sexta-feira, julho 17, 2026

Autor: Redação

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Roberto Perosa é anunciado como novo presidente da Abiec: veja os detalhes



A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) anunciou que, a partir de 16 de dezembro de 2024, Roberto Perosa assumirá a presidência da entidade, sucedendo Antônio Jorge Camardelli, que, ao longo de mais de uma década, consolidou a associação como referência mundial na exportação de carne bovina.

Segundo a Abiec, Perosa assume o cargo em um momento estratégico para o setor, trazendo uma bagagem de experiência e liderança. Com passagens relevantes no setor público e privado, incluindo sua atuação como Secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, ele se destaca por sua capacidade de fortalecer o Brasil como protagonista no mercado internacional.

“A expertise adquirida em negociações globais, como sua coordenação das discussões do setor agrícola no G20, será crucial para ampliar as oportunidades e consolidar ainda mais a imagem da carne bovina brasileira no mundo”, informa o comunicado da entidade.

Sobre a Abiec

A associação representa 97% das exportações de carne bovina do país e se consolidou ao longo dos anos como uma das principais vozes do agronegócio brasileiro, promovendo as qualidades do produto nacional e defendendo sua competitividade e sustentabilidade.

A Abiec também informa que a transição de liderança reflete o dinamismo e a capacidade da associação em se renovar e adaptar às novas demandas globais, sempre com foco no crescimento sustentável do setor e no fortalecimento da presença da carne bovina brasileira nos mercados internacionais. A associação seguirá na vanguarda do setor, mantendo seu compromisso com a excelência, a inovação e a expansão de mercados para a carne brasileira.



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Moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul recuou 15,2%



Algumas unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês




Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas pela União da Indústria de cana-de-açúcar (UNICA), a moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul brasileiro atingiu 20,35 milhões de toneladas na segunda quinzena de novembro, representando uma queda de 15,2% em relação ao mesmo período da safra 2023/2024, que registrou 24 milhões de toneladas. No acumulado da safra 2024/2025 até 1º de dezembro, o volume processado somou 602,94 milhões de toneladas, uma retração de 2,75% comparado ao ciclo anterior.

Conforme Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da UNICA, algumas unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês. Sendo assim, como resultado, a moagem nos últimos quinze dias de novembro avançou cerca de 45% em São Paulo e 3% nos demais estados do Centro-Sul, quando comparada à primeira quinzena do mês.

Ainda que com este avanço, o ritmo de colheita na safra ainda está abaixo do observado no ciclo anterior. Até o início de dezembro, 135 usinas já haviam encerrado a moagem, número superior às 82 unidades que concluíram as atividades no mesmo período de 2023.

 





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Custo do feijão aponta boa lucratividade no Paraná



Bom cenário de preços e a rentabilidade têm incentivado os produtores




Foto: Canva

O boletim semanal de conjuntura agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgado nesta quinta-feira (12) pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, trouxe um panorama otimista para a produção de feijão no Paraná. Os custos de produção na primeira safra foram estimados em R$131,12 por saca de 60 kg e R$133,28 na segunda safra. Os preços praticados no mercado, variaram entre R$150,00 e R$250,00 por saca, o que indica uma margem de rentabilidade de até 60%. No caso do feijão preto, o preço médio foi registrado em R$213,87 no estado.

Segundo os dados, apesar do potencial de lucro, o clima tem sido um desafio em parte do estado. A colheita da primeira safra, iniciada em 2 de dezembro, permanece em 1% devido às chuvas constantes. O clima também ameaçam a qualidade dos grãos prontos para colheita. Cerca de 4% das áreas em maturação há mais de duas semanas correm risco de brotamento nas vagens, o que pode comprometer a produção.

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Ainda assim, 93% das lavouras continuam classificadas como boas, com apenas 7% em condições médias e um percentual insignificante em situação ruim. As chuvas beneficiaram as áreas que começavam a sofrer com estresse hídrico, o que trouxe um alívio aos produtores.

O otimismo também se estende à segunda safra, pois o plantio está próximo de começar. O bom cenário de preços e a rentabilidade têm incentivado os produtores, refletindo-se em um aumento de 11% no preço das sementes em relação a novembro de 2023. Esse impacto foi compensado pela redução de 13% nos custos com agrotóxicos, o que pode levar a uma expansão na área plantada, conforme apontou o boletim.





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lei impulsiona oportunidades para produtores de cana no Brasil



Legislação estabelece limites para a emissão de gases de efeito estufa




Foto: Divulgação

Segundo dados da ORPLANA, o setor sucroenergético é beneficiado com a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, enquanto medidas estaduais incentivam o uso de etanol e tecnologias limpas. A sanção da lei que regulamenta o mercado de carbono no Brasil, sem vetos, foi celebrada pela ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil) nesta quinta-feira (12). A nova legislação institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), um marco que estabelece limites para a emissão de gases de efeito estufa e cria um mercado regulado de carbono.

Impacto no setor sucroenergético

De acordo com a ORPLANA, o SBCE abre uma oportunidade estratégica para os produtores de cana-de-açúcar, que poderão negociar créditos de carbono no mercado. Esses créditos são gerados por práticas que reduzem ou removem emissões, permitindo a venda para empresas que precisam compensar seus índices de poluição. “O mercado de carbono representa um avanço significativo. Ele proporciona não apenas maior rentabilidade para os produtores de cana, mas também reforça os esforços para descarbonizar a economia brasileira”, afirma o CEO da ORPLANA, José Guilherme Nogueira.

Com a implementação do SBCE, os produtores poderão negociar Cotas Brasileiras de Emissão (CBE) e Certificados de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVE), garantindo flexibilidade para atender às metas ambientais de maneira eficiente e lucrativa.

Isenção de IPVA em São Paulo beneficia o etanol

Em âmbito estadual, a ORPLANA também destacou como positiva a aprovação pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) do Projeto de Lei 1510/2023, que isenta do pagamento de IPVA os veículos híbridos flex e movidos a hidrogênio, entre janeiro de 2025 e dezembro de 2026. A medida segue agora para sanção do governador Tarcísio de Freitas.

“Essa decisão incentiva o consumo de etanol e direciona políticas de biocombustíveis, reforçando a eficiência do etanol como alternativa limpa e menos poluente”, comenta Nogueira. O projeto busca estimular tecnologias mais limpas e reduzir emissões, alinhando-se ao compromisso do estado com a sustentabilidade e oferecendo novos impulsos ao setor de biocombustíveis.

 





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Mancha de ramulária exige atenção no algodão



A doença principalmente no final do ciclo em áreas sombreadas e úmidas




Foto: Canva

A mancha de ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola, é uma doença que afeta as folhas do algodão. Embora seja considerada de importância secundária, a doença ocorre de maneira generalizada, principalmente no final do ciclo em áreas sombreadas e úmidas, podendo ocorrer precocemente em épocas chuvosas.

A doença se caracteriza pela formação de manchas angulosas, entre 1 e 4 mm, limitadas pelas nervuras das folhas, com coloração branca ou amarela e aparência pulverulenta. A mancha de ramulária pode levar à podridão das maçãs do baixeiro.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

José de Freitas, engenheiro agrônomo da área de desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, aponta o fungicida Fezan® Gold como uma solução no combate à doença. “Esta é uma doença que encontra ambiente favorável para se desenvolver em condições de alta umidade, como é comum no cerrado brasileiro, onde se concentra mais de 90% da produção nacional de algodão. A mancha de ramulária exige atenção do produtor”, destaca.

Segundo Freita, a recomendação é iniciar a aplicação do fungicida preventivamente, 30 dias após a emergência da cultura ou no início do estágio reprodutivo (B1), com o surgimento do primeiro botão floral ou ainda quando houver condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. Segundo ele, o produto não causa fitotoxicidade, entrega ao produtor taxas elevadas de controle da mancha de ramulária, além de contribuir para ganhos de produtividade.  

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De acordo com o engenheiro agrônomo, outra medida que não deve ser deixada de lado pelo cotonicultor é o chamado manejo anti-resistência da mancha de ramulária a fungicidas. Para evitar o desenvolvimento de resistência do fungo aos tratamentos é importante rotacionar produtos com diferentes modos de ação. 

 





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Brasil e China: Parceria estratégica no PAC



Apesar do interesse chinês, não há investimentos diretos da China em obras do PAC



Apesar do interesse chinês, não há investimentos diretos da China em obras do PAC
Apesar do interesse chinês, não há investimentos diretos da China em obras do PAC – Foto: Pixabay

A relação entre Brasil e China no setor de infraestrutura, especialmente em logística, tem se intensificado com o relançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A China vê o Brasil como um parceiro estratégico, alinhado à Belt and Road Initiative (BRI), que busca criar uma rede global de infraestrutura. Projetos como a Ferrovia Transoceânica, que conectaria os oceanos Atlântico e Pacífico, ilustram o potencial dessa parceria.

No entanto, Edeon Vaz Ferreira, especialista do CCAS, alerta para desafios logísticos, regulatórios e ambientais que dificultam a execução de iniciativas de grande porte, como desmatamento e resistência das comunidades locais. “A execução de projetos como a Ferrovia Transoceânica enfrenta desafios logísticos, regulatórios e ambientais que vão desde desmatamento até a resistência de comunidades locais”, pontua.

Apesar do interesse chinês, não há investimentos diretos da China em obras do PAC, principalmente devido à complexidade regulatória e à necessidade de estudos de impacto ambiental detalhados. No entanto, a experiência chinesa em setores como energia e telecomunicações pode servir como modelo para futuras parcerias em transporte, trazendo capital, tecnologia e expertise ao Brasil, desde que respeitados os interesses locais.

Ferreira destaca que a cooperação em infraestrutura deve priorizar a sustentabilidade e o diálogo com as comunidades afetadas. Com sua robustez financeira, a China pode ser uma aliada estratégica do Brasil para superar gargalos logísticos, desde que os parâmetros ambientais e legais sejam seguidos. A parceria no setor de infraestrutura continua sendo uma oportunidade promissora para o desenvolvimento do Brasil.





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Safras de soja e milho devem atingir meta inicial no Paraná



Chuvas beneficiam lavouras de soja e milho




Foto: Canva

Segundo o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, as chuvas intensas e generalizadas que atingiram o Paraná nos últimos dias trouxeram alívio para os produtores de soja e milho. Os volumes de precipitação superaram as expectativas para o mês inteiro em muitas regiões, recuperando a umidade do solo e beneficiando as culturas.

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A recomposição hídrica foi essencial para mitigar os impactos da seca que já afetava algumas plantações. Com o cenário mais favorável, as projeções para a safra 2024/25 permanecem alinhadas às expectativas iniciais: são esperadas 22,3 milhões de toneladas de soja e 2,6 milhões de toneladas de milho na primeira safra, conforme o apontado no boletim.

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De acordo com os dados da Secretaria de Agricultura, as condições das lavouras permanecem predominantemente boas. No caso do milho, 94% das áreas estão em situação satisfatória, enquanto 6% apresentam condição mediana. Para a soja, 92% das lavouras estão em boas condições, e 8% são classificadas como medianas.





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Farinhas, massas e fórmulas especiais terão tributo zero com reforma



Foram incluídas na lista de alimentos da cesta básica da reforma tributária que ficarão isentos do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) as farinhas e massas com baixo teor de proteínas, usadas como alimentos para pessoas com erros inatos de metabolismo (EIM).

Também terão o tributo zerado as fórmulas dietoterápicas, usadas para tratar e prevenir doenças relacionadas aos EIM.

Farinhas e massas usadas contra as acidemias e defeitos do ciclo da uréia, que são doenças metabólicas e hereditárias, também serão isentas de imposto sobre consumo. Com esses, são 26 tipos de alimentos com alíquota zero, incluindo carnes, queijos, feijões, farinha de mandioca, arroz, entre outros.

Alimentos para a melhoria da saúde

O relator do projeto de lei que regulamenta a reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), acolheu uma emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que solicitou a inclusão desses alimentos especiais na tabela da cesta básica isenta de impostos sobre bens. Segundo a parlamentar, esse tipo de alimento é mais caro que os demais.

“O acesso aos alimentos especiais hipoproteicos e às fórmulas metabólicas são essenciais para a melhoria da inclusão, prevenção de deficiências motora e intelectual e do desfecho clínico-nutricional destas pessoas. Assim, as fórmulas metabólicas e os alimentos hipoproteicos foram desenvolvidos para fornecer uma nutrição adequada para o crescimento e manutenção da saúde”, justificou a parlamentar.

Os alimentos incluídos pela emenda da senadora Gabrilli são elaborados para pessoas com algumas doenças metabólicas e hereditárias.

O Projeto de Lei 68/2024 que regulamenta a reforma tributária sofreu uma série de alterações durante a votação na CCJ do Senado nessa quarta-feira (11). Se aprovada no Plenário do Senado, o texto volta para nova análise da Câmara.

Mudanças nos impostos

A CCJ do Senado, por exemplo, isentou as armas de fogo em relação ao Imposto Seletivo (IS), que é o tributo cobrado sobre bens e serviços que causam danos à saúde ou ao meio ambiente. A CCJ também isentou as bebidas açucaradas da cobrança do IS, o que inclui os refrigerantes.

Outra mudança aprovada na Comissão foi a inclusão da erva-mate entre os itens da cesta básica isentos de pagar o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Também foi aprovado requerimento para reduzir em 60% a alíquota sobre água mineral de até 10 litros. Os biscoitos e bolachas de consumo popular também foram incluídos pelo relator com desconto de 60% da alíquota cheia.

A CCJ do Senado também aprovou um requerimento que reduz em 60% a alíquota a ser paga para serviços de água e esgoto. Antes, esses serviços estavam com a alíquota cheia.



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Safra de grãos em 2025 pode ser 6,7% maior na Bahia, diz IBGE


A safra de grãos (cerais, leguminosas e oleaginosas) na Bahia em 2025, deverá ter um aumento de 6,7% em comparação com 2024, de acordo com o segundo prognóstico para a safra 2025, do IBGE.

Segundo o instituto, a safra de grãos deverá ser de 12.140.464 toneladas no próximo ano, frente às 11.381.095 toneladas previstas para 2024.

O prognóstico divulgado nesta quinta-feira (12), se baseia, sobretudo, numa expectativa de que a safra do principal produto agrícola do estado, a soja, será 10,6% maior no próximo ano, passando de 7.532.100 toneladas em 2024, para 8.333.190 toneladas em 2025.

Frente ao primeiro prognóstico para 2025, houve uma revisão positiva de 5,3% na produção de soja para o próximo ano.

A previsão é que o aumento da produção do grão frente a 2024 se dê pelo aumento de 5,5% na área plantada, que passará a ser 2,144 milhões de hectares, e de 4,9% no rendimento médio do produto, que deverá chegar aos 3.888 kg/hectare.

Crescimento

Os dados do IBGE apontam ainda que esse segundo prognóstico para a soja na Bahia segue o resultado nacional, que aponta, em todo o país, uma aumento de 12,9% na safra do grão em 2025, ficando em 163,5 milhões de toneladas, pouco mais da metade de toda a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas do Brasil.

A Bahia também deverá ter um aumento de 0,7% na produção de algodão herbáceo, de 1,769 milhão para 1,782 milhão de toneladas, entre 2024 e 2025.

Frente ao prognóstico anterior, porém, houve leve queda (-0,5%) na previsão da produção baiana de algodão para 2025.

colheita algodão, safra 2023/24, oeste da bahia, sudoeste da bahia, cotonicultura,colheita algodão, safra 2023/24, oeste da bahia, sudoeste da bahia, cotonicultura,
Foto: Jefferson Aleffe/Marca Comunicação

De acordo com esse segundo prognóstico, no próximo ano, o estado deverá concentrar 20,2% da produção de algodão no país, mantendo-se como o segundo maior produtor, atrás apenas de Mato Grosso.

Por outro lado, a Bahia deverá apresentar quedas em 2025 na produção de milho 1ª safra (-2,9%, chegando a 1,506 milhão de toneladas) e de milho 2ª safra (-0,5% chegando a 762,6 mil toneladas).

No Brasil como um todo, o segundo prognóstico para a safra 2025 de grãos prevê uma produção de 314,8 milhões de toneladas, 7,0% maior do que a de 2024, estimada em 294,3 milhões.

Ainda de acordo com o segundo prognóstico, a Bahia deverá ter, em 2025, altas na produção de 16 dentre as 26 safras investigadas no estado, frente a 2024.

A previsão é que os maiores aumentos absolutos sejam registrados nas safras de soja (+801.190 toneladas ou +10,6%), algodão herbáceo (+12.900 toneladas ou +0,7%) e café canephora (+10.860 toneladas ou +7,5%).

Por outro lado, as maiores retrações, em volume, deverão ser observadas nas safras de cana-de-açúcar (-53.725 toneladas ou -1,0%), milho 1ª safra (-45.390 toneladas ou -2,9%) e mandioca (-18.639 toneladas ou -2,0%).


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MDA completa um ano da Política Nacional de Abastecimento Alimentar



A Política Nacional de Abastecimento Alimentar (PNAAB) completou o primeiro ano nesta quinta-feira. Criada pelo Decreto nº 11.820, de 12 de dezembro de 2023, a iniciativa integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). 

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) a política tem sido fundamental para estruturar o abastecimento alimentar no Brasil e ampliar a participação da agricultura familiar nesse processo.

A secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar do MDA, Ana Terra Reis, disse que o abastecimento alimentar no Ministério é pautado pelos imensos desafios de combate à fome e à pobreza, com protagonismo da agricultura familiar. 

“O MDA tem a política como um farol que orienta a atuação da Secretaria de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar (SEAB) e das empresas vinculadas, somando-se também ao Plano Nacional de Abastecimento”, afirmou. 

A PNAAB é coordenada pelo MDA e operacionalizada com o apoio de instituições estratégicas, como a SEAB, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e a Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas). 

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar 



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