quarta-feira, julho 15, 2026

Autor: Redação

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Prefeito do RJ assume novo mandato e propõe Força Municipal armada



O prefeito reeleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assumiu o quarto mandato em cerimônia na Câmara de Vereadores, nesta quarta-feira (1). Ele propôs a criação de uma Força Municipal de Segurança armada.

De acordo com Paes, essa força municipal será complementar às forças policiais. O grupo de trabalho para propor a inovação é um dos 46 decretos publicados hoje no Diário Oficial do município para direcionar o início do novo mandato que vai até 2028.

“A gente entende que essa força pode fazer um policiamento ostensivo mais firme nas áreas da cidade menos conflagradas em que a ocupação territorial ou o monopólio da força do Estado não esteja em discussão. Eu acho que, quando você tem essa situação extrema em que o monopólio da força do Estado está em discussão, compete às forças de segurança pública, polícia civil e polícia militar fazer esse enfrentamento e retomar os territórios”, disse o prefeito, em entrevista coletiva após a posse.

Ele explicou que o município do Rio vai trabalhar em parceria com a Advocacia-Geral da União e com o Ministério da Justiça para que se possa utilizar egressos das forças armadas brasileiras para compor a força municipal de segurança.

Acrescentou que “apesar dos avanços em nível municipal, sabemos que o Rio ainda convive com uma das mais graves crises de segurança pública de sua história. É preciso que o governo do estado assuma a sua responsabilidade constitucional e atue com firmeza para reduzir os índices de criminalidade, que policie as ruas com mais eficiência e aja para impedir a expansão territorial do tráfico e da milícia”, assegurou o prefeito em seu discurso de posse.

Também será criado um grupo de trabalho para apresentar estudos para o fornecimento de semaglutida, princípio ativo do medicamento Ozempic, na rede municipal de saúde para o combate à obesidade.

Segundo o decreto, há benefícios comprovados da semaglutida no tratamento da obesidade, incluindo a perda de peso significativa e sustentável, a melhora dos fatores de risco cardiometabólicos e o aumento da qualidade de vida.

“Isso é muito importante. Tem que se ver a obesidade sob o ponto e vista da saúde pública. É um desejo nosso que a população mais pobre tenha acesso a um medicamento que quem tem um mínimo de condições está comprando e usando. É uma política pública contra a obesidade para que a gente possa melhorar os índices de saúde da população carioca como diabetes e problemas cardíacos”, destacou Paes.

Guarda Municipal

Outro decreto publicado hoje abrange foi a criação do Programa de Refundação da Guarda Municipal com o objetivo de modernizar a instituição e torná-la mais eficiente.

O projeto terá como diretrizes a organização das operações da Guarda Municipal em grupamentos especiais e programas, seguindo os padrões operacionais e táticos do programa BRT Seguro; o fortalecimento da Corregedoria da Guarda Municipal, visando a fiscalização das atividades funcionais e a conduta dos guardas municipais; a revisão do rol de atribuições e competências da Guarda Municipal; e a implementação de ações e iniciativas para a ampliação da eficiência da Guarda no cumprimento de suas atribuições e competências.

“A ideia é ter algo voltado para praças e parques da cidade, para a defesa das mulheres, do grupamento Maria da Penha, olhando para questões que envolvam trânsito”, acentuou o prefeito.

Ao todo, 46 decretos foram divididos em seis grandes áreas:

  • Políticas voltadas para a segurança e civilidade;
  • Políticas públicas;
  • Gestão de alto desempenho;
  • Eficiência de gastos; e
  • Desburocratização e ambiente de negócios

As diretrizes determinam o direcionamento do novo governo. A maioria forma grupos de trabalho para colocar em prática novos projetos de políticas públicas.

Antes da posse do prefeito e de seu vice, foi realizada a posse dos 51 vereadores, dos quais 12 são mulheres. O parlamento carioca empossou 21 vereadores estreantes, com uma renovação de quase metade das 51 cadeiras (45%).



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Prefeitos e vereadores tomaram posse hoje; quais as responsabilidades de cada um?



Os prefeitos e vereadores eleitos em outubro de 2024 tomam posse nos respectivos cargos nesta quarta-feira, 1º de janeiro de 2025.

De acordo com a página de estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serão 5.543 prefeitos, 5.543 vice-prefeitos e 58.072 vereadores empossados para mandatos de quatro anos.

Do total de 5.543 prefeitos e vice-prefeitos que tomam posse, 2.466 foram candidatos reeleitos e os demais (3.077) estão no primeiro mandato como chefe do poder Executivo local. Assim, cabe a pergunta: qual as responsabilidades de cada um deles?

Responsabilidades de prefeitos

A prefeita ou o prefeito empossado é o chefe do Poder Executivo municipal, portanto, responsável pela gestão do município. O mandato de prefeito dura quatro anos, com possibilidade de uma reeleição por mais quatro. Nesse período, os ocupantes dos cargos devem:

  • Gerenciar os recursos financeiros do município (arrecadar, administrar e aplicar os impostos da melhor forma);
  • Planejar e realizar melhorias locais, desenvolver as funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes;
  • Intermediar politicamente junto a outras esferas do poder, sempre com o intuito de beneficiar a população local, entre outras funções que promovam o desenvolvimento local.

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, destaca quais devem ser as prioridades no exercício da função pública.

“É preciso honrar o mandato que a população vos deu nas urnas, enfrentar as dificuldades e sempre conduzir a administração sob um modelo de governança pública que coloque em primeiro lugar as reais necessidades da comunidade.”

Ziulkoski frisa aos gestores municipais que é importante esquecer os embates ideológicos da eleição. “Governar para todos e com todos que queiram ajudar o seu município a progredir.”

Funções dos vereadores

Os mandatos de vereadoras e vereadores, também com duração de quatro anos, não têm uma quantidade definida de possibilidades de reeleição. Esse grupo de parlamentares atua nas câmaras municipais, também chamadas de câmara de vereadores.

O total de vagas para cada câmara depende do número de habitantes do município, segundo o inciso IV do artigo 29 da Constituição Federal.

As funções no poder Legislativo municipal estão subdivididas em quatro atribuições principais:

  • Legislativa: proposição, análise, discussão e votação de leis municipais e gestão de alguns impostos;
  • Fiscalização: fiscalizadora das ações da administração municipal no cumprimento das leis e do orçamento público;
  • Assessoramento ao Executivo: apoio e discussão acerca de políticas públicas a serem implantadas por meio do Plano Plurianual, da Lei Orçamentária Anual (LOA) e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
  • Julgadora: apreciação das contas públicas de administradores e apuração de infrações político-administrativas cometidas por prefeito e pelos próprios vereadores.



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AgroNewsPolítica & Agro

Crédito de carbono ganha espaço na agricultura



Crédito de carbono está ganhando destaque como uma ferramenta para sustentabilidade


Foto: Canva

O crédito de carbono está ganhando destaque como uma ferramenta estratégica para impulsionar a sustentabilidade na agricultura brasileira e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Além de incentivar práticas mais ecológicas, o mecanismo transforma a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) em oportunidades econômicas, atraindo produtores rurais e investidores para o setor.

A agricultura é responsável por uma parcela significativa das emissões globais de GEE, com destaque para o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Práticas tradicionais, como o uso intensivo de fertilizantes e a pecuária convencional, contribuem para essas emissões. Nesse contexto, os créditos de carbono surgem como um estímulo à adoção de modelos produtivos sustentáveis, incluindo a agricultura regenerativa, que melhora a qualidade do solo e captura carbono da atmosfera.

No Brasil, o Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) é referência na promoção de práticas sustentáveis, como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e o plantio direto. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a iniciativa já evitou a emissão de cerca de 150 milhões de toneladas de CO2 equivalentes desde 2010.

A técnica ILPF integra agricultura, pecuária e silvicultura em uma mesma área, promovendo maior produtividade e capturando carbono no solo e na vegetação. Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam que sistemas ILPF podem sequestrar até 10 toneladas de CO2 por hectare ao ano, tornando-se aliados cruciais na redução das emissões.

Os créditos de carbono também oferecem vantagens financeiras. Agricultores que adotam práticas sustentáveis podem comercializar esses créditos em mercados específicos, obtendo renda adicional e ampliando sua competitividade. Além dos ganhos financeiros, essas práticas favorecem a recuperação dos solos, aumentam a biodiversidade e tornam as lavouras mais resistentes às mudanças climáticas, fortalecendo a segurança alimentar e a estabilidade produtiva.





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Seguro rural como despesa obrigatória no Orçamento de 2025 é vetado pelo governo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 que protegia o orçamento do seguro rural, entre outras despesas, de cortes orçamentários ao longo do ano.

O veto consta da sanção da lei 15.080 publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (31). O projeto de lei aprovado pelo Congresso previa a subvenção econômica ao prêmio do seguro rural (PSR) entre as despesas obrigatórias ou legais da União, ou seja, blindadas de contingenciamentos ou bloqueios.

Atualmente, a rubrica é discricionária, sendo passível de remanejamentos pelo Executivo ao longo do exercício fiscal.

Corte de verbas

O trecho do projeto de lei vetado por Lula foi articulado por deputados e senadores da bancada da agropecuária a fim de evitar cortes no orçamento do seguro rural. Neste ano, o Executivo destinou R$ 1,06 bilhão ao PSR.

Entretanto, a verba foi cortada para R$ 964,598 milhões. Para 2025, o governo enviou no Projeto de Lei Orçamentária Anual a previsão de R$ 1,06 bilhão para o seguro rural, assim como no exercício atual. O setor produtivo pede R$ 4 bilhões.

Na justificativa do veto, orientado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, o despacho presidencial diz que a proposta “contraria o interesse público, uma vez que reduz a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias, visto que as despesas são originalmente discricionárias”.

Também foi vetada a transição da classificação de despesas discricionárias para obrigatórias da subvenção econômica para as Aquisições do Governo Federal e Formação de Estoques Reguladores e Estratégicos, da subvenção econômica para Garantia e Sustentação de Preços na comercialização de produtos agropecuários e da subvenção econômica para Garantia e Sustentação de Preços na comercialização de produtos da agricultura familiar – políticas operacionalizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Veto de outros itens

Resultados estratégicos da Secretaria da Agricultura do Distrito FederalResultados estratégicos da Secretaria da Agricultura do Distrito Federal

Além disso, o presidente Lula vetou o trecho que mantinha 17 itens como despesas ressalvadas da limitação de empenho e movimentação financeira.

Entre os itens, o Congresso havia incluído nesta rubrica despesas para aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar para promoção da segurança alimentar e nutricional e despesas de defesa agropecuária.

“A proposição legislativa contraria o interesse público, uma vez que a ressalva de despesas da limitação de empenho tem como efeito aumentar a rigidez orçamentária e restringir a possibilidade de o Poder Executivo federal dispor sobre essa limitação de acordo com as necessidades sociais e as disponibilidades orçamentárias no momento da execução”, diz a justificativa do veto presidencial.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Preços dos suínos independentes mantêm estabilidade nesta semana, mas…


Após reajustes recentes, associações destacam estabilidade nos preços e projetam aumentos com a chegada do 13º salário e maior demanda sazonal.

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Nesta quinta-feira (21), a comercialização dos suínos no mercado independente apresentou estabilidade nos principais estados produtores. Com os feriados de novembro e a entrada da segunda quinzena do mês, tiraram o ímpeto das altas no mercado de suínos. 

Em São Paulo, os preços dos suínos apresentaram estabilidade frente à semana anterior e segue precificado em R$ 10,30/kg por vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). 

“Nas últimas quatro semanas,  o preço do suíno teve um reajuste positivo de 8,77%. Para a Bolsa de Suínos houve uma queda de 2,90 kg, o que representa uma queda de 1,88% e o volume de animais também registrou um recuo de 1.423 de cabeças, o que representa uma queda de 4,72%”, detalhou o Valdomiro Ferreira.

Ainda de acordo com a APCS, a expectativa para os próximos dias é de reajuste nas cotações dos suínos em que as indústrias já estão se preparando para atender a demanda de final de ano. “A expectativa é de novo realinhamento nos preços com a entrada dos pagamentos do 13º salário e aumento no consumo”, informou ao Notícias Agrícolas. 

No mercado mineiro, o valor do animal apresentou estabilidade nesta semana e está sendo negociado próximo de R$ 10,30/kg vivo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). 

“As expectativas são boas no curto prazo com a sazonalidade de final de ano, mas nesta semana a demanda continua predominando e os preços estão estáveis em uma faixa na linha do topo.”, disse o consultor de mercado da Associação, Alvimar Jalles.

Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal nesta semana registrou valorização de 0,41% frente a anterior, em que passou de R$ 9,78/kg e está precificado em  R$ 9,82/kg vivo.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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AgroNewsPolítica & Agro

Pastagens avançam com chuvas e insolação favoráveis


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS na quinta-feira (26), as chuvas regulares e a intensa radiação solar registradas nas últimas semanas estão impulsionando o crescimento das pastagens de verão no Rio Grande do Sul. As condições climáticas também favoreceram a recuperação dos campos nativos, ampliando a oferta de forragem de qualidade para os rebanhos.

Na região administrativa de Bagé, em São Gabriel, o crescimento das forrageiras nativas foi limitado pela baixa pluviosidade em dezembro, que acumulou apenas 60 mm. Em contrapartida, na região de Caxias do Sul, as áreas de campo nativo atenderam plenamente às necessidades dos animais, refletindo em bons ganhos de peso.

Na região de Ijuí, a escassez de estoques de forragem conservada levou alguns produtores a anteciparem o corte do milho para silagem, mesmo antes do ponto ideal de maturação dos grãos. Já em Passo Fundo, as chuvas recentes mantiveram a umidade do solo em níveis adequados para o crescimento das pastagens. No entanto, a menor incidência de luz solar, devido aos dias encobertos, limitou o pleno desenvolvimento vegetativo.

Nas regiões de Pelotas, incluindo Arroio do Padre, Canguçu e Capão do Leão, as pastagens e forrageiras apresentaram bom desenvolvimento. Entretanto, em Cerrito e Jaguarão, a baixa radiação solar trouxe desafios para a implantação de novas áreas de pastagens de verão. Em Santa Vitória do Palmar, o campo nativo registrou crescimento adequado, beneficiando tanto bovinos quanto ovinos.

Na região de Santa Maria, as pastagens de verão apresentaram condição excelente, garantindo boa oferta de forragem. Em Santa Rosa, as chuvas recentes, combinadas com temperaturas amenas e boa insolção, impulsionaram a produção de matéria verde nas pastagens perenes e anuais, conforme dados da Emater/RS.





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Para 61% dos brasileiros, economia está no rumo errado, mostra pesquisa



Pesquisa divulgada pelo Datafolha mostra que para 61% dos brasileiros a economia do país está no rumo errado. Apenas 32% dos entrevistados acreditam que ela está no caminho certo.

Essa percepção é majoritária em todas as faixas etárias da pesquisa: entre os mais jovens, com idade entre 16 e 24 anos, 71% têm a percepção que a trajetória econômica está equivocada, e 23% acham que está no caminho correto.

Na faixa entre 25 e 34 anos, 68% acreditam que está errada, e outros 27% veem como correta; dos 35 a 59 anos, 64% acreditam que a economia está no caminho errado, enquanto 33% creem que está no rumo certo.

Já na faixa acima de 60 anos, 55% disseram que está em trajetória errada, e 36% que está correta.

Por faixa de renda

No recorte por faixa de renda, 67% dos que ganham acima de cinco salários-mínimos acham que o rumo está equivocado, e 30% aprovam o caminho da economia.

Entre os mais pobres, com renda de até dois salários, 55% têm uma visão negativa sobre a questão e 37% acham que o caminho está correto.

Expectativa para a economia em 2025

O Datafolha mostrou também que o otimismo do brasileiro com o ano novo é o menor desde 2020. Pela primeira vez em cinco anos, menos da metade dos entrevistados afirmou que a população terá uma situação melhor em 2025.

Para 25% a situação será pior, e outros 25% apontaram que será igual. Outros 3% não souberam responder.



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Primeira empresa independente de petróleo e gás natural do país começa a operar



A Brava Energia obteve autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para iniciar a produção por meio do navio-plataforma (FPSO, da sigla em inglês) Atlanta, que tem capacidade para produzir até 50 mil barris óleo por dia, tratar 140 mil barris de água por dia e estocar até 1,6 milhão de barris de óleo.

Segundo a empresa, na terça-feira (31), foi extraído o primeiro óleo a partir do sistema definitivo na Bacia de Santos. Após a conexão e partida dos dois primeiros poços, a produção estabilizou em cerca de 20 mil barris por dia (bpd), informou nesta quarta (1).

Com isso, a Brava se tornou a primeira empresa independente de petróleo e gás natural do país a desenvolver um sistema de produção em águas profundas desde sua fase inicial, dentro do orçamento previsto e dos prazos estabelecidos para perfuração dos poços, instalação de equipamentos iniciais e obras do FPSO.

Em fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a produção se inicia a partir dos poços 6H e 7H, que estão em estabilização, enquanto a companhia prossegue com a companhia em conexão dos quatro poços remanescentes 2H, 3H, 4H, 5H.

A previsão de término é o segundo trimestre de 2025.



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Produção de açúcar cai 63% em dezembro


Segundo dados divulgados pela União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (UNICA), a produção de açúcar no Centro-Sul do Brasil registrou queda expressiva na primeira quinzena de dezembro. O volume produzido foi de 347,82 mil toneladas, representando uma redução de 63,07% em comparação com o mesmo período da safra 2023/2024, quando foram fabricadas 941,73 mil toneladas.

No acumulado desde o início da safra até 16 de dezembro, a fabricação de açúcar alcançou 39,71 milhões de toneladas, número 5,05% inferior ao ciclo anterior, que totalizou 41,82 milhões de toneladas. No mesmo período, a produção de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 764,53 milhões de litros. Desse total, 498,56 milhões de litros foram de etanol hidratado, representando uma queda de 28,18%, e 265,97 milhões de litros foram de etanol anidro, com retração de 24,30%.

No acumulado do ciclo agrícola, a produção de etanol, no entanto, mostrou crescimento de 3,26%, totalizando 31,93 bilhões de litros. O etanol hidratado avançou 10,29%, somando 20,34 bilhões de litros, enquanto o anidro apresentou recuo de 7,13%, alcançando 11,59 bilhões de litros.

Um dos destaques do setor foi o crescimento expressivo na produção de etanol a partir do milho. Na primeira metade de dezembro, 50% do biocombustível produzido teve como matéria-prima o cereal. Foram fabricados 379,16 milhões de litros de etanol de milho, um aumento de 34,89% em relação ao mesmo período da safra passada, quando o volume atingiu 281,09 milhões de litros.

Desde o início da safra, o etanol de milho já acumula produção de 5,63 bilhões de litros, o que representa um avanço de 30,01% na comparação com o mesmo intervalo do ciclo anterior.





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AgroNewsPolítica & Agro

chuvas beneficiam algodão e sorgo



Chuvas espalhadas beneficiam cultivos de verão na Austrália




Foto: Canva

O boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas esparsas, com volumes localizados próximos a 10 mm, foram registradas no sul de Queensland e no norte e centro de Nova Gales do Sul, proporcionando impulso ao desenvolvimento de culturas de verão, como algodão e sorgo. Enquanto áreas mais secas elevaram a demanda por irrigação em algumas localidades, essas condições também permitiram a continuidade dos trabalhos de campo, incluindo o plantio adicional de sorgo.

Nas demais regiões do cinturão de trigo, o clima predominantemente seco em Nova Gales do Sul (sul), Victoria, Austrália do Sul e Austrália Ocidental favoreceu a conclusão das colheitas das culturas de inverno.

As temperaturas ficaram, em média, de 2 a 3 °C abaixo do normal em partes do sudeste, enquanto no oeste e nordeste permaneceram próximas da média histórica. As máximas atingiram valores entre 30 e 35 °C na maior parte das áreas produtoras de trigo, mantendo o ritmo adequado para a finalização da colheita e preparando o solo para a próxima safra.





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