sexta-feira, julho 17, 2026

Autor: Redação

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Decreto de renegociação e perdão de dívidas de agricultores está pronto, diz ministro



O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, destacou nesta segunda-feira (16) que o governo prepara um “imenso pacote de entregas” para os agricultores neste fim de ano.

Assim, serão disponibilizados o ‘desenrola’ [renegociação de dívidas com bancos], além de créditos e obtenção de novas áreas para a reforma agrária. “Nós também viabilizamos um sistema de assistência técnica e extensão rural”.

Teixeira informou que até o fim deste ano, serão 15 mil pessoas assentadas e outras 70 mil incorporadas no programa de reforma agrária.

“Eu espero que o Congresso Nacional, na aprovação do Orçamento, também dedique recursos para os programas de reforma agrária”, acentuou.

Perdão de dívidas de agricultores

Teixeira afirmou, ainda, que o decreto sobre a renegociação e perdão de parte das dívidas dos agricultores está pronto para ser assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com ele, a previsão é que até janeiro de 2025, no máximo, o acordo seja firmado. Com a medida, os agricultores poderão voltar a tomar crédito.

“O agricultor passa por uma série de dificuldades e, às vezes, ele não colheu o que plantou de maneira suficiente para pagar ao banco, e aí passa a dever para o banco e a não tomar mais crédito. O que a gente quer é repactuar essa dívida para que ele volte a tomar crédito e a produzir alimentos”, finalizou o ministro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja em queda em Chicago com redução gradual da demanda


Segundo a TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia e a semana em baixa, influenciada pela perspectiva de grandes safras na América do Sul e pela redução constante na demanda pela soja americana. Embora o volume exportado ainda seja robusto, houve uma queda de 42% na média das últimas quatro semanas. Na sexta-feira, vendas pontuais de 200 mil toneladas para exportação evitaram perdas mais acentuadas nas cotações.  

Os contratos para janeiro, referência para a safra brasileira, fecharam com desvalorização de -0,75%, ou $ -7,50 cents/bushel, a $ 988,25. Já os contratos de março recuaram -0,82%, ou $ -8,25 cents/bushel, para $ 995,00. O farelo de soja para janeiro também registrou baixa, com queda de -1,12%, ou $ -3,30 por tonelada curta, encerrando a $ 286,30. O óleo de soja para janeiro seguiu o mesmo movimento, recuando -0,14%, ou $ -0,06 por libra-peso, a $ 42,61.  

Para a próxima semana, a informação é de que o mercado aguarda a divulgação de dados sobre o esmagamento de soja nos Estados Unidos, que deve apresentar redução em novembro no comparativo mensal, mas aumento em relação ao mesmo período de 2023. Ainda assim, a demanda global pela oleaginosa permanece como fator-chave para a precificação.  

No acumulado da semana, a soja fechou em baixa de -0,43%, ou $ -4,25 cents/bushel. O farelo recuou -0,40%, ou $ -1,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu -0,36%, ou -0,86 por libra-peso. Esses números refletem a pressão do mercado diante de um cenário de oferta elevada e demanda em desaceleração.

 





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Piauí exporta mais de R$ 100 milhões de mel por ano


Consumido em todo o Brasil, o Piauí exporta mais de R$ 100 milhões por ano de mel e outros produtos apícolas, destacando-se como um importante fornecedor nacional e global. As exportações representam a maior parte da produção com 93% voltados principalmente para a União Europeia, com destaque para Alemanha e Itália.

Nos Estados Unidos e Canadá, o mel piauiense também é demandado. As informações são do governo do Piauí, divulgadas no último domingo (15).

No estado, mais de 10 mil famílias estão diretamente envolvidas com as atividades apícolas, sendo que muitas delas têm a apicultura como sua principal fonte de renda.

Além disso, existem mais de 10 cooperativas especializadas no setor e outras que incluem a apicultura entre suas atividades.

Vários grupos informais também comercializam a produção apícola para cooperativas e empresas exportadoras de mel.

Em 2024, a produção do estado deverá alcançar mais de 8 mil toneladas. De acordo com Francisco das Chagas Ribeiro, o “Chicão”, diretor de Projetos para o Semiárido da Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (SAF), o Piauí tem exportado entre 6 mil e 8 mil toneladas de mel nos últimos anos.

Incentivos

Em 2024, os resultados foram positivos, com um pequeno crescimento, mantendo o mel como o terceiro produto de exportação do estado.

A Secretaria Estadual de Agricultura Familiar, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) e outras instituições, têm apoiado os apicultores com a entrega de colmeias e materiais de proteção, como macacões e luvas.

Além disso, estão promovendo a construção e modernização de casas de mel, equipadas com centrífugas, decantadores e outros instrumentos necessários para a produção apícola.

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Foto: Divulgação/GOVPI

As condições higiênicas e o manejo adequado do mel, um alimento sensível, são prioridades nesses projetos. 

Segundo Francisco Ribeiro, a apicultura é uma atividade altamente ecológica, que beneficia o meio ambiente, pois as abelhas desempenham um papel crucial na polinização das plantas, um processo natural para a sua sobrevivência e que contribui para a preservação da vegetação. 

Nos últimos anos, muitos projetos têm se concentrado no plantio de mudas e no reflorestamento, garantindo a manutenção da mata nativa.

“Esse esforço é um reflexo do compromisso da apicultura com a sustentabilidade e a preservação ambiental. As maiores iniciativas de reflorestamento no estado estão em Picos, Simplício Mendes, Itainópolis e Campo Maior, conduzidas pelas cooperativas locais”.

Reibeiro também destaca o potencial econômico e ambiental que a apicultura proporciona: “Criar abelhas é um grande negócio e uma excelente oportunidade para gerar emprego e renda no campo”, afirma.


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Governo anuncia estratégia para entrepostos e armazéns



O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Pacto Contra a Fome assinaram, nesta segunda-feira (16), em São Paulo, Termo de Cooperação Técnica no âmbito do combate à fome e redução do desperdício de alimentos no Brasil para a modernização de bancos de alimentos de entrepostos e armazéns.

Com presença do ministro da pasta, Paulo Teixeira, e da cofundadora e presidente do conselho do pacto, Geyze Diniz, a solenidade foi realizada na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na capital paulista, maior central de abastecimento de alimentos da América do Sul. Também participou do evento o diretor-presidente da Ceagesp, José Lourenço Pechtoll.

Redução de perdas de alimentos

A meta da cooperação técnica é viabilizar o estudo das experiências bem sucedidas executadas por centrais de abastecimento do Brasil no que diz respeito ao aproveitamento, redução de perdas de alimentos e ao desenvolvimento de proposições de replicação dessas iniciativas em entrepostos e armazéns, em especial na Ceagesp e na Ceasa Minas, vinculadas ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

“O propósito do presidente Lula é tirar o Brasil do mapa da fome e garantir segurança alimentar”, disse o ministro Paulo Teixeira.

Ele explicou que o acordo assinado é uma estratégia de reconstrução do banco de alimentos da Ceagesp para fazer com que ele tenha os melhores padrões, de modo a potencializar o aproveitamento das doações que recebe e que são encaminhadas à população em situação de insegurança alimentar.

Durante a solenidade, foi assinado protocolo de intenções entre o MDA e a Ceagesp visando incentivar a agricultura familiar e apoiar cooperativas. O ministro destacou que a medida deverá promover a ampliação da presença dos agricultores familiares nos espaços de comercialização e de abastecimento alimentar da Ceagesp.



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MEIs com dívidas aderem ao Desenrola 



Por Carlos Abreu

Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que o programa Desenrola Pequenos Negócios teve uma adesão massiva dos microempreendedores individuais com dívidas e que se enquadravam nos critérios definidos pelo governo federal.

 De acordo com o levantamento, 93% dos microempreendedores individuais (MEI), que tinham dívidas até janeiro deste ano, aderiram à iniciativa.

Quando analisado o universo dos pequenos negócios, composto por MEI, micro e pequenas empresas, o resultado foi de 72% de adesão. 

A pesquisa do Sebrae mostrou que os pequenos negócios do Comércio que estavam dentro dos critérios do Desenrola foram os que mais aderiram ao programa (92%), seguidos dos empreendedores dos setores de Serviço (69%) e Indústria (49%).

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o Desenrola Pequenos Negócios trouxe um alívio aos empreendedores endividados, que regularizaram sua situação e agora podem reinvestir na empresa, buscar novos empréstimos em condições mais favoráveis e voltar a crescer.

“Nós temos milhões de empreendedores que não conseguem obter crédito. Entre outras razões, está o fato de estarem inadimplentes. Com o Desenrola, estamos devolvendo a confiança a esses empresários.”

Décio Lima, presidente do Sebrae.

Décio destaca que o Sebrae está junto do governo federal no programa Acredita, criado para permitir que os pequenos negócios possam ter acesso a crédito em condições mais vantajosas. “Nós fizemos um aporte de R$2 bilhões no Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), que vai viabilizar até R$30 bilhões em crédito para MEI, micro e pequenas empresas ao longo dos próximos três anos”, detalha o presidente.

“Estamos trazendo o empreendedor da informalidade para a formalidade e abrindo as portas do sistema financeiro com a garantia de crédito e orientação do Sebrae. Esse setor vai impulsionar ainda mais a economia do nosso país”, acrescenta Décio Lima.

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Desenrola

Lançado no dia 13 de maio deste ano, o programa Desenrola Pequenos Negócios é voltado à renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) inadimplentes até 23 de janeiro de 2024. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, a iniciativa já superou a marca de R$ 5,1 bilhões em dívidas renegociadas, contemplando 125 mil operações e beneficiando 82 mil microempreendedores individuais (MEI) e pequenas empresas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra a semana sem negócios


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul não registrou negócios na sexta-feira, segundo informações da TF Agroeconômica. “ R$ 142,00 para entrega novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou oferta no porto entre R$ 131 e R$ 140 a depender do mês. “ Ofertas no porto de São Francisco para 2025 entre R$ 131,20 com entrega em fevereiro e pagamento em 28/03, até R$ 140,50 com entrega em junho e pagamento em 30/07. O preço no porto foi de R$ 145,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Cotações em queda no interior do Paraná. “Em Paranaguá, os preços CIF variam entre R$ 144 e R$ 147, de acordo com prazos e condições. Com a soja limitada, produtores têm optado por segurar o produto, enquanto compradores permanecem pouco ativos. Em Ponta Grossa, a queda do dólar e boas condições climáticas pressionaram os preços. Indústrias ofertaram R$ 138 por saca CIF para entrega até 20 de dezembro, enquanto vendedores pediam R$ 145. A resistência em aceitar preços mais baixos deixou o mercado spot travado, sem negócios relevantes na região”, indica.

No Mato Grosso do Sul o mercado não anda. “O spot de soja em Dourados iniciou a semana travado, com indicações de compra no spot entre R$ 136 e R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em 30 dias. Os preços se mantêm estáveis, mas pedidas acima de R$ 140 por saca por parte dos produtores têm limitado os negócios”, informa.

Negócios parados no mercado do Mato Grosso. “No spot da soja em Rondonópolis, compradores indicavam R$ 141 por saca FOB, embarque imediato e pagamento em janeiro. O valor foi apenas nominal, com grãos indisponíveis e compradores abastecidos. Campo Verde: R$ 136,00, Lucas do Rio Verde: R$ 133,50. Nova Mutum: R$ 133,50. Primavera do Leste: R$ 136,50. Rondonópolis: R$ 138,50. Sorriso: R$ 136,00”, conclui.





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Expedição Soja Brasil: desafios e incertezas no Rio Grande do Sul



A Expedição Soja Brasil chegou ao estado do Rio Grande do Sul e você pode acompanhar a reportagem completa no último programa do Soja Brasil. O plantio no estado apresentou uma safra marcada por desafios e incertezas, mas também por uma visão de resiliência e tecnologia.

A safra 2024/25 do grão apresenta um cenário desigual, com algumas regiões em meio a um bom desenvolvimento da soja, enquanto outras ainda lutam para plantar após adversidades climáticas, como a estiagem e as enchentes.

Soja Brasil reporta os desafios climáticos do RS

Os produtores que atuam em áreas mais suscetíveis a enchentes, como na zona sul do estado, enfrentam dificuldades para retomar as atividades agrícolas. Em abril de 2023, poucas lavouras haviam sido colhidas e a soja apodreceu no campo devido ao excesso de chuva. O cultivo nessas áreas geralmente ocorre em terras baixas, o que torna os danos provocados pelas chuvas mais intensas. Muitas propriedades tentam se recuperar dos estragos das enchentes, e o planejamento da safra 2024/25 foi prejudicado pela incerteza climática.

Boas expectativas

Por outro lado, a Expedição Soja Brasil relatou que, apesar dos contratempos, a safra de soja do Rio Grande do Sul ainda apresenta um ciclo de boas expectativas. O plantio soja para a safra 2024/25, iniciou em outubro e segue até 28 de janeiro, com a maioria dos produtores apostando em um clima mais favorável para acelerar o plantio. As plantadeiras trabalham a todo vapor para aproveitar as janelas de clima seco.

A recuperação do estado depende dessa janela de tempo favorável para a semeadura. Segundo meteorologistas, a previsão é de que as chuvas não sejam tão intensas quanto em anos anteriores, mas podem variar entre regiões. A expectativa é que o clima melhore, permitindo uma safra mais tranquila, com produtividade dentro do esperado.

Expedição Soja Brasil: a realidade dos produtores

Apesar da expectativa de um clima favorável, muitos produtores ainda enfrentam grande insegurança. Em algumas regiões, o plantio está atrasado devido a problemas financeiros que dificultam o acesso ao crédito. Diante disso, alguns recorrem a alternativas, como empréstimos informais, para garantir o financiamento necessário à produção.

Além das dificuldades financeiras, a falta de crédito é um obstáculo significativo para muitos pequenos e médios produtores. Mesmo com boas janelas de clima seco, a falta de recursos limita investimentos em insumos e tecnologias, o que pode comprometer a produtividade. Em alguns casos, as áreas afetadas pelas cheias podem até ser abandonadas, devido à destruição causada pelas chuvas e à escassez de recursos para recuperação.

Perspectivas

De acordo com o Instituto Riograndense do Arroz (Emater), a previsão é de que sejam semeados aproximadamente 6,8 milhões de hectares de soja na safra. No entanto, muitos produtores ainda estão inseguros sobre a viabilidade do plantio. Algumas áreas que haviam sido preparadas para o cultivo podem ser comprometidas devido à falta de financiamento e à destruição causada pelas chuvas.



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Itaú BBA lança módulo sobre COP29 com foco no agronegócio sustentável



A Academia Agro do Itaú BBA, plataforma de ensino a distância gratuita voltada para clientes e não clientes, lançou um novo módulo dedicado à 29ª Conferência das Partes (COP29) da ONU. O objetivo é aprofundar as discussões sobre a crise climática, com foco em práticas agrícolas de baixo carbono, e apoiar a transição sustentável dos produtores rurais brasileiros.

O módulo COP29 inclui um vídeo explicativo sobre os principais temas da conferência, abordando sua relevância para o Brasil e o papel do agronegócio no enfrentamento das mudanças climáticas. Além disso, apresenta um artigo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) intitulado “Soluções climáticas da agropecuária a caminho da COP30” e um videocast com análises de João Adrien, head de ESG Agro do Itaú BBA, e Luciana Nicola, diretora de relações institucionais e sustentabilidade do banco.

“Esse é um debate particularmente relevante para o Brasil, pois o nosso agronegócio tem o potencial de ser uma parte fundamental da solução climática. O setor pode reduzir emissões líquidas e atuar como aliado na captura de gases de efeito estufa, enquanto assegura a produção em escala para a segurança alimentar global”, afirma Luciana Nicola.

Educação e sustentabilidade no agro

Desde 2019, o Itaú BBA tem ampliado sua atuação no setor agro por meio da produção de conteúdos voltados à economia e às finanças agrícolas. Entre as iniciativas, estão a criação da área de Consultoria Agro, o lançamento da Academia da Governança Agro em 2022 e, mais recentemente, a Academia Socioambiental Agro em 2024. Todo esse material foi consolidado na plataforma Academia Agro, que oferece módulos gratuitos e práticos para apoiar a adoção de boas práticas de governança e sustentabilidade.

O módulo COP 29 está disponível gratuitamente no site da Academia Agro, com acesso liberado mediante inscrição. A iniciativa reforça o compromisso do Itaú BBA em incentivar a transição sustentável no setor agro e posicionar o Brasil como líder em práticas climáticas responsáveis.

O módulo COP 29, assim como os demais conteúdos da Academia Agro, está disponível gratuitamente aqui. O acesso é liberado mediante inscrição.



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ganhos em Chicago são limitados antes do intervalo



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo com preços mais altos para o grão e farelo, enquanto o óleo sofre queda. O dia de recuperação no mercado de soja, no entanto, tem ganhos limitados, pressionados pela expectativa de uma safra cheia na América do Sul e pela fraca performance das exportações norte-americanas.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com vencimento em janeiro de 2025 foram cotados a US$ 9,92 1/4 por bushel, representando uma alta de 4,00 centavos de dólar por bushel, ou 0,40%. Já o contrato de março de 2025 foi negociado a US$ 9,97 1/2 por bushel, avançando 2,50 centavos de dólar por bushel, ou 0,25%.

No mercado de farelo de soja, o contrato de janeiro de 2025 registrou preço de US$ 290,20 por tonelada, um aumento de US$ 4,00 por tonelada, ou 1,39%. Em contraste, o óleo de soja, com vencimento também em janeiro de 2025, viu uma retração de 0,77 centavo de dólar por libra-peso, atingindo 41,84 centavos de dólar, o que representa uma queda de 1,80%.



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Senado estuda linha de crédito para recuperação de solos e pastagens



A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve analisar, amanhã (17), um projeto de lei que cria assistência material e abertura de linha de crédito para agricultores familiares destinada à recuperação de solos e pastagens (PL 1.103/2022).

O objetivo é estimular o aumento da produtividade pecuária e a produção de alimento e renda, sem expansão das áreas de pastagens à custa de desmatamento de vegetação nativa. O texto entende como assistência material todo o apoio contínuo em doação financeira ou material, bem como o empréstimo de equipamentos e insumos.

O projeto tem relatório favorável da senadora Damares Alves (Republicanos – DF). A relatora argumenta que atualmente as linhas de crédito rural são estabelecidas somente por resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Por isso, é necessário criar uma legislação federal que promova a necessária segurança jurídica sobre o tema.

A senadora avalia que o PL 1.103/2022 é “altamente meritório” ao regulamentar a Lei 11.326, de 2006, para incluir assistência material e abertura da linha de crédito. Damares rejeitou emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) que previa que as linhas de crédito para a recuperação de solos e pastagens em propriedades familiares poderiam ser objeto de subvenção econômica na forma de equalização de taxas, visando tornar o crédito rural mais barato.

De autoria do senador Jader Barbalho (MDB-PA), o PL 1.103/2022 foi aprovado na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) em agosto de 2023, na forma de substitutivo oferecido pelo então relator, senador Beto Faro (PT-PA). Em seguida o texto foi encaminhado à CAE, onde será apreciado em caráter terminativo. Ou seja, se aprovado na comissão, seguirá para a Câmara dos Deputados, a não ser que haja recurso para apreciação da proposta em Plenário.



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