domingo, julho 26, 2026

Autor: Redação

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Bahia inicia plantio da safra 2024/25 de algodão



O plantio da safra 2024/25 de algodão foi iniciado nesta quinta-feira (21), no Oeste da Bahia pelos cotonicultores. De acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), foi respeitado o período do vazio sanitário, essencial para eliminar restos de cultura e plantas daninhas, além de permitir a recomposição do solo, após colheita da safra 2023/2024.

Outra região produtora do estado, a Sudoeste, teve o calendário antecipado, com os trabalhos iniciados em 1º de novembro.

De acordo com a Abapa, a colheita da safra 2023/2024, obteve resultados expressivos.

Na safra anterior, a Bahia cultivou uma área total de 345.431 hectares, com uma produção de 691,4 mil toneladas de pluma.

Desse total, 247.609 hectares (71,68%) foram destinados à área de sequeiro, enquanto 97.821 hectares (28%) foram irrigados.

A produtividade média foi de 325,45 arrobas de algodão em caroço por hectare, resultando em 2.001 kg de pluma por hectare, informou a Abapa.

Para a nova safra, que deve ser encerrada até 10 de fevereiro de 2025, a expectativa é positiva.

“Este ano, as chuvas estão dentro da normalidade, o que é um fator determinante para o sucesso da safra. Considerando os preços baixos do algodão no mercado, alcançar boa produtividade é essencial para que a cultura continue viável. Nesse cenário, o clima favorável é determinante para garantir margem ao produtor”, destaca o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi.

Segundo ele, o trabalho que os produtores vêm realizando ao longo dos anos também é um fator a ser considerado para uma entrega de qualidade.

“Os produtores baianos vêm demonstrando um alto nível de profissionalização, com investimentos consistentes em tecnologia, pesquisa e práticas sustentáveis. Esse comprometimento tem sido fundamental para entregar um algodão de alta qualidade, atendendo às exigências do mercado nacional e internacional. Esse esforço, aliado ao clima favorável, até o momento, nos traz uma expectativa promissora para esta safra”, conclui Bergamaschi.

Quanto à área destinada ao cultivo nesta safra, ainda há expectativa de crescimento, mas os números exatos serão definidos conforme a evolução do plantio.


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Fiscalização apreende partes de animais em exposição ilegal



Partes de animais silvestres foram apreendidas em uma exposição ilegal em Mato Grosso do Sul pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os agentes receberam uma denúncia e encontraram diversos produtos da fauna dispostos para venda: cabeças de onças pintadas (Panthera onca) e pardas (Puma concolor), de queixadas (Tayassu pecari) e de jacarés (Alligatoridae).

Além disso, também foram encontradas arcadas dentárias de tubarão; chifres de cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus); e “troféus” de cabeças dos peixes pintado (Pseudoplatystoma corruscans) e dourado (Salminus brasiliensis).

Multa aos infratores

Os produtos do crime foram apreendidos e o empreendimento autuado, conforme previsto na Lei Federal de Crimes Ambientais (n.º 9.605/98) e no Decreto 6.514/08.

As multas aplicadas foram de R$ 500 e de R$ 5 mil, no caso dos animais ameaçados de extinção, totalizando R$ 24 mil. Contudo, posteriormente, os suspeitos também responderão pelo crime na esfera judicial.

O Ibama esclarece que a legislação brasileira proíbe o uso de partes desses animais em exposição para fins de comercialização, sendo enquadrada na Lei de Crimes Ambientais.

De acordo com o órgão, com esse tipo de operação, busca-se evitar o aquecimento do mercado de oferta e demanda, que também ocorre com o tráfico da fauna.

“Quanto mais raro é um animal, maiores são o interesse e o preço que pagam por ele”, afirma a superintendente do Ibama em Mato Grosso do Sul, Joanice Lube Battilani.

“Essa prática está aliada ao fato de que algumas pessoas, de forma equivocada, acreditam que esses tipos de objetos feitos com partes de animais silvestres servem como amuletos, trazendo proteção e prosperidade”, acrescenta.



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Qual o cenário atual do plantio da soja em Mato Grosso?



A Aprosoja Mato Grosso está em seu terceiro episódio da série Clima e Mercado 2024, programa que percorre as principais regiões agrícolas do estado. O objetivo da iniciativa é dialogar diretamente com os produtores da soja sobre os desafios climáticos e de mercado que afetam a produção de soja e milho.

No último episódio a equipe visitou os municípios de Terra Nova do Norte, Nova Canaã do Norte e Paranaíta, a fim de conhecer de perto as realidades do plantio nessas regiões. Em Terra Nova do Norte, um produtor local destacou que, apesar de um bom clima, houve um atraso no início da safra, o que impacta os planos para a próxima temporada de milho.

Já em Nova Canaã, a produção tem sido uma das melhores nos últimos anos, mas os preços baixos têm afetado a rentabilidade, deixando os produtores apreensivos sobre os próximos ciclos. Em Paranaíta, o plantio iniciou conforme o esperado, mas as chuvas cessaram rapidamente, com incertezas para o avanço da lavoura.

Aprosoja MT ao lado do produtor de soja

A série Clima e Mercado é um programa para que os produtores possam relatar seus desafios, como variações climáticas, secas prolongadas e chuvas intensas, além de discutir as perspectivas de mercado. Atualmente, a safra, que remete ao ciclo produtivo de 2020/21, gera apreensão entre os produtores, especialmente com relação à logística da colheita.

O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, enfatiza a importância dessa série para fornecer dados mais próximos da realidade do campo, ajustando as projeções de safra e evitando problemas como a escassez de soja no mercado interno.

O vice-presidente, Luiz Pedro Bier, também ressalta que a série contribui para a troca de experiências e o acompanhamento detalhado da lavoura, garantindo que os produtores tenham uma visão clara dos impactos climáticos e econômicos.

A série terá duração de quatro semanas e continuará a percorrer diferentes municípios do estado, promovendo uma troca constante entre os produtores, delegados e especialistas da área.



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AgroNewsPolítica & Agro

cotação retorna aos níveis de maio, aponta Cepea



Resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora




Foto: Arquivo Agrolink

Os preços do arroz em casca registraram a maior queda semanal desde junho, retornando aos níveis nominais observados em maio deste ano. Segundo dados do boletim mais recente do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a retração no mercado spot é devido a saída de compradores e a oferta de valores mais baixos por parte dos poucos que permaneceram ativos.

Segundo pesquisadores do Cepea, a resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora, em um cenário de disputas acirradas no mercado. Outro fator que contribuiu para a desvalorização foi o avanço no cultivo da nova safra, combinado com o anúncio de leilões de opções de venda do governo federal, com preços inferiores aos atuais.

 





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BB lança fundo garantidor FGO no crédito rural em apoio ao Rio Grande do Sul



O Banco do Brasil (BB) disponibilizou nesta semana o Fundo de Garantia de Operações (FGO) para acobertar em até 100% as contratações das linhas Pronaf Mais Alimentos e Pronamp Investimento de produtores que tiveram perdas materiais decorrentes das enchentes de maio de 2024.

A vinculação, inédita até então, pode ser utilizada por produtores situados em municípios do Rio Grande do Sul com estado de calamidade e de emergência reconhecidos pelo Poder Executivo Federal, tendo por base a medida provisória 1.216 e a lei 14.981 e portarias correlatas.

O lançamento do fundo vem se somar a outras iniciativas do BB para fomentar a recuperação do Rio Grande do Sul – como atendimento às pessoas impactadas, apoio financeiro à população em geral, empresas e produtores rurais, mediante prorrogação de dívidas e contratação de empréstimos.

O Banco do Brasil também destaca a concessão de R$ 1,1 bilhão em crédito emergencial com subvenção do governo federal, abrangendo mais de 9 mil agricultores familiares e médios produtores, reforçando parceria histórica com o estado. O BB informa que, no âmbito da execução do Plano Safra, já desembolsou mais de R$ 11 bilhões em crédito (incluídas linhas da cadeia de valor do agro e títulos) aos produtores gaúchos.

Aporte ao fundo garantidor

Segundo a instituição, a novidade quanto à vinculação do FGO nas contratações de financiamentos para esse público foi viabilizada por meio do aporte pelo governo federal de R$ 600 milhões no fundo garantidor. Isso teria possibilitado mais facilidade na constituição de garantias e a ampliação do acesso ao crédito aos produtores familiares e médios que têm enfrentado dificuldades em oferecer garantias para as operações.

“O Banco do Brasil, mais uma vez, reforçando o compromisso para fortalecimento do agro no RS, saiu na frente disponibilizando essa solução inovadora de crédito rural amparado no fundo garantidor, já tendo sido contratadas as primeiras operações nesta modalidade, gerando ótima receptividade e satisfação pelos clientes”, afirma o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do banco, Luiz Gustavo Braz Lage.

De acordo com o executivo, o FGO impulsiona o crédito e a atuação do BB no âmbito das ações governamentais de apoio, atendendo às demandas dos produtores rurais para dar continuidade à atividade.

Para mais informações sobre as condições de crédito e o uso do FGO, os produtores rurais podem procurar as agências do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul.



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Precipitação na lavoura de soja? Prepare-se para as chuvas!



A previsão para o final de novembro e início de dezembro aponta para um cenário favorável ao desenvolvimento das lavouras de soja no Brasil. Durante a segunda quinzena de novembro, as chuvas devem se intensificar em várias regiões produtoras, o que beneficia o crescimento das lavouras e a umidade do solo, essencial para a safra de 2024/25.

Chuvas em diversas regiões

Nos próximos dias, o clima se mantém instável, com chuvas previstas para o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil. Na Região Sul, por exemplo, o Paraná pode receber acumulados superiores a 175 mm, o que garante boas condições para as lavouras.

No Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso e Goiás, as reservas hídricas estão em níveis adequados, favorecendo o desenvolvimento da soja. Contudo, a porção sul de Mato Grosso do Sul ainda precisa de mais precipitações para otimizar o crescimento das lavouras.

Dezembro: chuvas no Paraná

O começo de dezembro deve trazer mais chuvas para o Sul, com bons volumes no Paraná e em outras áreas do Sul do Brasil, o que é crucial para o desenvolvimento das lavouras, que já estão em estágios avançados de crescimento. Essas chuvas devem contribuir para a manutenção da umidade do solo, beneficiando diretamente a safra de soja.

Além disso, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, as condições são bastante favoráveis. A umidade do solo é adequada, o que está ajudando na implantação da safra. No entanto, no Matopiba, as chuvas têm sido constantes, o que beneficia as lavouras de soja, com volumes acumulados de até 80 mm em algumas regiões. As boas previsões para as próximas semanas indicam que a soja seguirá em bom desenvolvimento nessas áreas.

Chuvas no Pará e Norte do Brasil

No Pará, as chuvas devem se intensificar nos próximos dias, especialmente no sul do estado, com volumes entre 30 e 40 mm. Na próxima semana, o norte do estado, incluindo Santarém e Paragominas, deverá receber chuvas mais fortes, com acumulados de 50 a 80 mm. Esses volumes de precipitação são extremamente benéficos para as lavouras de soja da região.



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ABCZ e frente de associações defendem pecuária brasileira após Carrefour criticar carne do Mercosul


Duas importantes entidades do setor pecuário brasileiro, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e a Frente das Associações de Bovinos do Brasil (Fabb), emitiram notas de repúdio contra a declaração do CEO da rede Carrefour na França, Alexandre Bompard. Em publicação nas redes sociais, o executivo afirmou que a empresa deixará de comercializar carne oriunda dos países do Mercosul, citando critérios de sustentabilidade e qualidade.

A ABCZ, que representa mais de 25 mil associados, defendeu que o Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo, posição sustentada por uma rigorosa legislação ambiental e um sistema de Defesa Agropecuária completo e moderno, administrado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A associação destacou que o país mantém relações comerciais com cerca de 160 países e cumpre os mais altos padrões de exigência, incluindo os estabelecidos pela União Europeia, que atesta a qualidade alimentar e sanitária da carne brasileira há mais de quatro décadas.

Em nota, a ABCZ declarou: “O posicionamento afirmado pelo representante da rede Carrefour necessita ser reconsiderado de maneira urgente, uma vez que não possui qualquer respaldo científico ou técnico que o justifique”, diz a nota da ABCZ.

A Fabb reforçou argumentos semelhantes, destacando a relevância da carne brasileira no cenário internacional e sua produção em conformidade com padrões de qualidade e sustentabilidade. A entidade também afirmou que declarações como a do CEO do Carrefour contrariam os princípios do comércio internacional e desconsideram o impacto social e econômico da pecuária brasileira.

“A Amazônia e outros biomas são amplamente protegidos pela legislação nacional, e os critérios de produção respeitam as exigências globais”, diz a nota.

Ambas as entidades expressaram preocupação com o impacto das declarações para os produtores brasileiros, além de questionarem o uso de argumentos sem fundamentação científica ou técnica que justifiquem restrições à carne bovina do Mercosul.

As críticas reforçam a importância de um debate baseado em dados técnicos e nas práticas sustentáveis do setor pecuário brasileiro, cuja produção é reconhecida por contribuir significativamente para o abastecimento global de alimentos.

Veja as notas de repúdio das duas entidades:

Posicionamento do Carrefour

O Carrefour do Brasil divulgou o posicionamento da companhia na França. O informe de dois parágrafos afirma que a medida anunciada pelo CEO local se aplica apenas às lojas daquele país. “Em nenhuma momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise”, diz a nota.

A empresa também informa que as unidades dos demais países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, não sofrerão alterações quanto às aquisições de carne do Mercosul.

Leia a nota na íntegra:

Posicionamento do Carrefour França

O Carrefour França informa que a medida anunciada ontem, 20/11, se aplica apenas às lojas na França. Em nenhum momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise.

Todos os outros países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, continuam a operar sem qualquer alteração e podem continuar adquirindo carne do Mercosul. Nos outros países, onde há o modelo de franquia, também não há mudanças.



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Inmet emite alerta laranja para chuva de até 100 mm; veja áreas em risco


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja para ampla área do país que está em risco por conta de chuva intensa.

O alerta de perigo tem início às 14h desta quinta-feira (21) e vai até as 10h da sexta (22). Pode chover até 100 mm em 24 horas, com ventos intensos de até 100 km/h.

O Inmet também avalia risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e raios.

Confira a área do país em perigo por chuva intensa

Fonte: Inmet

Estão incluídas no alerta do Inmet áreas das regiões Sul (Paraná), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal) e Norte (Amazonas, Rondônia, Acre, Pará e Tocantins):

Centro goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, leste goiano, central mineira, Zona da Mata, centro-sul mato-grossense, Vale do Acre, sul goiano, Vale do Rio Doce, Presidente Prudente, central espírito-santense, nordeste mato-grossense, leste de Mato Grosso do Sul, noroeste espírito-santense, oeste de Minas, centro-norte de Mato Grosso do Sul, sul espírito-santense, sul/sudoeste de Minas, norte mato-grossense, leste rondoniense, São José do Rio Preto, sudoeste paraense, centro-ocidental paranaense, Ribeirão Preto, sudeste mato-grossense, norte goiano, noroeste paranaense, centro amazonense, região Metropolitana de Belo Horizonte, ocidental do Tocantins, sudoeste de Mato Grosso do Sul, sudoeste amazonense, peste paranaense, Pantanais sul mato-grossense, Araçatuba, Jequitinhonha, norte central paranaense, sul amazonense, noroeste goiano, sudoeste mato-grossense, noroeste de Minas, Vale do Mucuri, norte de Minas, Distrito Federal, Madeira-Guaporé, sudeste paraense, Vale do Juruá, Campo das Vertentes, norte amazonense.

Recomendações para episódios de chuva intensa

Em caso de rajadas de vento, o Inmet recomenda não se abrigar sob árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas. Também não se deve estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda (“outdoors”). Se possível, convém desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

Mais informações podem ser obtidas pela população junto à Defesa Civil local (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado spot do algodão aquece, mas preços recuam



Demanda tem sido impulsionada por compradores




Foto: USDA

O mercado de algodão em pluma iniciou a segunda quinzena de novembro com movimentação no mercado spot. Conforme dados divulgados pelo boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a demanda tem sido impulsionada por compradores que buscam atender necessidades imediatas ou reforçar os estoques para o final do ano. No entanto, as cotações seguem em queda, influenciadas principalmente pela desvalorização no mercado externo.

Já em relação so cenário de produção, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) projeta um novo recorde para a safra 2024/25, com 3,704 milhões de toneladas de algodão em pluma, um aumento de 0,1% em relação à temporada anterior.

Apesar do leve crescimento no consumo interno, pesquisadores do Cepea destacam que o excedente deverá ser destinado ao mercado externo, mantendo as exportações em níveis recordes.





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Soja em Chicago tem manhã estável; leia a análise completa



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou o intervalo com preços mistos nesta quinta-feira (21). Enquanto os contratos do grão apresentaram leve queda, o farelo recuou e o óleo teve alta.

Apesar das exportações semanais robustas dos Estados Unidos, o mercado não conseguiu sustentar a recuperação que havia começado mais cedo e perdeu força ao longo da manhã. A expectativa de uma safra recorde no Brasil, que em breve começará a competir com a soja americana no mercado internacional, pesou negativamente sobre os preços.

Exportações

As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos, referentes à temporada 2024/25 (iniciada em 1º de setembro), ficaram em 1.860.600 toneladas na semana encerrada em 14 de novembro. A China foi o principal destino, com 1.197.000 toneladas importadas. Analistas previam exportações entre 1 milhão e 1,9 milhão de toneladas, e os números ficaram dentro dessas estimativas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Contratos futuros da soja

Quanto aos preços, os contratos com vencimento em janeiro de 2025 registraram US$ 9,91 por bushel, com uma queda de 0,50 centavo de dólar por bushel ou 0,05%. A posição para março de 2025, por sua vez, ficou estável, cotada a US$ 9,99 1/4 por bushel.

No mercado de farelo, os contratos de janeiro de 2025 apresentaram um avanço de US$ 1,40 por tonelada, cotados a US$ 289,90, ou um aumento de 0,46%. Já o óleo de soja, com vencimento em dezembro de 2024, teve uma alta de 0,04 centavo de dólar por libra-peso, atingindo 43,40 centavos de dólar por libra-peso, o que representa uma elevação de 0,90%.



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