toneladas.

Exportação de milho

A Anec também elevou a estimativa para o milho, que agora deve atingir 5,57 milhões de toneladas em novembro, ante 5,38 milhões de toneladas previstos na semana passada, o que representa um incremento de 190 mil toneladas.

Ainda assim, o volume segue 20,2% inferior ao exportado em novembro de 2023, quando os embarques somaram 6,99 milhões de toneladas.

Na semana de 17 a 23 de novembro, os portos brasileiros devem embarcar 619,2 mil toneladas de soja, 446,3 mil toneladas de farelo de soja e 1,23 milhão de toneladas de milho, conforme a programação portuária.

No acumulado do ano até outubro, o Brasil exportou 96,35 milhões de toneladas de soja, 34,72 milhões de toneladas de milho e 21,23 milhões de toneladas de farelo de soja.



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Primeiro ciclo de relatórios de emissões de GEE começa



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas
Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas – Foto: Divulgação

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou nesta terça-feira (19) o primeiro ciclo de submissão de inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Sistema de Inventário Nacional de Emissões (SIRENE) Organizacionais. O lançamento ocorreu durante a COP29, em Baku, no Azerbaijão, destacando a plataforma como um instrumento de transparência e visibilidade das iniciativas brasileiras de Mensuração, Relato e Verificação (MRV) das emissões de GEE.

Até 13 de dezembro, organizações de todos os portes e setores poderão submeter seus inventários de forma voluntária, com a expectativa de enriquecer os dados utilizados para a definição de políticas públicas estratégicas. “Esta plataforma é pública, gratuita e uma grande contribuição para o aprofundamento da nossa base de dados”, afirmou Andrea Latgé, secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI.

Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas, como o Programa Brasileiro GHG Protocol ou a ABNT NBR ISO 14064. Além disso, devem cobrir gases como CO2, metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), conforme as diretrizes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). Todos os relatórios precisam ser verificados por uma auditoria independente para garantir a precisão dos dados.

Após a submissão, os inventários passarão por uma verificação documental pelo MCTI. Apenas os inventários validados estarão disponíveis na área pública da plataforma. Para enviar os relatórios, os usuários devem acessar o SIRENE Organizacionais via gov.br, podendo optar por preencher os dados online ou em excel. As informações só serão visíveis após a validação.

 





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Queda generalizada no preço da soja


Os preços da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciaram a semana em queda, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 143,00 para entrega em novembro, e pagamento 29/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,50 Cruz Alta – Pagamento em 29/11. R$ 135,50 Passo Fundo – Pagamento em 29/11. R$ 135,00 Ijuí – Pagamento em 29/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 29/11. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou preços com queda média de R$ 3 a R$ 4 no porto de São Francisco. “Os preços apresentados para a soja no porto de São Francisco 2025, R$ 132,00 fev – pagamento 28/03, R$ 132,50 mar- pagamento 30/04, R$ 133,50 abr – pagamento 30/05, R$ 136,50 mai – pagamento 30/06, R$ 138,00 jun – pagamento 30/07. O preço no porto foi de R$ 143,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no começo da semana no estado do Paraná. “No porto, em Paranaguá, a saca CIF, com entrega em novembro e pagamento em dezembro, chegou a R$ 150, e produtor vendeu pequenos lotes. No interior, nos Campos Gerais, o preço da soja caiu no spot, o que inibiu acordos. Em Guarapuava, a saca de soja no FOB recuou R$ 2 para R$ 138, enquanto em Paranaguá a cotação cedeu R$ 1,50 para R$ 144,50, no CIF. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 134,00”, indica.

Enquanto isso, o mercado está parado no estado. “Segundo a Conab, o plantio no estado está em 85% da área pretendida, ante 79% da semana anterior e 80% do ano anterior. A Companhia ainda indicou que “em MS, as precipitações favoreceram a recomposição da umidade no solo, promovendo o desenvolvimento.” O Mato Grasso do Sul, junto com o Paraná é o terceiro estado mais adiantado no plantio de acordo com os dados da Conab. Em Dourados, comprador indicava R$ 137 por saca FOB, sem acordos”, informa.

No Mato Grosso do Sul, o plantio foi finalizado. “Em Rondonópolis, a saca FOB, com embarque em novembro, pagamento em dezembro, fechou cotada em R$ 135, sem registro de negócios. Em Dourados, comprador indicava R$ 144 por saca FOB, sem acordos. Campo Verde: R$ 142,50, Lucas do Rio Verde: R$ 142,50. Nova Mutum: R$ 142,50. Primavera do Leste: R$ 141,50. Rondonópolis: R$ 141,50. Sorriso: R$ 143,00”, conclui.

 





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