sábado, julho 25, 2026

Autor: Redação

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Aprosoja MT promove consumo de bebida de soja entre crianças em vulnerabilidade social



Com o fornecimento de bebida de soja, o Programa Agrosolidário, promovido pela Aprosoja Mato Grosso, tem colaborado para o bem-estar de crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social. Entre as instituições beneficiadas, a Obras Sociais Seara de Luz, que acolhe 400 famílias, é um exemplo de impacto positivo. Com o apoio da associação, a qualidade de vida e a alimentação das crianças que fazem parte do programa têm se fortalecido.

A bebida de soja fornecida pelo programa se destaca tanto por seu valor nutricional quanto pelo alívio no orçamento das famílias, permitindo que o dinheiro economizado seja redirecionado para outras necessidades. Na creche Filantrópica Nina Zaque, que atende 80 crianças, há melhorias na saúde infantil e aumento na disposição, como observa a presidente da Seara de Luz, Elione Fátima de Almeida Santos.

Além disso, a bebida de soja tem aberto novas possibilidades para a alimentação das famílias, que aprendem a utilizá-la em receitas como bolos e batidas, o que amplia as opções alimentares e ajuda na economia doméstica.

Muito além da bebida de soja

A parceria com a Aprosoja MT também inclui oficinas que ensinam as famílias a aproveitarem melhor o alimento, promovendo autonomia e fortalecendo a economia familiar. Jorge Diego Giacomelli, 2º diretor administrativo da Aprosoja MT, destaca a importância de acompanhar de perto esses projetos e de garantir a continuidade do apoio, que inclui a entrega mensal de 200 cestas de alimentos às famílias atendidas pela Seara de Luz.

Este mês, ao comemorar os 15 anos do Programa Agrosolidário, a Aprosoja MT relembra o impacto dessas ações e reafirma seu compromisso com a solidariedade e o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, com a expectativa de que o programa continue a gerar benefícios por muitos anos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Contratos de milho em queda na B3


De acordo com a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na B3 encerraram a quinta-feira (21) em queda, refletindo o baixo ritmo de exportações. Este cenário vem trazendo alívio ao mercado interno, que já está finalizando as compras para o final de ano, com foco no milho da primeira safra. Enquanto isso, o dólar registrou alta, alcançando uma máxima de R$ 5,834 durante o dia e fechando a R$ 5,811, um aumento de 0,75%.  

Os pregões de milho na B3 vêm mostrando desvalorização consecutiva. No fechamento de quinta-feira, o contrato para novembro/24 caiu R$ 0,54 no dia, encerrando a R$ 72,38, acumulando queda semanal de R$ 1,80. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 73,35, com redução de R$ 0,48 no dia e R$ 1,26 na semana. Já o vencimento de março/25 registrou queda de R$ 0,27 no dia, fechando a R$ 71,95, acumulando perda de R$ 2,97 na semana.  

A alta do dólar, que poderia impulsionar as exportações, não foi suficiente para reverter o cenário de baixa nos contratos futuros. O ritmo lento das exportações reflete a falta de competitividade do milho brasileiro frente aos concorrentes no mercado internacional, enquanto o mercado doméstico segue confortável com os estoques disponíveis.  

Os contratos futuros de milho em Chicago encerraram esta quinta-feira (21) em baixa, seguindo a tendência observada na soja e no trigo. O vencimento para dezembro/24, referência para a safra de inverno, caiu 0,81%, ou 3,50 cents/bushel, fechando a US$ 426,75. Já o contrato de março/25 recuou 0,85%, ou 3,75 cents/bushel, terminando o dia a US$ 436,25.

O ritmo de colheita nos Estados Unidos, já concluído, aliado ao avanço do plantio na América Latina, tem pressionado os preços. Apesar de um aumento de 13,65% nas vendas semanais para exportação, segundo o USDA, o volume de 1.494.600 toneladas, embora robusto, ficou próximo ao piso das expectativas do mercado.

 





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Frigoríficos brasileiros deixam de entregar carne bovina ao Carrefour no país



Os principais frigoríficos brasileiros deixaram de abastecer as unidades da rede de supermercados Carrefour no país, em resposta às declarações do CEO do grupo na França. Nesta semana, Alexandre Bompard afirmou, em suas redes sociais, que a varejista francesa não iria mais vender carnes do Mercosul.

Na verdade, a rede já não oferecia produto dessa procedência no país, mas a declaração foi feita para agradar os produtores rurais da França, que se opõem ao acordo Mercosul-União Europeia, em vias de ser fechado.

O Canal Rural confirmou junto à Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) que houve paralisação em massa no abastecimento de carne bovina nas lojas da rede no Brasil.

Na última quinta-feira (21), seis entidades do agronegócio se manifestaram em nota repudiando a decisão do Carrefour, afirmando que se o grupo “entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês – que não é diferente do espanhol, belga, árabe, turco, italiano -, as entidades assinadas consideram que, se não serve para abastecer o Carrefour no mercado francês, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país”.

Agora, as indústrias de carne bovina levaram a cabo a ameaça, e estão deixando de entregar a proteína à rede Carrefour. O processo teria tido início já nesta sexta-feira (22), e deve se ampliar nos próximos dias.

Com a estratégia, o setor aguarda por uma retratação do CEO global da França, para então retomar as entregas de carne às lojas do grupo no Brasil.



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Queijo paranaense feito com maracujá recebe prêmio mundial



Um queijo fino autoral produzido no oeste do Paraná alcançou o título de melhor da América Latina e entrou para a lista dos 15 melhores do mundo, ocupando a nona colocação.

O feito foi conquistado no dia 15 de novembro durante o World Cheese Awards, em Portugal. Entre os 4.784 queijos concorrentes de 47 países, o Passionata, fabricado no Biopark em Toledo, ganhou o super ouro.

O produto é feito com leite de vaca pasteurizado e pasta dura, cuja coalhada é lavada com infusão de maracujá, com sementes na parte superior da casca e flores abaixo.

Outras criações do grupo também foram premiadas: o Láurea conquistou a prata (com outros 693), enquanto o Entardecer d’Oeste ficou com o bronze (juntamente com mais 893).

Projeto de queijos finos

O projeto de queijos finos do Biopark, realizado em parceria com o Biopark Educação, existe há cinco anos e foi criado para agregar valor ao leite de pequenos e médios produtores.

“A transferência da tecnologia é totalmente gratuita e essa premiação comprova que podemos produzir queijos finos de alta qualidade aqui em Toledo”, destaca Carmen Donaduzzi, uma das fundadoras.

Para o pesquisador Kennidy Bortoli, responsável pelo Laboratório de Queijos Finos do Biopark, os queijos premiados são reconhecidos por suas cores vibrantes, sabores marcantes e inovações no processo produtivo.

“Saber que estamos entre os melhores do mundo e como o melhor da América Latina mostra que estamos no caminho certo”, comemora.

Geração de renda

O projeto beneficia 22 pequenos e médios produtores do oeste paranaense, que fabricam 26 especialidades de queijos finos, com suporte integral do Biopark e instituições parceiras, como Sebrae, IDRPR e Sistema Faep/Senar.

Além de assessoria gratuita, o projeto oferece capacitação técnica para os produtores. Somente em 2024, 98 pessoas participaram dos cursos organizados.

Neste ano, cinco novas especialidades foram introduzidas: Bel Paese, Cheddar Inglês, Emmental, Abondance e Jack Joss. O único custo para os produtores é a adaptação ou construção do espaço de produção, quando necessário.

A qualidade do leite é analisada no laboratório do Biopark, que sugere tecnologias de fabricação específicas com base nas características do leite. Assim, o produtor escolhe a opção que mais se adequa ao seu perfil para iniciar a produção.

Os queijos premiados, desenvolvidos no Laboratório de Queijos Finos, serão fabricados e comercializados pela Queijaria Flor da Terra, localizada no Biopark.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de milho segue lento


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios e o milho diferido está praticamente finalizado. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios aR$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez.No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado do Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Oscilações nos preços de milho no Brasil e no mercado global



Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações



Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações
Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações – Foto: USDA

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil tem registrado ajustes nos preços e nas cotações, com os vendedores novamente reduzindo suas ofertas. Em Paranaguá, os prêmios de milho para o mês de novembro sofreram uma queda de 4 pontos, passando de 135 para 131, enquanto os prêmios de dezembro também foram ajustados, apresentando uma redução de 3 pontos, com o valor chegando a 124. Esse movimento reflete uma tendência de readequação do mercado, com os compradores voltando a cotar o produto para o mês de dezembro.

No cenário internacional, a China registrou uma leve valorização nas cotações do milho, com alta de 7 CNY/t para janeiro e 2 CNY/t para março. No entanto, o amido de milho teve uma queda nas cotações, com uma redução de 4 CNY/t para janeiro e 6 CNY/t para março. Por outro lado, os preços de ovos e suínos mostraram comportamentos opostos: os ovos subiram, com alta de 14 CNY/500kg para novembro e 38 CNY/500kg para dezembro, enquanto o preço do suíno caiu, com redução de 200 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro.

Na Argentina, os preços do milho também sofreram oscilações. A oferta para entrega disponível foi ajustada para A$ 183 mil/t, apresentando um aumento de A$ 1 mil/t em relação à rodada anterior. No entanto, as negociações futuras mostraram uma leve estabilidade. Para entregas entre dezembro e janeiro de 2025, os preços subiram para A$ 183 mil/t, enquanto no mercado MATBA, o preço do milho para abril variou para US$ 187,20/t, levemente inferior aos US$ 187,50 da rodada anterior.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Vendas lentas e preços baixos



O mercado local também viu uma variação nos preços da pedra



Os preços para o trigo milling padrão não atendem às expectativas dos vendedores
Os preços para o trigo milling padrão não atendem às expectativas dos vendedores – Foto: Divulgação

O mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue enfrentando dificuldades, com negociações lentas e um foco maior em honrar contratos futuros. Segundo a TF Agroeconômica, os moinhos locais relatam vendas fracas e preços baixos das farinhas, o que dificulta novas compras. Os preços pedidos pelos vendedores de trigo se mantiveram estáveis, variando de R$ 1.200,00 na região das Missões até R$ 1.250,00 no planalto e áreas do Norte do estado. Além disso, moinhos de outros estados criticam a qualidade do trigo gaúcho, com características como baixo W e FN, além de uma estabilidade inferior à esperada.

No setor de exportação, o cenário não é muito diferente. Os preços para o trigo milling padrão não atendem às expectativas dos vendedores. O melhor preço ofertado foi de R$ 1.285,00 CIF Porto para embarque em janeiro de 2025, enquanto a exportação de trigo para ração teve negociações registradas por R$ 1.245,00 para embarque em dezembro e pagamento em janeiro. Mesmo assim, as vendas internacionais permanecem tímidas.

Em Santa Catarina, os primeiros lotes de trigo colhido foram oferecidos aos moinhos com preços variando entre R$ 85 e R$ 90 a saca, com valores chegando a R$ 1.500,00 CIF por tonelada. O mercado local também viu uma variação nos preços da pedra, com uma alta de R$ 74,00 em Canoinhas e oscilação de valores em outras regiões. Para o Paraná, o trigo argentino continua mais caro, com preços 6,33% acima do trigo local, mas ainda 2,72% abaixo do trigo gaúcho CIF. O mercado paranaense está em um impasse, com vendedores buscando R$ 1.500,00 FOB, enquanto os compradores estão dispostos a pagar apenas R$ 1.450,00.

A análise de preços e tendências do trigo nas principais regiões produtoras do Brasil destaca a frustração do setor, tanto nas vendas internas quanto na exportação, devido à combinação de preços baixos e qualidade questionada. A expectativa é de que os preços só se ajustem após a conclusão da colheita, quando uma maior oferta no mercado pode criar novas condições para as negociações.





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FPA sugere que setor de proteína pare de entregar carnes para o Carrefour no Brasil


O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, defendeu que o setor de proteínas pare de fornecer carnes ao Carrefour e demais marcas do grupo no Brasil.

“Se a carne brasileira serve para ser consumida nas lojas do Carrefour e de todas suas outras empresas aqui no Brasil, ela serve também para a Europa. Sugiro, e já conversei com as entidades produtores de proteína, que parem de entregar seus produtos para o Carrefour e demais marcas dessa empresa aqui no Brasil, para que eles entendam o que é respeitar o produtor rural brasileiro”, afirmou na tarde desta sexta-feira (22).

A suspensão do fornecimento sugerida pelo deputado é uma resposta à declaração do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, que afirmou que a varejista se compromete a não vender carnes do Mercosul, independentemente dos “preços e quantidades de carne” que esses países possam oferecer.

A carta assinada por Bompard foi endereçada ao presidente da Federação Nacional dos Sindicatos dos Operadores Agrícolas (FNSEA), Arnaud Rousseau, e, segundo ele, a decisão foi tomada após ouvir o “desânimo e a raiva” dos agricultores franceses, que protestam contra a proposta de acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

Em nota divulgada nessa quinta (21), o Carrefour afirmou que o veto à venda de carnes do Mercosul só vale para supermercados da rede na França.

Medida do Carrefour é feita para “lacrar”

Pedro Lupion fala sobre o Plano Safra na FPAPedro Lupion fala sobre o Plano Safra na FPA
Deputado Pedro Lupion. Foto: FPA/Divulgação

Lupion classificou a medida como “uma tentativa de lacração dos franceses” para atender os anseios dos produtores rurais.

“E nem isso conseguem. Vimos uma onda de protestos na União Europeia justamente contra medidas mais restritivas à produção agropecuária e agora eles vem criar regrar para nós, produtores brasileiros ou do Mercosul, numa tentativa de desvirtuar o acordo entre União Europeia e Mercosul. Não aceitamos e não aceitaremos”, refutou Lupion.

O presidente da bancada do agro destacou que a exportação brasileira de carnes à França é relativamente pequena. “É um adversário estridente e que gosta de lacração. Não aceitamos. Do mesmo jeito que foi com a Danone que teve que voltar atrás, o Carrefour também terá que voltar atrás porque vai sentir no bolso o prejuízo e a insatisfação dos produtores e consumidores brasileiros”, concluiu.

A posição endossada por Lupion foi manifestada nesta quinta por seis entidades do agronegócio, que em carta afirmaram que se o grupo Carrefour “entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês – que não é diferente do espanhol, belga, árabe, turco, italiano -, as entidades assinadas consideram que, se não serve para abastecer o Carrefour no mercado francês, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país”, sugerindo suspensão no fornecimento local.

Vale lembrar que o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, também apoiou a manifestação das entidades em posicionamento na última quinta-feira.



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AgroNewsPolítica & Agro

Herbicida agora atua também no sorgo



“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas”



“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas"
“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas” – Foto: Divulgação

O herbicida Click, da Sipcam Nichino Brasil, agora registrado para o sorgo, utiliza a molécula de última geração terbutilazina, eficaz no controle de daninhas difíceis. Já empregado com sucesso no milho, o Click substitui a atrazina, oferecendo maior residual e eficiência, mesmo em doses menores. O produto tem se mostrado superior no controle de plantas como picão preto e capim-colchão.

José de Freitas, da Sipcam, destaca que o Click eleva a produtividade do milho e do sorgo, culturas que enfrentam desafios com o manejo de invasoras. O sorgo, com aumento de 30% na área cultivada entre 2021 e 2023, se beneficia especialmente do novo herbicida, ajudando a expandir o cultivo no Brasil.

“Eleva o potencial produtivo de ambas as culturas, principalmente pelo efeito da molécula de última geração terbutilazina, desenvolvida pela companhia, que substitui com elevado padrão de eficácia à atrazina, até há pouco uma das poucas opções do produtor frente a infestações de invasoras de difícil controle. Mantém a lavoura com menor nível de reinfestação e por isso tende a se tornar uma nova referência tecnológica para o produtor de cereais”, comenta.

José de Freitas destaca que a formulação moderna do Click oferece flexibilidade, podendo ser combinada com outros herbicidas. Isso aumenta o rendimento operacional do milho e do sorgo, marcando uma nova era para os herbicidas dessas culturas no Brasil. “Apresenta boa adaptação ao clima quente, boa rusticidade e boa tolerância à seca, sendo empregado na alimentação humana, na formulação de ração animal e biocombustíveis sustentáveis, nas variedades granífero, sacarino, forrageiro, biomassa e vassoura”, conclui.

 





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COP29 encerra sem acordo sobre financiamento climático para países em desenvolvimento



A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2024 (COP29), em Baku, no Azerbaijão, terminou oficialmente nesta sexta-feira (22) sem um acordo sobre o financiamento climático. Contudo, na prática, espera-se que as discussões quanto ao texto final continuem por mais um dia.

A expectativa é que se alcance um consenso entre os países desenvolvidos e os emergentes a respeito do valor a ser utilizado para o enfrentamento às mudanças climáticas. Além disso, debate-se as formas de transferência dessas cifras e a transparência de todo o processo.

O objetivo é que esses recursos sejam destinados a financiar a transição energética em nações em desenvolvimento, bem como apoiar a adaptação e a mitigação dos danos causados pelo aquecimento global. Vale lembrar que esses pontos ainda são desdobramentos do Acordo de Paris, assinado em 2015.

Atualmente, o valor disponível para financiar essas ações é de US$ 100 bilhões, mas, atualmente, projeta-se que o valor necessário é, pelo menos, dez vezes superior, ou seja, US$ 1 trilhão. Durante as tratativas da COP29, as nações mais ricas ofereceram US$ 200 bilhões, o que não foi aceito.

Falta de líderes de ‘peso’ na COP29

Além das cifras menores do que o esperado, outra crítica que se abateu ao evento climático foi a ausência de autoridades mundiais de mais invergadura internacional. Isso ocorreu porque a maioria está no Brasil para as reuniões do G20.

Durante as duas semanas de COP29, o Brasil buscou mostrar o seu potencial para sediar a COP30, destacando iniciativas do setor produtivo, como convênio entre o Fundo JBS pela Amazônia e o Banco da Amazônia, iniciativa voltada ao apoio aos pequenos produtores da região.

Além disso, as cooperativas ganharam destaque ao demonstrar que esse modelo de negócios é sustentável e parte da mudança ao enfrentamento das mudanças climáticas, garantindo segurança alimentar e proteção ao meio ambiente.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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