sábado, julho 25, 2026

Autor: Redação

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‘Ninguém ganhará guerra comercial’ depois de ameaça de tarifas de Trump



A embaixada da China em Washington reagiu à ameaça do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa adicional de 10% sobre todas as importações chinesas.

O porta-voz Liu Pengyu enfatizou que uma guerra comercial não traria vencedores e destacou o caráter mutuamente benéfico das relações econômicas entre os dois países.

A declaração surge após Trump afirmar que as tarifas serão aplicadas caso a China não tome medidas mais rígidas para interromper o fluxo de drogas ilegais, como o fentanil, para os Estados Unidos.

Liu refutou a acusação de negligência por parte da China no combate ao tráfico de precursores do fentanil, argumentando que o país já tomou ações concretas após acordos entre os presidentes Xi Jinping e Joe Biden. Ele destacou que autoridades chinesas têm informado regularmente os EUA sobre os avanços em operações relacionadas à repressão de narcóticos.

Pequim também argumenta que tais ações demonstram seu compromisso em conter o problema, desmentindo alegações de conivência.

A crise do fentanil, uma das principais causas de mortes por overdose nos EUA, foi um ponto central na relação bilateral. A cooperação sino-americana nesse tema tem avançado desde que os dois países decidiram retomar esforços conjuntos no ano anterior. Entre as iniciativas, destacam-se investigações conjuntas e o fortalecimento do controle sobre o comércio de produtos químicos utilizados na produção da droga.

Nos últimos meses, a China intensificou ações contra o tráfico de drogas. Em junho, promotores chineses pediram que as autoridades locais priorizassem o combate ao narcotráfico.

Em agosto, após reuniões bilaterais sobre narcóticos, o país anunciou o endurecimento no controle de três substâncias químicas essenciais para a fabricação do fentanil. Essas medidas são parte de um esforço mais amplo para atender às exigências americanas de maior rigor na fiscalização e repressão ao tráfico.

Embora Pequim tenha implementado novas regulamentações e intensificado a cooperação com os EUA, permanece a tensão causada pela retórica de Trump, que acusa a China de não agir com a devida seriedade no combate ao problema.

No entanto, líderes chineses defendem que o progresso na relação comercial e no controle de drogas deve ser baseado em respeito e benefício mútuos, evitando discursos que prejudiquem as negociações.

Essa abordagem mais firme dos EUA pode agravar as tensões comerciais e econômicas com a China, especialmente considerando o momento delicado para a economia chinesa, marcada por desafios no setor imobiliário e queda na demanda interna.

Apesar disso, a China reafirma sua disposição para cooperação, buscando preservar a estabilidade econômica global e minimizar os impactos de disputas tarifárias e diplomáticas.



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AgroNewsPolítica & Agro

chave do sucesso no agronegócio



Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos



Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos
Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos – Foto: Pixabay

O agronegócio brasileiro foi responsável por 24% do PIB nacional em 2023, de acordo com o Cepea/Esalq/USP em parceria com a CNA. Esse desempenho destaca a importância do setor na geração de empregos, no equilíbrio da balança comercial e no abastecimento alimentar. Contudo, o sucesso dessa cadeia produtiva está diretamente ligado a uma logística eficiente. André Pimenta, CEO da Motz, transportadora digital que facilita o trabalho de caminhoneiros e embarcadores, reforça que investir em segurança e eficiência na cadeia de suprimentos é essencial para garantir crescimento sustentável.

Segundo o especialista, quatro pilares são indispensáveis para uma gestão logística eficaz. O primeiro é a eficiência na cadeia de suprimentos, que deve ser ágil e confiável, garantindo que a produção agrícola seja transportada sem grandes atrasos ou perdas. No agronegócio, a colaboração entre as empresas é crucial, pois a eficiência de cada uma impacta o resultado das demais, explica ele.

Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos, especialmente em um país que depende fortemente de rodovias e portos para escoar a produção agrícola. Com uma safra de grãos projetada para 323,3 milhões de toneladas em 2024/2025, segundo a Embrapa, estratégias como escolha de modais adequados, uso de tecnologias de rastreamento e práticas logísticas qualificadas são essenciais para evitar prejuízos.

O treinamento da equipe também é fundamental. Dados da ABRALOG apontam que a capacitação contínua pode reduzir em até 25% os acidentes. Produtos como grãos e fertilizantes exigem cuidados específicos, e profissionais preparados garantem a integridade das cargas e a eficiência do transporte.

 





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Carrefour da França publica nota de retratação ao Brasil



O Grupo Carrefour da França divulgou nesta terça-feira (26) um comunicado oficial em resposta às críticas geradas por declarações de Alexandre Bompard, CEO da empresa na França, sobre o compromisso de não comercializar carne do Mercosul no mercado francês. A nota busca apaziguar as tensões e destaca o compromisso da rede varejista com os agricultores tanto na França quanto no Brasil.

No comunicado, o grupo afirma que a decisão de priorizar carnes francesas visa assegurar apoio aos produtores locais, enfrentando dificuldades econômicas, mas que isso não representa uma oposição à agricultura brasileira. “Carrefour é o maior parceiro da agricultura francesa. […] Essa decisão legitima o apoio aos agricultores franceses, mergulhados em uma grave crise, garantindo a continuidade das nossas compras locais”, diz a nota.

O Carrefour reforça que mantém seu compromisso de longo prazo com os produtores brasileiros, destacando que a maior parte da carne vendida no Brasil é de origem local. “Há 50 anos, nossa relação com o setor agrícola brasileiro é inspirada por valores de parceria e profissionalismo”, afirma o texto.

A polêmica

As declarações de Bompard, publicadas em redes sociais, sinalizaram uma ação de solidariedade aos agricultores franceses contra o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul. Segundo o CEO, a iniciativa buscava “inspirar” outras empresas do setor a adotar medidas semelhantes, criando um movimento em prol das carnes de origem francesa.

A resposta gerou repercussão no Brasil, com manifestações contrárias do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e de entidades do agronegócio. Alguns frigoríficos brasileiros anunciaram a interrupção do fornecimento de carne para as lojas do Carrefour no Brasil, em represália ao que classificaram como uma atitude protecionista e desrespeitosa à carne brasileira.

Carrefour afirma que não questiona qualidade da carne do Brasil

Na tentativa de amenizar o impacto, o Carrefour afirma que o anúncio não questiona a qualidade ou os padrões sanitários da carne brasileira, que considera de alta qualidade e sabor. “Somos o maior parceiro e promotor histórico da agricultura brasileira. […] Continuaremos a valorizar as cadeias agrícolas brasileiras como temos feito há quase 50 anos”, diz o comunicado.

O impasse ocorre em um momento delicado, às vésperas da possível assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, previsto para dezembro, e acende debates sobre protecionismo e práticas de mercado.


Leia a íntegra do texto publicado pelo Carrefour da França

Comunicado do Grupo Carrefour

Nossa declaração de apoio ao setor agrícola francês, feita na última quarta-feira a respeito do acordo de livre-comércio com o Mercosul, gerou no Brasil discordâncias que é nossa responsabilidade esclarecer.

Nunca colocamos a agricultura francesa em oposição à agricultura brasileira. Nossos dois países, pelos quais temos grande apreço, compartilham o amor pela terra, pela sua cultura e pela boa alimentação.

Na França, o Carrefour é o principal parceiro da agricultura francesa. Compramos quase exclusivamente carne de origem francesa e continuaremos a fazê-lo. A decisão do Carrefour França não tem como objetivo mudar as regras de um mercado francês que já é amplamente estruturado em torno de suas cadeias locais de abastecimento. Essa decisão visa, legitimamente, assegurar aos agricultores franceses, que enfrentam uma grave crise, a continuidade de nosso apoio e de nossas compras locais.

Do outro lado do Atlântico, compramos quase a totalidade da carne brasileira no Brasil e continuaremos a fazê-lo. São os mesmos valores de parceria e compromisso que inspiram, há 50 anos, nossa relação com o setor agrícola brasileiro, cujo profissionalismo e apego à terra e à pecuária reconhecemos e valorizamos diariamente.

Lamentamos que nossa comunicação tenha sido percebida como uma ruptura em nossa parceria com a agricultura brasileira ou uma crítica a ela.

Estamos orgulhosos de ser o principal parceiro e promotor histórico da agricultura brasileira. Melhor do que ninguém, conhecemos as normas seguidas pela carne brasileira, sua alta qualidade e seu sabor. Continuaremos a valorizar as cadeias produtivas agrícolas do Brasil, como temos feito ao longo de quase 50 anos. Com nosso desenvolvimento, contribuímos para o avanço dos produtores agrícolas brasileiros, em uma lógica que sempre foi pautada pelo diálogo construtivo.

O grupo Carrefour está comprometido em atuar, tanto na França quanto no Brasil, em prol de uma agricultura responsável e próspera, seguindo sua missão de promover a transição alimentar para todos.



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Demanda por seguro pecuário dão salto neste ano, diz seguradora do BB



A Brasilseg, seguradora do grupo Banco do Brasil (BB), viu as contratações de seguros para a pecuária e florestal crescerem, respectivamente, 134% e 719% entre janeiro e agosto em comparação com igual período do ano passado. Conforme nota da Brasilseg, os serviços integram o portfólio de seguro rural da companhia.

Enquanto a modalidade direcionada para florestas protege plantações de eucalipto, pinus, seringueira e outras espécies arbóreas plantadas com finalidades comerciais, o seguro pecuário garante o pagamento do faturamento do rebanho, a compra de suplementos alimentares para os animais e indeniza o produtor nos casos em que a pastagem é inviabilizada para nutrição animal devido a incêndios ou secas atípicas.

Com o aumento das contratações, a área de pastagem protegida aumentou de 4 mil hectares para mais de 10 mil hectares no país, diz a nota.

O superintendente executivo de negócios e soluções rurais da Brasilseg, Paulo Hora, ressalta, contudo, que se trata de produtos novos na carteira da empresa e que, apesar do crescimento relativo expressivo no período, “ainda é muito incipiente a contratação de seguros nos sistemas agroflorestais e na cadeia pecuária no Brasil, principalmente se comparado com os seguros para grãos nas lavouras, em especial, soja e milho, o que é uma oportunidade a médio prazo”.



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FPA cobra ações no Congresso contra barreiras comerciais francesas ao agro brasileiro



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) iniciou uma ofensiva no Congresso contra os boicotes de empresas francesas ao agronegócio brasileiro. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) apresentou nesta segunda (25) requerimento de convite ao embaixador da França no Brasil, Emmanuel Lenain, para uma audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Em nota, a entidade diz que o objetivo é “obter esclarecimentos sobre a postura da França em relação ao Acordo Mercosul-União Europeia e à decisão do Carrefour de boicotar carnes do bloco”.

Coordenadora política da FPA, Tereza Cristina classifica as atitudes como “protecionismo disfarçado de preocupação ambiental”. Para ela, o Brasil já adota padrões ambientais, como o Código Florestal, e lidera práticas de produção sustentável globalmente. A senadora pretende acelerar a tramitação do projeto de lei sobre reciprocidade ambiental, que estabelece critérios similares aos impostos pela União Europeia para as importações brasileiras.

“Se a Europa quer impor barreiras comerciais ao Brasil, devemos adotar medidas equivalentes para produtos europeus. Não podemos aceitar que interesses protecionistas prejudiquem nossa soberania e nosso setor produtivo”, enfatiza Tereza Cristina.

O projeto é uma das prioridades da bancada do agro para esse último trimestre. O projeto exige os mesmos critérios de redução de emissão de carbono exigidos do Brasil para exportação para importação de produtos. O foco é a União Europeia. O tema será alvo de uma audiência pública na primeira semana de dezembro deste ano, diz a entidade.

Na Câmara dos Deputados, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) protocolou um pedido de criação de uma comissão externa para investigar as ações do Carrefour, afirmando que a varejista “fere princípios de cooperação internacional”. Moreira ainda cita na justificativa “antecedentes” nas operações da rede de supermercados no Brasil. Em 2023, um casal negro foi agredido pela equipe de segurança do Carrefour.

Além disso, a Comissão de Agricultura e Pecuária trabalha para convocar o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a fim de detalhar as ações do Itamaraty frente ao boicote e às negociações do acordo Mercosul-União Europeia.

“O objetivo é que o embaixador exponha as ações do Itamaraty a respeito do boicote de carnes ao Carrefour e fale sobre o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o qual a França já adiantou que não irá assinar,” afirmou o deputado federal Evair de Melo (PP-ES).



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produção de laranja e bergamota enfrenta baixa perspectiva



Excesso de chuvas reduz produção, mas manejo adequado projeta recuperação




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, a região administrativa de Lajeado enfrenta os desafios da entressafra de laranja e bergamota. Em municípios como Pareci Novo, Bom Princípio e São José do Hortêncio, que juntos somam 1.320 hectares de bergamota, 658 hectares de laranja e 187 hectares de limão, a atenção está voltada para o manejo e a formação de frutos das próximas safras.

A safra de bergamota foi encerrada em municípios como Pareci Novo, onde os pomares agora passam por poda com desbaste interno, facilitando a entrada de luz solar e a ventilação, essenciais para a prevenção de doenças fúngicas. Em Bom Princípio, as variedades de laranja Valência e do Céu do Cedo registraram baixa perspectiva de produção devido à intensa floração na primavera, que resultou em baixo pegamento de frutos.

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Por outro lado, variedades como laranja de Umbigo e bergamota Ponkan, com floração mais tardia, apresentaram melhores resultados. Muitos produtores estão recorrendo à adubação foliar para estimular a brotação e melhorar a produtividade.

A produção de limão Tahiti ainda é baixa, mas os preços seguem em alta, favorecendo os produtores. As práticas de manejo, como o uso de fertilizantes químicos e cama aviária curtida, estão praticamente encerradas, enquanto o monitoramento dos pomares continua intensivo.

Apesar do temor de estiagem nos próximos meses, os produtores da região não demonstram preocupação significativa. Em São José do Hortêncio, as perdas nas variedades precoces de bergamota e laranja, causadas pelo excesso de chuvas durante a floração, foram parcialmente compensadas pelo aumento nos preços, que trouxe alívio financeiro aos agricultores.





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Oscilações climáticas marcarão o verão


O verão de 2025 não deverá repetir as ondas de calor intensas registradas no último verão, mas trará maior variação de temperatura e chuvas nas diversas regiões do país. A previsão é da Climatempo, que destaca a importância de empresas e órgãos públicos acompanharem as mudanças climáticas de curto prazo para planejar suas atividades.  

De acordo com Ana Clara Marques, meteorologista da Climatempo, o próximo verão terá picos de calor mais moderados e maior oscilação climática. “O próximo verão não será tão quente como o último, que bateu recordes de calor. Haverá alguns picos de temperaturas altas, mas depois elas diminuirão, com variações mais frequentes. As chuvas também terão maior oscilação e há a expectativa de longos períodos chuvosos ao longo do verão”, afirma Ana Clara Marques, meteorologista da Climatempo”, explica.  

Na Região Sudeste, espera-se um verão mais chuvoso e abafado, com menos dias ensolarados. No Sul, as chuvas serão irregulares, mas picos de calor nas capitais são previstos. No Norte, o verão terá chuvas regulares, beneficiando a navegabilidade dos rios após um ano crítico. Já no Nordeste, o início das chuvas será atrasado, mas ganhará intensidade no final da estação.  

No agronegócio, produtores de milho e soja do Centro-Oeste enfrentam um clima mais ameno, porém com períodos prolongados de invernadas que podem impactar o desenvolvimento das culturas. Ajustes no planejamento climático serão essenciais para mitigar riscos e aproveitar as oportunidades.  

“A previsão é de temperaturas mais amenas em relação ao último ano, e de menor probabilidade de que haja duas semanas, por exemplo, de temperaturas elevadas. O clima vai oscilar mais, embora, na média, deva manter o comportamento de verão”, avalia Ana Clara.

 





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Queda nos Treasuries, máximas históricas nas bolsas e IPCA-15 agitam mercado



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca a reação positiva à nomeação de Scott Bessent nos EUA, com queda nos Treasuries e máximas históricas nas bolsas. No Brasil, o IPCA-15 de novembro preocupa ao indicar inflação acima da meta, reforçando apostas de alta na Selic.



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Boi gordo abre a semana em alta



Boi gordo e “boi China” registram alta




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, o mercado de proteínas animais iniciou a semana com alta nas cotações do boi gordo e do “boi China”, reflexo de menor oferta e maior demanda. O preço do boi gordo subiu R$3,00/@, enquanto o “boi China” apresentou valorização de R$5,00/@. A cotação da vaca também registrou aumento de R$2,00/@. Por outro lado, o preço da novilha permaneceu estável.

Na região do Triângulo Mineiro, o movimento de alta foi semelhante, com acréscimos de R$3,00/@ no boi comum e R$5,00/@ na novilha. Já o “boi China” registrou aumento menor, de R$2,00/@.

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No mercado atacadista, a menor oferta de carne bovina com osso impulsionou as cotações. A carcaça do boi capão e do boi inteiro casados subiu 0,7%. O corte dianteiro 1×1 do boi capão teve aumento de 1,5%, enquanto a novilha casada registrou alta de 0,9%. Em contrapartida, o preço da vaca casada caiu 0,7%.

O mercado de carnes alternativas também registrou oscilações. A carcaça de suíno especial apresentou alta de 2,0%, enquanto a cotação do frango médio especial recuou 1,0%, conforme apontou o informativo.





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Mês de outubro tem queda no valor no valor das exportações, mas com maior volume, diz Farsul


A Farsul divulgou, nesta segunda-feira (25), os resultados das exportações gaúchas do mês de outubro. Na comparação com setembro de 2024, houve queda de 1,3% no valor das exportações, mas um aumento de 11% no volume.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, também houve queda, de 10% no valor total, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1,5 bilhão. O volume exportado, entretanto, aumentou no agregado, passando de 2,4 milhão de toneladas em outubro de 2023 para 2,6 milhões de tonelada em julho de 2024, um aumento de 8%.

Em setembro, o estado do Rio Grande do Sul exportou um total de US$ 2,3 bilhões, sendo que o agro respondeu por US$ 1,5 bilhões deste montante, ou seja, 66%. Em volume, o agronegócio representou 91% do total exportado. As exportações do agro gaúcho, no acumulado de janeiro a outubro de 2024 totalizaram US$ 12,4 bilhões, valor 7,5% inferior ao exportado no mesmo período de 2023. Já no volume, o total exportado foi de 19,6 milhões de toneladas, aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2023.

Os principais parceiros comerciais do estado no período foram a Ásia (sem o Oriente Médio), com US$ 934 milhões e 1,9 milhão de toneladas, e a Europa, que atingiu US$ 230 milhões, sendo US$ 186 milhões para a União Europeia. Em seguida temos o Oriente Médio com US$ 130 milhões, América do Sul com US$ 95 milhões, África com US$ 52 milhões, América do Norte com US$ 45 milhões, América Central e Caribe com US$ 32 milhões e Oceania com US$ 1,3 milhões.

Quanto aos países, a China aparece em primeiro lugar com US$ 742 milhões e participação de 48,8% no valor. Em segundo lugar temos o Irã com 3,5%, França com 3,2%, Bélgica com 2,5% e Estados Unidos com 2,4%.

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