quinta-feira, julho 16, 2026

Autor: Redação

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Geração solar no Brasil atinge novos marcos



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais
A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais – Foto: Divulgação

O setor solar brasileiro alcançou grandes avanços em 2024, com dados da Greener revelando que, até outubro, o volume de módulos nacionalizados superou o total de 2023, ultrapassando 18 GW e com projeção de atingir 22 GW até dezembro. A Geração Distribuída (GD) apresentou recuperação significativa após a desaceleração de 2023, enquanto as Fusões e Aquisições (M&A) cresceram 89% até setembro. A Geração Centralizada (GC), mesmo enfrentando desafios como aumento de CAPEX e curtailment, adicionou 6 GW à matriz energética.

Para 2025, especialistas destacam o fortalecimento da GD com a diversificação de tecnologias, incluindo sistemas híbridos e carregadores de veículos elétricos. Entretanto, desafios como a indefinição sobre compensação de créditos e desequilíbrios no mercado de Geração Compartilhada permanecem. Apesar disso, espera-se um volume expressivo de novas instalações.

O mercado de M&A deve crescer, com foco em ativos operacionais e consolidação de portfólios de mini GD. Já a GC será impulsionada por grandes consumidores industriais e data centers, acompanhada da expansão de usinas híbridas solar-eólicas e avanços no armazenamento de energia, incluindo o aguardado Leilão de Reserva de Capacidade pela ANEEL.

A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais em 2025 para atender à demanda crescente e garantir a estabilidade do sistema. O setor fotovoltaico se prepara para um futuro dinâmico, resiliente e alinhado à transição energética.

“Ao olhar para 2025, vemos um setor fotovoltaico ainda mais dinâmico e resiliente, com novas oportunidades surgindo em meio aos desafios. A diversificação de soluções, como o armazenamento de energia e sistemas híbridos, será fundamental para atender à crescente demanda e garantir a estabilidade do sistema. Os avanços regulatórios e a realização de leilões estratégicos também serão decisivos para a evolução do mercado e o avanço da transição energética no país”, afirma Marcio Takata, CEO da Greener.

 





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Ibovespa sobe e dólar recua; ouça análise no Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o alívio no mercado brasileiro, com o Ibovespa em alta de 0,49%, aos 121 mil pontos, e o dólar recuando 2,27%, a R$ 6,12, após leilões do Banco Central.

A Câmara e o Senado aprovaram medidas fiscais importantes, enquanto o Banco Central destacou o compromisso com juros restritivos na coletiva de transição para o novo presidente, Galípolo. No exterior, atenção ao PCE nos EUA.



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Ovo pode ser alimento fundamental


O ovo, além de ser um alimento acessível e nutritivo, se torna um aliado importante para criar pratos que alimentam o corpo e fortalecem os laços afetivos. Rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais como Ferro e Selênio, o ovo é um superalimento que oferece benefícios à saúde de crianças, adultos e idosos. Segundo a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, o ovo é um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta e pode ser consumido por pessoas de todas as idades.

“O ovo é rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B (incluindo a colina), além de minerais como ferro e selênio, nutrientes que promovem saúde e bem-estar para crianças, adultos e idosos. É um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta”, afirma.

Além de seus benefícios nutricionais, a versatilidade do ovo é outro destaque. Graças à ovoalbumina e lecitina, ele desempenha um papel essencial em diversas receitas, proporcionando texturas leves e consistências homogêneas, seja em pratos rápidos como omeletes e ovos mexidos ou em preparações mais elaboradas, como suflês e sobremesas.

Mais do que um alimento nutritivo, o ovo também se torna um convite para momentos de convivência em família. Cozinhar juntos transforma o preparo da refeição em uma atividade divertida e inclusiva, fortalecendo os laços familiares. O ato de preparar receitas simples, como ovos mexidos, simboliza conforto, acolhimento e a criação de memórias afetivas, tornando as refeições momentos especiais. O Instituto Ovos Brasil destaca que o ovo é não apenas um alimento saudável, mas também uma ferramenta para promover o bem-estar e a união familiar.

“Esses pratos não apenas nutrem, mas também evocam memórias afetivas, criando uma atmosfera de acolhimento e conexão. A inclusão de ovos no dia a dia é uma maneira de tornar refeições práticas em momentos inesquecíveis”, afirma Lúcia.

 





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Chuvas beneficiam safras de verão na Austrália



Colheita de grãos de inverno na Austrália




Foto: Agrolink

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas generalizadas entre 10 e 50 mm, com picos localizados acima dessa média, persistiram sobre o sul de Queensland e partes de Nova Gales do Sul, garantindo níveis de umidade do solo próximos ou superiores ao normal para as safras de verão na Austrália.

Embora o clima úmido tenha atrasado as atividades de campo, como o plantio de sorgo, os impactos na colheita das safras de inverno foram mínimos. Em regiões do norte, a colheita está quase concluída. No restante do cinturão do trigo, o tempo seco em Victoria, Austrália do Sul e Austrália Ocidental favoreceu a conclusão da colheita.

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Na Austrália Ocidental, cerca de 90% dos grãos de inverno já foram colhidos, enquanto no sudeste o índice alcança dois terços do total esperado. O clima quente, com temperaturas entre 30°C e 40°C e até 5°C acima da média, acelerou a secagem dos grãos maduros no oeste.

Nas regiões sul e leste, as temperaturas seguiram padrões sazonais, com máximas variando entre 30°C e 35°C. Apesar do calor, o tempo estável nessas áreas contribuiu para o progresso das atividades agrícolas.





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Açúcar bruto e branco registram fortes recuos


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar registraram forte queda nesta terça-feira (17), influenciados pela desvalorização do Real frente ao dólar. Segundo analistas, o movimento cambial incentiva as usinas brasileiras a vender contratos futuros para maximizar ganhos em moeda local, contribuindo para a pressão de baixa nos preços.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto para março de 2025 atingiu o menor nível em três meses, voltando a operar na faixa de 19 centavos de dólar por libra-peso. O contrato foi negociado a 19,84 cts/lb, queda de 84 pontos, ou 4,1%, em relação ao fechamento anterior. O vencimento maio/25 caiu 67 pontos, para 18,53 cts/lb, enquanto os demais contratos recuaram entre 11 e 49 pontos.

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Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em baixa. O contrato para março/25 foi comercializado a US$ 515,00 por tonelada, redução de US$ 14,40 ou 2,7%. Já o vencimento maio/24 caiu para US$ 516,90 por tonelada, uma desvalorização de US$ 13,70. Outros contratos tiveram recuos de US$ 5,50 a US$ 11,10.

No mercado brasileiro, as cotações do açúcar cristal também registraram queda. O Indicador Cepea/Esalq, da USP, apontou que a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 160,43 nesta terça-feira, contra R$ 160,77 na segunda-feira, representando uma retração de 0,21%, conforme o divulgado pela Udop.





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Soja e milho avançam no Brasil apesar de estiagem



Calor impulsionam condições para safras de verão no Brasil




Foto: Canva

O boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), aponta que o clima quente e chuvoso continua a favorecer o desenvolvimento das culturas de verão no Brasil, em especial a soja e o milho. Apesar da redução no volume de precipitação em algumas áreas, o cenário geral permanece positivo.

No sul do país, chuvas moderadas a fortes (25-100 mm) foram registradas no Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo. Entretanto, o Rio Grande do Sul segue enfrentando bolsões de seca, com acumulados inferiores a 10 mm em várias regiões. Este estado já sofreu com longos períodos de estiagem nesta temporada, impactando o desenvolvimento das lavouras.

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As temperaturas diurnas, variando entre 20°C e 30°C, têm promovido um rápido crescimento das culturas, sem o estresse causado por calor excessivo. Dados do governo do Paraná indicam que, até 9 de dezembro, 78% do milho e 60% da soja de primeira safra já estavam em estágio de floração ou enchimento. No Rio Grande do Sul, o milho encontra-se 92% plantado, com mais de 60% em reprodução ou enchimento, enquanto 90% da soja já foi semeada, e as primeiras lavouras iniciaram a fase reprodutiva.

Em Mato Grosso, após um início tardio da temporada de chuvas, o clima quente e úmido tem favorecido o desenvolvimento da soja emergente e vegetativa. Na última semana, chuvas mais leves (menos de 10 mm em algumas áreas) e temperaturas elevadas, com máximas diurnas chegando aos 30°C, contribuíram para o avanço da cultura.





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Brasil começará a exportar banana e nozes para 5 países da Eurásia



As autoridades da União Econômica Euroasiática (UEE), organização internacional composta por Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia, autorizaram a importação de bananas e nozes do Brasil.

Apenas em 2024, o Brasil exportou mais de USD 1,3 bilhão em produtos agropecuários para a UEE.

Além disso, o agronegócio nacional terá novas oportunidades na Arábia Saudita, que confirmou a autorização para que o Brasil exporte erva-mate e frutos secos de macadâmia. Em 2024, as exportações agrícolas do país para o mercado saudita ultrapassaram US$ 2,3 bilhões.

Recentemente, o governo da Tailândia, por sua vez, autorizou o Brasil a exportar farinhas e óleo de pescado, produtos de alto valor proteico e energético, com diversos usos industriais. Entre janeiro e novembro de 2024, o país importou mais de US$ 2,7 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

Essas negociações refletem o esforço do governo brasileiro para diversificar a pauta de exportação e consolidar o relacionamento comercial do Brasil com diferentes parceiros.

As aberturas de mercado demonstram ainda o elevado nível de confiança internacional nos sistemas de controle sanitário e fitossanitário do Brasil.

Com os anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 221 aberturas de mercado em 2024, totalizando 299 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.



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PEC de corte de gastos é aprovada em dois turnos na Câmara



Cerca de duas horas e meia após a votação em primeiro turno, os deputados federais aprovaram nesta quinta-feira (19) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do pacote de corte de gastos obrigatórios do governo. Mais cedo, a proposta havia sido aprovada em primeiro turno.

O placar do segundo turno foi de 348 votos favoráveis e 146 contrários. No primeiro turno, foram 354 votos a favor, 154 contra e duas abstenções. A matéria será encaminhada para análise do Senado.

Por ser uma proposta de mudança na Constituição, a proposta do governo tinha que ser aprovada em dois turnos pela Câmara. O texto precisava de 308 votos, três quintos dos 513 deputados, para passar.

A discussão em segundo turno começou após o plenário rejeitar dois destaques. Um destaque do PSOL buscava retirar as mudanças no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Outro destaque, relativo ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) foi rejeitado por unanimidade porque o tema será discutido em projeto de lei.

A PEC traz mudanças no abono salarial e no Fundeb, além de prorrogar a Desvinculação das Receitas da União (DRU). A proposta também abre caminho para a votação do projeto que limita os supersalários do funcionalismo público.

Para evitar a derrota da PEC, o governo concordou com que o relator do texto na Câmara, Moses Rodrigues (União Brasil-CE) enfraquecesse as verbas que podem ficar fora do teto de supersalários de R$ 44 mil. O texto original previa que uma lei complementar tratasse as verbas autorizadas a ficar fora do teto. Agora, o tema será regulamentado por meio de uma lei ordinária, que exige maioria simples.



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Preços do boi gordo seguem acomodados, mas cenário deve mudar na 1ª quinzena de janeiro



O mercado físico do boi gordo apresentou variações de preços pontuais nesta quinta-feira (19).

“A dinâmica do mercado seguiu inalterada, ou seja, os frigoríficos atuaram de maneira cadenciada nas compras, com sinalização de escalas confortáveis em várias localidades do país, como é o caso de São Paulo”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Allan Maia.

Segundo ele, a expectativa gira em torno da retomada das negociações na primeira quinzena de janeiro, com possível encurtamento nas programações, considerando que o mercado deve continuar perdendo liquidez até o final do mês devido as festividades.

Ao mesmo tempo, o dólar vem apresentando forte volatilidade, ponto que merece atenção, fechando o dia na casa dos R$ 6,12. “A evolução do atacado e as condições das pastagens também devem ser acompanhados ao longo das próximas semanas”, assinalou Maia.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: sinalizada entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: precificado entre R$ 305 e R$ 310
  • Mato Grosso do Sul: ficou em R$ 315
  • Mato Grosso: R$ 300 em Rondonópolis

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou preços estáveis no decorrer do dia. As expectativas passam agora para a evolução do consumo no período de festas, fator que pode favorecer a reposição na primeira quinzena de janeiro caso evolua de maneira aquecida.

Além das festividades, a boa capitalização das famílias pode ajudar o consumo. “O contraponto é que os cortes bovinos estão com preços elevados, podendo levar parte da população a migrar para opções mais acessíveis, como o frango“, disse Maia.

O quarto dianteiro foi precificado a R$ 20,30, por quilo. Já o quarto traseiro ficou posicionado em R$ 26,80, por quilo. Ponta de agulha seguiu estável em R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 2,28%, sendo negociado a R$ 6,1243 para venda e a R$ 6,1223 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1051 e a máxima de R$ 6,3011.



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Brasil registra recorde de importações de lácteos em 2024



Preço do Leite recuou 0,22% até outubro de 2024




Foto: Pixabay

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou que as importações brasileiras de lácteos atingiram 2,09 bilhões de litros entre janeiro e novembro de 2024, maior volume registrado desde o início da série histórica em 1997, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Paralelamente, as exportações de lácteos cresceram 21,04% no mesmo período, totalizando 73,69 milhões de litros.

Como consequência desse desequilíbrio entre importações e exportações, a balança comercial de lácteos do Brasil encerrou o período com um déficit de US$ 893,38 milhões, o segundo maior da história, ficando atrás apenas de 2023.

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No mercado mato-grossense, o preço médio do leite pago ao produtor foi de R$ 2,15 por litro entre janeiro e outubro de 2024, uma redução de 0,22% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da recuperação gradual observada desde o segundo semestre de 2023, os valores no primeiro semestre de 2024 ainda não alcançaram os patamares registrados no mesmo período de 2023.

A retração nos preços foi, em parte, compensada pela queda nos custos de produção, que ajudou a mitigar os impactos sobre a margem dos produtores. O Índice de Insumos para Produção de Leite Cru (ILC) no estado acumulou 154,99 pontos entre janeiro e novembro de 2024, representando uma redução de 4,77% em relação ao ano anterior. Essa queda foi impulsionada principalmente pela diminuição dos custos com alimentação concentrada, volumosa e suplementação mineral.





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