terça-feira, julho 14, 2026

Autor: Redação

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arrecadação forte no Brasil e os destaques da economia hoje; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a alta do Ibovespa (+0,95%, aos 121 mil pontos), impulsionada por blue chips e Petrobras. O dólar caiu para R$ 6,10 (-0,13%), enquanto a arrecadação de novembro subiu 11,21% (real), segundo melhor resultado histórico. A inflação ao produtor avançou 1,23%, acumulando dez meses de alta. Hoje, destaque para a PIM de novembro (-0,9% esperado) e dados do mercado de trabalho nos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Sanidade animal e pastagens garantem produção de leite



Os custos elevados de insumos também seguem como desafio em algumas regiões




Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (02) traz um panorama detalhado sobre a bovinocultura de leite no Rio Grande do Sul. De acordo com o relatório, o tempo seco e as temperaturas amenas contribuíram positivamente para o manejo nas propriedades e a qualidade do pastejo, favorecendo a produção leiteira e a condição corporal dos animais.

Nas regiões administradas pela Emater, os cenários climáticos variaram, mas, de forma geral, proporcionaram boas condições para a atividade. Em Bagé, a disponibilidade hídrica nos açudes garantiu o bem-estar animal. Já em Santa Maria, as pastagens de verão estão em excelentes condições, assegurando boa oferta de forragem.

Em regiões como Caxias do Sul e Porto Alegre, os rebanhos apresentaram sanidade dentro da normalidade. A redução no uso de silagem de milho devido à disponibilidade de pastejo é um dos destaques na capital e arredores. Apesar do aumento da incidência de mosca-dos-chifres e carrapatos, os produtores têm adotado estratégias eficazes de controle. O problema foi relatado em várias regiões, mas sem impactos significativos na produção.

Nas regiões de Frederico Westphalen e Santa Rosa, foi registrada uma queda nos preços pagos pelo litro de leite, impactando diretamente as margens de lucro dos produtores. Os custos elevados de insumos também seguem como desafio. No entanto, em Pelotas, observou-se um aumento nos investimentos em pastagens perenes, buscando alternativas para manter a produtividade.

Produtores da região de Ijuí avaliam os resultados da utilização de silagens de cereais de inverno, como o trigo, que têm mostrado desempenho promissor. A adoção dessas estratégias visa melhorar a qualidade da produção e reduzir custos.





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Estudo usa drones para cultivar milho adaptado à seca



Pesquisa avança na seleção de milho resistente à seca com uso de drones




Foto: Anderson Wolf

Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma metodologia inovadora que promete revolucionar a seleção de milho geneticamente modificado para tolerância à seca, reduzindo custos e acelerando o processo. Conforme divulgado pela Embrapa nesta segunda-feira (6), a técnica utiliza drones equipados com câmeras RGB para capturar imagens de experimentos em campo, convertendo-as em índices que avaliam a saúde das plantas.

Segundo a Embrapa, a inovação, fruto do trabalho do Centro de Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC) – parceria entre a Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com apoio da Fapesp –, já apresentou resultados promissores publicados na revista The Plant Phenome Journal.

Durante a seca de 2023, foram realizados experimentos em Campinas (SP) com 21 variedades de milho, das quais 18 possuíam genes modificados para tolerância à seca e três eram variedades convencionais para comparação. As plantas foram submetidas a diferentes níveis de irrigação.

Drones equipados com câmeras RGB e multiespectrais capturaram imagens semanais do campo experimental. A análise revelou que câmeras RGB – mais acessíveis financeiramente – oferecem resultados confiáveis, ampliando o potencial de aplicação da tecnologia.

A técnica não só diminui custos operacionais como também viabiliza estudos em áreas menores, essencial para projetos com recursos limitados. Além disso, permite o monitoramento contínuo do ciclo de crescimento das plantas, com dados usados para desenvolver modelos preditivos que simulam o desempenho das variedades em diferentes condições climáticas. Com as mudanças climáticas aumentando a frequência de secas, o desenvolvimento de cultivares mais resilientes é urgente. Métodos tradicionais de seleção são caros e demorados, dificultando avanços rápidos. A nova metodologia coloca o Brasil na vanguarda de soluções para os desafios da agricultura moderna.

O estudo “Temporal field phenomics of transgenic maize events subjected to drought stress: cross-validation scenarios and machine learning models”, de autoria de Helcio Pereira, Juliana Nonato, Rafaela Duarte, Isabel Gerhardt, Ricardo Dante, Paulo Arruda e Juliana Yassitepe, pode ser acessado aqui.





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Como calcular o custo de produção do feijão


De acordo com informações divulgadas pela engenheiro-agrônomo, Jadiel Andognini, em publicação no Blog da Aegro, a produção de feijão no Brasil, como em qualquer cultura agrícola, exige uma boa gestão financeira para garantir que o produtor não termine o ciclo da safra no prejuízo. Com os constantes aumentos no preço dos insumos, é essencial calcular corretamente o custo de produção por hectare. Essa prática permite uma visão detalhada dos gastos e ajuda a tomar decisões mais assertivas durante a condução da lavoura. A utilização de planilhas e tecnologias facilita esse controle e proporciona maior precisão nos cálculos.

O primeiro passo para calcular o custo de produção do feijão é contabilizar todos os insumos necessários para o cultivo. Esses insumos podem variar conforme a tecnologia adotada pelo produtor. Alguns custos são impactados diretamente pela cotação do dólar, já que muitos insumos importados são reajustados com base nesse indicador, conforme dados da publicação.

Os principais insumos para a produção de feijão incluem:

  • Sementes, seja tecnológicas ou convencionais;
  • Produtos para tratamento de sementes;
  • Herbicidas, fungicidas e inseticidas;
  • Óleos e adjuvantes;
  • Corretivos e fertilizantes (orgânicos ou minerais);
  • Inoculantes.

Segundo a publicação, para calcular o custo das sementes, o produtor deve considerar a densidade de plantio, que indica a quantidade de sementes por hectare. O cálculo é simples: multiplique o preço do quilo ou da saca das sementes pela quantidade necessária para cobrir a área plantada. Esse valor dará o custo das sementes por hectare.

Para fertilizantes e corretivos, a lógica de cálculo é a mesma. O produtor deve multiplicar o preço do produto pela quantidade utilizada por hectare. No caso de correção de solo, é possível ratear o custo entre as safras em que o corretivo se mantém eficaz. A aplicação de fertilizantes é um dos custos mais significativos na produção de feijão e deve ser monitorada cuidadosamente.

Os agroquímicos (herbicidas, fungicidas, inseticidas) também representam um custo importante. O cálculo é feito multiplicando o valor unitário do produto pela quantidade utilizada por hectare. Por exemplo, se o produtor utilizar 0,5 litro de abamectina a R$30,00 o litro, o custo por hectare será de R$15,00.

A contabilidade dos custos pode ser facilitada com o uso de tecnologias, como planilhas digitais ou softwares agrícolas. Essas ferramentas ajudam o produtor a organizar melhor as informações e calcular os custos de forma mais eficiente, evitando erros e proporcionando uma gestão financeira mais eficaz.





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Mercado do boi gordo inicia ano com pouca movimentação


O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que nesta terça-feira, o mercado de boi gordo iniciou o dia com fraca movimentação, reflexo dos feriados de final de ano. Poucos agentes estão em atividade, e a expectativa é de que o ritmo lento se mantenha até o final do dia.

A oferta de boiadas segue limitada, com predominância de gado de menor acabamento. O cenário reflete em estabilidade nas cotações. As escalas de abate permanecem curtas, com média de seis dias, enquanto o escoamento de carne ainda não retomou o ritmo normal esperado para o início do ano.

No estado de Tocantins, a oferta de boiadas apresentou melhora, resultando em escalas de abate mais alongadas, com média de nove dias. Apesar disso, pecuaristas têm pressionado por melhores preços, impulsionados pela melhoria das pastagens.

Na região Sul do estado, as cotações permaneceram estáveis em relação ao dia anterior, enquanto a região Norte registrou alta de R$3,00 por arroba.

O volume de carne bovina in natura exportado em dezembro de 2024 totalizou 202,6 mil toneladas, com média diária de 9,6 mil toneladas. Embora tenha havido uma queda de 2,8% no volume exportado em comparação ao mesmo período de 2023, o preço médio da tonelada subiu 8,9%, alcançando US$4,9 mil.

O faturamento médio diário foi de US$47,8 milhões, representando um aumento de 5,8% em relação a dezembro de 2023. Este foi o segundo melhor desempenho histórico para um mês de dezembro. No acumulado de 2024, o setor exportou 2,54 milhões de toneladas de carne bovina in natura, um recorde anual, com crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior.





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Saúde e longevidade do produtor passam pelas máquinas agrícolas autônomas, aposta John Deere


Uma nova geração de máquinas agrícolas foi trazida pela John Deere na maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Eletronics Show (CES 2025), em Las Vegas, Estados Unidos.

Poupar homens e mulheres do campo de trabalhos extenuantes e solucionar o problema da falta de mão-de-obra qualificada são as preocupações que parecem estar no centro desta empreitada, ainda mais agora que o conceito de sustentabilidade já está mais incorporado ao setor com a adoção de modelos a biodiesel e até mesmo elétricos.

Assim, a palavra de ordem agora é autonomia. Exemplo disso é o maior trator da empresa, o 9RX, voltado a operações agrícolas em grande escala e que neste ano passa a estar disponível para venda no mercado norte-americano.

A companhia ainda não divulga o preço e o Brasil, por enquanto, terá de esperar mais algum tempo: questões de conectividade e regulamentação ainda são gargalos em solo nacional. No entanto, neste rol, é consenso entre os executivos da companhia que as perspectivas são para lá de positivas visto a gigante área agricultável do país e a já consolidade tecnificação dos produtores de Oiapoque ao Chuí.

Sensores embutidos

O modelo é equipado com 16 câmeras individuais dispostas em cápsulas para garantir visão 360° do campo. De acordo com o vice-presidente de Tecnologia da companhia, Jahmy Hindman, os sensores da máquina são tão sensíveis que captam insetos e até mesmo a variação de luz do dia.

Contudo, também está equipado com tecnologia artificial para garantir que apenas empecilhos reais interrompam a operação, como pedras e grandes galhos que tenham o poder de danificar seus equipamentos.

“Essa tecnologia vai de encontro com as necessidades dos produtores rurais que têm dificuldade em encontrar mão de obra qualificada e não têm mais tempo ou disposição para ficar 12, 14 horas operando uma máquina”, diz o executivo.

Fator que também exemplifica essa realidade é a idade média do homem e da mulher do campo. Nos Estados Unidos, por exemplo, este número é de 58 anos. No Brasil, de 46.

Assim, a saúde e o bem-estar dos agricultores é uma preocupação que parece estar no centro das atenções das gigantes do setor.

Por isso que em culturas especiais, como pomares, onde a pulverização com jato de ar é repetitiva e exaustiva, a John Deere mostra outra alternativa: o trator estreito 5ML que, assim como o gigante 9RX, também é autônomo.

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Trator estreito autônomo para pomares. Foto: Divulgação John Deere

O vice-presidente de Tecnologia da empresa afirma que o sistema desta máquina, que já está na segunda geração, garante uma navegação precisa mesmo sob uma densa cobertura vegetativa, além de identificar obstáculos com precisão e recalcular a rota sempre que preciso.

De acordo com Hindman, em um primeiro momento, a máquina estará à venda apenas com motor a diesel, mas, futuramente, será disponibilizada a versão movida à bateria elétrica.

*O jornalista viajou para a CES 2025 a convite da John Deere



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governo regulamenta transferência de terras de bancos e empresas



O governo regulamentou o procedimento de transferência de terras à União por empresas estatais e sociedades de economia mista na aquisição de imóveis rurais para destinação à reforma agrária.

A aquisição pela União dos imóveis rurais de propriedade de empresas estatais e de economia mista poderá ser feita com dedução de obrigações financeiras destas empresas perante a União, limitada ao valor do imóvel.

A medida foi publicada em portaria conjunta do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Ministério da Fazenda no Diário Oficial da União desta terça-feira (7).

Os imóveis rurais deverão ser avaliados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e pelo MDA, tendo como referência o valor da terra indicado pelo Incra.

As negociações entre as empresas estatais e o governo para aquisição das terras deverão ser conduzidas também pelo Incra e pelo MDA, assim como a análise da viabilidade do imóvel para incorporação à Política Nacional de Reforma Agrária e sua consequente destinação ao programa.

O ministro do MDA, Paulo Teixeira, afirmou que a portaria permite transferência de terras do patrimônio de bancos públicos e das empresas públicas para o Executivo e sua destinação à reforma agrária.

“Há muitas vantagens com esse processo. Quando adquirimos uma terra, demoramos de nove a dez anos para adquirir a terra, enquanto aqui será imediato. A outra vantagem é o preço, porque quando compramos via Justiça às vezes pagamos um valor maior em virtude dos juros e da correção monetária, enquanto aqui vamos pagar o preço da terra avaliada”, disse Teixeira, em vídeo publicado em redes sociais.

De acordo com o ministro, a medida integra o pacote de formação de prateleira de terras para reforma agrária do governo.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 9 estados e no DF



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em nove estados e no Distrito Federal (DF) na semana de 29 de dezembro de 2024 a 4 de janeiro de 2025.

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 67,15% ante a gasolina no período, portanto, favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol era mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:

  • Acre (68,80%);
  • Goiás (69,65%);
  • Mato Grosso (63,30%);
  • Mato Grosso do Sul (65,77%);
  • Minas Gerais (69,03%);
  • Paraíba (68,03%);
  • Paraná (69,49%);
  • São Paulo (66,11%); e
  • Sergipe (69%), além do Distrito Federal (69,61%).



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preços voltam a avançar pelo Brasil; confira valores



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos no Brasil nesta terça-feira (7).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as indústrias ainda encontram dificuldade na composição das suas escalas de abate. Com maior urgência na compra de gado, há natural propensão a reajustes.

As exportações devem se manter em bom ritmo na atual temporada e são um elemento importante para sustentação dos preços.

“O pecuarista se depara com boas condições do pasto neste início de temporada, permitindo uma melhor cadência das negociações”, comenta.

Confira preços médios da arroba de boi gordo hoje

  • São Paulo: R$ 325,25
  • Minas Gerais: R$ 311,47
  • Goiás: R$ 311,43
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,30
  • Mato Grosso: R$ 304,80

Atacado

O mercado atacadista se depara com preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por dificuldades em relação a preço durante o primeiro bimestre, considerando a descapitalização da população, considerando aquelas despesas tradicionais inerentes a esse período (IPTU, IPVA, compra de material escolar).

“A predileção da população recai sobre proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, aponta o consultor Fernando Henrique Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17 o quilo. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80 o quilo. Já a ponta de agulha segue a R$ 18 o quilo.



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Soja tem poucos movimentos durante o dia; confira os dados da commodity



O mercado brasileiro de soja teve movimentos de volumes pouco expressivos nesta terça-feira (7), com os preços em queda no mercado físico. A volatilidade foi observada também nos mercados futuros, com a Bolsa de Chicago e o dólar apresentando oscilações consideráveis.

A comercialização deverá seguir lenta nos próximos dias, com a expectativa para o relatório mensal de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira (10).

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00
  • Missões (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 141,00 para R$ 140,50
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 130,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 122,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 120,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em leve queda, mas bem acima das mínimas do dia. O mercado foi pressionado pela previsão de chuvas para a Argentina, aliviando as preocupações com o clima seco persistente. Durante o dia, os agentes se acomodaram, buscando uma melhor posição frente ao relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A atenção também se voltou para o novo governo de Donald Trump, com receios de uma possível guerra comercial com a China, que poderia transferir a demanda daquele país para a América do Sul. O USDA deverá reduzir suas estimativas para a safra de soja americana e os estoques finais de soja em 2024/25. Os dados serão divulgados na sexta-feira (10).

Analistas apostam que os estoques americanos de soja cairão para 454 milhões de bushels, ante 470 milhões estimados em dezembro. Para a safra, a expectativa é de uma redução de 4,461 bilhões de bushels para 4,451 bilhões. No cenário mundial, espera-se um aumento dos estoques finais de soja de 131,9 milhões de toneladas para 132 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão com entrega em março fecharam a US$ 9,97 1/4 por bushel, com baixa de 0,50 centavos ou 0,05%. O contrato de maio fechou a US$ 10,07 3/4, com queda de 1 centavo, ou 0,09%. Já o farelo de soja para março perdeu US$ 3,80, fechando a US$ 303,50 por tonelada, e o óleo de soja com vencimento em março subiu 0,92 centavo, alcançando 41,25 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,14%, sendo negociado a R$ 6,1046 para venda e a R$ 6,1026 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0537 e a máxima de R$ 6,1187.



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