quarta-feira, julho 22, 2026

Autor: Redação

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os desafios dos produtores da soja



A terceira temporada da série Mato Grosso Clima e Mercado continua sua jornada pelas áreas produtivas de soja do estado. Na segunda semana, a equipe da Aprosoja-MT percorreu mais de 2 mil km nas regiões sul e leste, com o compromisso de ouvir produtores do grão de cidades e propriedades rurais.

Dificuldades na lavoura de soja

Em diversas regiões do estado, o atraso das chuvas foi um fator que adiou o plantio. Em algumas áreas, produtores optaram por deixar talhões sem semear ou adiaram a semeadura para a próxima safra. O plantio acelerado para recuperar o tempo perdido também gerou dificuldades, especialmente no que se refere à cultura do milho safrinha, que será plantado mais tarde e corre o risco de ter sua produtividade reduzida.

A seca severa, que atingiu algumas regiões por vários meses, causou danos às lavouras, com prejuízos também nas pastagens. O período de estiagem comprometeu o desenvolvimento das plantas e gerou preocupações sobre a capacidade de recuperação das culturas, principalmente nas áreas de milho.

Além disso, os atrasos no plantio aumentaram os custos operacionais, já que muitas atividades precisaram ser realizadas em um período mais curto de tempo, o que gerou uma pressão sobre os recursos financeiros dos produtores. Em várias propriedades, o custo elevado da soja e o replantio de áreas afetadas pela seca agravaram a situação.

Logística

Outro fator relevante é a logística, que já é um problema constante em Mato Grosso, mas que deve se agravar ainda mais em 2025. O plantio tardio e a proximidade das colheitas podem causar congestionamentos nos armazéns, o que afeta a comercialização e o transporte da produção. A competição por espaço nos armazéns e o tempo reduzido para a colheita serão pontos críticos.

Atenção aos produtores

A série Mato Grosso Clima e Mercado continuará a percorrer o estado a partir do dia 9 de dezembro, com foco nas regiões leste e oeste, para entender melhor as realidades enfrentadas pelos produtores mato-grossenses e como se adaptam aos desafios impostos pela natureza e pelos custos elevados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Frente fria traz tempestade ao Sul do Brasil


A segunda-feira, 2 de dezembro de 2024, começa com a formação de uma frente fria acompanhada por um sistema de baixa pressão, trazendo chuvas volumosas ao sul do país. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, essa configuração climática também provoca instabilidades no centro do Brasil, afetando diretamente áreas agrícolas essenciais para a produção de grãos e outras culturas.

No Rio Grande do Sul (RS), a metade norte enfrenta precipitações que podem ultrapassar os 100 mm em algumas localidades, enquanto o sul do estado já tem tempo firme. Em Santa Catarina (SC) e no Paraná (PR), as chuvas são menos intensas, mas ainda preocupam agricultores que trabalham com soja, milho e feijão, especialmente em áreas suscetíveis a alagamentos.

Centro-Oeste e Sudeste

No Centro-Oeste, o avanço da frente fria canaliza corredores de umidade, elevando o risco de tempestades no sul de Mato Grosso do Sul (MS), uma região estratégica para o cultivo de soja. Goiás (GO) e Mato Grosso (MT) também terão pancadas isoladas, que ajudam a manter a umidade do solo, mas aumentam o risco de doenças em culturas como milho e algodão. No Sudeste, o cenário é semelhante, com chuvas esparsas em São Paulo (SP) e Minas Gerais (MG), favorecendo a recuperação hídrica, mas exigindo atenção dos produtores para evitar perdas por doenças fúngicas.

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Norte e Nordeste

No Norte, as chuvas são menos frequentes em estados como Acre (AC) e Rondônia (RO), mas o calor combinado com a umidade cria condições para pancadas localizadas no Pará (PA) e Tocantins (TO). No Nordeste, áreas como o sul do Maranhão (MA) e da Bahia (BA) registram precipitações isoladas, importantes para as pastagens, mas ainda insuficientes para a plena recuperação de culturas como feijão e milho.

Áreas com tempo firme

Regiões como o sul do RS, centro-leste da BA e partes do oeste da região Norte terão tempo estável nesta segunda-feira, oferecendo condições ideais para colheitas e manejo agrícola.

Perspectivas para a semana

O meteorologista Gabriel Rodrigues prevê chuvas abrangentes ao longo da semana em quase todo o Brasil, com exceção do leste da Bahia, Sergipe e Alagoas, que devem continuar enfrentando períodos mais secos. As projeções destacam acumulados superiores a 100 mm em regiões como o norte do RS, oeste de SC, Paraná (PR), sul de Minas Gerais (MG) e leste do Mato Grosso do Sul (MS).





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Embraer já recebeu R$ 700 mi para projeto



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 200 milhões para a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, dar continuidade ao desenvolvimento de protótipos do veículo eVTOL, conhecido como “carro voador”. O recurso, proveniente do Fundo Clima, será destinado à fabricação do modelo comercial e à transição da fase de protótipos para a certificação e produção.

A Eve já havia recebido, em outubro, R$ 500 milhões do BNDES para a construção de sua unidade de produção em Taubaté (SP), com recursos do programa BNDES Mais Inovação. O investimento incluiu também a campanha de testes para a certificação da aeronave pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O que é o carro voador

A sigla eVTol significa, em inglês, veículo elétrico de pouso e decolagem vertical, combinando vantagens de aviões elétricos e de helicópteros. O carro voador deve ser utilizado prioritarimente em voos urbanos e turísticos, daí ser chamado de “carro”, oferecendo mais conforto e menor nível de ruído que aeronaves usadas com essa finalidade atualmente.

Conforme a Eve, o carro voador utiliza uma configuração de decolagem e cruzeiro com rotores dedicados para o voo vertical e asas fixas para voar em cruzeiro. O conceito mais recente da empresa inclui um propulsor elétrico duplo, o que garantiria alto desempenho e segurança. A empresa ainda afirma que o veículo tem baixo custo operacional, menos peças, estruturas e sistemas otimizados, tudo isso com baixo ruído operacional.

Para Johann Bordais, CEO da Eve, o financiamento é estratégico para o avanço do projeto. “Esse apoio fortalece nossa posição financeira e permite atingir marcos fundamentais, como a certificação e a comercialização do eVTOL”, afirmou.

Eduardo Couto, CFO da empresa, destacou que o investimento representa um voto de confiança no projeto e fortalece a liderança da Eve no mercado global de mobilidade aérea urbana.

Carro voador tem indústria ‘verde’

A fábrica em Taubaté se tornou um símbolo de inovação e desenvolvimento regional. Segundo Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, o projeto contribui para a geração de empregos qualificados e posiciona o Brasil no mercado de tecnologia disruptiva e sustentável. “Estamos investindo em uma indústria verde e fortalecendo a posição do país na transição energética”, destacou. No total, o BNDES já destinou R$ 700 milhões para o projeto em 2024.

O eVTOL da Eve também é considerado um marco para a descarbonização. A Anac recentemente publicou os critérios finais de aeronavegabilidade, permitindo que a empresa avance na certificação do veículo. Esse é considerado um passo essencial para a comercialização do carro voador e segue alinhado às diretrizes da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

Fundo Clima e política industrial brasileira

O financiamento faz parte do Fundo Clima, gerido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A iniciativa apoia projetos que promovem a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e a adaptação às mudanças climáticas.

José Luís Gordon, diretor do BNDES, afirma que o projeto da Eve se enquadra na modalidade indústria verde, com foco em eficiência e qualidade de vida. “É um projeto inovador que reflete a nova política industrial do governo federal, fomentando o desenvolvimento tecnológico e sustentável”, afirmou.

O eVTOL promete transformar o transporte urbano e consolidar o Brasil como um dos principais players no mercado de mobilidade aérea, aliando inovação, sustentabilidade e geração de valor econômico.



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Como está o plantio da soja no Tocantins? Expedição Soja Brasil visita o estado



A Expedição Soja Brasil segue pelo país e, desta vez, a equipe conheceu de perto o cenário da produção de soja no estado do Tocantins. Segundo previsões do governo estadual, a produção de soja no estado deve crescer 10% na safra 2024/25, o que reflete o grande potencial agrícola da região que, em pouco mais de três décadas, se consolidou como um dos principais polos produtores de grãos do Brasil.

Porto Nacional e a produção da soja

Porto Nacional, no sudeste do Tocantins, destaca-se como o maior polo produtor de soja do estado, com a extensão de 170 mil hectares do grão. O aumento no cultivo de soja é impulsionado pela recuperação de áreas de pastagens degradadas, que se transformam em terrenos adequados para o cultivo de grãos.

Na visita à região, há a crescente adoção do modelo de integração lavoura-pecuária. Esse modelo permite conciliar a produção de soja com a criação de gado, melhorando a sustentabilidade do solo e aumentando a produtividade.

O impulso à produção do grão no Tocantins

A infraestrutura logística foi outro fator importante para o crescimento da soja no Tocantins. Com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul em 2018, o escoamento da produção deixou de ser um desafio. A ferrovia tornou o transporte de grãos mais rápido e eficiente, permitindo que os produtores obtenham melhores preços no mercado.

A proximidade de Porto Nacional com o terminal de grãos VLI, a apenas 50 km de distância, facilita ainda mais o escoamento da soja. O transporte para o Porto de Itaqui, em São Luís (MA), proporciona aos produtores de Porto Nacional um dos melhores preços do estado.

O clima no Tocantins

O clima do Tocantins tem favorecido a produção de soja. A janela de plantio é uma das mais vantajosas do Brasil, com possibilidade de semeadura até 25 de fevereiro e chuvas regulares até março. Esse clima favorável contribui para o bom desenvolvimento da cultura, permitindo ao estado se destacar na produção de soja.

A soja tem se expandido principalmente em áreas de pastagens degradadas, que estão sendo recuperadas e convertidas para a agricultura, impulsionando tanto a produção quanto a sustentabilidade do setor. Os produtores têm investido em técnicas como o uso de capim para integrar com a pecuária, mantendo o solo úmido e saudável para o cultivo de soja e gerando uma segunda safra.

Expectativas

Com o aumento da área plantada e a continuidade das boas práticas agrícolas, a expectativa é que o Tocantins colha 5 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25. O uso de técnicas inovadoras de manejo, como a produção de palha para manter a umidade do solo e a recuperação de pastagens, têm sido decisivas para alcançar esse aumento de produção.



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Produção e produtividade da soja do RS devem crescer, diz Emater



A produção de soja no Rio Grande do Sul na atual safra 2024/25 pode alcançar 21,6 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 18,59% em comparação com o ciclo anterior 2023/24, segundo levantamento da Emater-RS. A estimativa foi apresentada no sábado (30), durante a Fenasoja, em Santa Rosa.

O diretor técnico da Emater-RS, Claudinei Baldissera, salientou que a oleaginosa deve ocupar 6.811.344 hectares no estado, com aumento de 1,54% em relação à safra anterior. A produtividade esperada é 13,17% superior à obtida no ano passado, podendo atingir 3.179 kg/ha.

Segundo a Emater, as lavouras semeadas no fim de outubro e início de novembro apresentam boa germinação e estande adequado. Aquelas plantadas a partir da segunda quinzena de novembro, com períodos de poucas chuvas, apresentaram algumas falhas de germinação, mas sem comprometer o estande da lavoura.

Na região de abrangência do Escritório Regional da Emater-RS/Ascar de Santa Rosa, a área de produção de soja na safra 2024/25 deve ser de 779.119 hectares, com produtividade esperada de 3.132 kg/ha e produção de 2.440.201 toneladas da oleaginosa.

Até o momento, já foi concluída a operação de plantio em 58% da área projetada para a região de Santa Rosa, com evolução de 13% da área plantada se comparada com a semana anterior. O porcentual está abaixo da média do estado, que está em 65%.



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África do Sul nega plano de Brics de substituir dólar como moeda de referência



Porta-voz do Ministério das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Chrispin Phiri afirmou que “relatos errôneos” levaram à narrativa incorreta de que o Brics estaria planejando criar uma nova moeda de referência, deixando o dólar, mas que “este não é o caso”.

Em publicação feita no X, antigo Twitter, ele afirma que as discussões do grupo foram de realizar o comércio entre países-membros usando as próprias moedas nacionais.

Em entrevista, o ministro das Finanças, Enoch Godongwana, disse que não há documentos do Brics que fale sobre uma nova moeda de referência. “Se eu estou negociando com chineses, não existe razões para que eles não aceitem o rand. O que queremos é utilizar as nossas próprias moedas enquanto estamos fazendo comércio entre nós”, afirmou.

As falas acontecem após o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar tarifar o Brics em 100%, caso decidam substituir o dólar como moeda de referência.

Em postagem realizada na Truth Social, o republicano disse que “exige compromisso” dos países do grupo, caso contrário deverão “dizer adeus à venda para a maravilhosa economia dos EUA”.



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queda nas cotações futuras reforçam pressão no preço



Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que os preços do milho seguiram enfraquecidos na última semana.

Além da retração de consumidores, atentos aos impactos do clima no setor, pesquisadores do Cepea afirmam que as quedas nas cotações futuras e externas reforçam a pressão sobre os valores domésticos.

As condições climáticas favoráveis resultaram em um avanço nas semeaduras de milho e de soja da safra verão, minimizando – ou até mesmo descartando – os temores de agentes de que o cultivo da segunda safra poderia ser realizado em 2025 em período fora da janela ideal.

Além disso, as chuvas vêm beneficiando o desenvolvimento da safra de verão que já está cultivada.

O indicado de milho Esalq/B3 registrou valor de R$ 72,77 para a saca de milho, com referência na região de Campinas (SP), na última sexta-feira (29), o que representa uma variação negativa de 0,23% dentro do mês.



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AgroNewsPolítica & Agro

Balança comercial paulista tem déficit


A balança comercial paulista apresentou déficit de US$ 1,1 bilhão em outubro de 2024, reflexo da queda de 1,54% nas exportações totais e do aumento de 17,84% nas importações. Os dados são do relatório Acompanhamento do Comércio Exterior, elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).  

O agronegócio, responsável por 43% das exportações do estado, foi destaque, alcançando US$ 2,78 bilhões no mês, um crescimento de 16,45% em relação ao mesmo período de 2023. Entre os produtos que impulsionaram o desempenho estão o açúcar de cana bruto (+23,4%), a carne bovina in natura (+63,3%) e a celulose (+128,3%). Em contrapartida, alguns itens tiveram retração expressiva, como a soja em grãos (-81,5%) e o álcool etílico (-56%).  

As importações relacionadas ao agronegócio também registraram alta, somando US$ 492,7 milhões, um aumento de 15,58%. Os principais produtos que contribuíram para esse crescimento foram a borracha natural, com alta de 110,1%, além de itens como papel e salmões, que também tiveram elevação nos valores importados.  

De janeiro a outubro, o agronegócio paulista gerou superávit de US$ 21 bilhões, mas o déficit de US$ 26,1 bilhões dos demais setores resultou em um saldo negativo de US$ 5,1 bilhões na balança comercial estadual. Em contraste, no cenário nacional, o agronegócio foi essencial para o saldo positivo, contribuindo com US$ 12,5 bilhões em outubro e ajudando a balança comercial brasileira a registrar um superávit de US$ 4,34 bilhões no período.

 





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dólar em alta sustenta preços no mercado interno



Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, na última semana, os preços da soja foram sustentados em um ambiente de valorização do dólar.

Isso teria ocorrido porque produtores domésticos ficaram mais otimistas em relação às vendas do grão em 2025, mesmo diante da possível safra recorde no país, de acordo com os pesquisadores do centro de estudos.

Em novembro (até o dia 28), o Indicador Cepea/Esalq – Paraná registrava média de R$ 140,46 por saca de 60 kg, a maior deste ano, em termos reais (IGP-DI de outubro).

Segundo o Cepea, o dólar norte-americano em torno dos R$ 6 tende a encarecer os insumos importados, como os fertilizantes, e, consequentemente, elevar os custos de produção da soja, especialmente das lavouras de segunda safra.

Por outro lado, o câmbio alto favorece a receita obtida em reais por produtos exportados e eleva a paridade de exportação, ainda conforme o Centro de Pesquisas.



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Mercado eleva previsão de PIB e inflação, mantendo expectativa para Selic



As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 3,17% para 3,22% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. A projeção para 2025 ficou estável em 1,95%.

O BC estima que a economia brasileira crescerá 3,2% em 2024, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro.

Selic

A expectativa para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2024 foi mantida em 11,75%. Atualmente, ela está em 11,25%, o que significa que o mercado espera um incremento de 0,5 ponto percentual (pp) até o fim do ano. Para 2025, a estimativa para a taxa Selic subiu de 12,25% para 12,63%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2025 estava em 11,50%.

Câmbio

A projeção para a taxa de câmbio em 2024 ficou estável em R$ 5,70 por dólar, enquanto a estimativa para 2025 subiu de R$ 5,55 para R$ 5,60 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2024 era de R$ 5,50, enquanto a previsão para 2025 estava em R$ 5,43.

Inflação

A pesquisa Focus indicou nesta semama a elevação de 4,63% para 4,71% a previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 4,67% para 4,66%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,98% para 6,18%.

Para 2025, as instituições financeiras elevaram de 4,34% para 4,40% a previsão para a nflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados em 2025 diminuiu de 4,16% para 4,13%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M subiu de 4,08% para 4,16%.



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