quarta-feira, julho 22, 2026

Autor: Redação

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PIB do agro recua no 3º trimestre de 2024; no ano, queda chega a 3,5%



No terceiro trimestre de 2024, o Produto Internon Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,9% comparado ao segundo trimestre de 2024, de acordo com informação divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o setor de agropecuária recuou 0,9% em relação ao período imediatamente anterior.

O melhor resultado do PIB no período foi do setor de serviços, que cresceu 0,9%, seguido pela indústria, que avançou 0,6%.

PIB cresce 4% frente ao mesmo trimestre de 2023

Comparado a igual período do ano anterior, o PIB cresceu 4% no terceiro trimestre de 2024. O valor adicionado a preços básicos aumentou 3,7% e os impostos sobre produtos líquidos de subsídios avançaram 6,4%.

agropecuária recuou 0,8% em relação a igual período de 2023. O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado em novembro mostrou que alguns produtos, cujas safras são significativas no terceiro trimestre, apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade, como cana (-1,2%), milho (-11,9%) e laranja (-14,9%).

Esses recuos suplantaram o bom desemprenho de culturas como algodão (14,5%), trigo (5,3%) e café (0,3%), que também possuem safras relevantes no período.

PIB acumula crescimento de 3,3% até setembro

No acumulado do ano até o terceiro trimestre de 2024, o PIB total cresceu 3,3% em relação a igual período de 2023. Nessa comparação, entretanto, a agropecuária caiu (-3,5%), enquanto a indústria (3,5%) e os serviços (3,8%) ficaram no campo positivo.

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em setembro de 2024 apresentou alta de 3,1% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Essa taxa resultou do avanço no valor adicionado a preços básicos (2,9%) e nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios (4,2%). O resultado do valor adicionado nesse tipo de comparação decorreu dos seguintes desempenhos: agropecuária -2,9%; indústria 3,4%; e serviços 3,4%.



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Arroz: Conab estima semeadura em 82,6% nos principais estados produtores


A semeadura de arroz avançou para 82,6% da área estimada para a temporada 2024/25 nos seis principais estados produtores do Brasil: Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que representam 88% da produção total.

As informações são do levantamento semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com dados recolhidos até 1º de dezembro.

Na semana anterior, o plantio estava em 77,4%. Em igual período do ano passado, o índice era de 80%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do feijão despencam com oferta elevada



Reflexo do aumento na oferta que superou a demanda no mercado interno




Foto: Canva

Os preços do feijão continuaram em queda na última semana de novembro, reflexo do aumento na oferta que superou a demanda no mercado interno. De acordo com análises do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o clima favorável foi determinante para o avanço das atividades de campo, especialmente na região de Itapeva (SP), que registrou maior disponibilidade do produto.

As quedas nos preços foram observadas em praticamente todas as praças acompanhadas pelo Cepea, abrangendo diferentes tipos de feijão. Entre as variedades, o feijão preto tipo 1 apresentou as menores oscilações, enquanto o feijão carioca com notas 8,0 a 8,5 sofreu as maiores desvalorizações.

Mesmo com a pressão sobre as cotações, o clima favorável traz otimismo para os agentes de mercado, especialmente em relação à qualidade do produto. No entanto, o cenário de oferta elevada continua desafiador para os produtores, reforçando a necessidade de estratégias para escoamento da produção.

 





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MST invade fazenda tradicional no sul do Rio Grande do Sul



Um grupo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está acampado desde o começo desta terça-feira (3) em uma área pertencente à Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul.

A informação foi confirmada ao Canal Rural pelo proprietário da propriedade, Ramiro Costa. Os responsáveis pela fazenda estão em deslocamento para o local e ainda não há maiores detalhes.

A Cabanha Santa Angélica foi fundada em 1870 e tem tradição na criação de cavalo crioulo, bovinos hereford e braford, ovinos homney marsh e gado leiteiro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Rússia reduzirá drasticamente exportações de trigo



A decisão foi influenciada por uma safra menor do que o esperado



A redução nas exportações deve impactar significativamente países como Egito, Irã e Arábia Saudita
A redução nas exportações deve impactar significativamente países como Egito, Irã e Arábia Saudita – Foto: Divulgação

A Rússia, maior exportadora global de trigo, planeja reduzir sua cota de exportação do grão em dois terços para a temporada de exportação entre 15 de fevereiro e 30 de junho de 2025, conforme reportado pela Reuters. A decisão do governo russo, anunciada pelo Conselho da União Econômica Eurasiática (UEE), reduzirá a cota para 11 milhões de toneladas, comparado às 29 milhões de toneladas enviadas no mesmo período de 2024. Além disso, as taxas de exportação de trigo serão elevadas em mais de 18% a partir de 4 de dezembro de 2024, e cotas de importação para alguns alimentos básicos serão eliminadas, em uma tentativa de equilibrar o mercado doméstico.  

A redução nas exportações deve impactar significativamente países como Egito, Irã e Arábia Saudita, que dependem fortemente do trigo russo para atender suas demandas internas. Além disso, especialistas esperam que a medida tenha um efeito de alta nos preços globais do grão, devido à diminuição na oferta no mercado internacional.  

A decisão foi influenciada por uma safra menor do que o esperado em 2024, causada por condições climáticas adversas nas principais regiões produtoras da Rússia, e pelo aumento no volume de exportações nos últimos meses. Segundo a indústria econômica russa, a medida visa estabilizar os preços ao consumidor, evitar o esgotamento dos estoques domésticos e conter a inflação interna, especialmente em um cenário de possível necessidade de importações futuras para suprir a demanda interna.  

Para a temporada 2024/25, a Rússia deve produzir 81 milhões de toneladas de trigo e exportar 48 milhões de toneladas, segundo o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA. Esses números representariam os menores totais de produção e exportação do país desde a temporada 2021/22. Caso confirmada, a redução pode transformar o panorama do mercado global de trigo, favorecendo outros grandes exportadores, como a União Europeia e os Estados Unidos.  

 





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saiba o que mexe com o mercado hoje


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a manutenção do dólar acima de R$ 6, com alta de 1,11%, impulsionada pelo PMI industrial dos EUA e tensões internacionais. No Brasil, o foco está no PIB do 3º trimestre, projetado em 0,8%, e no superávit primário de outubro. O governo acelera esforços para aprovar o pacote fiscal antes do recesso.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Frente fria atua em duas regiões do país, mas temporais são mais abrangentes



Dezembro começa úmido em boa parte do Brasil. A terça-feira (3) é marcada pela atuação de frente fria no Sudeste e no Centro-Oeste. Enquanto isso, pancadas de chuva se estendem, também, para outras Regiões. Confira a previsão:

Sul

Previsão de tempo nublado e com chuva a qualquer momento no Paraná, especialmente no norte do estado, onde podem ocorrer temporais localizados. Já na faixa leste do estado, o transporte de umidade do oceano em direção ao continente mantém a condição de chuva constante, enquanto no leste de Santa Catarina a chuva será mais isolada. No Rio Grande do Sul, o tempo firme predomina.

Sudeste

A frente fria segue atuando na costa do Sudeste, canalizando a umidade da Amazônia. O tempo será nublado, com chuva a qualquer momento entre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Não se descarta chuva forte e alguns temporais. As temperaturas ficarão mais baixas na faixa leste de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, por influência de uma massa de ar polar que avança atrás da frente fria.

Centro-Oeste

A frente fria mantém a umidade concentrada sobre o Brasil central, com temporais previstos em Mato Grosso, Goiás, norte e leste de Mato Grosso do Sul. Somente no oeste sul-matogrossense é que o tempo será firme, com variação de nebulosidade. O clima seguirá abafado em todos os estados da Região.

Nordeste

O tempo será nublado, com chuva a qualquer momento no Maranhão, centro-sul do Piauí e oeste da Bahia. No leste e norte do Piauí e no centro-norte do Ceará, pancadas isoladas poderão ocorrer, algumas com trovoadas. Já entre o Rio Grande do Norte e Sergipe, há previsão de chuva isolada. No centro-leste da Bahia, contudo, o tempo será firme.

Norte

Há previsão de pancadas de chuva a qualquer momento do dia, com forte intensidade em áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No centro-norte e sudoeste de Roraima, haverá pancadas com trovoadas, assim como no norte do Pará.



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Pastagens de verão avançam no Rio Grande do Sul


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (28) na Emater/RS-Ascar, o desenvolvimento das pastagens de verão avança no Rio Grande do Sul, com variações de desempenho devido à irregularidade climática nas regiões acompanhadas pela Emater.  Espécies como tifton, jiggs, braquiárias e panicuns apresentam bom desenvolvimento nas áreas onde as chuvas foram adequadas, incentivando a adoção de espécies perenes. Contudo, em regiões com precipitações limitadas, o crescimento das forrageiras foi prejudicado, afetando a oferta de alimento para os animais.

Na região de Bagé, os produtores de São Borja iniciaram o uso das pastagens após as chuvas. Já em São Gabriel, o rendimento de sementes de azevém foi positivo, indicando boa oferta para o próximo ciclo. Em Caxias do Sul, as gramíneas da integração lavoura-pecuária (ILP) foram dessecadas para o plantio das lavouras de verão, enquanto as pastagens anuais seguem disponíveis para pastejo.

Em Frederico Westphalen, as pastagens anuais apresentam bom desenvolvimento, e parte significativa já está sendo utilizada. Em Derrubadas, na região de Ijuí, a produção de massa verde foi beneficiada por chuvas regulares, mas a estiagem em outras áreas do município aumentou o teor de fibra e reduziu os horários de pastejo por causa do estresse térmico.

Em Lajeado, as pastagens perenes e anuais têm se desenvolvido bem devido às recentes precipitações e adubações. Em Santa Clara do Sul, o milho e as pastagens também apresentam crescimento satisfatório. Já em Tupandi, o plantio de milho para silagem segue com boas perspectivas. Na região de Pelotas, o campo nativo mostra bom desempenho em municípios como Canguçu e Herval. Contudo, em Turuçu, a limitada oferta de forragem tem causado perda de peso nos animais.

A irregularidade das chuvas prejudicou as condições das pastagens em regiões como Porto Alegre, onde os ventos e a radiação solar ressecaram o solo. Em Santa Rosa, a estiagem afetou a produção de forragem, mesmo nas áreas irrigadas, exigindo esforços diários de irrigação para manter a oferta.

Em contrapartida, em Soledade, as condições climáticas favoráveis, com boas taxas de radiação solar e umidade, proporcionaram maior produção de matéria seca. Já na microrregião da Quarta Colônia, em Santa Maria, chuvas acima de 30 mm impulsionaram o crescimento das pastagens, com volumes de até 80 mm registrados em algumas áreas.

A previsão de chuvas nas próximas semanas será crucial para garantir o desenvolvimento das pastagens recém-implantadas e a continuidade da oferta de alimento para os animais, especialmente nas regiões mais afetadas pela estiagem, conforme dados da Emater.





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Mercado de carnes inicia a semana com estabilidade



Frigoríficos fora das compras marcam o início da semana no setor




Foto: Pixabay

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, o mercado de carnes começou a semana com os frigoríficos adotando postura cautelosa, permanecendo fora das compras e sem alterações nos preços em comparação ao dia anterior. Com oferta normal, as escalas de abate dos frigoríficos estão, em média, planejadas para sete dias, apontando um cenário de estabilidade no setor.

No mercado de carne com osso, o volume ofertado foi suficiente para atender a demanda dos compradores. Contudo, a cotação da carcaça casada do boi capão registrou queda de 0,6%, enquanto a do boi inteiro caiu 0,7%. A exceção foi observada nos cortes do traseiro, que apresentaram valorização. Para a vaca casada, os preços mantiveram estabilidade. Já para a novilha, houve recuo de 1,6% na cotação.

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Segundo o informado pela Scot Consultoria, o mercado de carnes alternativas também sofreu ajustes. A carcaça de suíno especial apresentou uma queda expressiva de 5%, enquanto a cotação do frango médio especial recuou 2%.

Na última sexta-feira (29), foi realizada a liquidação do contrato futuro de novembro do boi gordo (código BGIX24) na B3. A cotação da arroba fechou em R$ 351,69, à vista e livre de impostos, segundo indicador da Bolsa.





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