sexta-feira, julho 24, 2026

Autor: Redação

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Embraer já recebeu R$ 700 mi para projeto



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 200 milhões para a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, dar continuidade ao desenvolvimento de protótipos do veículo eVTOL, conhecido como “carro voador”. O recurso, proveniente do Fundo Clima, será destinado à fabricação do modelo comercial e à transição da fase de protótipos para a certificação e produção.

A Eve já havia recebido, em outubro, R$ 500 milhões do BNDES para a construção de sua unidade de produção em Taubaté (SP), com recursos do programa BNDES Mais Inovação. O investimento incluiu também a campanha de testes para a certificação da aeronave pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O que é o carro voador

A sigla eVTol significa, em inglês, veículo elétrico de pouso e decolagem vertical, combinando vantagens de aviões elétricos e de helicópteros. O carro voador deve ser utilizado prioritarimente em voos urbanos e turísticos, daí ser chamado de “carro”, oferecendo mais conforto e menor nível de ruído que aeronaves usadas com essa finalidade atualmente.

Conforme a Eve, o carro voador utiliza uma configuração de decolagem e cruzeiro com rotores dedicados para o voo vertical e asas fixas para voar em cruzeiro. O conceito mais recente da empresa inclui um propulsor elétrico duplo, o que garantiria alto desempenho e segurança. A empresa ainda afirma que o veículo tem baixo custo operacional, menos peças, estruturas e sistemas otimizados, tudo isso com baixo ruído operacional.

Para Johann Bordais, CEO da Eve, o financiamento é estratégico para o avanço do projeto. “Esse apoio fortalece nossa posição financeira e permite atingir marcos fundamentais, como a certificação e a comercialização do eVTOL”, afirmou.

Eduardo Couto, CFO da empresa, destacou que o investimento representa um voto de confiança no projeto e fortalece a liderança da Eve no mercado global de mobilidade aérea urbana.

Carro voador tem indústria ‘verde’

A fábrica em Taubaté se tornou um símbolo de inovação e desenvolvimento regional. Segundo Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, o projeto contribui para a geração de empregos qualificados e posiciona o Brasil no mercado de tecnologia disruptiva e sustentável. “Estamos investindo em uma indústria verde e fortalecendo a posição do país na transição energética”, destacou. No total, o BNDES já destinou R$ 700 milhões para o projeto em 2024.

O eVTOL da Eve também é considerado um marco para a descarbonização. A Anac recentemente publicou os critérios finais de aeronavegabilidade, permitindo que a empresa avance na certificação do veículo. Esse é considerado um passo essencial para a comercialização do carro voador e segue alinhado às diretrizes da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

Fundo Clima e política industrial brasileira

O financiamento faz parte do Fundo Clima, gerido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A iniciativa apoia projetos que promovem a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e a adaptação às mudanças climáticas.

José Luís Gordon, diretor do BNDES, afirma que o projeto da Eve se enquadra na modalidade indústria verde, com foco em eficiência e qualidade de vida. “É um projeto inovador que reflete a nova política industrial do governo federal, fomentando o desenvolvimento tecnológico e sustentável”, afirmou.

O eVTOL promete transformar o transporte urbano e consolidar o Brasil como um dos principais players no mercado de mobilidade aérea, aliando inovação, sustentabilidade e geração de valor econômico.



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Como está o plantio da soja no Tocantins? Expedição Soja Brasil visita o estado



A Expedição Soja Brasil segue pelo país e, desta vez, a equipe conheceu de perto o cenário da produção de soja no estado do Tocantins. Segundo previsões do governo estadual, a produção de soja no estado deve crescer 10% na safra 2024/25, o que reflete o grande potencial agrícola da região que, em pouco mais de três décadas, se consolidou como um dos principais polos produtores de grãos do Brasil.

Porto Nacional e a produção da soja

Porto Nacional, no sudeste do Tocantins, destaca-se como o maior polo produtor de soja do estado, com a extensão de 170 mil hectares do grão. O aumento no cultivo de soja é impulsionado pela recuperação de áreas de pastagens degradadas, que se transformam em terrenos adequados para o cultivo de grãos.

Na visita à região, há a crescente adoção do modelo de integração lavoura-pecuária. Esse modelo permite conciliar a produção de soja com a criação de gado, melhorando a sustentabilidade do solo e aumentando a produtividade.

O impulso à produção do grão no Tocantins

A infraestrutura logística foi outro fator importante para o crescimento da soja no Tocantins. Com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul em 2018, o escoamento da produção deixou de ser um desafio. A ferrovia tornou o transporte de grãos mais rápido e eficiente, permitindo que os produtores obtenham melhores preços no mercado.

A proximidade de Porto Nacional com o terminal de grãos VLI, a apenas 50 km de distância, facilita ainda mais o escoamento da soja. O transporte para o Porto de Itaqui, em São Luís (MA), proporciona aos produtores de Porto Nacional um dos melhores preços do estado.

O clima no Tocantins

O clima do Tocantins tem favorecido a produção de soja. A janela de plantio é uma das mais vantajosas do Brasil, com possibilidade de semeadura até 25 de fevereiro e chuvas regulares até março. Esse clima favorável contribui para o bom desenvolvimento da cultura, permitindo ao estado se destacar na produção de soja.

A soja tem se expandido principalmente em áreas de pastagens degradadas, que estão sendo recuperadas e convertidas para a agricultura, impulsionando tanto a produção quanto a sustentabilidade do setor. Os produtores têm investido em técnicas como o uso de capim para integrar com a pecuária, mantendo o solo úmido e saudável para o cultivo de soja e gerando uma segunda safra.

Expectativas

Com o aumento da área plantada e a continuidade das boas práticas agrícolas, a expectativa é que o Tocantins colha 5 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25. O uso de técnicas inovadoras de manejo, como a produção de palha para manter a umidade do solo e a recuperação de pastagens, têm sido decisivas para alcançar esse aumento de produção.



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Produção e produtividade da soja do RS devem crescer, diz Emater



A produção de soja no Rio Grande do Sul na atual safra 2024/25 pode alcançar 21,6 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 18,59% em comparação com o ciclo anterior 2023/24, segundo levantamento da Emater-RS. A estimativa foi apresentada no sábado (30), durante a Fenasoja, em Santa Rosa.

O diretor técnico da Emater-RS, Claudinei Baldissera, salientou que a oleaginosa deve ocupar 6.811.344 hectares no estado, com aumento de 1,54% em relação à safra anterior. A produtividade esperada é 13,17% superior à obtida no ano passado, podendo atingir 3.179 kg/ha.

Segundo a Emater, as lavouras semeadas no fim de outubro e início de novembro apresentam boa germinação e estande adequado. Aquelas plantadas a partir da segunda quinzena de novembro, com períodos de poucas chuvas, apresentaram algumas falhas de germinação, mas sem comprometer o estande da lavoura.

Na região de abrangência do Escritório Regional da Emater-RS/Ascar de Santa Rosa, a área de produção de soja na safra 2024/25 deve ser de 779.119 hectares, com produtividade esperada de 3.132 kg/ha e produção de 2.440.201 toneladas da oleaginosa.

Até o momento, já foi concluída a operação de plantio em 58% da área projetada para a região de Santa Rosa, com evolução de 13% da área plantada se comparada com a semana anterior. O porcentual está abaixo da média do estado, que está em 65%.



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África do Sul nega plano de Brics de substituir dólar como moeda de referência



Porta-voz do Ministério das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Chrispin Phiri afirmou que “relatos errôneos” levaram à narrativa incorreta de que o Brics estaria planejando criar uma nova moeda de referência, deixando o dólar, mas que “este não é o caso”.

Em publicação feita no X, antigo Twitter, ele afirma que as discussões do grupo foram de realizar o comércio entre países-membros usando as próprias moedas nacionais.

Em entrevista, o ministro das Finanças, Enoch Godongwana, disse que não há documentos do Brics que fale sobre uma nova moeda de referência. “Se eu estou negociando com chineses, não existe razões para que eles não aceitem o rand. O que queremos é utilizar as nossas próprias moedas enquanto estamos fazendo comércio entre nós”, afirmou.

As falas acontecem após o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar tarifar o Brics em 100%, caso decidam substituir o dólar como moeda de referência.

Em postagem realizada na Truth Social, o republicano disse que “exige compromisso” dos países do grupo, caso contrário deverão “dizer adeus à venda para a maravilhosa economia dos EUA”.



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queda nas cotações futuras reforçam pressão no preço



Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que os preços do milho seguiram enfraquecidos na última semana.

Além da retração de consumidores, atentos aos impactos do clima no setor, pesquisadores do Cepea afirmam que as quedas nas cotações futuras e externas reforçam a pressão sobre os valores domésticos.

As condições climáticas favoráveis resultaram em um avanço nas semeaduras de milho e de soja da safra verão, minimizando – ou até mesmo descartando – os temores de agentes de que o cultivo da segunda safra poderia ser realizado em 2025 em período fora da janela ideal.

Além disso, as chuvas vêm beneficiando o desenvolvimento da safra de verão que já está cultivada.

O indicado de milho Esalq/B3 registrou valor de R$ 72,77 para a saca de milho, com referência na região de Campinas (SP), na última sexta-feira (29), o que representa uma variação negativa de 0,23% dentro do mês.



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AgroNewsPolítica & Agro

Balança comercial paulista tem déficit


A balança comercial paulista apresentou déficit de US$ 1,1 bilhão em outubro de 2024, reflexo da queda de 1,54% nas exportações totais e do aumento de 17,84% nas importações. Os dados são do relatório Acompanhamento do Comércio Exterior, elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).  

O agronegócio, responsável por 43% das exportações do estado, foi destaque, alcançando US$ 2,78 bilhões no mês, um crescimento de 16,45% em relação ao mesmo período de 2023. Entre os produtos que impulsionaram o desempenho estão o açúcar de cana bruto (+23,4%), a carne bovina in natura (+63,3%) e a celulose (+128,3%). Em contrapartida, alguns itens tiveram retração expressiva, como a soja em grãos (-81,5%) e o álcool etílico (-56%).  

As importações relacionadas ao agronegócio também registraram alta, somando US$ 492,7 milhões, um aumento de 15,58%. Os principais produtos que contribuíram para esse crescimento foram a borracha natural, com alta de 110,1%, além de itens como papel e salmões, que também tiveram elevação nos valores importados.  

De janeiro a outubro, o agronegócio paulista gerou superávit de US$ 21 bilhões, mas o déficit de US$ 26,1 bilhões dos demais setores resultou em um saldo negativo de US$ 5,1 bilhões na balança comercial estadual. Em contraste, no cenário nacional, o agronegócio foi essencial para o saldo positivo, contribuindo com US$ 12,5 bilhões em outubro e ajudando a balança comercial brasileira a registrar um superávit de US$ 4,34 bilhões no período.

 





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dólar em alta sustenta preços no mercado interno



Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, na última semana, os preços da soja foram sustentados em um ambiente de valorização do dólar.

Isso teria ocorrido porque produtores domésticos ficaram mais otimistas em relação às vendas do grão em 2025, mesmo diante da possível safra recorde no país, de acordo com os pesquisadores do centro de estudos.

Em novembro (até o dia 28), o Indicador Cepea/Esalq – Paraná registrava média de R$ 140,46 por saca de 60 kg, a maior deste ano, em termos reais (IGP-DI de outubro).

Segundo o Cepea, o dólar norte-americano em torno dos R$ 6 tende a encarecer os insumos importados, como os fertilizantes, e, consequentemente, elevar os custos de produção da soja, especialmente das lavouras de segunda safra.

Por outro lado, o câmbio alto favorece a receita obtida em reais por produtos exportados e eleva a paridade de exportação, ainda conforme o Centro de Pesquisas.



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Mercado eleva previsão de PIB e inflação, mantendo expectativa para Selic



As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 3,17% para 3,22% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. A projeção para 2025 ficou estável em 1,95%.

O BC estima que a economia brasileira crescerá 3,2% em 2024, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro.

Selic

A expectativa para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2024 foi mantida em 11,75%. Atualmente, ela está em 11,25%, o que significa que o mercado espera um incremento de 0,5 ponto percentual (pp) até o fim do ano. Para 2025, a estimativa para a taxa Selic subiu de 12,25% para 12,63%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2025 estava em 11,50%.

Câmbio

A projeção para a taxa de câmbio em 2024 ficou estável em R$ 5,70 por dólar, enquanto a estimativa para 2025 subiu de R$ 5,55 para R$ 5,60 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2024 era de R$ 5,50, enquanto a previsão para 2025 estava em R$ 5,43.

Inflação

A pesquisa Focus indicou nesta semama a elevação de 4,63% para 4,71% a previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 4,67% para 4,66%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,98% para 6,18%.

Para 2025, as instituições financeiras elevaram de 4,34% para 4,40% a previsão para a nflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados em 2025 diminuiu de 4,16% para 4,13%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M subiu de 4,08% para 4,16%.



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Produtores de algodão da Bahia inauguram o maior Centro de Análise de Fibras da América Latina


A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) inaugurou na noite desta sexta-feira (29), o maior e mais moderno Centro de Análise de Fibras da América Latina, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

A solenidade contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, lideranças políticas, empresariais e do setor agrícola de todo o país.

Além das instalações da nova sede da entidade, a Abapa também apresentou os membros da diretoria eleita para o biênio 2025/26.

inauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhãesinauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhães
Foto: Divulgação/ Abapa

“Estou muito feliz, pois esse é um passo significativo para o fortalecimento do setor agrícola baiano e brasileiro. A inovação e o investimento em tecnologia, como esse novo centro, são essenciais para consolidarmos a Bahia como um grande polo de produção de algodão e para avançarmos no desenvolvimento sustentável do nosso agronegócio. Desejo sucesso à nova diretoria, que tenho certeza que continuará desenvolvendo um excelente trabalho para a associação e para a Bahia”, destacou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

A estrutura

A estrutura vai começar a operar já na próxima safra com 16 equipamentos HVI, capazes de realizar até 34 mil análises diárias.

Com possibilidade de expansão para 28 equipamentos, o centro poderá atingir uma capacidade de 60 mil análises diárias, garantindo agilidade e precisão na classificação do algodão produzido na Bahia e também na área do entorno, como Tocantins.

Localizado estrategicamente às margens da BR-020, o novo complexo da Abapa em Luís Eduardo Magalhães ocupa uma área total de 10.442,60 m², com 9.500 m² de área construída.

A estrutura inclui uma sede administrativa moderna e funcional, um auditório com capacidade para 500 pessoas e o Museu do Algodão, projetados para oferecer eficiência no atendimento aos associados e conforto para visitantes.

Para Bergamaschi, toda esta estrutura é resultado da união dos produtores e do trabalho permanente com muitas parcerias, com as demais associações, como a Aiba e Abrapa, e com o governo do estado e os municípios.

“Com a nossa união e foco, transcendemos o mero crescimento do setor algodoeiro. Otimizamos o tempo de isolamento imposto pela pandemia para darmos sequência à melhoria contínua da nossa associação. Em nossa gestão, nos últimos quatro anos, priorizamos a organização e o bem estar dos colaboradores e parceiros. Concluímos a nossa missão neste momento com a inauguração do novo centro e sede, degraus importante para continuarmos fortes e avançando em qualidade e competitividade no mercado do algodão mundial. Ainda há muito a ser feito e tenho certeza que a próxima diretoria continuará defendendo com o mesmo propósito o setor do algodão da Bahia e do Brasil”, disse Luiz Carlos Bergamaschi, presidente da Abapa.

Nova diretoria

Durante a solenidade, os presentes também participaram da tradicional cerimônia de posse da nova diretoria da Abapa para o biênio 2025/2026, já nas instalações da nova sede.

Alessandra Zanotto Costa, atual primeira vice-presidente, foi empossada como presidente, sucedendo Luiz Carlos Bergamaschi, que encerra sua gestão à frente da associação.

inauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhãesinauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhães
Foto: Divulgação/ Abapa

Sócia-diretora do Grupo Zanotto, Alessandra tem construído um legado com olhar da inovação e na sustentabilidade, sendo considerada uma das principais lideranças do setor do agronegócio nacional.

Alessandra Zanotto Costa integra os comitês Women in Cotton, da Internacional Cotton Association (ICA) e faz parte do seleto grupo Forbes Mulher Agro, da Forbes Brasil. Além de vice-presidente da Abapa nos últimos oito anos, é atualmente 1ª conselheira fiscal da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para mim, liderar a Abapa é mais que um marco coletivo; é também um marco pessoal. Pessoal, porque trago comigo histórias e sonhos. A história de uma mulher que acredita no potencial da cotonicultura baiana e sonha em levá-la ainda mais longe. De alguém que, há 8 anos, se imaginou aqui, com o desejo de ocupar esse lugar — não por mim apenas, mas pela nossa região”, destacou a nova presidente durante o discurso de posse.


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AgroNewsPolítica & Agro

Avanços no plantio e colheita na Argentina



A colheita de trigo atingiu 38,7% da área cultivada



No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados
No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados – Foto: Divulgação

O relatório Panorama Agrícola Semanal (PAS) e Estado y Condición de Cultivos (ECC), divulgado pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), destaca o progresso no plantio e na colheita das principais culturas agrícolas na Argentina. A semeadura de soja avançou 8,6 pontos percentuais na última semana, alcançando 44,4% da área projetada em nível nacional. Do total, 60% da soja de primeira já foi implantada.  

No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados. As condições climáticas favoráveis contribuíram para a melhoria do estado das lavouras, com 96,6% da área em condições classificadas como normais a excelentes. Já o girassol, com 99% da área projetada de 2 milhões de hectares plantada, enfrenta atrasos devido às chuvas, registrando avanço semanal de apenas 0,2 ponto percentual. Apesar disso, 99,4% da área apresenta condições normais a excelentes.  

A colheita de trigo atingiu 38,7% da área cultivada, com avanço intersemanal de 9,4 pontos percentuais. O rendimento médio subiu para 21,2 sacas por hectare, confirmando a previsão de produção em 18,6 milhões de toneladas. Enquanto isso, a cevada registra colheita em 4,7% da área apta, com rendimento médio de 37,5 sacas por hectare. Os primeiros lotes já estão sendo colhidos no sul da área agrícola argentina.  

Esses dados, segundo o próprio levantamento, reforçam o desempenho sólido das principais culturas na Argentina, apesar dos desafios climáticos pontuais. A BCBA mantém um monitoramento contínuo para avaliar as condições de desenvolvimento e produtividade das lavouras.

 





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